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A CURIOSIDADE DOI

H� alguns anos meu pai comprou um novo apartamento, faziam alguns anos que t�nhamos perdido mam�e em um acidente de carro, seriamos s� nos dois na antiga casa e meu pai achou melhor vende-la pois n�o precisar�amos de tanto espa�o, a mudan�a foi feita em um s�bado, porem na segunda tudo ainda estava em caixas, meu pai saiu para trabalhar deixando a meu cargo a responsabilidade de organizar tudo, eu tinha 19 anos e estava em f�rias escolares, n�o conhecia ningu�m ent�o passava todo o tempo arrumando as coisas em seus devidos lugares, trabalho esse que n�o era f�cil j� que muita coisa n�o teria serventia no novo apartamento.

Naquele dia eu decidi arrumar o quarto do meu pai, fui abrindo as caixas e organizando tudo no guarda roupas, foi quando abri uma caixa e vi alguns DVDs, alguns eram filmes antigos, j� outros eram pornogr�ficos, fiquei olhando os DVDs j� pensando em assisti-los ele n�o perceberia depois eu lacraria a caixa e n�o falaria nada, porem vi um DVD que levantou minha curiosidade, papai estava na capa, minha curiosidade foi tanta que nem olhei a contra capa fui correndo pra sala assistir, porem tive uma surpresa, o filme n�o era hetero, na verdade fiquei chocado quando na primeira cena papai beijava um cara magricelo com certeza tinha 19 mais aparentava ter 15, nas cenas seguintes vi coisas que nunca imaginaria, at� aquele momento nunca tinha visto meu pai mais de 3 minutos sem camisa, ele n�o gostava de praia, n�o tirava a camisa nem mesmo no futebol, eu comecei a reparar no corpo dele, alem dos 1,80 que eu j� conhecia, ele tamb�m era muito musculoso, tinha bra�os grandes e era muito peludo, tamb�m n�o deixei de reparar no pau dele que parecia fora do comum, devia ter uns 22cm, em uma das cenas papai metia com tanta for�a no rapaz que ele fazia umas caretas de dor que come�aram a me deixar excitado, eu abri o z�per da bermuda e coloquei meu pau pra fora que n�o tinha mais de 19 cm, e comecei a punhetar minha excita��o era tanta que n�o vi a porta se abrindo, s� percebi que n�o estava sozinho quando papai colocou a m�o no meu ombro, eu olhei pra ele aterrorizado, eu sabia que era errado mexer nas coisas alheias, mais ele tamb�m tinha culpa, ele me olhou e perguntou se era a primeira vez que via aquele v�deo, eu disse gaguejando disse que sim, ele deu a volta no sof� e se sentou a meu lado, e perguntou o que eu achava, meu cora��o bati t�o forte que as palavras sa�ram t�o baixo que eu quase n�o escutava, eu disse que achei interessante, e pedi desculpa por ter mexido nas coisas dele, ele me explicou que tinha perdido o emprego logo depois que mam�e morreu e que surgiu essa oportunidade de fazer alguns filmes, eu disse que tudo bem, ent�o levantei e fechei o z�per da bermuda, queria correr pro quarto mais ele segurou minha m�o, e disse que n�o tinha problema pra ele, eu me excitar vendo o filme dele, e deu uma risada, eu me sentei ao lado dele, sem coragem de olh�-lo nos olhos, ent�o ele pegou minha m�o e levou at� o z�per da cal�a dele, eu tremia mais deixei minha m�o l� alisando todo aquele volume, ele abriu a z�per e tirou o pau pra fora, mesmo j� tendo visto na televis�o eu fiquei chocado com o tamanho e com a grossura, mesmo ainda n�o estando duro completamente, ele segurou minha cabe�a e come�ou a abaix�-la em dire��o ao pau que estava come�ando a pulsar, eu coloquei na boca meio desajeitado, fiquei sem ar e queria parar mais algo dentro de mim dizia que deveria continuar a engolir tudo como ele pedia, eu me ajoelhei na frente dele e segurei aquela rola com as duas m�o, e chupava a cabe�a, enquanto meu pai gemia de prazer, eu me levantei e tirei minha roupa, ele tirou a dele, deixando a mostra todos os m�sculos que me deixaram mais excitado, eu comecei a chupar mais vigorosamente aquela rola imensa enquanto ele enfiava o dedo dentro do meu cu, os dedos dele eram grossa e eu gemia baixinho, eu levantei a cabe�a e perguntei se podia sentar no colo dele, ele me olhou e disse que n�o achava uma boa id�ia, eu falei que s� queria um pouquinho, ent�o ele consentiu em me deixar sentar s� um pouquinho, eu tentei n�o demonstrar a dor, mais era imposs�vel, a cabe�a nem tinha entrado e parecia que ele estava me rasgando, quando eu senti que esta quase tudo dentro eu comecei a levantar, pois a dor era t�o grande que acabei n�o conseguindo ir at� o final, meu pai riu e disse que tinha uma coisa no quarto que ajudaria. Chegando no quarto ele pegou dentro do banheiro um lubrificante que ele dizia ser �timo e que eu n�o sentiria quase nada, ele derramou o gel na portinha do meu c�, eu tremi pois era muito gelado, ele disse que agora eu aguentaria mais, ent�o me pediu pra ficar de quatro, eu obedeci, e ele afastou minhas pernas me deixando todo aberto, eu comecei a ficar com medo, lembrava do menino no filme dele, como ele estava sofrendo e agora seria minha vez, papais foi enfiando aquela rola aos poucos, o gel facilitava a entrada porem a dor era quase igual, eu tentei ir pra frente pra poder tirar, ele me segurou pela bunda e disse que quanto mais relaxado eu estivesse menos doeria, eu estava apavorado, mais deixei ele continuar, ele foi enfiando enquanto acariciava meu mamilo, ele brincava e apertava, ent�o ele disse que faltava pouco, ent�o eu senti as bolas dele, ele me segurou com for�a e come�ou movimentos de vai e vem bem devagarzinho, a dor era imensa mais eu estava me acostumando a ela, ele come�ou a ir mais r�pido, batendo de vem em quando na minha bunda com for�a, ent�o ele tirou todo o pau de dentro de mim, e pediu pra eu deitar de barriga pra cima, eu obedeci achei que tinha acabado, ent�o ele pediu pra eu colocar meus p�s apoiados nos ombros dele, eu coloquei e ele come�ou a enfiar novamente, mais dessa vez ele enfiava com mais for�a, tirava quase todo o pau de enfiava de uma vez, eu soltava gritinhos, e ele disse que putas n�o deveriam fazer barulho, ent�o enfiou a cueca dele na minha boca e continuou as estocadas com mais vigor, eu sabia que poderia pedir pra ele parar a qualquer hora, mais n�o conseguia, mesmo sentindo dor, queria que ele continuasse, ent�o ele tirou o pau eu pude ver a camisinha estava vermelha, ele olhou para minha cara de espanto e disse que era normal na primeira vez, e come�ou a rir dizendo que eu n�o era mais virgem, ent�o ele enfiou o pau na minha boca e disse que queria gozar, eu comecei a mamar, ent�o sentir o gosto amargo porem delicioso da porra dele, ele gozou muito, me fazendo engasgar, mais eu chupei tudo deixando o pau dele limpo, ele riu mais uma vez e disse que seria nosso segredo, e foi pro banheiro me deixando l� todo tronxo e dolorido, parecia que estava todo rasgado, eu comecei a bater uma punheta gozando logo em seguida, ele saiu do banheiro e perguntou se eu queria tomar banho com ele.

Isso aconteceu a alguns anos, transamos mais algumas vezes, at� ele arrumar uma namorada, o que me deixou bem triste.

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