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CUMPLICIDADE

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Os segredos que guardamos durante a vida, se contados virariam um caso de pol�cia, vasculhando uma pasta antiga, encontrei uma foto onde aparecia eu e minha esposa Ana, junto com um garoto de no m�ximo 19 anos que se chama Andr�, o conhecemos em uma praia, est�vamos na mesma pousada, eram quiosques simples, mas, bastante aconchegantes, �ramos rec�m casados, est�vamos em lua-de-mel, o clima de romantismo era maravilhoso, caminh�vamos pela praia quase deserta, e sempre v�amos Andr� como se estivesse nos seguindo, ele era franzino, com o rosto cheio de espinhas e uma alegria contagiante, adorava conversar e contar est�rias de sua terra natal. Veio com seus pais, mas, dizia que se sentia bem em nossa companhia. Pergunt�vamos sobre sua escola, amigos, brincadeiras, garotas, fam�lia, era um papo sadio.

Durante os primeiros dois dias de nossa estada, �amos à praia sozinhos, brinc�vamos na areia, na �gua, faz�amos carinhos um no outro, o amor aflorava a cada momento, era o que poder�amos chamar de “Um mar de rosas”. No terceiro dia est�vamos distantes da pousada e do nada o garoto apareceu e se encaminhou em nossa dire��o, e logo o cumprimentei e abri um sorriso de boas vindas, e perguntei o que estava fazendo t�o distante, ele disse que queria conhecer outras partes da praia e coisas novas, indaguei se estava com sede, se queria algo para comer, hav�amos levado refrigerantes e sandu�ches em uma pequena frasqueira, respondeu que n�o, mas, se tiv�ssemos queria um protetor solar, pois o sol estava ardendo suas costas, disse para ele aguardar um pouco, pois n�o sabia onde estava e Ana j� voltaria do mar e lhe emprestaria o frasco.

De longe vimos que Ana saia da praia e vinha em nossa dire��o, ela com seus 25 anos era uma deusa, morena, alta, olhos esverdeados, um corpo escultural, estava com um biqu�ni branquinho que s� usava quando est�vamos a s�s, pois, era muito pequeno, quando chegou perto, Andr� ficou hipnotizado, seu rosto ficou vermelho e por um instante perdeu a fala, pra descontra� e tira-lo daquele estado de in�rcia, perguntei para Ana: Meu amor onde est� seu protetor solar, o Andr� est� precisando, Ana olhou para mim e com um sorriso maroto de quem percebeu o embara�o do garoto com aquela vis�o, respondeu: Vem aqui meu garotinho que eu passo em voc�, deite na toalha e feche os olhos, Andr� meio sem jeito atendeu o pedido.

Ana com toda a habilidade que lhe era peculiar, deitou, colocando-se sobre suas costas e come�ou a distribuir o creme do pesco�o at� os quadris, espalhando lentamente e ao mesmo tempo fazendo massagens circulares, olhou para mim e em sil�ncio fez uma cara de safada demonstrando tara com aquela situa��o. Andr� com os olhos serrados curtia em sil�ncio, quando ela apertava a bucetinha em suas costas ele gemia levemente, esta cena foi me excitando, meu pau j� saia do cal��o, comecei a acarici�-lo e curtir a brincadeira, Me vendo naquele estado Ana pediu que Andr� virasse de frente para que pudesse passar em seu peito, ele hesitou por um momento, no entanto, logo em seguida atendeu. Quando o menino virou, tivemos a maior surpresa de nossas vidas, Andr� estava com o pau super duro, era desproporcional para o seu corpo, como que um garoto t�o novo tinha uma ferramenta daquele tamanho, Ana ficou vidrada naquela tora, por�m, se conteve e continuou a brincadeira pedindo que ele fechasse os olhos pois queria “proteg�-lo” por completo.

Naquela posi��o Ana esfregava sua xaninha de encontro a aquela maravilha da natureza, passava as m�os em seu peito e descia at� o abd�men, ele j� descontra�do e entendendo o jogo, dava sorrisinhos nervosos. O movimento dos dois foi aumentando at� que Ana o abra�ou com mais for�a e estremeceu em um gozo intermin�vel, ao mesmo tempo Andr� melava todo o seu short, parecia que havia sa�do do banho, tal a quantidade de porra que aquele garoto possu�a. Eu n�o poderia perder aquela oportunidade, inebriado com a cena, completei batendo a punheta mais deliciosa de minha vida.

Quando terminamos, nos olhamos e fez-se sil�ncio, Ana para quebrar o gelo perguntou: Vamos tirar uma foto? Peguei a m�quina coloquei apoiada na frasqueira e liguei no autom�tico, foi a �nica coisa que restou daquela manh�, no dia seguinte Andr� voltou para sua cidade, nunca mais o vimos, eu e Ana nunca comentamos o ocorrido, mas, vinte anos depois, ainda casado com a mesma bela mulher, l� no subconsciente, esperamos encontrar um novo Andr�.

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