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O DIA EM QUE FUI CORNEADO

Este meu conto aconteceu a cerca de um m�s. Sou casado 40 anos fisico normal, minha mulher tem 39 anos e � do tipo mignom, com um corpinho bem gostoso. N�s nunca fomos de fazer extravagancias na hora do sexo mas, de uns tempos para c� toda vez que ela mamava minha rola eu come�ava a fantasiar ela sendo comida por outros homens e isso me dava um tes�o indescritivel, chegando at� mesmo a gozar com esses pensamentos, pois bem, a cerca de um m�s fomos verificar as obras de nossa casa de praia, O mestre de obras era um homem de seus 45 anos forte e tinha como ajudantes 02 rapazas de seus 20 anos, Ap�s falarmos com ele, notei que o mesmo deu umas olhadas com segundas inten�oes para minha mulher e a�, pensei: por que n�o satisfazer a minha fantasia? ent�o, para excita-lo ainda mais, em um canto da casa que sabia que ele tinha vis�o comecei a beijar minha mulher e´passear o dedo em sua bucetinha, isto a deixava louca e pude ver que o mestre de obras tamb�m ficou excitado. Pronto, j� estava meio caminho andado, depois do almo�o falei com minha mulher que ia at� a casa de mat. de constru��o pasra comprar algumas coisas que o mestre havia me pedido, ela tamb�m quis ir mas eu disse que era muito longe e cansativo o melhor seria ela ficar, no que ela concordou. Ao sair falei para o mestre de obras -cuide bem de minha mulher, torcendo que ele entendesse o sentido da frase, ao que ele respondeu com um sorriso maroto, pode deixar ela vai ser muito bem cuidada. Peguei o carro e sa�, depois de uns 800 metros ap�s uma curva, parei o carro e voltei a p� para a casa para ver o que ia acontecer, entrei por uma entrada nos fundos e fiquei escondido. Ent�o o mestre chamou minha mulher no c�modo que seria o quarto de casal, notei que quando ela chegou os dois rapazesse colocaram atr�s dela, ent�o o mestre depois de uma perguntas normais sobre a casa perguntou onde seria colocada a cama de casal no quarto, minha mulher ent�o perguntou p porque da pergunta e ele na maior cara de pau responder que ela para saber onde � que ela seria comida por mim. Ao ouvir esta resposta minha mulher se virou para sair, foi ent�o que os dois rapazes a seguraram e o mestre veio por tr�s e come�ou a toc�-la, ela disse para ele para que sen�o iria gritar, ele respondeu, pode gritar que ningu�m vai ouvir mesmo, dito isto ele come�ou a passar a lingua em seu pesco�o e orelha e as m�os come�aram a passear pelo seu corpo, pensei que minha mulher realmente fosse gritar mas, para minha surpresa ela ficou quieta e falou que eu poderia chegar a qualquer momento ele disse que o corno do seu marido vai demorar umas 03 horas, � mais que suficiente para n�s fudermos voc�. Ao ouvir isto, minha mulher mudou, come�ou a gemer baixinho, ainda mais com a m�o do mestre toda atolada em sua buceta e as duas picas ro�ando por tr�s. O mestre ent�o foi tirando a sua roupa e beijando seus seios e descendo para sua buceta que j� estava toda melada e ela totalmente entregue, j� rebolava como uma puta nas rolas dos rapazes. Ela ent�o pediu entre os gemidos que a comessem de todas as formas, que ela queria se sentir uma puta de verdade, sendo comida por tr�s machos, o mestre ent�o a posicionou de quatro e come�ou a enfiar sua rola naquela buceta e ela pegou as duas rolas e mamava de um jeito que nunca tinha visto, gritando e pedindo mais, ap�s o mestre gozar um dos rapazes trocou de posi��o e falou que iria meter no cuzinho dela, ela esperneou, disse que s� tinha dado uma vez para mim e que n�o tinha gostado mas ele disse que desta vez ela iria adorar, em seguida, come�ou a passear a lingua pelo buraquinho dela, ora descendo at� a buceta e subindo e ent�o quando ele sentiu que ela j� estava arreganhando o cuzinho involuntariamente, ele colocou a rola aos poucos e foi dizendo como ela era gostosa, minha mulher ent�o come�ou a rebolar naquele caralho j� sem nenhum pudor e come�ou a falar me fode, fode esse cuzinho bem gostoso meu macho, me faz gozar com esse caralho em meu cuzinho que t� muito gostoso. Eu n�o podia acreditar que estava realizando minha fantasia, j� tinha gozado umas tr�s vezes. Ent�o depois de mais algumas trepadas eles se aquietaram e um deles perguntou por mim e ela respondeu: deixa aquele corno quieto, ele n�o precisa saber de nada do que aconteceu aqui. Este foi o dia em que realizai minha fantasia.

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