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OS FILHOS DO PATR�O - PARTE 1

Bem vou me apresentar, tenho 39 anos, n�o tenho nenhum corpo atl�tico, mas um pau respeitado, s�o 22cm e grosso, j� fiz mulheres sofrer metendo no cu delas. S� um detalhe, adoro meter num cuzinho e ver sofrerem levando minha pica.

Vamos a hist�ria, sou solteiro e estava desempregado, arrumei um emprego numa mans�o, onde eu ia tomar conta da �rea, cuidar dos jardins e das piscinas e de ainda dormiria no emprego. O meu dormit�rio era simples, quarto e banheiro e era o mais afastado de todos, uma cama, um guarda-roupa e uma pequena televis�o. Na casa moravam os donos, um casal de filhos, o Felipe 19 anos e Marta de 19 anos, alem de muitos empregados.

Logo fiz amizades com todos, fazia o meu trabalho durante o dia, logo que chegava a noite tomava meu caf� na �rea de servi�o e ficava dando um tempo pra ir dormir. Com o passar dos meses fiz muita amizades com os garotos que ficavam brincando comigo a noite na beira da piscina, para mim era bom, pois passava o tempo antes de ir dormir. Certo dia eu atrasei trabalhando e o Felipe foi ao meu quarto me chamar para brincar, ele entrou de vez, a porta n�o estava trancada, j� eram oito horas da noite, eu estava no banho ainda, pedi a ele para esperar um pouco que j� tava terminando, n�o demorou e eu sai de s� de toalha, falei para ele me esperar l� na piscina que eu ia me arrumar, ele disse que me esperaria ali mesmo para eu n�o demorar, ent�o deixei a toalha cair para me vestir, quando eu olho para o Felipe, ele parecia hipnotizado olhando para o meu pau, na hora eu fiquei sem gra�a, mas logo veio na cabe�a a oportunidade de aproveitar da situa��o, ai comecei a conversar com ele.

- o que foi Felipe, nunca viu um homem nu?

- n�o, � a primeira vez.

- o que achou?

- seu pinto � grand�o.

- e se voc� visse ele duro, ele fica maior ainda, mas outro dia voc� v�, pois vou tomar caf�, � que estou morrendo de fome.

Ele saiu do meu quarto e foi me esperar na piscina junto com a irm�, enquanto eu me arrumava e tomava caf�. A noite correu como de sempre, brincadeiras iguais as dos dias anteriores, mas o Felipe tava mais atencioso comigo, deixando eu sempre ganhar nos jogos em que est�vamos brincando.

No dia seguinte, logo depois do meu expediente, o Felipe aparece no meu quarto de novo, parecia que ele s� estava esperando eu entrar no quarto para entrar tamb�m, e foi perguntando se eu ia demorar muito, eu respondi que ainda ia tomar banho, mas se ele quisesse esperar n�o tinha problemas, e ele disse que esperaria para eu n�o demorar, eu j� sabendo o que ele queria ver, tirei minha roupa na frente dele e fui nu para o banheiro, mas fazendo quest�o de mostrar o meu pau para ele, e o Felipe n�o tirava os olhos de mim, deixei a porta do banheiro aberta de prop�sito e entrei, quando eu olho para tr�s o Felipe em p� na porta me observando, e eu perguntei:

- voc� vai ficar ai na porta mesmo?

- vou sim, posso?

- claro, mas deixa eu olhar se a porta do quarto est� aberta.

Nessa hora eu fui at� a porta do banheiro, onde ele estava parado, para ver se a porta do quarto estava realmente fechada, mas de prop�sito encostei o meu pau no Felipe que ficou im�vel, e o meu pau come�ou a dar sinal de vida, em segundos ficou duro e deixei encostar no seu peito e no queixo e comecei a falar com ele:

- Felipe, olha como o meu pau ficou depois que encostou em voc�.

- caramba, ele ficou mais grand�o ainda.

- voc� nunca viu de perto um assim?

- nunca.

- parece que voc� ta querendo segurar nele, pode pegar.

- posso mesmo?

- pode, n�o se preocupe que ningu�m vai ficar sabendo, ser� um segredo s� nosso, certo?

- certo.

Nessa hora o Felipe colocou sua m�o no meu pau devagar, alisou um pouco e falou:

- ele � quentinho, e grosso.

- voc� quer fazer mais alguma coisa?

- fazer o que? N�o sei; (ainda sem soltar um segundo)

- se voc� quiser pode chupar um pouco, muita gente adora fazer isso.

- chupar? Parece nojento. Acho que n�o.

- chupar s� um pouquinho, voc� vai gostar, fa�a como se fosse um sorvete. No come�o � estranho, mas quando acostuma quer chupar toda hora experimente um pouco.

Nessa hora o Felipe colocou o meu pau na boca, meio sem jeito e logo tirou, disse que n�o dava, pois era muito grande, eu mandei tentar de novo, s� que desta vez eu o segurei a sua cabe�a e forcei a entrada um pouco, entrou a cabe�a dentro de sua boca e deixei l� por uns 19 segundos e tirei, ai come�amos a conversar:

- parab�ns voc� chupou muito bem, at� parece que j� tinha chupado uma pica antes.

- n�o tinha n�o, � a primeira vez.

- se voc� quiser pode chupar mais pode ficar a vontade, � s� me avisar que eu te dou a minha pica.

Ele n�o perdeu tempo, abocanhou meu pau e voltou a chupar eu alisava sua cabe�a e comecei a perder o controle e dar umas estocadas em sua boca, logo ele teve �ncia de v�mito e parou de chupar. A� o Felipe me pediu para n�o empurrar muito, porque ele tava engasgando, coloquei de novo, quando eu ouvi um barulho l� fora, mandei ele para a piscina e disse que depois agente continuava ele respondeu:

- pode ser amanh�?

- temos que tomar cuidado, mas se tudo der certo pode sim e amanh� voc� vai chupa at� eu gozar.

- gozar?

- �, amanh� eu lhe ensino, mas voc� n�o pode contar pra ningu�m, combinado?

- combinado.

Tomei meu banho e fui tomar meu caf�, mais tarde tava brincando com o Felipe e com sua irm�, como se nada tivesse acontecido. No dia seguinte, eu estava trabalhando e volta e meia o Felipe aparecia junto a mim, perguntava se eu queria alguma coisa, trazia um lanche pra mim, tava todo atencioso, n�o dei muita bola pra ele, s� para n�o dar bandeira e ningu�m perceber, a noite foi a mesma coisa, assim que entrei no quarto o Felipe entrou atr�s, observei se algu�m tinha percebido e tava tudo tranquilo, ai come�amos com o bate papo de sempre:

- e a� Felipe, quer brincar igual ontem?

- se voc� quiser eu quero.

- mas hoje voc� vai chupar meu pau at� eu gozar, certo?

- certo, mas como � gozar?

- voc� chupa meu pau e depois de um tempo sai um caldinho dele e voc� engole tudo, n�o pode deixar cair uma gota fora. Se derramar um pouquinho voc� tem que limpar com a l�ngua, e engolir tudo.

- voc� vai fazer xixi na minha boca?

- n�o � xixi, � um caldinho branco igual a um mingau, s� n�o � doce, voc� vai gostar, todo mundo que chupa pica adora esse caldinho, vai querer experimentar?

- quero sim, vamos logo pra n�o demorar muito.

Eu j� estava tirando a roupa pra tomar banho, s� faltava a cueca ent�o tirei e sentei na cama e chamei ele, venha e o Felipe reclamou:

- mas ta mole;

- comece a chupar assim mesmo que fica dura rapidinho, e assim voc� consegue colocar mais dentro da boca.

Felipe se ajoelhou e caiu de boca feito um bezerro, chupava com gosto e logo meu pau tava dur�ssimo, o garoto em pouco tempo j� parecia uma puta, ensinei a ele enquanto chupasse ele deveria bater uma punheta e acariciasse meus ovos tamb�m, e ele aprendia com muita facilidade, tudo o que pedia ele fazia, mandei chupar meus ovos e l� estava ele babando meu saco, sem soltar meu pau, coloquei o pau de volta na sua boca e mandei ele acelerar na punheta para eu gozar logo, um minuto depois eu tava enchendo a sua boca de porra, ele mal dava conta de tanta porra, engolia, vazava pelos cantos da boca, mas engoliu o que pode, depois mandei ele limpar tudo com a l�ngua, quando n�o tinha mais uma gota mandei ele ir e que outro dia eu ensinaria mais brincadeiras com ele, ele curioso j� queria saber qual era:

- Felipe, alem de voc� chupar vai levar pica na sua bunda, mas isso ser� outro dia.

- mas porque agente n�o come�a hoje?

- agora eu j� t� cansado, outro dia.

- ta bom, pode ser amanh�?

- n�o sei, depois eu resolvo, agora v� pra piscina me esperar pra agente brincar.

- ta bom, depois agente se fala.

- mas n�o esque�a que � segredo, certo?

- certo.



O garoto ficou deslumbrado com minha pica, queria toda hora. Pensei comigo que era hora de ter proveitos financeiros, comecei a cobrar e at� a sua irm� caiu na pica, mas essa ser� uma outra hist�ria.

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