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TORTURANDO A NAMORADA RELUTANTE

Conheci Rita a cerca de tr�s meses, � claro que logo no primeiro contato fiquei encantado com sua beleza e principalmente com seu jeito doce de menina. Confesso que nos primeiros encontros que tivemos, fiquei com uma leve dor na consci�ncia: eu, um homem j� com seus 37 anos tentando seduzir uma menina que mal acabara de fazer 18! Poderia ser minha filha! rnMas logo percebi que n�o estava tratando com uma adolescente boba; na verdade, apesar da minha experi�ncia, eu era quem estava sendo seduzido. rnRita mostrou-se a mulher mais sensual com quem mantive contato. Com um olhar, um sorriso, uma palavra colocada no momento certo ela me excitava como nenhuma outra. Sabia ser extremamente pervertida sem nunca chegar perto da vulgaridade. Meu Deus que mulher perfeita!rn� preciso que voc�s saibam como ela era: cabelos castanhos quase negros longos e levemente encaracolados, sempre deliciosamente perfumados; alta com 1,69; magra, mas com as curvas perfeitas; com pernas... Que pernas! Longas perfeitamente torneadas e com a pele morena tostada pelo sol mais macia que meus l�bios j� sentiram. Seus seios eram pequenos e perfeitos, do tamanho exato para se encaixar em minhas m�os; apesar de sempre insistir que n�o gostava do pr�prio sorriso, sua boca era um convide para horas de beijos. rnComo veem essa mulher me levou a loucura apenas por existir!rnEla me enlouquecia tamb�m por uma coisa: recusava-se a fazer sexo comigo! Sa�mos v�rias vezes, eu a beijei, acariciei todo seu corpo, beijei, chupei e explorei seus seios de todas as formas, ela gemia enquanto nossas l�nguas brincavam uma na boca do outro e meus medos massageavam seu grelo duro e saliente. Mas al�m disso, nada! Simplesmente n�o queria! Sequer dava alguma satisfa��o, at� hoje n�o sei se era apenas para me provocar e definitivamente me enlouquecer ou era alguma tara dela. rnComo j� disse, enlouqueci. Tinha que possuir aquela mulher de qualquer forma. rnPlanejei rapt�-la e t�-la como minha escrava! Antes que algu�m pense, ela n�o era um objeto sexual para mim, realmente gostava dela, estava encantado, apaixonado talvez, mas com certeza minha mente n�o estava no seu estado normal quando se referia a ela.rnMarcamos um encontro. Dei a entender que este seria o �ltimo, que estava cansado das suas recusas, mas que como gostava muito dela gostaria de me despedir com carinho. Acho que ela pensou que poderia me dobrar mais uma vez, sempre que ela recusava minhas propostas eu ficava chateado, mas sempre voltava para ela, tenho certeza que ela pensou que seria apenas mais uma. N�o! Desta vez seria diferente.rnArmei-me com um par de algemas, uma gag para a sua boca, alguns metros de cordas, um chuma�o de algod�o envolto num len�o e, o principal, um vidro de clorof�rmio...rnNosso encontro foi como os de sempre; encontramo-nos, fomos ao cinema depois um jantar. Depois paramos meu carro numa pra�a no bairro do Sumar� em S�o Paulo que ficava a meio caminho da minha casa ou da dela, eu sempre parava ali com a esperan�a de leva-la para a minha casa, mas acab�vamos sempre indo para a casa dela onde nos desped�amos. Come�amos as nos beijar e eu a explorar seu corpo, suas m�os apertavam meu sexo duro por sobre a cal�a, eu j� tinha colocado um dos seus seios para fora e o sugava com carinho e for�a. Coloquei minha m�o dentro da sua cal�a e fui massageando sua boceta, sentido a umidade impregnando meus dedos, seu corpo ficando mais quente e por fim senti uma r�pida e intensa contra��o seguida de um relaxamento tranquilo que a fez afundar no banco do carro com os olhos fechados, respirando lenta e profundamente. rnEnquanto ela se recuperava do gozo r�pido tive tempo de embeber o len�o no clorof�rmio para em seguida prend�-lo firme ao seu rosto. Ela quase n�o ofereceu resist�ncia, enquanto respirava os vapores me olhava como uma gata acuada, n�o era medo era um jeito agressivo que ela tinha no olhar sempre presente quando ela estava excitada. Esse olhar n�o durou muito e seus olhos se fecharam.rnCom ela desmaiada seu corpo ficou mole em meus bra�os, despi aquela mulher que eu tanto desejava, olhei aquele corpo nu, seu sexo �mido dispon�vel para eu fazer o que quisesse, mas eu s� tiraria sua virgindade com ela bem acordada e faria com que ela implorasse por isso! rnTirei sua roupa e apreciei seu corpo magnifico, j� a tinha visto e de biqu�ni, mas exposta e indefesa desta maneira fio a primeira faz. Algemei seus bra�os atr�s das costas, coloquei a bola na sua boca e prendi com firmeza a gag na sua nuca, n�o queria que gritasse no caminho at� minha casa. Antes de amarrar suas pernas eu as abri. Olhei sua bocetinha ainda molhada pelas car�cias que eu fizera a pouco, desci sobre ela e chupei com prazer, sorvendo aquele l�quido viscoso e delicioso, mas queria que ela sentisse tudo que eu faria com seu corpo. Fechei suas pernas e amarrei seus tornozelos e joelhos com as cordas. Embrulhei seu corpo numa manta e a joguei, inerte, no porta-malas.rnNa minha casa, boa parte do efeito o clorof�rmio j� havia passado e s� restar� uma leve tontura e uma moleza nos m�sculos. rnCarreguei-a at� meu quarto e joguei sem qualquer cuidado sobre minha cama, ela tentou gritar, mas a bola na bola deixou sair apenas um gemido abafado. Segurei firme sua cabe�a pelos cabelos junto às orelhas e olhando fundo nos seus olhos �midos lhe disse: ?hoje voc� ser� minha! Sem frescura! Vou usar cada mil�metro do teu corpo e voc� vai implorar para que eu rasgue teus buracos!?. Ela s� me respondeu com aquele olhar que me ati�ava ainda mais meu desejo.rnPrimeiro tratei de amarrar suas pernas aos p�s da cama tomando o cuidado de n�o solt�-la de uma vez. Com as pernas bem abertas e presas, retirei as algemas e voltei a prend�-las desta vez na cabeceira da cama. rnComo ela totalmente à minha merc�, tirei o sinto da minha cal�a e fui deslizando o couro por todo o seu corpo partido do pesco�o, passando pelos seios, barriga e por fim na boceta �mida, apenas uma passagem suave e seu sumo foi absorvido, cheirei o conta do cinto e o perfume da sua boceta invadiu meu nariz. Retirei a gag da sua boca, e perguntei se ela estava pronta para implorar que eu a comece, ela cuspiu na minha cara e me olhou desafiadora com um lev�ssimo sorriso quase lhe escapando dos l�bios. Dei-lhe dois fortes tapas na cara que deixaram seu rosto vermelho, mas n�o diminu�ram seu ar de desafio. Forcei a gag de volta e voltei a deslizar o cinto por seu corpo, mas desta vez de forma menos delicada. Primeiro uma lambada sem muita for�a no seio esquerdo, ela apenas contraiu levemente o corpo mantendo os olhos fixos em mi; depois outra mais forte no peito direito, desta vez ele gemeu mais forte. Segurei aqueles peitos com firmeza em minhas m�os e foi apertando com for�a at� ouvir suas tentativas de gritos, mas ainda eram poucos, mordi seus mamilos e a� sim ela vez todo o barulho que podia com a boca entupida, contorcendo o corpo. Seu rosto estava muito vermelho e l�grimas escorriam dos seus olhos, deslizei o sinto pela barriga dando mais duas chicotadas fortes na pela macia.rnComecei a bater com o cinto no interior das suas coxas, deixando marcas vermelhas em sua pele. Ela se contorcia, mas estava cada vez mais molhada.rnQuando cheguei à sua boceta, esfreguei minha m�o nelas que ficou encharcada com seu sumo doce e perfumada. Segurei na ponta do sinto deixando apenas um palmo de couro livre e com ele fui dando batidinhas leves nos l�bios rosados. A intensidade das batidas foi aumentando lentamente. Olhei para ela e perguntei novamente se estava pronta para que eu fodesse a boceta. Ela agitou a cabe�a negativamente e eu voltei a bater em sua boceta, com mais for�a.rnCobri dois dedos com o suco do seu sexo e um a um fui enterrando no seu cu que tinha espasmos mordendo meus dedos. Com os dois dedos massageando seu reto, coloquei minha boca em sua boceta e fui saboreado aquela del�cia, mas tomando cuidado para n�o induzir um gozo dessa forma, queira que ela gozasse sofrendo. Voltei a bater na boceta com o cinto. Ela gemia alto e contraia o corpo dada vez que o couro acertava seus l�bios. Enfiei um terceiro dedo e comecei e lhe foder o cu com viol�ncia, com a outra m�o esmagava dolorosamente seu grelo entre meus dedos, seus grande l�bios estavam inchados e cor de um vermelho muito intenso, eles se contraiam no ritmo das minhas estocadas no rabo, dali se elevava um cheiro denso de sexo t�o saboroso como o mel que eu chupara à pouco. Com mais tr�s minutos de intenso tratamento senti que ela gozava.rnSubi sobre ela e sentei-me sobre seu peito dificultado sua respira��o, esfreguei minha m�o que estava toda molhada pelos l�quidos da sua boceta e do seu c�, naquele rosto lindo. ?A vadia gozou! Gosta de ser tratada assim n�?; ela mexeu a cabe�a negativamente e me olhava desafiante, dei-lhe um forte tapa no rosto e perguntei novamente e ela repetiu o gesto; na terceira vez ela agitou violentamente a cabe�a confirmando. rnRetirei a gag da sua boca e lhe perguntei o que ela queria. ?Me usa! Faz o que quiser comigo, mas faz sem d�!?rn[continua...]rn

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