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GRACE E O TES�O PELO CARA DO TRABALHO

Meu nome � Grace e trabalho na mesma empresa h� mais ou menos 3 anos. Sou alta, morena, n�o tenho um bumbum t�o grande, mas � empinadinho, meus seios s�o muito fartos. N�o sou t�o bonita como outras mulheres do mesmo ambiente de trabalho, mas tamb�m n�o chego a passar vontade com rela��o a homens, tenho meu charme.



Vou contar uma hist�ria real que aconteceu comigo... ali�s, ainda acontece...



Na empresa em que trabalho existe um rapaz que vou chamar aqui de PH. Ele � um rapaz bonito, tem namorada, tem um estilo n�o muito comum de se vestir, o que faz com que seja comentado no ambiente de trabalho, muitas vezes at� maldosamete. Por�m, consegue ser atrente e acho at� que algumas piadas eram fruto de inveja.



Nossa empresa era pequena, mas mesmo assim o fato de trabalharmos em �reas diferentes nos impedia de ter um contato muito pr�ximo.



Tinhamos uma amiga em comum chamada J�ssica. Pelo fato dela j� ter ficado algumas vezes com PH, acabou me apresentando a ele. Em um primeiro momento apenas o apreciei, j� o conhecia de vista, sem me sentir atra�da, tamb�m porque eu tinha namorado at� ent�o.



Algum tempo depois de ficar com ele, J�ssica arrumou outro emprego, deixando o caminho livre de certa forma.

Coincidentemente, mais ou menos no mesmo per�odo, eu havia terminado com meu namorado e estava me sentindo carente, estressada. Era a deixa perfeita.



Desde a sa�da de J�ssica, PH estava me dando mais aten��o, a frequencia das conversas aumentou, estava me tratando de forma mais carinhosa, estavamos no conhecendo melhor. As pessoas que trabalhavam comigo perceberam e faziam at� coment�rios insinunado que agora ele estaria interessado em mim. Achei estranho, mas preferi negar e fingir que n�o estava gostando, pelo menos pros meus colegas de trabalho...



Em um certo dia, PH, que j� se preparando pra ir embora, me surprendeu. Eu estava sentada, trabalhando, e de uma forma que me surprendeu , pois ele chegou pelas costas, recebi um beijo no rosto inesperado. Fiquei sem gra�a, pois ele fez isso perto de meus companheiros de empresa. Perguntou por que eu estava t�o tensa e come�ou a massagear meus ombros.



Novamente, fiquei sem gra�a, por�m, parecia que eu estava gostando daquele cara me massageando, tocando em mim, me fazendo relaxar, fiquei tooooda arrepida. Logo ap�s conversarmos um pouco, ele foi embora. Meu amigos como de costume fizeram algumas piadas e insinua��es, e eu concordava com eles em suas piadas, dando a entender que nunca me envolveria com aquele rapaz, mas por dentro uma vontade louca de ficar com ele me consumia. Entretanto, n�o podia revelar isso, pois seria v�tima de mais insinua��es do que j� estava sendo. A vontade de tentar algo com ele era grande, mas precisava ser algo discreto.



Fiquei pensando em uma forma de tirar a prova e resolvi que o melhor jeito era participar de alguns programas fora do ambiente de trabalho que nossa empresa organizava. Esses programas eram uma forma de contribuir com a��es filantr�picas para institui��es, nos quais os pr�prios funcion�rios se disponibilizavam para ir ajudar. Escolhi uma a��o volunt�ria e o convidei para ir junto comigo. Ele aceitou, e isso me deixou mais excitada ainda, pois ap�s realizarmos as a��es poderiamos ficar a s�s. Isso, claro, tomando cuidado para o pessoal da empresa n�o saber. Chegou o dia de irmos, era um s�bado de sol, muito bonito.



Sa�mos bem cedo, pois precis�vamos de tempo para realizar nosso trabalho volunt�rio. Ao longo do dia realizamos diversas tarefas junto, ele sempre muito carinhoso e atenciosos comigo, de uma forma que me deixava mais excitada.



Acabamos nosso projeto, j� era tarde da noite, ele resolveu me levar pra casa. Olhava pra ele e sentia sua inten��es, ele queria algo mais, e eu n�o posso negar que n�o queria tambem. Pensamos durante alguns minutos, e conclu�mos que a melhor op��o era ir para sua casa, pois estava tarde e disse que n�o queria incomodar ele fazendo com que ele me levasse at� minha casa, que era muito longe dali. Obviamente minhas inten��es eram maiores do que simplesmente “dormir” na casa dele, queria algo mais. Perguntei se n�o haveria problemas por causa de sua namorada, ele me tranquilizou e disse que sua

namorada n�o morava em sua casa.



Chegamos em sua casa, ele foi tomar um banho e disse que poderia tomar um banho tamb�m. Aceitei, claro. Depois do banho, ficamos conversando, trocando ideias, falando da vida, enfim, enrolando at� que pudesse haver um deixa. Conversa vai conversa vem, disse que estava muito cansada e perguntei-lhe se n�o podia repetir a massagem que havia feito em mim dias atr�s. Ele n�o respondeu, simplesmente se posicionou atr�s de mim e come�ou a me massagear nos ombros. Suas m�o eram grandes e sua massagem um del�cia.



Estava at� tentando me segurar, mas n�o deu, meus biquinhos ficaram muito duros, e mesmo com soutien, eles apareciam, parecendo que iriam furar minha camiseta e meu soutien. Ele percebeu e come�ou a me massagear e acariciar cada vez mais parte do meu corpo. Estava nos ombros, desceu para as costas.



De repente, come�ou a beijar minha nuca... ai, fiquei nas nuvens, comecei a ficar muito molhada. Sua m�os percorriam meu corpo, chegaram at� meus seios, que del�cia estava aquilo, agora ele j� estava massagenando meus biquinhos.

Estava t�o gostoso que tive que retribuir. Me virei e disse:



- Agora � minha vez te fazer relaxar bem gostoso!



N�o resisti, abaixei suas cal�as e sua cueca e fiquei acariciando e adimirando por alguns instantes o belo mastro daquele macho. Que linda era aquela rola, n�o era nem t�o grande, mas era linda, eu estava enlouquecida de tes�o. Cai de boca naquela rola, mamei que nem uma putinha, chupei as bolas, toquei punheta, fiz um vai-e-vem delicioso na minha boca, queria que ele fodesse a minha boca. N�o imaginava que ir�amos chegar naquele ponto. N�o aguentava mais me seguar dentro da empresa, finalmente pude experimentar aquela rola. Estava engolindo a pica inteira, era muito tes�o, e ele gemendo e me chamando de puta me deixava com mais tes�o ainda. Eu dizia:



- Sabia que todo aquele teatrinho na empresa era vontade de comer!!

- Ahh Grace... Vc ficava sem gra�a, mas tava era louca pra foder!

- Tava louca mesmo pra dar uma foda bem gostosa com vc.



Ap�s chupar muito aquele pau, ele come�ou a me chupar. Delirei, fique por cima, quase sentada na cara dele, dominado ele. Rebolei muito naquela boca, esfregava minha boceta na cara dele e ele adorava, que tes�o. Partimos para um 69 delicioso. Depois, finalmente ele resolvou me foder com aquela rola. Fudemos em v�rias posi��es, a minha preferida era sentar no colo do cara de frente, pro cara ficar olhando pros meus peitos, que s�o muito lindos e bicudinhos. Fiz desse e de outros jeito com ele, era muito gostoso aquela pica entrando, eu gemia alto, me fazia ir as nuvens, gozei gostoso sentada no

colinho dele.



Ele ent�o resolveu pedir cuzinho. J� tinha dado meu cuzinho pro meu ex, mas fiquei meio receosa, pois n�o tinha sido t�o agr�davel. Pensei e resolvi tentar, afinal, o tes�o era tanto que n�o iria aguentar mesmo. Ele procurou lubrificante em uma gaveta em seu quarto, n�o achou, concordei em ir com saliva mesmo . Era muito bom, estava deitada de bru�os pra ele chupar meu cuzinho, passou a lingua deliciosamene por ali, chupou, se pudesse comeria meu cuzinho com a l�ngua tamb�m. Ele disse.



- Que cuzinho lindo, del�cia.

- Mete, vai... ele � todinho seu...



Ele n�o perdou, pincelou sua pica no meu cu e foi fundo. Fiquei de quatro pra ele ver meu cuzinho bem empinadinho. Sentir aquele pau preechendo minha bundinha � indescrit�vel. Nunca algu�m tinha enfiado de um jeito t�o bom assim, era o para�so. Eu olhava pra ele e fazia carinha de dor, ele adorava e metia com mais for�a.



Quando gozou, pedi pra ele gozar na minha cara, adorava fazer isso. Ele jorrou leitinho em mim, at� engoli um pouquinho. Me arrombou, mas eu adorei, nunca tinha sentido aquilo, era uma sensa��o de tes�o, satisfa��o.



Ap�s isso, passamos a noite inteira numa pega��o deliciosa. Que noite!!



Na empresa mantinhamos o segredo, e eu ainda o tratava perante meus amigos com se fosse uma pessoa normal, mas no reservado a coisa esquentava.

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