Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

SEDUZIU E COMEU MINHA NAMORADA NA FRENTE DO CORNO!

Tudo come�ou quando a amiga da minha namorada nos chamou para ir a uma boate, que ela queria muito ir e n�o tinha mais ningu�m pra acompanh�-la. Como n�o t�nhamos mais nada pra fazer aquele dia, topamos.



Fui pegar minha namorada e ela estava linda, com uma blusinha bem justa evidenciando todas as suas curvas e uma cal�a de malha bem coladinha, tinha caprichado na maquiagem e no perfume.



Chegamos na boate e j� estava bem cheia, muita gente dan�ando. N�s pegamos umas cervejas e sentamos para esquentar. A Larissa logo foi à ca�a, pra n�o perder muito tempo de vela com a gente.



N�o demorou muito e se enturmou com dois caras nas pista de dan�a. Vieram at� n�s, fomos apresentados e se juntaram a n�s na rodinha.



Seus nomes eram Marcel e Renato. Eles estavam bem descontra�dos, disputando a presa f�cil, at� que ela escolheu um e j� tascou o beijo.



O Renato pareceu meio decepcionado, mas ficou na dele. Estava meio embriagado e ficou conversando comigo e com a Natasha enquanto os dois estavam aproveitando.



"Voc�s se livraram dela, mas algu�m continua segurando a vela", o Renato falou rindo. "N�o tem problema n�o, n�?", completou. Respondi que n�o, sem problemas.



Ele falava bastante, praticamente s� o ouvia e n�o falava uma palavra, mas com o tempo a Natasha come�ou a trocar mais conversa com ele e eu mais escutando.



Depois de um tempo, a Larissa saiu com o Marcel pro canto pra ficarem mais à vontade e nos deixou l�. Foi quando o Renato virou pra mim e perguntou: "Voc�s n�o dan�am? S� ficam a� parados?"



Eu ri e respondi normalmente, sem perceber suas inten��es: "N�o gosto muito, nem sei dan�ar direito".



Natasha respondeu quase no mesmo tom, deu um sorriso e concordou comigo. "A gente n�o tem muito jeito pra coisa", ela disse.



Foi a� que o Renato virou pra ela e a chamou pra pista: "Ah, que isso, n�o tem segredo. Eu te ensino, vem!", disse ele estendendo a m�o pra ela.



Ela sorriu meio sem gra�a e pegou na m�o dele: "N�o custa nada tentar, mas s� um pouquinho".



Renato logo virou pra mim, com uma cara meio alegre e perguntou: "Sem problemas, n�?", eu respondi que n�o.

A Natasha me entregou sua bolsa pra eu segurar e os dois come�aram a dan�ar, era um ritmo mais animado de dance music.



Os dois come�aram a dan�ar bem na brincadeira mesmo, s� se divertindo. A Natasha estava muito acanhada ainda e apenas tentava repetir os passos do Renato, que dan�ava mais solto.



Eu estava do lado ainda comentando, esbo�ando uma ginga e tentando alguns passes, s� pra n�o ficar al� est�tico no meio da pista de dan�a.



O que eu pensei que seria bem r�pido, passou a demorar mais do que o esperado. O tempo ia passando e a Natasha cada vez mais descontra�da e mais perto do Renato.



J� fazia cerca de 20 minutos que estavam l� dan�ando e parece que por alguns momentos ela se esquecia completamente da minha presen�a, al� bem ao seu lado.



As m�sicas foram mudando, ritmos mais lentos, os dois cada vez mais juntinhos nas pista e as m�os do Renato j� tomando conta da cinturinha da minha Natasha. J� estava me sentindo meio desconfort�vel, mas n�o queria ser chato e pedir pra Natasha parar, porque ela parecia se divertir (e como).



Demorei demais a tomar uma atitude, quando eles j� estavam bem grudadinhos eu resolvi falar: "Natasha, voc� quer ficar muito mais tempo? N�o queria chegar tarde em casa, a gente ainda vai demorar depois" (�amos para o motel).



J� era tarde, ela estava totalmente envolvida com a situa��o: "Ah, logo agora que a gente est� se divertindo voc� quer ir embora? A gente n�o sai nunca quase, vamos ficar mais um pouco", ela falou, como se fosse totalmente normal a divers�o da qual ela se referisse fosse ficar abra�ada com um cara bem al� na minha frente.



O Renato j� todo ciente de que tinha dominado a minha namorada, mesmo comigo do seu lado, ainda foi todo ir�nico: "A noite est� s� come�ando, cara. Relaxa, pega uma bebida l� pra gente e se divirta tamb�m".



A Natasha completou logo sua fala: "Pra mim traz uma Heineken". E ele: "Pra mim tamb�m". Como eu n�o queria ser chato, fui rapidinho no balc�o e pedi duas cervejas, eu mesmo nem estava com vontade nenhuma de beber.



No que eu voltei, os dois estavam conversando baixinho e sorrindo, no maior clima. Aquilo me deixou muito puto, minha vontade era de chegar l� separando os dois e ir embora logo, mas como eu sabia que ela reclamaria muito depois, falando que estava com ci�me bobo e agindo infantilmente, resolvi me controlar.



Cheguei com as cervejas pensando que fossem se desgrudar um pouco, j� que provavelmente parariam de dan�ar para beberem. Entreguei na maior calma: "Voltei! Trouxe as cervejas".



Sem sequer olhar pra mim, com os olhos fixos no Renato, a Natasha continuou al� enrolada com o cara e pediu mais um minutinho: "Pera�! S� a m�sica acabar".



No que os dois pararam de dan�ar pra pegar a cerveja, o Renato continuou com a m�o na cintura da Natasha e ela na dele, como se fossem dois namorados pegando os pedidos do gar�om.



Eu logo cheguei e peguei ela pela cintura, dei um beijo na testa dela e perguntei: "E a�, est� se divertindo?". Eles se largaram e ela respondeu: "Sim, bastante, at� que eu n�o dan�o t�o mal", falou rindo e bastante alegre.



Logo o Renato come�ou a papear com a Natasha, dessa vez sem se preocupar em notar minha presen�a, perguntou sobre a vida dela, onde ela estudava, onde trabalhava, onde morava e mais um monte de conversa furada. Nisso ela nos chamou para sentar e fomos procurar uma mesa vazia.



Sentamos e a conversa continuou, os dois continuaram a se conhecer melhor e eu nem abria a boca. At� que a Larissa ligou para a Natasha avisando que j� tinha ido embora com o Marcel, que mais tarde ele a levaria em casa.



O Renato logo falou: "Nossa, n�o acredito que aquele vagabundo me deixou aqui! Estou de carona com ele. P�, n�o � a primeira vez". N�s rimos e a Natasha logo se ofereceu: "Pode deixar que a gente te d� carona" (na verdade, eu). Eu s� concordei: "�, esquenta n�o, tranquilo".



A Natasha foi ao banheiro e eu fiquei sozinho na mesa com o Renato, praticamente nem conversamos. Ele s� repetiu: "Esse Marcel � um filho da puta, sempre me deixa na m�o". Eu ri e falei: "�, quando o cara se d� bem esquece dos amigos mesmo".



Quando ela voltou, ele foi ao banheiro tamb�m e eu aproveitei pra falar com a Natasha: "Vamos embora, j� est� tarde e a gente ainda tem que sair". Ela n�o pareceu animada com minha ideia, mas j� foi mais redut�vel que da �ltima vez: "Voc� que sabe, vamos embora ent�o".



Logo o Renato voltou e a gente disse pra ele que �amos embora, ele pediu a saideira e fomos pra pista de dan�a. "S� mais um pouquinho, s� tomar a �ltima cerveja", disse ele animado nos chamando para a pista.



N�o fizemos obje��o, fomos pra pista e dan�amos os tr�s. Estava tocando m�sica eletr�nica, ent�o sem muito contato, mas mesmo assim os dois ficaram de frente e tirando uma casquinha de vez em quando.



Sa�mos da boate e ele logo pediu o telefone da minha namorada: "Pra n�o perder o contato, outro dia a gente marca de sair de novo todo mundo. N�o vou ficar de vela dessa vez, prometo", ele falou na brincadeira. Os dois trocaram telefone, eu nem anotei o dele e ele nem pediu o meu.



No que entramos no carro, ele sugeriu que a noite n�o terminasse al�: "O que acham da gente comprar umas cervejas e terminar a noite l� em casa?". Eu n�o gostei muito da ideia, mas logo a Natasha respondeu: "Por mim tudo bem. O que voc� acha, bem?". Eu s� respondi: "Ah, n�o sei, voc� que sabe". Ela n�o exitou e cravou: "Ent�o vamos".

Paramos num posto e compramos algumas long necks, ele sugeriu tomar duas al� e quando ele j� estava terminando a segunda a Natasha estava ainda no come�o da segunda garrafa. Ele logo se aproveitou pra encher o saco dela: "D� conta de nada, hein? J� terminei a minha".



A Natasha j� meio embriagada virou pra ele com uma carinha de safada e falou: "Eu viro isso aqui agora, quer pagar pra ver?". Ele s� botou mais pilha: "Duvido! Pago mais tr�s pra voc�, se conseguir".



Ela n�o chegou a virar, bebeu em umas tr�s goladas e com certo tempo entre elas. Mesmo assim foi bem r�pido e ele todo animado: "Nossa, agora botei f�, vamos l� que eu vou pegar mais pra voc�".



Quando fomos entrar no carro, a Natasha me surpreendeu bastante, entrou no banco de tr�s com o Renato e j� falava tudo rindo naquela anima��o de b�bado: "Vamos, vamos! Est� esperando o qu�? Eu quero beber, vamos logo". Nisso ela pegou mais uma longe neck e come�ou a beber depressa.



Eu perguntei se ela n�o queria ir na frente, ela disse que ia "ficar al� mesmo com as cervejas". N�o falei nada e fui embora, a casa do Renato era s� algumas ruas de l� mesmo e logo chegar�amos.



Quando sa�mos, ela gritando numa anima��o incr�vel, nunca tinha a visto t�o solta na minha vida. Ajoelhou no banco de costas pra mim, do lado do Renato, e falou: "Bebe logo, coisa, voc� que n�o est� bebendo nada". Pegou a long neck na m�o dela, encurvou a cabe�a dele e come�ou a despejar cerveja na boca dele, caindo tudo no banco e foi subindo jogando na cabe�a dele.



Ele ficou s� rindo: "Est� me molhando todo, danadinha!". E ficaram rindo l�, gritando, conversando, "tem algum problema? Tem que virar homem, rapaz".



Chegamos no apartamento do Renato e logo ele foi ligando o som, abrindo mais uma long neck e bebendo. Colocou um sertanejo, a Natasha me pegou e come�amos a dan�ar meio sem saber o que fazer, mas ela bem safada se esfregando em mim e me beijando. S� parava pra pegar uma cerveja na mesa e dar uma golada.



Fiquei menos puto com a situa��o depois disso, fui me soltando e curtindo a minha namorada naquele estado que nunca a tinha visto antes.



Pena que n�o durou muito, o Renato chegou querendo a sua parte tamb�m: "Minha vez agora! V�o me deixar aqui s� assistindo?". Ela nem esperou eu reagir e logo pulou nos bra�os do Renato e come�aram a dan�ar bem agarradinhos.

Naquele momento eles n�o se importavam mesmo com a minha presen�a, se eu era seu namorado ou qualquer outro. A m�o dele deslizava sobre o corpo da minha namorada, e a dela sobre o corpo dele, e eu al� parado sem rea��o, s� observando. Foi quando a m�o dele desceu e deu uma apertada bem gostosa naquela bundinha macia dela, ela deu uma rebolada e gritou um "ai" bem safado.



Quando eu olhei aquilo, minha cabe�a foi a mil e eu n�o sabia mais o que fazer. "O que foi que eu fiz? Deixei minha namorada ser dominada por um desconhecido a noite inteira bem do lado dela". Mas aquela situa��o come�ou a me excitar e eu continuei im�vel observando um cara fazendo o que queria com a minha namorada sem dar moral pra minha presen�a.



N�o demorou e os dois come�aram a se beijar, as m�os dele j� passavam livremente sobre o corpo dela, acariciando a bunda dela e os peitos, e ela esfregando a m�o no pau dele.

Ficaram l� se acariciando e se beijando mais um tempo, at� que a Natasha se virou de costas e empinou a bundinha bem em cima do pau duro do Renato, e falou pra mim: "Amor, olha o que esse safadinho fez comigo! Ele tem o pau t�o duro e gostoso, quero ficar com ele mais um pouquinho. Voc� deixa sua namoradinha se divertir mais um pouquinho com o nosso novo amiguinho, deixa?".



Ele n�o esperou eu responder e logo foi tirando o cinto e depois a camisa, ela se virou e abaixou as cal�as ele e ficou l� esfregando a cara no pau dele sobre a cueca e lambendo, como um cachorro morto de fome.



Eu n�o sabia o que fazer, mas a excita��o tomou conta de mim no momento e falei: "Vai l�, sua putinha! � isso que voc� �, uma cachorra! N�o pode ver um pau que fica doidinha pra dar uma chupadinha, vagabunda".



A Natasha s� ficando mais excitada com o que eu falava, terminou de tirar a roupa dele e depois ele veio tirar a dela: "Fica olhando como se trata uma putinha, corninho! Eu vou comer ela todinha e voc� vai s� olhar".



Eu n�o tinha mais op��o nenhuma mesmo naquele momento, ent�o me entreguei à tenta��o mesmo aquilo me corroendo por dentro. Me senti muito fraco, me deu at� vontade de chorar, mas eu continuei o assunto: "Vai, come a minha namorada, mostra pra ela o que � bom! Voc� gosta, n�, safadinha? Gosta disso, n�?".



Ela virou pra mim enquanto ela terminava de tirar sua cal�a e a deixando de quatro s� de calcinha no sof� da sala: "Adoro! Seu corno, aprende como um homem de verdade faz, corninho! Olha aqui a vadiazinha dele rebolando gostoso no pauz�o dele".



E o Renato aproveitou pra dar um monte de tapa naquele bund�o gostoso al� de frente pra ele. "Safada! Gostosa! Sabia que voc� ia liberar essa xaninha pra mim, danadinha", e ela s� gemendo: "Ai! Ai! Vai, vai, vai gostoso!".



Ele logo tirou a calcinha dela e come�ou a bombar por tr�s da minha namorada, e ela gemendo alto pra acordar o pr�dio inteiro, nem ligava pro barulho. "Vai, gostoso! Mete, vai! Mete gostoso! Ui, ai, mais, assim mesmo, mostra pro meu corninho como faz".



Eu e a Natasha est�vamos de frente um pro outro, enquanto o Renato comia ela sem d� por tr�s, e ela gemia com carinha de safada e pedia mais.



Ele parou, puxou ela pelo bra�o e a chamou pra dentro: "Vamos pro meu quarto". Eu fiz que ia, mas ele logo se virou pra mim e disse: "Fica a�, corninho! Espera a� sentadinho".



Eles entraram no quarto e trancaram a porta, eu desliguei o som e fiquei s� escutando os gemidos da minha namorada dando pra outro.



Acabei tirando o pau pra fora e comecei a bater uma punheta pensando naquela situa��o t�o embara�osa, embora isso me deixasse um pouco com remorso. Mas eu me entreguei e bati uma das bronhas mais gostosas da minha vida.



Depois de um tempo os gemidos pararam, s� ouvia vozes baixas deles conversando por um tempo e alguns minutos depois foram tomar banho juntos.



Cerca de uma hora depois de entrarem no quarto, abrem a porta e a Natasha toda alegre com a situa��o falando que queria mais: "Eu vou voltar, lindo! Quero muito mais de voc�, achei maravilhoso".



O Renato j� me tratava como um capacho naquele momento, percebendo que n�o ia sequer brigar com a Natasha por me trair na minha frente: "Me agradece, corno! Comi sua namorada de jeito, dei um trato nela pra voc�".



Ela foi na onda e tamb�m debochou de mim: "Vai, amor! Agradece ele por fazer esse servi�o pra voc�, quem sabe ele seja bonzinho e fa�a de novo".



Eu j� totalmente conformado com a situa��o, j� sabia que a minha vida dal� pra frente seria de corno manso, que a minha namorada n�o ia mais me respeitar nunca mais: "Obrigado por comer minha namorada, Renato. Pode fazer de novo, por favor?".



Ele riu e disse: "Claro que sim, s� trazer ela aqui e me pedir com jeitinho. Da pr�xima vez eu deixo voc� assistir tudinho enquanto bate uma punhetinha, corno".



N�s nos despedimos e fomos embora, deixei a Natasha em casa sem nos falarmos muito no caminho. "Voc� me surpreendeu, nem reclamou de nada", ela disse. "Quem me surpreendeu foi voc�, ficou flertando com o cara na minha frente e cedeu a todos os desejos dele". Ela riu e disse que eu fui mole e que a cerveja ajudou.



No outro dia, ela me ligou meio com peso na consci�ncia pedindo desculpas, mas ao mesmo tempo botando a culpa em mim e falando que quer mais.



"Como voc� deixou sem fazer nada? Eu estava b�bada, voc� foi muito mole. Voc� gostou, n�? N�o sabia que voc� gostava de me ver sendo dominada por outro homem. Foi muito bom, ele � muito gostoso, quero sair de novo com ele, voc� � o melhor namorado do mundo por entender que eu preciso realizar minhas fantasias".



Combinamos que ela me contasse tudo que fizesse sempre, e se poss�vel que eu fosse junto. Ela disse que n�o ficaria mais acanhada na minha frente e que flertaria com homens na minha frente, e que estava excitada s� de pensar na situa��o.



A partir da� a minha vida com a Natasha nunca mais foi a mesma, sempre com muitas aventuras. Ela nunca me deixou dar bola pra outra menina, s� ela que pode, e eu como um bom corno manso aceitei tudo.



N�s vimos o Renato mais algumas vezes, os dois s�o amigos at� hoje. Ele come�ou a namorar e parou de sair com a Natasha, mas ainda se perdem uma vez ou outra como dois bons amantes.



Tenho outras hist�rias para contar, outro dia escrevo mais um conto fat�dico das loucuras da minha namorada. Preferem do dia que o Renato nos chamou mais dois amigos pra uma festinha na casa dele ou quando ela deu em cima de um rapaz na piscina do hotel comigo junto? N�o deixem de mandar e-mail!



[email protected]

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



Chantageei amiga lesbica da minha mae bdsm contocontos metendo casada da padariacontos fragei meu amigo dotado e minha esposacontos encoxada enrrabada onibusContos eroticos cona eViadinho Na Africa Contos Eroticosconto erótico viadinho vai morar com os tios e tem que usar calcinha e short de laicracontos eroticos puta vadia safadachupando escondida contos eroticosPorno contos familias incestuosas orgias tradicionaisContos pai e filha 2008contos eróticos n********* d********* para o cachorrominha namorada novinha foi seduzida pelo casal conto eroticocontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaConto cu afrouxadonovinha pede pra chupar o drogado contosvideo porno lanche na boca. deitada no colo do sogrocantos eróticos estrupada na frente da família econtos erotico gozei como uma puta velhasalvando o meu casamento contos pornomarido de cinta na orgia de travecocom/conto_13914_aula-de-danca-a-domicilio.htmlfoi chantageada pelo meu colega de trabalhocontos eroticoseue minha mulher limpando o velho bebadoconto vilma bety decimo partepezinhos perfeitos contos eroticoMelecando.cu.do.gaycontos eroticos negao so comeu o cu da minha mulhero pastor comeu meu cu contos gay/conto_17819_como-meu-filho-se-tornou-meu-amante.htmldei minha filha p meu amante pauzudo desvirginar contosContos Eroticos dos Africanoscontos tomando leitinhoconto erotico peluda no ginecologistaConto erotico de mototáxi com a picona e meninaswww.contosincestopaicontos fico excitada com meu primocontos eroticos puta comida pelo vizinhocontos eroticos gay meu tio de dezessete anos me comeu dormindo quando eu tinha oito anostodos foderam ela contosConto erotico de sexo incesto cheiro da buceta suada da irmaVIANGEM EM AFRICA CONTO EROTICOMinha netinha sentou no meu pau contos eróticosMinha mulher foi iniciada por um negão contos eróticostransando com a motogirlscontos ela pedio para desviginarconto casada arrombada na praiaconto chorei mas aguentei a pica do meu patrasdoconto eroticos tarada mim dei maldei pra um estranho num baile e meu marido viu conto eroticocontos eroticos gay recem casadocontos eróticos de patricinhas trasando com os paiscorno na minha propria casa contos eroticoconto erotico meu irmozinho me suprendendo com a sua primeira gozada da sua vidaCasada viajando contoscontos eróticos com a irmã ahhhFoderam gente contos tennsRelatos eroticos de professoras casadas brancas que foram usadas por alunos negrosmenina defisieti dado ocu e chupadomancha de porra conto erotico zoofilia com gozadas e enguatesconto porno duvidei que minha mulher dava pra todosconto erotico gay o funkeirovídeos porno metendo na minha tia depois do carnavalContos porno seduzi meu netocontos eroticos deixando estruparcontoserotico gays a sentada no colo do padrinho cacetudocontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casacontos eroticos nadega grande da esposacontos eroticos pratiquei zoofilia porke meu marido me deixo na vontadecontos eroticos mulheres de 60 anos gostosas fudendo no estupro e gostandocontos ex namoradabundas rrdondas ggcontos erótico comadre desmaiou /conto_23483_filho-bem-dotado.htmlcontos eróticos reais com velhos acima de 60 anoscontos eroticos swingcheirei a calcinha fedorenta contos eroticoscontos sou roludo e minha tia que me aguentou no cu e na xerecaconto esposa com negãodeixei meu pai me comer contos eroticosmeu padrasto tirou meu cabaco conto erotico fotoSou gay e tranzei com um travest contos eroticocontos eroticos tomando conta de uma desconhecidainspetora viu meu pau contoscontos eroticos de incesto mae ver o pau duro do filho fica excitada e grande filhoConto erótico gay caçamba de carro de madrugadaconto erotico surpresa na siricao gozo de uma mulher timida contomeu primo me iniciando gay contoscontos eróticos: Meu marido é um viaqdinho feliscontos Eróticos o macho dominante