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COMO COMI MINHA IRM� E MINHA SOBRINHA "REAL"

Ol� pessoal.esse e meu primeiro texto, gostaria que comentasem,(por favor so criticas construtivas)

dispenso moralismos...



Eu vou contar como com foi a historia de minhas experi�ncias com minha irm� mais velha, como me livrei da culpa e a historia com minha sobrinha.



Eu estava em minha juventude come�ando a sair beber fumar e logicamente a transar como qualquer jovem normal.



E essa irm� que � a mais velha de quatro irm�os, ela foi fruto do primeiro casamento de minha m�e, vou cham�-la de Ana.



Eu n�o tive nenhum contato com ela ate meus 19 ou 19 anos porque ela morava com o seu pai em outra cidade, e eu nunca gostei dela ate ent�o, Mas ent�o Ana come�ou a frequentar minha casa com frequ�ncia ap�s um tempo ela se mudou pra nossa casa, porque ela n�o se dava bem com sua nova madrasta.



E l� estava eu tento que viver com uma pessoa que ate ent�o eu n�o gostava acho que com a ida de Ana pra minha casa ela automaticamente tomou o posto de “comando” que um filho mais velho tem na aus�ncia dos pais, que ate ent�o era de meu irm�o o qual eu me dava bem.



Ana sempre recebia suas amigas em casa, e algumas delas bem gostosas elas sempre iam pra piscina e eu da janela do meu quarto como voc�s podem imaginar sempre olhava batia uma punheta eu adorava aquilo alias com o passar do tempo come�amos a nos dar bem,



Nos os filhos mais novos temos um pai de origem alem�, por isso tivemos sempre uma educa��o bem r�gida, ate demais e sendo assim n�o t�nhamos muito contato nem intimidade com nossa irm� mais nova coisas como mudar de roupa na frente dela e vice-versa, mas Ana nunca se preocupou com isso sempre passava de calcinha e suti� na minha frente quando ela ia pro banho e aquilo era meio confuso pra min como quando se olha pra pr�pria m�e e logo se desvia o olhar.



E nessa �poca eu tinha que aguentar meus amigos tirando sarro de min, dizendo, “essa sua irm� e gostosa heim.. “ mas o que eu ate ent�o n�o tinha parado pra olhar era que ela era realmente linda.



Uma loira pele branca levemente bronzeada olhos esverdeados entre 1.70 ou 1.75 magra seios fartos bem durinhos empinadinhos e lindos cintura fina uma barriguinha sarada e bem feminina coxas grossas na medida horas bem lisinhas hora com aqueles pelinhos t�o fininhos e loirinhos que pareciam seda e uma bunda grande redondinha e bem durinha resumindo, uma GOSTOSA.....



Ent�o o tempo passou, e nos j� nos d�vamos muito bem, coisas como sair juntos ir ao shopping cinema, ela com algum namorado ou ficante e eu com alguma garota que estivesse ficando, dar cobertura um ao outro com os meus pais, bolar churrascos de fim de senama, alias essa amizade j� me rendeu �timas transas porque ela sempre fazia o “meio de campo” pra min com as garotinhas do bairro.



E quase todo domingo a noite assist�amos filmes e beb�amos um pouco, j� que gra�as a deus meus pais sempre iam para o sitio no fim de semana e levavam minha irm� mais nova, ent�o a casa era nossa no fim de semana sempre faz�amos um bem-bolado juntos ou cada um com seus pr�prios amigos, mais o fim de noite de noite de domingo era quase sempre filme e cerveja e nossa sala de TV tinha um sof� bem confort�vel tipo um divan, que sempre era motivo de uma disputa engra�ada por isso grande maioria das vezes nos deit�vamos juntos era um sofaz�o. E às vezes dorm�amos por l� mesmo.



Enfim e como qualquer carinha na idade critica, eu sempre recoria a revistas e v�deos porn� quando n�o conseguia nada com as garotas da minha idade ou n�o tinha rolado de ir à zoninha que costumava ir durante a tarde sempre que estava muito afim de uma buceta, e eu sempre fazia a atualiza��o do meu acervo de meus filmes porn� com meus amigos,



Ate que um dia chegou em minhas m�os um filme o qual eu vi tipo umas dez vezes e sempre deixava pra tocar uma na cena de uma certa atriz.



Ate que um dia um amigo foi ate l� em casa pra tomar um filme empestado



Quando o sacana que n�o perdia a chance de tirar um sarro falou “poh essa mina aqui e a cara da tua irm� “ logicamente ele nem imaginava que era minha favorita.



Aquilo me deixou encanado, mas me mantive normal como sempre tipo levando na esportiva e revidando falando da irm� dele, sabe como e coisa de homen.



Mas aquilo me deixou encanado aquela noite. Tipo me sentindo culpado sei l�, tanto que troquei aquele filme em outro.



Ent�o coisa de dias depois, eu tenho um sonho em que Ana estava na piscina com algumas amigas, e acordo com meu pau t�o duro que quase saltava pra fora da cueca ai eu toquei uma daquelas que quando voc� goza a porra pula longe.



Depois disso como todo homem, eu comecei a pensar com a cabe�a de cima e de novo me senti culpado, imaginem s� um cara com tes�o na irm� mesmo que tipo meia irm� mais eu ficava tipo me achando um foda pensando tipo o que minha m�e e os outros pensariam daquilo.



E Ana como sempre rachando de gostosa



Ent�o passado algum tempo eu tipo nem lembrava desses epis�dios, mas continuava desviando o olhar de seu corpo como sempre.



Ate que um dia um amigo vem pra minha casa no fim de semana para um esquema, est�vamos querendo comer umas gatinhas do col�gio, ele levou uma garrafa de absinto o qual na �poca era o Maximo e algumas p�lulas que descontraem voc�s sabem ne. Da� as garotas fizeram “tipo de santa” e enrolaram n�o tomaram nem o absinto muito menos as balinhas e fuder que e bom NADA.



Da� todos pegaram seu rumo quando a noite caiu e l� estava eu chapado viajando e de caralho duro. Ent�o fui entrei fui dormir um pouco e acordei algumas horas depois, a tempo da sess�o de filmes do domingo, eu j� estava curado do efeito do absinto, mas n�o do efeito das benditas p�lulas, que tipo ia e voltava foi uma viagem suave mais duradoura que gostei.



Da� minha irm� Ana bate na porta do meu quarto e pergunta se quero ver filme porque ela devolveria no dia seguinte e da� l� fui eu pro velho fim de domingo,cerveja e filme no sof�



E assim que ela percebeu que eu estava meio chapado ela logo perguntou se n�o tinha sobrado uma balinha e que ela j� tinha tomado algumas vezes e tal da� eu dei s� uma pra ela, pois ela disse que precisava relaxar porque tinha um tempo que ela estava brigada com seu namorado.



Da� colocamos o filme pra rodar e ela pegou 2 cervejas e come�amos a assistir mas a gente come�ou a viajar e rir ent�o algum tempo depois rolou uma cena de sexo no filme daquelas que vc fica tipo mudo,mais de pau duro,reparei ate que ela ate tinha se cobrido com uma manta talvez porque os biquinhos dos peitinhos tivessem ficado durinhos pois ela estava usando seu pijama de sempre que era de seda ou cetim sei que era um tecido fininho e branco ent�o eu apaguei peguei no sono.



E l� est�vamos sozinhos em casa no mesmo sof� de sempre deitados lado a lado.



S� que est�vamos mais soltos, de repente no meio do que parecia um sonho, eu sinto o corpo dela se aproximando do meu ai aquela bunda gostosa encaixa bem gostoso no meu pau, e eu sinto o calor do corpo dela encaixado no meu fiquei paralisado n�o conseguia me afastar dela minha rola j� estava t�o dura que pulsava como se fosse explodir meu cal��o j� estava todo melado derepente sinto a m�o dela puxando a minha em dire��o àqueles peitos maravilhosos com os biquinhos pequenos arrepiados e durinhos eu acariciava apertava, eu n�o estava entendendo nem acreditando no que estava acontecendo n�o parecia real ent�o ela ainda de costas enfia a m�o no meu cal��o e puxa minha rola pra fora meu pau j� estava totalmente duro e melado da� ela levanta uma perna e coloca minha rola entre suas coxas encostado em sua bucetinha e come�a a rebolar da� alguns minutos depois ela puxa a calcinha pro lado com for�a,ent�o sinto como sua buceta esta quente e bem mais molhada que eu pensava ela estava de costas para min com meu pau encaixado entre suas pernas esfregando em sua bucetinha lisinha eu me lembro ate hoje do cheiro gostoso daquele cabelo liso macio daquele pesco�o gostoso, ent�o ela vira a cabe�a em minha dire��o e me beija suave e lentamente aquela boca gostosa e aquela l�ngua molhada e quente me deixaram mais com mais tes�o ainda ela me beijava e rebolava e eu empurava minha rola pra frente pra tr�s bem lentamente



Senti quando a cabe�a come�ou a entrar mesmo com aquela buceta gostosa toda melada ainda senti uma dificuldade em colocar pra dentro, pois ela tinha uma buceta muito apertada eu me senti no ceu apesar de minha pouca idade eu j� tinha provado varias bucetas mas nem uma era t�o apertada como aquela nem a de jovens meninas que eu j� havia comido ao longo do tempo, depois que que encaixei a cabe�a e dei algumas empuradinhas pra dentro finalmente ela entrou mas eu n�o tinha presa queria deliciar cada segundo cada mil�metro daquela buceta cada gemido baixinho que ela fazia cada pedacinho daquele pesco�inho que eu beijava, alisar aquelas coxas maravilhosas sentir aquela bunda durinha quentinha a mao dela puxando meu quadril em dire��o ao dela



Quanto mais ela rebolava mais minha rola entrava e eu a beijava como um loco mordia sua boca lambia seu pesco�o minhas m�os corriam seus peitinhos passando pela barriginha ate chegar a sua bucetinha totalmente depilada onde s� restava uma fitinha de pelinhos macios e lisinhos. Ela gemina e sussurrava baixinho sussurrava (“ vem amor, vem delicia,enfia vai,me come,me da essa rola vai me faz gozar vai”) aquilo tudo parecia n�o ser real a �nica coisa que tinha na cabe�a era nos dois ali juntinhos no escuro,s� com uma leve luz ao fundo que iluminava sua silhueta ent�o ela ficou de bundinha para cima mas sem deixar com que a rola sa�sse de sua xaninha ent�o eu deitei sobre ela e comecei a fuder cada vez mais fundo cada vez mais r�pido mesmo assim ela ainda me beijava sua boca j� estava toda lambuzada e ela queria mais ate que ela come�ou a rebolar dizendo baixinho ( ai eu to gozando, me da rola, me da rola) quando ela disse isso eu tamb�m n�o aguentei, enterrei o maximo que podia na bucetinha de Ana e gozei mais gozei,muito enchi aquela xaninha apertadinha de porra,eu nunca havia gozado tanto na vida,e depois que nos abra�amos a porra escoria daquela xaninha passava pelas coxas ai ela limpou como pode com seu shortinho que a essa hora j� estava em seu tornozelo



Ana mau se limpou eu j� estava beijando aquela boquinha de novo e tentado enfiar meu cassete naquela fendinha mas Ana dizia (aii devagar que pau grande e gostoso voce tem) eu ainda estava naquele estado de �xtase quando ela tirou meu pau de sua buceta e disse: deita ai ela come�ou a chupar ela chupava apertava passava em seu rosto lambia e mordia beijava minha barriga lambia minhas bolas cuspia na cabe�a e lambia tudo de novo enquanto isso eu pegava em seus peitinhos com aqueles biquinhos pequenos e durinhos ent�o ela de repente sentou em cima do meu cassete enquanto ela ia descendo devagar eu sentia sua m�os delicadas arranhando meu peito ela foi sentando aos poucos ate que j� estava quase todo dentro de sua xaninha eu j� podia sentir o fundinho da buceta dela onde minha cabe�a era pressionada e mesmo assim ela queria mais, ela queria mais fundo, e como era apertado nem parecia a buceta de uma mulher de 24 anos ela pulava esfregava ia pra frente pra tr�s,frente pra tr�s de repente ela gemendo baixinho se deita no meu peito e fala (me chama de puta vai agora...)ela tinha gozado de novo enquanto ela me lambuzava e se contraia eu ficava enfiando bem lentamente para que ela n�o perdesse o ritimo e n�o sentisse desconforto algum pois eu queria sentir e dar muito mais prazer h� ela ent�o quando vi que ela j� estava mexendo aquela bunda mais r�pido eu j� coloquei ela de quatro beijei toda aquela bunda minha rola j� estava toda ardida e dolorida mais quando eu encostava naquela bucetinha, aquilo tudo se tornava prazer.



Ent�o eu fui colocando aos poucos ate que j� estava batendo l� no fundo eu enfiava e tirava, enfiava e tirava, enfiava e tirava e ela pedia vai enfia tudo vai, e depois de finalmente socar tudo naquela xaninha loira ela come�ou a massagear seu clit�ris e novamente gozamos juntos de novo ent�o desabamos um do lado do outro e adormecemos juntos no meio da madrugada nus e abra�adinhos............



Agora no dia seguinte quando acordei, ela n�o estava l�.



Pensei tanta besteira naquela manha que nem no col�gio eu fui uma que estava pregado, e outra que eu n�o conseguiria prestar aten��o em coisa alguma.



Mais eu logo desencanava me lembro que pensei em evit�-la mais depois mudava de id�ia, pois n�o seria justo da� quando eu a-vi a noite nos trocamos uns sorrisos, e continuamos com nossas rotinas normais.



No s�bado seguinte......



Continua...



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