A Esposa como Presente de Anivers�rio. J�lia e M�rcio s�o nossos amigos h� muito tempo de, frequentarmos as casas, e vez por outra vamos para nossa ch�cara para passar o final de semana. Nas conversas mais picantes, Julia comentava que o M�rcio tinha um dote avantajado, j� tendo comentado com minha esposa que o pinto dele era grande e grosso. Na �poca do anivers�rio de M�rcio estava viajando pela empresa e somente ap�s 19 dias retornou; resolvemos ir para a ch�cara no pr�ximo final de semana e comemorar-mos entre n�s o seu anivers�rio. Julia e M�rcio chegaram na sexta à noite e ficamos bebendo e conversando at� de madrugada, para apimentar direcionei o assunto para o sexo. Na manh� seguinte levantei e fui at� a cozinha para tomar um caf�; ap�s o caf� encontrei todos na varanda conversando; as mulheres de biqu�ni e sa�da de banho por cima, os homens de bermuda e camiseta. Come�amos a conversar e logo est�vamos na piscina tomando um banho. Julia tem um belo corpo com uma bundinha empinada e os seios m�dios durinhos, Silvana (minha esposa), n�o fica atr�s e tem um belo rabo. A tarde fizemos um churrasco, com muita caipirinha e passamos o dia assim piscina, churrasco e muita bebida. Por volta de 18:00 hs. fomos todos tomar banho e aproveitamos para tirar um soneca; l� pelas 21:00hs nos encontramos de novo, batendo papo e vendo o que ir�amos fazer para o jantar. Com a bebida o assunto foi para o sexo e todos come�amos a nos excitar. Falei para Silvana se n�o estava na hora de dar o presente para o M�rcio, ela me olhou sacana e perguntou: - Devo dar mesmo. Respondi que isso era com ela. Ela se aproximou de M�rcio e o beijou, logo os dois estavam no maior amasso; puxei Julia e lhe dei um beijo estalado, ela no in�cio n�o correspondeu, mas logo em seguida se soltou me beijando gostosamente. O volume do cacete do M�rcio j� estava vis�vel, quando a Silvana se ajoelhou, abaixou a bermuda dele, liberando um cacete enorme e grosso; eu e Julia continu�vamos no amasso e meu pinto endurecia cada vez mais, latejando sob a bermuda. Minha esposa de joelhos chupava o cacet�o do M�rcio, Julia olhava a cena e me beijava alucinadamente, eu sentia os bicos dos seios durinhos e entumecidos sob a camiseta sem soutien a ro�ar em meu corpo, com tes�o, levantei a camiseta dela liberando aqueles seios maravilhosos e comecei a chup�-los arrancando gemidos dela; ouvindo a esposa gemer, M�rcio voltou a realidade e olhando sua esposa se deliciando comigo balbuciou algo como uma reclama��o e Julia simplesmente falou para ele curtir. M�rcio deitou minha esposa no sof� ao nosso lado e come�ou a chupa-la, lambendo seu clit�ris e sugando o sumo que escorria de sua bocetinha gostosa; n�o aguentando de tes�o ela pediu para ele meter na sua boceta: ”..Vem tes�o, mete esse cacete na minha boceta, quero sentir esse pauz�o me fodendo, vem mete...”. Julia fez um sinal para vermos ele enfiando na boceta da Silvana; Julia pegou meu pau e come�ou a masturbar-me lentamente, olhando a cena, por minha vez chupava os seios dela enfiando a outra m�o em sua boceta alagada. Na beira do sof� M�rcio come�ava a penetrar minha esposa. Silvana abriu ao m�ximo as pernas, deixando a boceta a sua disposi��o, ao sentir aquela cabe�ona enorme entrando, come�ou a gemer baixinho e pedia “...devagar, t� doendo, � muito grosso...”, e gemia, suspirava. Minha esposa deitada de pernas em volta da cintura do M�rcio, ele socava o cacete inteiro na boceta dela que engolia aquela vara enorme e grossa e gemendo falava “...Ai! que tes�o, mete, vai, enfia tudo, quero tudo dentro, vai mete, mais, mete mais, ai t� batendo no fundo do meu �tero...”, M�rcio socava fundo, arrancando gemidos, urros e l�grimas da Silvana. Eles gozaram, ficando largados no sof�. Julia e eu aproveitamos e come�amos a foder; Julia ficou de quatro e eu enfiei na xoxota dela “...Isso tes�o, enfia, sempre quis a sua rola, vai me fode...”, ouvindo isso soquei violentamente, enfiando at� as bolas bater me em sua gruta e Julia sentindo meu cacete na sua boceta rebolava alucinadamente; eu com uma das m�os acariciava seus seios e com a outra enfiava um dedo em seu rabinho apertado, n�o demorou e Julia gozou rebolando no meu pau. Bombei mais algumas vezes com viol�ncia na boceta dela e gozei tamb�m. M�rcio e Silvana que estavam assistindo come�aram a fazer um 69 , M�rcio lambia a boceta de Silvana e enfiava de vez em quando a l�ngua no cuzinho dela falando “...quero a sua bundinha, sua gostosa, tes�o...”, Silvana tirava o caralho dele da boca e respondeu “...N�o, eu n�o vou aguentar, voc� � muito grosso... ” . Julia, me falou que queria ver aquilo pois ela que era casada h� algum tempo n�o tinha conseguido dar o rabo pra ele, ela falava “...se meter na bunda dela ele vai arrega�a-la, vai rasgar ela todinha, eu nunca consegui dar minha bunda para ele...” .
Meu cacete come�ou a dar sinais de vida novamente ante a perspectiva de ver a Silvana levar aquele cacet�o enorme na bundinha, Julia pegou meu pau e come�ou a fazer uma gulosa “. M�rcio come�ou a for�ar o cacete no cu da Silvana que soltou um urro, M�rcio estabanado por estar comendo um cuzinho tentava enterrar com pressa, Silvana urrando, gemia e gritava “...ai! T� doendo, devagar..., com calma..., vai, mete devagar, mete tudo, “
Ele foi for�ando e o cacet�o foi entrando com os urros e gemidos da Silvana; a Julia at� parou com o boquete e olhando aquela cena falou : “...n�o acredito!, ela t� dando a bundinha pra ele...”, e vendo minha mulher gemendo naquela vara enorme “...ele vai arrombar ela, ele vai arrega��-la... nossa t� entrando tudo.”; quando j� estava tudo dentro, minha esposa chorando come�ou a rebolar, o M�rcio socava freneticamente no rabinho da minha mulher. S� ouvi Juliana dizer gozamos, eu na bunda da Juliana e o Carlos na bunda da minha mulher. Ele foi aumento o ritmo com estocadas cada vez mais violentas e a Silvana berrava que estava sendo arrega�ada, n�o aguentando mais M�rcio gozou no cu da Silvana urrando alto, enchendo o rabo dela de porra que ficou escorrendo por entre as coxas dela. Eu e a Julia nos entreolhamos mal acreditando que a Silvana tinha aguentado aquela vara no cu. Foi ent�o que a Julia me beijou e pediu com beicinho para comer o cu dela pois ela nunca tinha dado o rabo e estava louca de tes�o de levar no cuzinho e me falou ” ...Como o pau do M�rcio � muito grande e eu nunca consegui dar a bundinha pra ele a minha fantasia � voc� me comer o cuzinho, pois a Silvana sempre fala que vc adora um rabinho, eu nunca imaginei ele comendo o rabo dela, mas sempre me imaginava dando pra voc�...”. Peguei a Julia e a coloquei de quatro na minha frente, lambi seu cuzinho enfiando a l�ngua nele, lubrificando-o para facilitar a penetra��o, enquanto chupava fui enfiando os dedos, come�ando com um at� conseguir colocar 3 dedos com ela gemendo e rebolando, foi quando ela transtornada de tes�o virou e me falou “...vai tes�o enfia no meu rabo, t� me deixando louca com essa l�ngua, enfia logo o cacete que n�o aguento mais....” O meu pau tem aproximadamente 18cm por 6 de grossura, n�o sendo pequeno tamb�m, coloquei a cabe�a na portinha do cuzinho da Julia que soltou um suspiro, nisso o M�rcio resmungou e a Julia com meiguice implorou para ele deixar eu comer o cu dela, ela pediu de tal forma que ele sem jeito de negar acabou concordando sentando numa posi��o que dava para ver a penetra��o na bundinha de sua esposa. Comecei a for�ar a cabe�a no cuzinho de Julia que suspirou e gemeu baixinho, dizendo “...aiiiiiiiii tes�ooooo, enfia....” fui for�ando e a cabe�a entrou arrancando um grito dela, l�grimas escorreram por sua face e ela me olhou sorrindo e pediu para enfiar tudo; ao ver aquele rostinho lindo, l�vido, com l�grimas a escorrer, gemendo e mesmo assim pedindo pra por tudo, o meu tes�o ficou incontrol�vel e eu empurrei com decis�o, devagar, mas com decis�o, tudo naquele rabo gostoso, Ela gemia, chorava e sorria. Quando entrou tudo dei uma parada para ela se acostumar com o volume l� dentro; depois comecei com movimentos lentos num vai e vem gostoso, ela gemia e come�ou a rebolar no meu pau, a Silvana e o M�rcio s� olhavam, comecei a bombar com mais for�a e mais r�pido arrancando gemidos e suspiros da Julia, que chorando rebolava falando “...mete gostoso, fode o meu cuzinho tes�ooooo...” ela rebolava, gemia e come�ou a jogar a bunda de encontro ao meu pau, sussurrando ”...aih tes�o, vai devagar, calma, nunca dei pra ningu�m, aihhh, come gostoso, vai , isso , mete,...” ficamos assim at� gozarmos como loucos, ela gozou pela bundinha que piscava desordenadamente apertando e soltando meu pau que esguichava no seu cuzinho.... Me larguei em cima dela e ficamos at� meu pau murchar e sair do cuzinho dela, arrancando um gritinho. Ela me beijou e agradeceu por realizar o sonho dela.