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FICAR NO CIO, � FODA!

Ficar no cio, � foda!rnrnDepois que o empregado do Nelson me pegou, uns 3 dias depois eu acordei toda molhadinha e excitad�ssima, com uma vontade incrivel de transar. E eu precisava fazer alguma coisa pra apagar o meu fogo! Estava com um tes�o inacredit�vel, nem eu sabia o que tinha acontecido, mas a vontade de fazer sexo estava incontrol�veel! Queria transar a qualquer custo!rnPra piorar, eu tinha colocado por baixo do meu shortinho uma calcinha preta, que toda hora, conforme eu andava, ficava entrando no meu reguinho. Isso me deixava mais doida ainda!rnComo estava muito excitada, resolvi me masturbar, metendo a m�o por dentro do shortinho e colocando dois dedos dentro de minha xaninha, completamente louca, com vontade que eles fossem um cacete gostoso. Derepente, toca o interfone e eu pensei: - Puta que pariu! Logo agora! Fui atender e era o porteiro dizendo que tinha uma pessoa da prefeitura para fazer a vistoria contra a dengue. Eu fui logo falando: - Ah! Pede pra ela vir outra hora! Eu t� sozinha e ocupada, n�o posso atender! Porteiro respondeu: - Xi! Desculpa n�o vai dar, n�o! J� mandei ele subir porque tem mais apartamentos pra ele vistoriar!rnEu fiquei muito brava! E, disse comigo mesma: - P�rra, esse porteiro � foda! Cortou a minha masturba��o!rnQuando campainha tocou eu fui atender e quase cai de costas. Era um mulato alto, forte, simpaticissimo com um crach� da prefeitura e um sorriso largo, que me pediu lincen�a para entrar. Meia abobalhada eu falei pra ele entrar e j� tomada por algum dem�nio, eu me peguei imaginando em me atirar nos seus bra�os peludos e fortes e morder e lamber os p�los do seu peito que a camisa um pouco aberta por causa do calor, deixava aparecer. Foi logo me perguntando se eu poderia lhe arranjar um copo de �gua, porque estava muito calor. Quase sem voz, mandei ele sentar em um dos sofares da sala, enquanto fui para a cozinha apanhar um copo de �gua gelada que ele pegou e agradeceu.rnAcabou de beber e me perguntou se t�nhamos vasos com plantas e onde ficava a �rea de servi�o. Eu respondi que as plantas ficavam na cobertura, mas a �rea de servi�o ficava logo ali, na parte de tr�s do apartamento e pod�amos ir at� l�.rnPodia sentir ele me olhando por tr�s enquanto a gente caminhava. Assim que chegamos na �rea de servi�o, percebi ele ajeitando o cacete com uma das m�os, que parecia estar dando sinal de vida por baixo da cal�a.rnApesar dele olhar os ralos eu me empinei toda pra recolher umas calcinhas do varal pois sabia que ele tamb�m ia me olhar. Meu shortinho curt�ssimo mostrava as polpinhas do meu bumbum e como tamb�m ele � bem apertado, tinha certeza de que marcava a minha calcinha.rnBom, ele terminou de olhar e eu perguntei se ele queria ir at� a cobertura para averiguar as plantas, mas ele me respondeu: - Claro! Mas antes, poderia usar o banheiro? Eu apontei para o banheiro de visitas e ele foi at� l�. Percebi que ele colocou a prancheta na frente da cal�a ao caminhar e deduzi que o cacete dele j� estava duro.rnCuriosa e excitada eu resolvi dar alguns segundos depois que ele entrou e fui devagarinho colar meu ouvido na porta para tentar ouvir ou ver pela fechadura alguma coisa.rnQuase tive um treco naquele instante pois minhas pernas come�aram a tremer e meu cora��o parecia que ia sair pela minha boca enquanto minha xaninha foi se molhando toda, de tes�o, e acabou por escorrer pelas minhas coxas. Quando cheguei na porta fiquei quietinha ouvindo ele sussurar: - Aiiii menina, que buceta e bunda gostosa voc� tem, que vontade de meter todinho o meu caralho em voc�, estou louco por voc�! Naquela hora, eu tive a certeza de que tinha provocado ele e queria ver o que ele estava fazendo l� dentro, daquele jeito, pois tinha certeza absoluta de que a m�o dele devia estar percorrendo todo o seu cacete e se punhetando por minha causa. N�o demorou ouvi a descarga e sai dali pra esperar ele na porta da �rea de servi�o.rnQuando ele saiu, percebi os seus olhares gulosos mas fiquei na minha. Fomos na dire��o da cobertura. Propositalmente, quando sub�amos a escada eu fingi que escorreguei e ele me segurou, me amparando pela cintura. Me perguntou se eu estava bem e eu pedi desculpas e agradeci ao mesmo tempo por ele n�o ter me deixado cair, mas como eu imaginava ele aproveitou pra me dar uma bela encochada.rnNossa! Minha xaninha queimava de tanto tes�o e meu cuzinho se contraia tanto de vontade que a calcinha acabou entrando mais ainda no meu reguinho.rnEu mostrei pra ele onde ficavam os vasos com plantas e caminhei na dire��o da sacada pra esperar ele terminar o servi�o e claro, tentar me acalmar um pouco. Debrucei no para peito empinando a minha bundinha pra tr�s e fiquei na ponta dos p�s pra olhar pra baixo.rnEle deve ter achado que naquela posi��o eu estava muito gostosa, talvez at� estivesse, sei l�! E veio por tr�s de mim, com coisa que estava curioso pra ver o que eu estava olhando e senti aquela sua pegada por tr�s me avisando que eu j� estava pronta pra ganhar um homem como ele.rnQuase que se debru�ando nas minhas costas ele se espichou todo e falou: - Poxa! � bem alto aqui, n�? O que voc� est� olhando? Eu respondi, deixando ele fazer o que estava querendo: - � alto sim! Eu gosto de olhar o movimento nas ruas! Com o corpo j� colado no meu e escorando as minhas polpinhas, com o cacete latejando por baixo da cal�a, ele percebeu as minhas reboladinhas bem de leve e falou: - Del�cia, voc� heim?rnO volume da sua cal�a come�ou a aumentar e eu que j� estava louca, n�o resisti mais. Levei a minha m�o pra tr�s e comecei a alisar e dar apertadinhas no seu cacete por cima da cal�a. Perguntei, sem me virar: - Voc� achou mesmo? Eu tamb�m t� aqui achando uma del�cia tudo isso!rnEle ent�o enfiou a m�o por dentro do meu shortinho e encontrou a minha xaninha toda babada e sem que eu nota-se, com a outra m�o sacou o cacete j� bem duro pra fora da cal�a e enfiou no meio das minhas coxas, dizendo: - Sente como t� duro! Eu apertei as coxas espremendo a tora dele, dei um gemido e quase implorei: - Ai! Me d� essa coisa gostosa, me d�! Eu t� no cio!rnSenti meu shortinho sendo puxado pra baixo junto com a calcinha e ele falando: - Cadela no cio quer caralho! Ele foi ro�ando seu cacete na minha xaninha ate eu implorar pra ser penetrada. De repente ele enfiou tudo de uma vez. Dei um gritinho de tes�o e j� fui gozando com aquele mastro entrando e abrindo a minha xaninha. Feito uma doida eu gozei muito com aquele cacete bombando dentro de mim.rnEle bombava e gemia e eu louca de tes�o tamb�m gemia muito e gritava empurrando minha bundinha para tras. Enquanto ele bombava na minha xaninha ia massageado o meu cuzinho com seu dedo. Era uma delicia, tirava o dedo todo lanbuzado de cuspe da boca e enfiava no meu cuzinho. rnQuando ele disse, parando e me deixando sentir seu cacete latejar dentro de mim: - Voc� j� deu a bunda? Eu perguntei, ainda me contorcendo e gemendo: - Porque? Ele continuou: - Porque seu cu � bem apertadinho e t� louco pra comer ele, mas s� se voc� quiser! Mentindo, eu fiz beicinho e respondi: - Eu nunca dei a bundinha! Mas sou louca pra dar, s� que em p�, desse jeito, deve ser ruim, n�! Se a gente combinar direitinho eu posso pensar em dar pra voc�. Voc� promete que n�o vai doer?rnAcho que ele j� estava louco pra gozar porque mau acabei de falar aquilo ele tirou cacete da minha xaninha, colou a cabe�a na porta do meu cuzinho, deu um: - Aiiiii! E, esporrou muito! Cheguei a sentir um pouquinho daquele jato quente de porra espirrar dentro do meu buraquinho e olhando pra traz, mordendo os l�bios falei: - Nossa! Voc� gozou na minha bundinha!rnEle me virou de frente pra ele, me segurando pelos bra�os e respondeu cheio de tes�o: - N�o gozei n�o! Gozei fora! Mas ainda quero encher o seu cu de porra!rnEu olhei para o cacete dele todo lambuzado de porra e disse: -Voc� quer que eu limpe? Assim voc� n�o suja a cueca e nem a cal�a!rnEle ainda sem entender, falou: - Poxa seria muito bom, mas pelo que vejo, s� se voc� usar a sua calcinha, n�?rnEu fui me abaixando, fechando os olhos e falei: - Eu tenho coisa melhor! Fui abocanhando aquele cacete todo melado de porra e ele come�ou a gemer. Ouvi quando ele disse: - Puta que pariu! Que boquinha de anjo! Chupa!rnAos poucos aquele cacete foi amolecendo dentro da minha boca e ficando limpinho sem uma gotinha sequer de porra nele.rnFui me levantando, puxando a minha calcinha com o shortinho pra cima e lambendo os l�bios com a l�ngua bem pra fora. Olhei nos olhos dele e agradeci: - Obrigada pelo seu leitinho e por matar a minha vontade!rnNos arrumamos e levei ele at� a porta. Antes de abri-la ele me juntou por tr�s e falou: - N�o sou o mosquito da dengue, mas ainda volto aqui pra picar com o meu cacete a sua bunda, t�?rnRindo e sendo apertada pelos bra�os fortes dele eu respondi, antes de v�-lo sair: - Se voc� prometer que vai picar devagarinho e que vou gostar da picada, pode [email protected]

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