O fato que irei detalhar � ver�dico, sem altera��es e expressam exclusiva e unicamente a verdade sobre as partes envolvidas. Tal situa��o por mim � descrita visando apenas mostrar ao leitor que podemos ser felizes com situa��es que talvez sejam dif�ceis de entender, mas que completam imensamente a vida dos citados.
Sou um cara normal, digamos at� mesmo sem muitos atrativos e que teve algumas experi�ncias sexuais, mas nada sem muita criatividade ou diferen�a. Aos meus 24 anos, j� est�vamos casados a 4 anos. Minha companheira D�bora, 23 anos, morena, 1.65, magra, cabelos lisos e pretos, seios m�dios e uma bunda bem formada e deliciosa.
Com o passar do tempo todo aquele desejo e sexo abundante foram esfriando e a rotina nos consumia. N�o �ramos capazes de dizer um ao outro o que gostar�amos ou qual fantasia t�nhamos, j� que viemos de fam�lias r�gidas e eu tinha medo de mago�-la ou mesmo ser considerado um pervertido.
Entre nossos amigos se destacava um casal bem alegre e simp�tico. Ele Otavio 28 anos, tamb�m sem muito o qu� ser dito diante da simplicidade e normalidade. Ela, 28 anos, loira, cabelos lisos e compridos, magra com seios que pareciam feitos sob medida de t�o lindos e com uma bunda de dar inveja a qualquer mulher, um verdadeiro avi�o que me deixava louco de tes�o e curioso para entender o que ela via num sujeito t�o simpl�rio quanto Ot�vio. Aos poucos nossas amizades se fortaleciam e chegamos a dias onde as visitas entre as casas se tornaram frequentes, ida a bares e teatro tamb�m. Curt�amos muito essa amizade.
Entre as muitas fantasias que um homem pode ter, a minha sempre se destacou a possibilidade de ver outro homem transar com minha esposa, isso me deixava louco de tes�o, mas infelizmente quando est�vamos na cama tudo ia por �gua a baixo pois eu nunca confidenciaria isso a ela. E o nosso sexo morno e sem sal continuava se arrastando. Tamb�m nunca pensei na possibilidade do nosso amigo Ot�vio fazer parte dessa fantasia devido à esposa t�o linda que ele possu�a.
Certa vez, tom�vamos cerveja e fal�vamos de futebol na minha casa e sozinhos, quando surgiu papo sobre sexo e tratei de lhe tirar um sarro quanto um cara fraquinho quanto ele ter uma mulher t�o linda, que ele devia tomar muito cuidado, ele n�o se fez de rogado e catando sobre a cal�a no p�nis me disse: “O que minha mulher gosta est� aqui, e ela nunca vai me abandonar, s�o 20 cent�metros e ela � louca por eles”. Rimos muito e fiquei super curioso, aquilo mexeu comigo e de imediato imaginei minha esposa e ele com seu p�nis enorme, j� que o meu tem apenas 19 cent�metros. Curiosamente entre risos e cervejas, ele me indagou algo que me deixou sem a��o: “E voc� nunca pensou que D�bora pode desejar algo assim?” Fiquei sem resposta e de imediato ele mandou outra: “Voc� deixaria ela brincar com outro homem?” Eu tratei de dizer deixa disso, que conversa estranha. Ele se desculpou e disse que era apenas uma brincadeira.
Passaram-se alguns dias e a esposa do nosso amigo nos convidou para ir num barzinho e a essa altura minhas fantasias incluindo nosso amigo j� era intensas. Chegando na hora e local marcados os dois estavam muito bem vestidos, alegres e sol�citos como sempre. As horas foram passando e j� meio embriagadas, vimos nossas esposas irem juntas no banheiro. Tomei a maior atitude que tive at� ent�o na minha vida, perguntei ao Ot�vio olhando nos olhos dele, se ele desejava minha esposa. Ele disse que sim, que gostava muito dela e a achava muito atraente. Perguntei sobre Ilda (sua esposa) e ele disse que ela nada sabia sobre isso e que, por favor, mantiv�ssemos isso sobre segredo. Eu lhe disse que aceitaria ele sair com D�bora, ele sorriu e disse que eu era um grande amigo e que trataria ela com muito carinho. Eu disse a ele que duvidava que ele conseguisse seduzi-la e ele disse deixa comigo. Terminamos a noite tudo com muita alegria e nada incomum aconteceu.
Na manh� do segundo dia recebi uma liga��o do Ot�vio, ele me indagou se realmente eu desejava deixar D�bora ter sexo com ele, eu disse que sim e ele insistiu na pergunta sendo mais claro e objetivo, se eu n�o me importaria realmente de saber que os dois iriam fazer sexo, mais uma vez fui categ�rico e disse que somente a felicidade dela era importante para mim e que para isso bastava ela desejar. Ele disse que gostaria apenas de confirmar se realmente eu desejava isso e agradeceu novamente a confian�a.
Como todo final de tarde, cheguei em casa, tomei um banho e esperava D�bora chegar do trabalho. Alguns minutos depois ela chegou com um sorriso, me beijou e foi direto para o nosso quarto, onde pude observar que a mesma tomava banho. Voltei ao sof� e continuei assistindo, j� se passavam quase uma hora de sua chegada e escutei a campainha, e ao verificar tive a surpresa de ver Ot�vio, nos cumprimentamos e de imediato percebi a presen�a de D�bora nas minhas costas, toda produzida, com um lindo vestido preto decotado (eu nunca tinha visto esse vestido) ela me olhou e disse, tchau amor, nos voltamos cedo. Sa�ram em seguida de m�os dadas como um casal de namorados e eu no m�ximo os observava de boca aberta e sem nada dizer.
As horas foram se passando, e meu nervosismo e curiosidade aumentavam. Pegava o celular na m�o, mas desistia de ligar pra ela. Fui deitar ao cansar de esperar, rolava na cama de um lado a outro e ap�s longas horas cochilei pr�ximo a hora de levantar e ir ao trabalho. Acordei com o som do r�dio rel�gio seguido pelo toque do telefone, era D�bora avisando que estava tudo muito bem e que iria direto para o trabalho. Desejei um bom trabalho e beijos.
Tratei assim que pude ligar para o trabalho do Ot�vio e lhe indagar de como tinha ido, ele me disse que eu era casado com uma mulher maravilhosa. Fiquei grato e surpreso e quis saber detalhes sobre tudo, assim me prometeu passar em casa antes de D�bora chegar e me contar. No final da tarde como o esperado ele chegou e com uma c�mera me disse est� aqui seus detalhes. Fiquei louco e disse que ele era maluco, pois ele havia gravado os dois juntos, ele me disse para relaxar, pois s� n�s tr�s saber�amos e ele sempre me entregaria às grava��es.
Ao ligar na TV fiquei surpreso em ver D�bora t�o solta e desenvergonhada, ela removia as roupas bem devagar e de forma sensual, ele sempre falando palavras picantes a ela e ap�s insist�ncia dele e total nudez, ela abriu bem a buceta e lhe mostrou tudo. Achei incr�vel e meu p�nis j� at� do�a dentro da cal�a com vontade de pular. Ele colocou outro trecho dela chupando o pau dele, e ele at� parecia dono dela, ordenava ela fazer de tudo, olhar pra c�mera, dizer que ela adorava o pau enorme dele, que ela era uma puta doida pra dar pra ele. Ela fazia tudo direitinho e se mostrava uma verdadeira vadia. Come�ou em seguida uma cavalgada onde jamais a tinha visto gemer t�o alto, era loucura demais para ela pelo jeito aquele p�nis t�o grande, ali�s, nosso amigo n�o havia mentido, seu p�nis devia ser a raz�o da paix�o de sua esposa, enorme, grosso, com veias saltadas e uma cabe�a maior que o corpo. Continuando na filmagem, eles se levantaram e ele ordenou que ela o chupa-se para gozar dentro de sua boca, ela balan�ou a cabe�a que sim, e o pude ver tremendo com os espasmos de t�o fortes jatos que devia por na boca dela, ela com dificuldade tentava engolir e ele ainda a chamava de puta e outros adjetivos que jamais pensei em lhe falar. E o mais incr�vel estava por vir, ele mesmo dizia na filmagem que agora eu iria testemunhar minha esposinha puta dar o cu pela primeira vez. Ele untou bem os dedos com um gel e foi penetrando ela com um, depois dois dedos e movimentando, podia ouvi-la gemer e pedir pra ele n�o h� fuder atr�s, mas ele continuou e com certa dificuldade tentava introduzir o terceiro dedo, parou e de s�bito se ajeitou atr�s da vadia e foi empurrando aquele mastro enorme dentro dela. Ela gritava a essa altura e ele mandava a puta calar a boca. Com muito esfor�o colocou tudo e creio que de t�o apertado n�o demorou em ele gozar, enchendo o rabo dela de porra, ao retirar saiu melado com um pouco de sangue. Ele fala com a c�mera como quem mandando um recado para mim, agora o cu dessa puta tem dono, n�o esquece.
Mesmo que um pouco enciumado, adorei ver tudo aquilo e me deixava louco de tes�o. Ot�vio me prometeu gravar e me mostrar todas as brincadeiras, a princ�pio n�o acreditei que em dois dias ele havia conseguido conquistar ela, mas ele me mostrou a grava��o da liga��o que ele havia me feito e perguntado se eu permitiria eles terem sexo, a� diz que ela se rendeu as suas investidas ao ouvir minhas palavras. Logo ela chegou e nos viu com a c�mera na m�o, sorriu e me beijou, beijou Ot�vio e disse meus dois machos est�o felizes? Demos um sorriso e dissemos que estava tudo perfeito.
Hoje somos pessoas muito felizes e completas, Otavio tem uma amante puta e uma linda esposa, minha esposa tem um marido dedicado e um macho para fazer dela a puta que deseja ser e eu tenho uma esposa carinhosa e belos filmes para matar meu desejo de corno.
Por favor, minha esposa gostaria de saber o que os leitores acham de n�s e se existe casos semelhantes? E-mail: [email protected] .