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NASCI PARA SER PUTA V - COMO RASGARAM O MEU CABA�O

Nasci no Rio de Janeiro. Hoje tenho 36 anos, completados h� pouco tempo. Sou prostituta por op��o e adoro representar, vestir o meu personagem de mulher s�ria. Tenho o corpo perfeito, sarado, a custa de muita malha��o em uma academia aqui no Rio. Resolvi contar aqui, al�m das minhas hist�rias de putaria, frutos das minhas fantasias e que gra�as a Deus consegui realizar e ainda tenho outras ainda para serem realizadas, pois me dedico de corpo e alma a isso, porque felicidade para mim � isso. Em um outro conto j� contei como perdi minha vigindade. Mas, resolvi separar essa hist�ria aqui neste conto. Ali�s, dizer que tiraram a minha virgindade fica meloso demais. Gosto de dizer que rasgaram o meu caba�o. Antes dele ser rasgado eu j� adorava fazer uma putaria com meus colegas de escola na casa onde eu morava com a minha m�e. Ela saia e eu aproveitava para chamar algu�m para me "ajudar nos deveres".

Aos quinze anos de idade, finalmente, pude realizar o meu sonho, o de rasgar o meu caba�o. Fui para a cama com um motorista de t�xi, mulato tamb�m, n�o muito alto mas em forma fisicamente. A gente j� vinha trocando olhares h� muito tempo e um dia finalmente ele me abordou e passamos a conversar amenidades. Disse, � claro, que n�o queria namoro, mas uma amizade mais �ntima vinha bem a calhar, com encontros sem compromissos de qualquer um dos dois. Assim, ap�s algumas sa�das, cinema de tarde, lanchinhos dentro do carro, e o relacionamento se estreitando. Numa dessas vezes, quando estavamos fazendo um lanche, dentro do carro, tomei a iniciativa, quando estava sendo beijada, de levar minha m�e ao pau dele, que estava duro feito pedra e para a minha alegria parecia ser grande, grosso. E apertei ele com vontade para mostrar que eu estava a fim de te-lo nas m�os, sem uma cal�a atrapalhando. Queria sentir o seu calor, a sua textura, o seu cheiro, queria acaricia-lo. Ele imediatamente chamou o gar�om, pagou a despesa e fomos para um hotelzinho que ele conhecia, onde casais se encontram. Um puteiro enrustido. Sem vergonha nenhuma, acompanhei ele ao tal hotelzinho, entramos num dos quartos e nos atracamos em cima da cama. As vezes que eu tinha visto minha m�e ser jogada em cima da cama e fodida pelo amante dela me trouxeram pelo menos um conhecimentozinho a respeito de como eu devia me comportar entre quatro paredes. De repente me livrei dele e comecei a me despir, o que ele tamb�m fez. T�o logo ficou completamente n�, vi aquele pau grande, igual ao do amante da minha m�e, e me agarrei com ele, chupando ele de tudo que foi jeito e maneira. Imaginem uma garota de apenas quinze anos se transformando finalmente, ali, naquele momento, numa puta, numa vagabunda, pois o que eu mais queria era fazer sexo. De repente, ele se levantou, me deitou na cama e me chupou por inteira, da boca aos p�s, parando na minha buceta, chupando meu clit�ris, meus l�bios vaginais, passando a lingua nela, por inteiro, num vai-vem enlouquecedor. Nesse momento eu disse a ele que era virgem. Antes que ele dissesse alguma coisa eu me adiantei e implorei para que ele me rasgasse, que me tornasse mulher de uma vez por todas. Como resposta me deu um beijo de l�ngua daqueles de tirar o folego e olhando nos meus olhos me chamou, da maneira mais tarada que eu j� vi, de vagabunda, de piranha, o que eu adorei. Disse que n�o queria me rasgar naquela tarde. Queria apenas brincar, apenas colocar a cabe�a do pau na entrada da minha buceta, s� para me dar prazer, mas que n�o iria me comer. � claro que fiquei estranhando aquela atitude, e comecei a ficar chateada, pois estava preparada para ser rasgada e pelo jeito tudo tinha ido para o beleleu. Enquanto ele apenas encostava a cabe�a do pau na minha entrada, eu resolvi perguntar para ele porque ele tinha decidido fazer isso. Me olhou nos olhos e de repente, numa estocada firme, r�pida, sem me dar qualquer chance, me rasgou, me enfiando aquele pau enorme. S� me restou gritar um ai e me agarrar nele com for�a, enquanto ele levemente botava e tirava o pau de dentro de mim. Com certeza mostrou bastante experi�ncia em rasgar uma virgem. A essa altura eu s� queria que ele completasse o servi�o. Pedi a ele que me comesse, que me fodesse, que me fizesse ter o primeiro orgarmo com um macho dentro de mim. Enquanto ele me comia passei tamb�m a massagear meu clit�rios e o gozo logo veio, intenso, como eu nunca tinha sentido antes. Ele tamb�m gozou, mas em cima de mim, me lambuzando toda. Toda animada com toda aquela porra em cima de mim, espalhei ela pelos seios, pelo rosto, lambuzei o dedo e enfiei na boca, sentindo aquele gosto caracteristico pela primeira vez. Enquanto isso, ele estava se lavando, pois estava com o pau todo melado com vestig�os de sangue da minha buceta. Fui ao encontro dele, debaixo do chuveiro, onde o lavei e ele a mim, nos abra�amos, nos beijamos, e como n�o podia deixar de ser me ajoelhei e o chupei mais uma vez, agradecida por tudo que tinha acontecido naquele quarto, principalmente o fato de eu ter tido a minha buceta finalmente inaugurada e pronta para agasalhar todos aqueles que eu viesse a me agradar dali para a frente. Tinha iniciado a minha vida de puta, de vagabunda. Senti isso com o mais gostoso orgulho. Ficamos trepando ainda por uns dois anos, sem compromisso, sem ciumeiras, apenas, como parceiros de sexo, nada mais. E � claro que comecei a trepar com outros e a ter experiencias com mulheres tamb�m.

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