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A MO�A DO SUPERMERCADO

A mo�a do supermercado



A primeira vez com outra mulher



A explica��o

Voc�s que leram meu conto “dois homens me fizeram puta” v�o poder me conhecer um pouco melhor. Depois daquele fato (ter tra�do meu marido com aqueles dois na pousada) sabia que n�o seria mais fiel mesmo que quisesse!

O tempo passou... Outras aventuras vieram...Algumas merecem destaques outras n�o, as que merecem contarei em outros relatos.

Meu marido resolveu se mudar para o interior, a desculpa foi que no centro do estado era melhor para seus neg�cios. N�o acreditei, desconfio que ele suspeitava de mim pois me tornei uma mulher muito independente e ousada no me vestir. Sei tamb�m que correu boatos sobre minha infidelidade e isso devia estar incomodando-o, por isso concordei em nos mudar n�o gostaria de ver ele pegar fama de corno se a sem vergonha sou eu.

Deixei meu ultimo amante na cidade, seu nome era Sergio, ele tamb�m era casado, a gente se dava super bem, chorei um pouco por que achei que a distancia podia nos separar, fiz jurar que n�o me trairia e que a gente se comunicaria por fone ou e-mail .

Fomos para S�o Carlos.



A descoberta



Estou gostando muito da cidade e da casa, foi a casa que sempre quis ter, como foi meu marido que escolheu achei que quis me compensar.

De tanto pensar no que meu amante prop�s, sonhei a noite, acordei suada e um pouco assustada. Se acontecesse, seria uma experi�ncia nova em minha vida.

A primeira pessoa que conheci ao chegar aqui foi a mo�a do supermercado. Ap�s fazer uma compra chegando em casa notei que faltou uma sacola, liguei para l� e reclamei! A caixa se prontificou a trazer minha sacola assim que terminasse o expediente e foi o que ela fez.

No fim do dia bateu em minha porta e eu a mandei entrar agradecendo pela gentileza, ofereci algo para beber e come�amos a nos conhecer melhor enquanto falava da cidade e dos costume eu a observava .Achei-a sedutora, tinha meu jeito de se portar alguma coisa parecia que nos identificava, cabelos bem cuidados, maquiada, pelo generoso decote se via seios fartos e marcas de um biqu�ni que a al�a do suti� n�o escondia, a cal�a apertada deixava transparecer uma calcinha bem pequena. Pelo jeito era como eu, adorava provocar os homens. Tinha um sorriso que cativava, com uma conversa expont�nea foi me conquistando como amiga.

Na minha cabe�a passava a imagem da fantasia que criamos Sergio e eu, ao mesmo tempo que me hesitava me corruia o ci�me ou o medo que depois passasse a gostar mais dela do que de mim, tinha que enfrentar isso, tinha que acreditar em voce, tinha que ter mais confian�a em mim, eram tantos “tinha” que nem o Campari que tom�vamos conseguia dar discernimento ao meu pensar.

Foi uma amizade que foi se solidificando visitava minha casa com frequ�ncia. Ouv�amos musica as vezes dan��vamos ela falava em pr�ncipes encantado e eu no meu homem mas n�o passava disso. A �nica vez que algo mais estranho aconteceu foi um dia em que experiment�vamos umas pe�as intimas que uma vendedora trouxe para vender . Ela se despiu na minha frente, foi quando pude ver sua buceta cabeluda em contraste com a minha bem raspadinha, mas novamente ficou s� nisso.

Voc� me liga avisando de sua chegada. Contei para ela a novidade, meus olhos eram tanto brilho que ela desejou te conhecer. Tive sorte meu marido viajava a neg�cios.



Os tr�s



A noite chegou e com ela o mo�o que veio de longe “voc�”, te apresentei a ela e depois trocamos um beijo demorado a saudade um do outro fez com que fiz�ssemos isso na frente dela no maior despudor mas tamb�m foi uma mensagem como a que dizer esse homem tem dona “eu”.

Est�vamos as duas bem vestidas eu com um vestidinho preto bem curtinho e ela num conjunto de saia e blusa bem degotada, ela n�o fazia nenhuma quest�o em esconder parte do seio que o decote deixava descoberto, como eu com meu vestido que n�o escondia boa parte das pernas, principalmente ao sentar.

O papo corria gostoso entre nos falamos de tudo um pouco enquanto tom�vamos vinho. Eu sentada em seu colo com a m�o em volta do seu pesco�o ouvia tudo com pouca aten��o, o que queria mesmo era ser comida por voce, suas m�os repousada sobre minhas coxas alisando minhas pernas me provocava arrepios, minha amiga mais alegre que de costume "efeito do �lcool" resolve me tirar para dan�ar me arrancando de seu colo, a musica lenta faz com que colemos nossos corpos, olho para voce e vejo seu olhar de desejo que conhe�o t�o bem, te lan�o um sorriso t�nue, mas que n�o disfar�a meu tes�o. Teu pau est� duro parece que vai estourar a cal�a.

Antes apenas o corpo colado, agora meu rosto tamb�m est� colado a sensa��o � estranha pois a outra face � lisa como a minha, nossos seios se acomodando para que pud�ssemos ficar mais apertadinhas, a musica rom�ntica vai nos envolvendo! Teu tes�o me ati�ando e o �lcool me disinibindo. Devagar afasto meu rosto e fixo meus olhos nos olhos dela, ela sustenta meu olhar com o seu, sinto uma experi�ncia nova... Os l�bios s�o carnudos e quentes o batom tem um outro gosto diferente do meu, tudo � mais macio a n�o ser o bico do seio a me espetar... A parte de baixo do meu corpo avan�a contra o dela como que procurasse algo duro a me tocar , procurava por um pinto que n�o existia Olho para voc� j� com o pau pra fora da cal�a, acariciando, sentado no sof� observando tudo com muito tes�o.

Um a um vou soltando cada bot�o, a blusa dela vai se abrindo, um suti� meia ta�a em vermelho vai surgindo sustentando dois belos seios, que aperto com uma das minhas m�os enquanto a outra enla�a sua cintura fina, ela por sua vez busca o z�per de meu vestido localizado nas costas, ao encontr�-lo vai descendo bem devagar, em sintonia com frio que percorria minha espinha na mesma dire��o. Minha buceta molhada desejava algo que j� n�o sabia bem o que era, sentia apenas desejo. Sentia o vestido escorregando pelo corpo parando nos quadris, com um movimento de cintura que fa�o ele continuou caindo at� o ch�o, revelando minha roupa intima em preto, a calcinha em asa delta toda enfiada na bunda, do jeito que gosto de usar para enlouquecer os homens uma vingan�a minha pelo desejo que eles me transmitem, minha amiga tamb�m j� tinha deixado a saia no ch�o deixando para mim a blusa que eu lentamente tirava. Enquanto ela com as m�os em minha nuca puxava minha cabe�a de encontro aos seus seios que comecei a beijar lentamente, esperando que ela o libertasse do suti�. N�o demorou muito a faz�-lo, foi ent�o que pela primeira vez pude ter o gosto de chupar e morder aquele biquinho durinho, enquanto chupava levei minha m�o para dentro de minha calcinha e com dois dedos me bolinava aumentando meu tes�o.

De repente parei o que estava fazendo peguei ela pela m�o e ignorando sua presen�a a carreguei para o quarto voce seguiu atras parando na soleira da porta, o ombro encostado no batente e os bra�os cruzados. Nessa hora gostaria de saber o que estava pensando, por um momento tive vontade de parar, mas a putinha que existe dentro de mim n�o permitiu. Enquanto minha amiga deitava sobre a cama sua calcinha foi ficando em minhas m�os, apenas o suti� ficou em seu corpo mesmo assim os peitos estavam para fora e os biquinhos apontados para teto, subi por cima dela e comecei novamente a chupa-lo e esticando o corpo ofereci o meu para ela chupar vez por outra esfregava ele na cara dela como tamb�m ro�ava biquinho com biquinho estiquei a m�o abri o criado-mudo , de l� tirei meu vibrador e lentamente fui enfiando no seu cu ,ela gemia de prazer, meu tes�o era tanto que de quatro enfiei a l�ngua em sua buceta, separando os p�los minha l�ngua penetrou fundo, ela gemia e sussurrava, me come... Me fode... Enfia esse vibrador at� o fim...

Voc� se aproxima por traz, as cal�as no ch�o, o pau duro pronto a me enrabar, senti a cabecinha correr pela buceta, a ponta entrando no meu rabo, mas nada de voce enterrar.

Fazia isso para me judiar, queria que eu pedisse que eu implorasse, meus movimentos com a bunda tamb�m te enlouquecia mas nessa luta fui mais fraca, sem parar de chupa-la pedi para que voce enfiasse todo seu cacete em mim.... enfia amor ...Enterra no meu cuzinho me fa�a gozar ahhhh! Foi numa estocada s�, senti ele penetrar parecia que me rasgava, um grito de dor e prazer...Isso amor mete na sua putinha. Voce enfiava tudo, no come�o seu vai e vem era lento, depois foi se tornando mais r�pido e o meu prazer maior, sua voz parecia que vinha de longe... Chupa ela fa�a ela gosar, enquanto eu chupava aquela buceta gostosa seu pau penetrava fundo no meu cuzinho... ahhhh vou gozar, mete amor, aiiiiiii que gostoso, me come amor fodeeee tou gosandoooo ahhhhh ! Tres gozo ao mesmo tempo.

Tres corpos jogado na cama... Exaustos! A primeira buceta que chupei, senti o gosto que os homens sentem, entendi por que nos somos t�o desejada.



Casada T�mida [email protected]

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