A caminho do cafofo, o Castilho n�o se continha:
- Mano ela � muito gostosa! Tem um rabo enorme e que peit�o!
- Porra Castilho, me deixa ver a fulana primeiro.
- A Arlete a revistou e disse que � toda boa e durinha.
Arlete era PM feminina encarregada da revista e sapat�o nas horas vagas.
- Vai por mim, se voc� n�o der conta eu como!
Pareceu uma eternidade at� ao cafofo e aquele porra na minha orelha, ta bom ela tinha vindo me ver; mas foder era outra historia...
No caminho cruzei com o Andinho, a bichinha tamb�m tinha visita.
- At� voc� aqui, vai foder com quem! Quem � a vaca?
- Tua m�e aquela puta!
- Credo! Perguntar n�o ofende bofe!
A bichinha empinou o rabo e saiu fora na ponta dos p�s.
Para meu azar o meu quartinho era o ultimo. Cheguei na porta e o Castilho me saiu com essa:
- O mano come essa perua, depois vamos rever nosso acerto. � muita mulher pra voc�, tem que me colocar nessa parada!
- Castilho fala baixo, porra! Ela pode escutar.
- Vai logo e fode essa vagabunda.
O filho da puta saiu fora e eu entrei no cafofo. A fulana estava de p�, o vestido denunciava: Tinha os quadris largos, seios fartos e empinados. A pele bem tratada, pinta de madame, era a pr�pria dondoca; mulher de bacana.
A prop�sito o nome dela � Rosemeire, tem 42 anos, casada, dois filhos adolescentes e o marido executivo de multinacional.
- Bom dia Cachorr�o, pensou que eu n�o vinha?
- Magali, desculpe traze-la aqui...
- Para com isso, estou aqui porque quero.
- Sei que aqui � barra pesada, n�o queria te expor.
- Deixa disso, vim porque queria muito te conhecer.
Deu-me um beijo rosto e nos sentamos na cama, papeamos alguns minutos e logo j� estava acariciando aquele mulher�o.
Os seios duros apontavam para mim, enfiei a m�o debaixo do vestido e ela abriu a pernas, estava molhada.
- Estou com muito tes�o, mas tenho medo, medo que voc� me machuque....
- Relaxa, faz tempo que n�o tenho mulher, mas sei me comportar.
- Vai com calma meu querido.
Fui tateando aquele bucet�o, estava cada vez mais molhado. Ajudei a tirar o vestido, a mulher era um avi�o!
Realmente era toda durinha e os seios turbinados que teimavam em apontar para cima e enchi a boca sugando aqueles bicos enormes, minhas m�os n�o davam conta daquele bund�o!
Afastei-me dela e fiquei admirando aquele corp�o, ela envergonhada me perguntou:
- O que foi?
- Meu Deus, como voc� � gostosa!
- Meu marido n�o acha.
- Meu amor ou ele viado ou tem uma amante!
S� restou a calcinha, branca e bem pequena tipo fio dental, mal cobria a buceta. Pedi que ela desse uma volta, tampando os seios virou bem devagarzinho. O rabo era maravilhoso, engolia a calcinha deixando à mostra a marca de um bronzeado safado.
Agarrei-a por tr�s; j� n�o aguentava mais. Fiquei acariciando aqueles peitos e encoxando a aquele bund�o, no meio da sacanagem ela disse:
- Quanto tempo voc� n�o mete?
- Muito tempo.
- vou te dar um presente!
Fez-me deitar na cama, pediu que abaixa-se as cal�as e come�ou a chupar meu pau, chupava devagar e vez por outra olhava no meu rosto, como uma vagabunda come�ou chupar minhas bolas; ora uma ora a outra e acabou enfiando as duas na boca. Voltou a chupar meu pau mordiscando a chapeleta, eu j� subia pelas paredes louco de tes�o, num movimento mais intenso enfiou meu pau inteirinho na boca.
N�o aguentava mais, ia gozar a qualquer momento.
- Para, se n�o gozo na sua boca!
- Goza, quero engolir sua porra!
Agarrei sua cabe�a e gozei como um louco estocava a sua boca como se fosse uma buceta. Me acabei como um animal, e ela como uma boa vaca sorveu at� a ultima gota.
Levantou-se e pegou um len�o bolsa, limpou a porra que havia escorrido pelos cantos da boca e colocou uma bala boca. Meio atordoado olhava aquela gostosa de p� s� de calcinha. Parecia um sonho...
Tirei o resto da roupa e mandei que deita-se ao meu lado, peguei uma camisinha e ia de coloc�-la. Mas ela n�o deixou.
- Deixa que eu coloco!
Come�ou a me punhetar, at� que ficasse duro e latejante.
- Cachorr�o que pau enorme voc� tem, vai acabar me rasgando com esse caralho!
J� plastificado pedi que virasse de lado; com aquela bunda maravilhosa ao meu dispor, fez men��o de tirar a calcinha n�o deixei afastei de lado e gravei a buceta encharcada. Deu um longo gemido.
- Ai! Que bom enfia de devagar.
Atolei de vez e mais um gemido.
- Ta me rasgando tarado, faz mais de m�s que n�o transo.
Soquei a rola, imprimindo um ritmo mais forte e sentindo que entrava cada vez mais, ataquei o grelo; que por sinal era grande e estava duro.
Cada vez que eu brincava ela estremecia e balbuciava coisa sem nexo, deixei meu pau estacionado na buceta e me concentrei no grelo. Ela gemia cada vez mais at� que gozou, agarrei seus cabelos e beijei sua nuca, ela suspirou e ficamos abra�ados por algum tempo.
Fiquei olhando aquele rabo maravilhoso, a marquinha de fio dental me deixava com mais tes�o. Alisava aquele rabo e notava que o cuzinho piscava, a cada passada de m�o.
- Aonde voc� arrumou esse bronzeado?
- Gostou? Tomo sol no sitio.
Era dif�cil que aquele rabo n�o engolisse o biqu�ni, quase imposs�vel; era muita carne para pouco pano! Percebendo que eu estava hipnotizado com aquele rabo, a safada arreganhou ainda mais, deixou amostra o bot�o. Doido de tes�o, j� ia enfiando naquele cu!
- Calma amorzinho, deixa eu me ajeitar!
Levantou-se e apanhou um frasco de �leo de am�ndoas e mais uma camisinha, tirou a calcinha e jogou na minha cara. Aproveitei a deixa e fiquei sorvendo aquele cheiro delicioso! Passou o �leo no rabo e deu aten��o ao cuzinho e com jeito de puta abriu outra camisinha, meu pau j� estava trincando quando a vagabunda tomou meu cacete nas m�os e tirou a camisinha usada.
- Nossa j� esta duro, mas precisa de uma limpeza.
Caiu de boca e sorveu o resto da porra, com muita habilidade colocou a nova camisinha. Aproveitando a situa��o, sentou no cacete.
Come�ou com um galope bem de leve segurei aqueles peitos turbinados, s� olhando a vadia morder o l�bio inferior.
- Como � bom, aquele idiota s� me come de vez enquando!
Derrepente ela parou.
- Nossa j� vou gozar, espera, espera! Quero teu cacete no meu rabo!
Ficou de quatro e o cuz�o ficou a minha disposi��o, comecei beijar a bunda e enfiei a l�ngua no bot�o. Ela estremeceu...
- Enfia devagar...
Coloquei um dedo e fiquei alargando o buraquinho, e ela gemendo come�ou a me falar mal!
- Me fode filho da puta, rasga meu cu...
Posicionei o caralho na porta daquele cu, comecei a enfiar e ela gemia baixinho...
- Me fode vagabundo, me rasga!
Enterrei de vez, e a vagabunda gritava feito louca. Sem tr�gua enfiei at� as bolas.
- Me arromba, me rasga seu filho da puta.
Bombei por uns cinco minutos, at� que ela desabou...
Caiu de bru�os, respirando pesadamente. Vendo aquele bund�o para cina, enfei meu pau na buceta melada. Ela gemeu baixinho e facilitou a entrada.
- E ai vaca, aguenta mais?
- Morri, mas acaba o servi�o...
Bombei at� gozar...
Ficamos agarradinhos at� a hora de terminar a visita, ela se recomp�s e ia vestindo a calcinha.
- A calcinha � minha!
Ela esfregou na buceta e me entregou a calcinha molhada.
- Fica com meu cheiro, lembra de mim at� a pr�xima visita.
- Vou ficar esperando.
Sa�mos juntos pelo corredor e levei-a at� o port�o.
- Vou vir todas as semanas, posso?
- claro que sim.
Ficamos nessa putaria por mais de um ano, a cada visita a foda foi melhorando. Hoje sou caseiro do sitio dela, trepo toda a semana e o marido nem se toca.