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A VISITA DA MINHA AFILHADA

Meu nome � Netinho, tenho 35 anos (com aparencia de 25), 1.90, moreno claro, olhos castanhos. A hist�ria que vou contar se passou na minha casa na Bahia. Tenho uma afilhada que chamamos de Cal, tem 19 anos, linda, branquinha, cabelos longos pintados de ruivo, seios grandes(pra idade dela), meiga, muito inteligente e t�mida. Faziam 4 anos que nao via a Bel, pois ela mora no Rio de Janeiro e eu na Bahia alem deles terem mudado de residencia,acabei perdendo contato com os pais dela, passamos esse tempo todo sem nos falar. Certo dia fui ao Rio fazer um curso e aproveitando a oportunidade fui visitar um primo que � muito amigo meu. Ao sair da casa dele num condom�nio vi aquela garota passando por mim e reconheci que era a Cal, rnfalei:rnCal � vc mesmo?rnEla toda emocionada gritou " tio?(� assim que ela me chama)eu nao acredito que � voc�!rnFoi uma emo��o s�, me deu um abra�o forte e fomos pra casa dela encontrar a fam�lia e colocar os papos em dia. rnNas ferias desse ano ela me ligou perguntando se poderia me visitar na Bahia, j� que nunca tinha sa�do do Rio de Janeiro. Conversei com minha esposa(que tb � madrinha dela) e concordamos que ela poderia vim pra nossa casa. rnFomos buscar ela no aeroporto de Salvador, levei ela pra casa. Ao passar dos dias fiquei bem que reparando no seu corpo, quando ia a praia, na piscina em casa, isso me rndeixou com tez�o na minha afilhada. Ela por ser muito t�mida nunca tinha tido namorado algum e eu as vezes tocava no assunto de namorado com ela( longe da minha esposa � claro!). Ela n�o � o tipo de garota que possa dizer "nossa que gostosa!", tem um corpo normal, nao muito dividido por�m parece uma boneca com um rostinho lindo. rnMinha esposa � professora, por�m esse ano foi convidada para ser diretora da escola que ensinava, como sabem diretora trabalha no per�odo em que todos est�o curtindo as f�rias. Com isso ela saia pra trabalhar alguns dias da semana e como nao temos filho, eu ficava sozinho com a Cal. As vezes sa�amos pro shopping ou pegava uma praia, mais ela gostava mesmo era fica em casa na piscina, assava uma carne na churrasqueira e ela adorava aquilo. Com o passar do tempo fomos ficando mais pr�ximo, convers�vamos sobre tudo inclusive sobre sexo, ela falava que nunca tinha feito sexo antes, nem uma preliminar, isso me deixa a louco, ver aquela garota virgem na minha casa. Eu que n�o sou nenhum santo fui levando aquelas conversas mais fundo, na piscina ficava brincando de pegar um ao outro, aproveitava pra passar a m�o nos seus seios(parecendo que foi sem querer, mas querendo...kkkkkk). Numa noite transando com minha esposa deixei a porta do meu quarto um pouco aberta pra ela ouvir os gemidos de minha esposa, foi a coisa certa, ela ouviu tudo. No outro dia quando minha esposa saiu pra trabalhar fomos pra piscina, conversa vai e conversa vem, ela falou (toda sem jeito) que tinha visto n�s transando, que ouviu os gemidos e com curiosidade foi at� a porta do meu quarto e ficou olhando o que estava acontecendo. Ela disse que ficou excitada e que nunca tinha visto aquilo e acabou se tocando na porta do meu quarto. Eu aproveitando a deixa falei que tinha deixado a porta do quarto aberta de prop�sito e que estava doido pra ensinar algumas coisas a ela sobre sexo. rnAbra�ando ela por tr�s rocei meu pau duro na sua bundinha:rn- Tio o que � isso? Porque o senhor esta desse jeito?rn- h� Cal, vc nao � mais nenhum BB, sabe que estou excitado, essa conversa esta me deixando com muito tez�o. rn- o senhor sabe que nao pode, isso � errado!rn- porque n�o? Sou seu padrinho e tenho o direito de lhe ensinar as coisas boas da vida. rnNisso fui passando a m�o nos seu seios e beijando seu pesco�o, ela nao sabia se pedia pra parar ou se deixava rolar. rnTirei a parte de cima do biqu�ni, a� que delicia aqueles seios grandes, branquinhos, comecei a acariciar seus mamilos, ela j� louca de tez�o nao resistiu e me deu um beijo daqueles ardentes. Coloquei a m�o dela no meu pau pra ela sentir como realmente � uma rola de um homem, em quanto nos beij�vamos fui andando pros degraus da escada da piscina, no primeiro onde fica bem razinho sentamos e fui passando a m�o na bucetinha e chupando seus seios, botei o pau pra fora da sunga e pedi pra ela ficar no movimento de sobe e desce. Era uma loucura aquilo tudo mais estava muito gostoso, ela alisando meu pau e eu alisando sua Bucetinha, quando tirei a parte de baixo do seu biqu�ni, beijando seus seios fui descendo at� chegar onde eu queria, naquela bucetinha virgem, linda e cheirosa, chupei de um jeito brusco, enfiando a l�ngua, passando no pinguelinho, ela gemia e dizia que estava muito bom pra eu nao parar. Depois de chupar bastante sua bucetinha pedi que chupasse meu pau, ela negou, disse que nao estava preparada pra isso, eu como um bom cavalheiro respeitei. Ela estava toda molhada de gozar e da minha saliva, eu rndisse que queria meter meu pau e que nao estava mais aguentando de tez�o, ela abriu as pernas me abra�ando e pediu pra eu colocar bem devagar. Fiquei passando a cabe�a do meu pau em sua bucetinha molhada deixando ela se torcer de prazer, fui tentando, colocando a cabecinha mais ela disse que estava doendo, tentei mais algumas vezes mais sem sucesso, ent�o pedi pra ela punhetar meu pau porque precisava gozar, eu nao aguentava maisrnde tez�o, sa�mos da piscina ( pra nao derramar porra ), ficamos no quiosque, agente se beijando e ela punhetando minha rola at� que gozei em sua m�o, foi muita porra, nem parecia que tinha transado na noite anterior. Ficamos igual a dois namoradinhos se beijando e se curtindo. rnOs dias se passaram, minha esposa tirou uns dias de folga para poder curtir a afilhada e nao tivemos mais oportunidades de ficarmos sozinhos. Ela voltou pra casa e nao consegui tirar aquele cabacinho. Esse pr�ximo ver�o ela j� me falou que quer vim pra Bahia de novo e que ainda guarda seu cabacinho pra mim. rnQuando isso acontecer eu conto a voc�s! rnAbra�os a todos que curtiram meu conto. rn

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