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EU, MINHA MULHER E O VIGIA - BEL�M

Eu, minha mulher e o vigia





Era um domingo, por volta do meio-dia. Ìamos para o melhor clube da cidade. O sol ainda n�o havia dado o ar de sua gra�a por completo quando eu e minha mulher resolvemos visitar um empreendimento com apartamentos prestes a ser entregue.

Paramos na porta do pr�dio e interfonamos tentando achar algum corrtor de plant�o. Depois de alguns segundos, surge l� de dentro um jovem forte, era o vigia.

Conversamos um pouco, perguntado sobre o pr�dio, quando seria entregue, quantos apartamentos por andar...at� que perguntamos se pod�amos visitar o empreendimento. O vigia a princ�pio disse que n�o poderia, pois n�o tinha ordens para tal.

Ap�s uma boa dose de insist�ncia de minha esposa, finalmente o vigia permitiu que entr�ssemos e nos levou a um apartamento no primeiro andar.Nem preciso dizer que pela minha cabe�a come�aram a ferver id�ias. Minha mulher, com toda a mod�stia �, simplesmente, irresist�vel. Linda, maravilhosa, deliciosa, deixa os homens babando.

O vigia, muito calado, n�o desgrudava os olhos da minha esposa. Percebendo o interesse e sentindo que n�o corr�amos nenhum perigo, disse que ia pegar um cigarro no carro. Minha mulher percebeu tudo e insistiu que n�o era preciso, que j� �amos embora. Mesmo assim, desci pelas escadas, deixando a porta da sala do ap, encostada como se tivesse fechada. Procurei demorar o m�ximo que podia procurando a carteira no carro.

Passados uns 19 minutos subi novamente pelas escadas, e, aproveitando o fato de que n�o morava ningu�m no pr�dio fiquei tentando escutar pela porta. Ouvi a voz do vigia: mas seu marido vai chegar!!!Aquilo me excitou profundamente.

Mandei uma mensagem pelo celular imediatamente para minha mulher. Sinal verde. Agora quem est� vigiando sou eu. Ouvi mais alguns gemidos. N�o resisti. Entreabri um pouco mais a porta e pude ver minha mulher com as costas viradas para o vigia, apoiando-se na bancada da cozinha americana, com sua bundinha linda (uma bundinha estonteante, divina. maravilhosa) surgindo nos movimentos do vestidinho preto.

O vigia ao ver aquele corpo maravilhoso, bem cuidado e o min�sculo biqu�ni todo enfiado na bundinha, escalou seu membro pra fora. Minha mulher ent�o enlouqueceu com aquela rola ro�ando em suas coxas e come�ou a remexer com classe, agasalhando o mastro entre suas pernas.

O homem, extasiado com aquela vis�o, tirou toda sua roupa e a puxou com for�a em sua dire��o. Minha mulher ent�o, disse que iria dar para ele uma coisa t�o gostosa e t�o boa, que ele nunca mais iria esquecer. Dito isso, ela abriu sua bolsa e sacou um pacote de camisinhas e um lubrificante importado. Pegou o lubrificante, arredou seu micro biqu�ni para o lado e passou com suavidade em seu bumbum rosado.

O vigia n�o acreditava naquilo. Minha mulher ent�o puxou o vigia pelo pau, lavou na pia, chupou com vontade aquela rola monumental, batendo com ela seu rosto, at� que vestiu a camisinha. Pegou o lubrificante, passou na cabe�orra da pica do vigia, se virou de costas e disse: come, come essa bundinha...mete essa pica deliciosa...

Nesse momento ent�o, minha mulher fez uma coisa que adoro, guiou a pica com sua m�o esquerda at� a entrada do seu cuzinho rosado e pediu p�e devagar que eu aguento. Minha mulher se encostou na bancada e empinou sua bundinha para receber o convidado.

Sentindo a penetra��o dif�cil, minha mulher ent�o se libertou do vestido, do suti� e s� com a tanguinha arredada para o lado, aprumou-se mais ainda ajudando o pau a ficar na porta do para�so. No princ�pio, ela reclamou um pouco: ta doendo, essa pica ta me rasgando...mas n�o tira n�o.

Foi s� passar a cabe�a que minha mulher come�ou a se movimentar mais, empurrando seu corpo contra aquele mastro. O vigia come�ou a meter forte, falando que nunca havia tido uma mulher, uma f�mea t�o linda, cheirosa, limpa. Minha mulher dizia, fala mais e o vigia se empolgava mais ainda: patroa isso � que � foda! Seu marido deve ser muito feliz!!!A senhora � muito gostosa, nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo.

Sentindo o gozo chegar, o vigia come�ou a acelerar as estocadas. Minha mulher n�o ficou atr�s. Empinou mais ainda a bundinha, encostou os peitos na bancada e disse, goza, goza que eu tamb�m to gozando. E explodiram num gozo alucinante. Minha mulher gozou tanto, mas tanto, que nem notou o esc�ndalo que fez. Pegou um pacote de lencinho umedecidos, limpou-se, colocou de volta sua roupa, deu um beijo no rosto do vigia e saiu do apartamento, em olhar para tr�s.

Ao me ver do lado de fora, satisfeita e sorrindo, deu-me um enorme beijo na boca e disse: adorei o apartamento, mas acho que precisamos vir num dia de semana para ver com mais detalhes. Sorrimos e descemos abra�ados pelo elevador.



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