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A CUNHADINHA II

A CUNHADINHA – II



Passaram duas semanas da visita da Casa da Praia, quando a Cunhadinha ligou l� pra casa, nos convidando para jantarmos na casa deles, num s�bado a noite.

Nossa filha de 19 anos foi conosco, para brincar com a priminha de 5 anos, filha da Milena e meu cunhado.

Era uma noite quente, pr�pria para uma cervejinha gelada e descontra��o.

A cunhadinha nos recebeu num vestidinho curto e soltinho, mas de cara, deu pra ver que nada usava por baixo, ou se usava, mal dava para perceber.

Olhei j� cheio de tes�o, que n�o passou despercebido pela Cunhadinha, creio que at� a minha mulher, deve ter percebido a sensualidade que emanava da mulher do irm�o.

Embora minha mulher tamb�m estivesse muito sexy, pois usava uma sand�lia, um short muito curtinho e uma camisetinha, que lhe espremiam os peitos para fora do decote, que despertou olhares e elogios do pr�prio irm�o.

Mas, eu s� tinha olhos para a Cunhadinha, acompanhando todos os seus passos, com olhos carregados de desejos incontrol�veis.

Mas meninas logo foram para o quarto brincar e assistir TV, enquanto a Cunhadinha dava os �ltimos retoques na janta, minha mulher e o irm�o, estava ouvindo musica na sala e bebendo, enquanto que eu, arrumava desculpas para estar mais na cozinha, devorando a cunhadinha com olhares que a desnudava por completo.

Ela quando sentia poder se achegar a mim, vinha colando o corpo e me beijando sofregamente, aproveitando os minutos que disp�nhamos sozinhos na cozinha.

Cada gesto dela, era um convite para o sexo, que ela irradiava, sem se preocupar se o marido e a minha mulher entendesse desta forma direta.

A cunhadinha estava linda e sensual, nos seu vestidinho solto, que ondulava solto sobre o belo corpo que eu j� conhecia, andando pela casa descal�a, parecia mais nua diante dos meus olhos, do que talvez o marido dela notasse.

O jantar foi assim, cheio de uma conversa de falas e mensagens cifradas, que s� para quem devia, era endere�ada e entendida.

A Cunhadinha fala coisas para o marido, mas endere�adas pra mim. Eu respondia uma coisa, mas para ela significava outra, da mesma forma, minha mulher e o irm�o, pareciam ter entrado no jogo de palavras com duplos ou triplo sentido.

Quando o jantar terminou, ficamos na sala, ouvindo musica, conversando e bebendo, eu e minha mulher em poltronas individuais e a cunhadinha e o marido, no sof� maior, o que me oportunizava uma vis�o quase total de suas coxas descobertas pelo vestido.

Por sua vez, minha mulher sentada numa poltrona, de frente para o sof�, com suas belas pernas, mantinha fixo o olhar do irm�o, que nem se importava com a nossa presen�a, enquanto eu fazia de conta que n�o via nada, al�m das coxas gostosa da cunhadinha.

Quando chegou a hora de irmos embora, dei a chave do carro para minha mulher, e subi para buscar a filha que dormia no quarto da priminha, no andar de cima, onde fui na companhia da cunhadinha, que foi na frente, exibindo o balan�o da bundinha gostosa, mal coberta pelo vestido soltinho que usava.

N�o resisti, na subida da escada, quando longe da vista da minha mulher e do irm�o dela, levei as m�os por baixo do vestidinho da cunhada, para sentir suas coxas e bunda, fazendo parar, recebendo meus carinhos.

Logo nos beij�vamos e nos amass�vamos no topo da escada, antes de chegar no quarto da filha. Encostei ela na parede do corredor, pr�ximo do quarto, e ajoelhei para beijar aquela bucetinha que tanto me instigou a noite toda, e que morria de saudades e vontade de sentir seu cheiro e seu gosto.

Ela acariciava meu cabelo e gemia at� que gozou rapidamente, pois devia estar el�trica h� muito tempo.

Levantei, limpei o rosto com a m�o e fui apanhar minha filha que dormia junto com a priminha, diante da TV ligada. Quando ergui a filha nos bra�os, senti que minha bermuda foi abaixada e a cunhadinha, mesmo ao lado da filha que dormia, se ajoelhou e me chupou o pau, enquanto eu aninhava minha filha nos bra�os, que meio dormindo, abra�adinha em mim, nada via do que a tia fazia no pai, ajoelhada no ch�o.

N�o resisti e gozei na boca da cunhadinha, tendo a minha filha nos bra�os, dormindo enquanto que a dela, dormia na cama ao lado da m�e, que mamava meu gozo.

Depois de mamar a ultima gota, levantou e me beijou nos l�bios, enquanto eu ainda tremia as pernas, pelo efeito da gozada que tinha dado.

Desci com a filha nos bra�os, enquanto minha mulher j� me aguardava ao lado do carro, abra�ado no irm�o, se despedindo, de uma maneira bem agarradinhos e me pareceu que o beijo deles, de despedida, tinha sido na boca, mas que n�o pude precisar, pela pouca luminosidade que tinha no p�tio da garagem da casa da cunhadinha.

Minha mulher foi dirigindo enquanto eu mantinha a filha nos bra�os, at� chegarmos em casa, onde eu a coloquei na cama e fui pro meu quarto.

Minha mulher estava tirando short, ai notei que ela n�o estava usando calcinha, o que despertou em mim um tes�o que me fez ajoelhar e chupar ela no lado da cama. Sua buceta estava mais molhada do que a cunhadinha, e t�o gostosa quanto.

Ela se reclinou na cama, gemeu e gozou em seguida. Tirei a minha bermuda e subi metendo na bucetinha dela, que realmente, estava encharcada de gozo, como poucas vezes tinha sentido em todo o nosso relacionamento.

Senti ela mais puta, mais tesuda, querendo ser fodida.

E, fodemos madrugada adentro, at� que cai exausto, depois de in�meros gozos, de ambas as partes, qui��, cada um pensando nos parceiros da janta.



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