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UM �TIMO RECOME�O

Um �timo Recome�o!



Como relatei em meu conto anterior “Um �timo Come�o”, foi com um amigo com quem j� mantinha rela��es sexuais, sendo eu o ativo, que tive a minha primeira e prazerosa experi�ncia sexual como passivo. E como relatado, ap�s 2 anos acabamos com nosso relacionamento, mantendo eu apenas relacionamentos heterossexuais desde ent�o, foi quando alguns meses depois conheci um senhor Vicente de 65 anos advogado, e por quest�es de trabalho, passamos a ter um contato constante, e em pouco tempo est�vamos bem pr�ximos. Certo dia, a pretexto de ter urg�ncia de determinado documento, ele pediu que eu fosse em sua casa, l� chegando ele me recebeu bem a vontade, vestido apenas de bermuda e camiseta, visto que mora pr�ximo a praia de Copacabana. Ap�s receber os documentos, e como estava muito calor no ver�o carioca, ele me ofereceu uma cerveja e disse que eu n�o precisaria retornar ao escrit�rio, pois j� havia comunicado a minha chefe, que eu passaria a tarde ajudando-o com o que fosse necess�rio para agilizar o processo em que ele trabalhava. Realmente passamos cerca de 1 hora, trabalhando na montagem do processo. Ap�s terminar-mos, ficamos conversando amenidades, at� que o assunto descambou para o sexo, e com a bebida, eu cerveja e ele vodka, a conversa ficou mais apimentada, at� que ele me perguntou pelas minhas prefer�ncias sexuais, se eu j� havia sa�do com outro homem e coisa e tal, eu respondi que sim e que quanto as prefer�ncias, dependeria do momento e da pessoa e se houvesse rec�proca no desejo, n�o via nenhuma obje��o em ir para cama com uma mulher ou um homem, ap�s me ouvir dizer isto e aproveitando que eu j� estava um pouco alto pela cerveja, ele chegou perto de mim e disse que pensava da mesma forma que eu. Ficamos alguns longos segundos em silencio, at� que eu reclamei do calor, ent�o ele me perguntou se eu queria tomar um banho, ao que eu disse que sim. Ao chegar no banheiro, ele falou para eu n�o trancar a porta, pois ele iria me levar a toalha e algo leve para vestir. Quando estava sob o chuveiro todo ensaboado, s� senti a sua alisando minha bunda para em seguida, sem que eu esbo�asse qualquer rea��o em contrario, ele totalmente nu me agarrou por tr�s fazendo eu sentir a dureza e o tamanho de sua rola, e como quem est� no chuveiro � para se molhar, eu me virei e nos beijamos longamente, e ali mesmo dentro do banheiro, eu iniciei um delicioso boquete naquela rola enorme, que mal cabia em minha boca, mas como j� disse o tes�o falou mais alto que a raz�o e logo em seguida nos dirigimos a seu quarto, sua cama, onde fizemos sexo como a muito eu n�o fazia.

Primeiro nos beijamos bastante, em seguida fizemos um maravilhoso 69, com direito a muita linguada no c� de ambos, e por fim gozamos quase que simultaneamente um na boca do outro e parecia que ele estava realmente a muito tempo sem fazer sexo, pois eu quase engasguei com tanto leite que ele derramou em minha boca, del�cia. Ap�s este inicio, ficamos conversando na cama e trocando car�cias e beijos, foi quando ele disse que desde o primeiro dia que me viu na empresa, ele sonhava em fazer sexo comigo e que por varias vezes ficou admirando minha bunda e imaginando como eu seria totalmente nu. Ent�o eu perguntei se ele estava gostando do que estava vendo, foi quando com um longo beijo e com o pau j� duro feito pedra, ele disse que esta � a maior prova que ele estava amando o que estava vendo e tamb�m provando, para em seguida me beijar denovo. E apesar da idade, ele mostrou que ainda estava em forma, pois logo ele com o pau duro feito um poste, e disse que estava pronto para realizar o sonho dele, de provar a bunda com a qual a muito sonhava. Me pediu para ficar de bru�o na cama e empinar a bunda, em seguida senti sua l�ngua passear pela minhas coxas, meu rego e por fim lentamente enfiar a l�ngua em meu c� e me fazer um cunete como a muito eu n�o recebia, e ao mesmo tempo que me fudia com a sua experiente l�ngua, ele habilmente enfiava os dedos em meu buraquinho, para facilitar a entrada da sua rola grande e grossa. Ent�o quando percebeu que eu j� estava preparado para recebe-lo, ele pediu para que eu empinasse ainda mais a bunda e com maestria encostou a cabe�a enorme e roxa na portinha e foi enfiando lenta e firmemente em meu sedento buraquinho, realmente a rola dele era enorme 22 cm e a dor era insuport�vel, e como n�o sou de ferro por varias vezes pedi a ele para parar, tamanha era a dor, mas com paci�ncia ele foi vencendo as resist�ncia e as minhas �ltimas pregas, at� se alojar por inteiro dentro de mim, ficando parado com o corpo totalmente grudado ao meu por v�rios minutos, at� que eu estivesse totalmente acostumado e totalmente relaxado com aquele bruto dentro de mim. Finalmente ele me perguntou se ainda do�a muito, no que respondi que agora do�a pouco e que ele podia continuar. Ouvindo isto, ele lentamente come�ou a entrar e sair de dentro de mim, primeiro eu estando de quatro, depois me pos de ladinho sem tirar de dentro e continuou socando aquela rola monstruosa dentro de mim, em seguida me pos na posi��o de frango assado, para mim a melhor posi��o para comer e ser comido, e ao mesmo tempo que socava fundo seu caralho em mim, me beijava como um louco apaixonado, em seguida ele sentou em uma cadeira e me fez sentar em sua rola, primeiro de costa para ele, em seguida de frente, nestas posi��es eu dominei as a��es, deixando ele totalmente alucinado, depois ficamos em p� quando ele me pediu para eu me debru�ar na janela enquanto ele socava com for�a aquela rola maravilhosa em meu c�, a seguida fomos para sala onde transamos sobre o sof�, no carpete da sala e sobre a mesa de jantar no centro da sala, n�o nos preocupamos com a hora, mas a verdade � que j� est�vamos transando a mais de 40 minutos, eu j� havia gozado e ele continuava me possuindo como um lobo e n�o cansava, o que eu estava adorando, pois se na minha primeira vez como passivo com a pessoa que eu amava era intenso e gostoso pela troca, a verdade � que desde ent�o no fundo, eu sempre sonhei ser possu�do por algu�m com uma rola grande e grossa. E a verdade � que a cada vez que ele tirava a rola de dentro de mim, eu sentia um vazio e pedia para que fosse rapidamente preenchido, por fim voltamos para a cama onde ele me colocou de quatro e ap�s algumas fortes estocadas ele me segurou forte na cintura, meteu bem fundo e entre gritos meu e urros dele, eu senti aquela rola enorme latejar dentro de mim e encher meu c� com um leite quente e abundante ao mesmo tempo que eu tamb�m gozava feito um louco com aquele poste enterrado em meu c�. Ent�o deixei meu corpo descer lentamente com ele sobre mim e novamente, depois de anos, senti uma rola amolecer lentamente dentro de meu c� e lentamente deslizar para fora de mim, em seguida ele deitou na cama e eu pude fazer o que eu adorava que era ficar de p�, para que a porra dentro de mim, lentamente escorresse por minhas pernas. Novamente me deitei ao seu lado nos beijamos longamente foi quando ele disse que desde de que se divorciou, j� havia transado com diversas mulheres e at� com alguns gays assumidos, mas que nunca tinha transado de forma t�o intensa como agora comigo. Novamente nos beijamos, fomos tomar banho, j� era noite, ele pediu um jantar e me convidou para passar a noite com ele, claro que aceitei, e claro que passamos a noite transando como 2 animais no cio, s� que quase sempre era a f�mea, mas sem problema o prazer e o desejo de sentir aquele caralh�o dentro de mim, falou mais alto, pena que 3 meses depois um acidente de carro fatal, acabou com este relacionamento, mas valeu enquanto durou, depois dele ainda continuei saindo com homens (ativospassivos) e mulheres, mas assim como meu Professor foi inesquec�vel por ser o primeiro, este advogado foi inesquec�vel pelo tamanho.

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