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BLITS DO PRAZER

Oi, eu sou Fabiana, tenho 27 anos, mineira, sou gordinha e muito gostosa, tenho bunda grande, seios bicudos e fartos, coxa grossa, morena. O que vou lhes relatar hoje aconteceu uns dois anos atr�s, eu tinha ido a uma boate na minha cidade pra comemorar o anivers�rio de uma amiga. Ficamos l� at� a madrugada, dan�amos, rimos, fiquei com alguns garotos na festa... J� era umas quatro horas da manh� quando resolvi ir embora, me despedi de todos e fui pegar meu carro para ir pra casa.

No caminho at� o carro passei por uma viatura da pm onde tinham dois policiais fazendo a patrulha do local. Eles estavam parados em p� ao lado da viatura em uma conversa animada. Quando passei percebi os olhares deles para mim. Eu estava com uma mini saia jeans, uma camiseta bordada bem decotada, sem suti�, e uma sand�lia salto alt�ssimo que me deixava com a bunda bem impinada. Ao passar por eles dei um sorriso e uma piscadinha para os dois e fui para o meu carro.

J� estava a caminho da minha casa quando passava por uma BR que aquela hora estava vazia, quase n�o havia carros, lotes vagos por toda a exten��o da BR, curtia uma m�sica no r�dio, quando vi pelo retrovisor uma viatura atr�s de mim pedindo que eu parasse no acostamento. Pensando no que havia de errado, encostei e esperei o policial vir at� mim com os documentos na m�o.

Um dos policiais desceu do carro e veio em minha dire��o. Um mulato de 1,90m, forte, barriga chapada, coxas grossas, e um belo pacote entre as pernas. Vendo isso logo me ajeitei e aquardei que ele chegasse na janela do motorista.

Pra minha surpresa quando vi mais de perto era um dos policiais que eu encontrei na sa�da da boate. Ele me pediu os documentos os analisou e pediu que eu saisse do carro. Perguntando se havia algo errado abri a porta e desci descal�a, j� que n�o consigo didigir de salto. Fiquei pequena ao lado daquele monumento.

Ele disse que precisaria me revistar para ver se eu portava algo ilegal. Pediu que eu ficasse de frente para o carro com as m�o apoiadas sobre o cap� e de pernas bem abertas. Fiz o que me ordenara, nessa hora minha bunda ficou impinad�ssima e o vento frio da madrugada fez com que meus mamilos ficassem dur�ssimos. Aquela situa��o me deixou completamente excitada, com a buceta molhadinha de tes�o.

O policial que pelo que eu pude ver na farda era sargento Macedo veio por tr�s de mim e come�ou a revista. Apesar de estar com roupas m�nimas ele passou as m�os pelos meus bra�os, minhas axilas, descendo pela minha cintura... Foi quando ele chegou pero do meu ouvido e sussurrou: "Era isso que vc queria n� sua putinha gostosa?", e me deu uma mordida no pesco�o que me deixou ainda mais excitada. Suas m�os entraram por baixo da minha blusa, subiram pela minha barriga e chegaram em meus seios com os mamilos dir�ssimos. Macedo segurou-os e apertou os bicos bem forte o que me fez gemer de tes�o, ele chegou mais perto e pude sentir seu cacete dur�ssimo debaixo da cal�a. Suas m�os desceram para meus tornozelos e foram subindo, passou pelas moinhas panturrilhas, joelhos, coxas, bunda, que ele fez quest�o de apertar com for�a e soltar um: "Tant�o hein?", por baixo de minha mini saia chegou a minha buceta molhadinha, por cima da minha calcinha percebeu o quanto ela estava molhada e acariciou meu grelinho j� duro a essa altura.

Ele ro�ou seu pau duro em mim e disse que j� que eu tinha ati�ado ele eu teria que ir at� o fim. Enquanto tudo isso acontecia o colega dele ficou dentro da viatura s� olhando. Ele mandou que eu entrasse no meu carro e ficasse quieta que agora ele mandava e eu teria que obedec�-lo.

Eu fiquei um pouco nervosa, mas n�o podia esconder que estava adorando tudo aquilo. Entrei no meu carro e Macedo mandou que eu fosse para o banco do carona, pegando o volante saiu sendo seguido pela viatura.

A certa altura entramos em uma estradinha de terra nos dirigindo para um lugar ermo sem sinal de pessoas ao redor. O sargento manobrou o carro de modo que ficasse de frente para a viatura que nos seguia. Os far�is iluminaram o local.

Macedo mandou que eu descesse do carro e ficasse entre a viatura e o meu carro. Descal�a desci do carro e fiquei onde me ordenara. o outro policial tamb�m desceu e pude ver que era um loiro bonito, boca carnuda, 1,75m, nem magro nem gordo, cabelos arrepiados. Encostou-se na viatura e ficou nos olhando.

Macedo me agarrou e me deu um beijo de tirar o f�lego, passou as m�os nas minhas coxas e bunda, apertou meus seios torcendo os bicos, o que me fez gemer. Por baixo de sua farda seu cacete dur�ssimo e enorme ro�ou em mim, me deixando totalmente enlouquecida de tes�o.

Me deitando sobre o cap� do carro levantou minha blusa e abocanhou meu seio xupando com for�a um bico e torcendo o outro. Lambeu minha barriga e abriu minha saia atorando-a longe. Apertando meu grelo percebeu que eu estava melada de tanto desejo, minha calcinha molhada mal tampava minha buceta de t�o pequena, um fio dental enfiado no meu rabo deixou o policial louco, "� assim que a putinha sai pra balada, com a calcinha enfiada no rabo, s� pra galera ficar doida n�?". Tirando minha calcinha ele p�de ver minha bu�a peladinha, carnuda, grelinho vermelho e duro, l�bios grandes e bem meladinhos.

Abrindo bem minhas pernas caiu de boca, mamando meu grelo como um louco, metia um dedo, dois dedos, tr�s dedos na bu�a melada e faminta. A essa altura eu j� gemia e pedia pica.

Lambia meu c� que picava em sua l�ngua, metendo um dedo em meu cuzinho guloso me deixou louquinha. Depois de me fartar de uma xupada monumental, me levandei e fui logo me ajoelhando aos p�s de Maced�o como ele se chamava. Uma rola negra, uns 23cm, cabe�a vermelha, um saco grande...

Mamava aquela rola bem gostoso, metia ele na boca at� me engasgar com aquela del�cia, ele segurou minha cabe�a e come�oeu a fuder minha boca, socava at� a garganta, me fazendo engasgar com aguela jeba dura. Mamava com vontade e fome de pica, chupava as bolas enquanto punhetava , acariciava a cabe�a, at� que ele meteu at� o fundo da minha garganta me fazendo quase vomitar.

Me puxando pelo bra�o me colocou de bru�os sobre o cap� do carro, se abaixando abriu minha bunda deixando meu cu exposto, deu uma lambida que o fez piscar, cuspiu e passou o dedo esfregando meu anelzinho com for�a. "Minha puta vai levar pica no cu." Dizia ele, pincelou a cabe�ona no cu, for�ou a cabe�a contra a entrada e meteu com for�a me fazendo dar um grito de dor, perdi as for�as das minhas pernas, meteu a pica de uma vez s� at� o talo, eu gritava de dor, pedia pra parar, falava que tava doendo, mas ele nem a�, metia cada vez mais forte, bombava, arrega�ando inhas pregasm seu saco batendo na minha bunda, depois de umas bombadas come�ou a dimiduir a dor, come�ou a focar gostoso. T� gostando n� puta, a jeba do neg�o t� arrombando seu cu guloso, n�?" dizia ele bem alto. "Pede pica no cu pede", e eu agora adorando a arrombada, gritava, "Mete a jeba no meu cu, mete fundo". E ele bombava, dava tapas na minha bunda, eu media dois dedos na buceta, esfregava o grelo, rebolava na vara do sargendo....

Ele me puxou e me p�s de p�, agora ele sentava no cap� do carro e eu de frente pra viatura for�ava a bunda pra perto dele engolindo a rola todinha. Esfregava o grelo e metia o dedo na bu�a. Ele puxava meu cabelo, batia na minha cara, me xingava de puta, piranha, vadia, vaca...

Eu rebolava e engolia a jeba com o cu, apertava o cu na pica dele, "Isso morde o rol�o com o cu puta." ele gritava, e eu obedecia com prazer. Ficamos nessa at� que os primeiros raios de sol come�assem a surgir, quando Maced�o me jogou sobre o carro e come�ou a meter mais forte e mais r�pido, metendo forte e fundo, sua pica latejava no meu cu, at� que ele meteu e ficou no fundo do meu cu, atolado no rab�o da puta, ele urrando de prazer gozou dentro do meu cu, inundando meu reto de porra, expessa, quente. At� a �tima gota dentro do meu cu. A porra transbordava e escorria pelas minhas pernas j� sem for�as.

Ofegantes e exaustos ficamos jogados em cima do meu carro at� recuperarmos as for�as e ele ainda dentro de mim. Como j� ia amanhecendo, precisamos nos recompor. Sa� atras da minha saia, minha calcinha n�o encontrei, me limpei o m�ximo que pude, o que n�o adiantou muito. Ele vestiu sua farda, eu me vesti como pude e quando j� ia entrando no meu carro Maced�o me chamou e me levou at� a viatura onde o amigo dele estava e pegou uma c�mera digital onde pra minha surpresa estava gravado toda nossa aventura.

Dezesperada eu tentei pegar a c�mera, mas Maced�o a tirou das minhas m�o e disse que ia ficar com a c�mera e que tinha anotado meus dados, e que quando ele quizesse comer uma puta ele me procuraria. Eu tentei argumentar, mas ele n�o levou em conta minha afle��o e disse que se eu contasse a algu�m ou se eu me recusasse a fazer o que ele queria iria colocar na internet pra que todos conhecessem a puta devassa que eu era. Eu ainda dezesperada tentei argumentar , mas ele me deu um tapa que quase me derrubou e me mandou ir pra casa que mais cedo ou mais tarde iria me encontrar pra repetir a dose.

Ent�o percebi que n�o tinha mais nada a fazer, fui pro meu carro e fui pra casa preocupada com o que ele poderia fazer, mas imensamente satisfeita pela foda maravilosa que eu havia tido. Al�m do mais n�o seria um problema satisfazer aquele sargento insaci�vel.

Bem essa foi minha aventura de fim de noite, em outra oportunidade eu conto pra vcs o que Maced�o pediu pra n�o postar meu v�deo na net.





































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