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VOLTANDO A SER FELIZ 2

Voltando a ser feliz 2



Chegou o fim de semana e tivemos que arrumar as malas para voltar à luta di�ria, com tristeza, mas, fazer o que n�. Viajamos doze horas e chegamos ao terminal rodovi�rio j� anoitecendo, Otavio perguntou se eu tinha pressa de chegar em casa, disse que n�o- ent�o, chamou um taxi e fomos direto para uma pens�o, onde passamos a noite. Ao chegarmos me disse que seria uma noite especial, n�o iria jamais deixar de aproveitar mais uma vez o meu cuzinho guloso. Depois que ele tomou seu banho, eu fui tamb�m, fiz a famosa chuca, passei um perfumezinho e fui para a cama. Otavio estava euf�rico e come�ou a sess�o de amasso e caricias, passava a m�o em todo o meu corpo e nas �reas mais nobres ele apertava, lambia meu cuzinho tentava enfiar a l�ngua, provocando-me uma excita��o indescrit�vel. Eu deitado de bru�os com as pernas bem abertas me deliciava com a sua boca e com as suas m�os que me apertavam n�o s� as nadegas, mas cutucava meu anelzinho deixando-o cada vez mais nervoso querendo saborear sua vara. Virei-me, trocamos de posi��o, ele ficou deitado de costas, abocanhei a verga que se mostrava preparada e chupetei-a demoradamente dando-lhe o trato que a mesma merecia. Agasalhava-a todinha em minha boca e depois ia tirando ate deixar apenas a cabe�a e ai eu a rodopiava com a l�ngua e sugava-a como se estivesse chupando um suco no canudinho. Otavio s� gemia e delirava, falava coisas sem nexo que eu n�o entendia e nem queria entender, estava me deliciando com aquela bela pica que tanta alegria tinha me dado e agora eu retribu�a com a boca, preparando-a para meu rabinho desfrut�-la mais ainda. Quando eu levava a boca lentamente para a base e com a m�o acariciava seus gr�os, senti o pulsar fren�tico de seu pau e recebi a descarga de porra bem no fundo da garganta, engoli e recebi mais jatos repetidamente que me encheram a boca e ate escorreu pelos cantos. Mamei como nunca sua vara, apreciei seu suco, e fiquei chupando-o mesmo mole por um bom tempo. Otavio estava completamente inerte na cama e depois de alguns minutos seu pau come�ou a dar sinal de vida novamente, cai de boca outra vez e o levantei daquele estado de hiberna��o, alisava seu saco e percebi que seus gr�os estavam novamente intumescidos e a vara apontava para o teto. Passei um pouco de gel no rabo, coloquei a camisinha no bruto, fiquei em p� com as pernas abertas e fui descendo lentamente e rebolando ate sentir a ponta daquele monumento encostar-se no port�o dos fundos, ajudei a encaix�-lo e fui escorregando sem parar no meio do caminho, ate sentar em suas pernas. Comecei ent�o a rebolar de lado e para frente e para traz, apertava aquela rola com o meu cu e subia ate deixar s� a cabecinha presa, - e que cabecinha-, depois descia de novo, repeti a dose varias vezes, mas Otavio n�o aguentou muito e logo me segurou e derramou outro mar de porra dentro do meu rabo. Ele ejaculando eu me mexendo saboreando seu caldo acabamos nos lambuzando todo e tivemos que tomar banho de novo. Pedimos um lanche, lanchamos, demos um tempo para que a maquina pudesse se recompor e voltamos à luta. Estava sentado na borda da cama, ele me empurrou fiquei deitado de costas, ele em p� entra no meio de minhas pernas, ergue-as, coloca em cima de seus ombros me puxa, fico com a bunda encostada em seu corpo, abra�ou-me pelas coxas, apontou seu foguete devidamente encapsulado para o alvo vermelhinho piscando que esta a sua frente e dispara, sinto algo duro e quente tocar e empurrar o meu cu, eu for�o para que n�o entre e com isso acabo abrindo mais e o foguete come�a sua viagem dentro do meu rabo. Desliza suavemente, alargando a boca do tunel, meu cuzinho est� aberto no limite maximo, chega ao fim da viagem, sinto seus pentelhos na minha bunda, agora seu pau come�a a sair e meu cuzinho a retroceder e quando esta quase saindo entra novamente com mais energia e assim continua cada vez mais r�pido, por um tempo que eu gostaria que fosse bem longo. Eu estava totalmente entregue ao prazer e me deliciava com a massagem que recebia nas bordas do meu anelzinho, mas como tudo que � bom acaba logo, senti seu pau engrossar mais um pouco e em seguida, sob os gemidos de Otavio senti que meu rabo encheu-se de leite. Ele deitou-se em cima eu o abracei com as pernas e o puxava de encontro a mim na �nsia de que aquilo n�o sa�sse do lugar que estava. Passamos por um breve soninho, e ao voltarmos, fiquei de quatro e saboreei mais uns v�z sua l�ngua marota a provocar meu cuzinho indefeso, que estava à merc� daquele pau que depois de penetr�-lo despejava um mar de leite quente em meu rabinho. Otavio suava e estava ofegante na respira��o, gemia e delirava, mas n�o parava de empurrar e puxar sua vara ate que depois de muitos minutos conseguiu novamente dar o leitinho para o bebe cuzinho que o devorou ate a ultima gota. Dormimos melados de porra, estavamos cansados da viagem e do servi�o de quarto que tinhamos feito, mas satisfeitos, eu, por encontrar novamente a felicidade e um bom amigo de cama, Otavio por encontrar um cu guloso onde ele sempre poderia descarregar sua excita��o. Se voces gostaram desta minha historia indique e votem que depois eu conto mais.

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