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A MULHER DO MEU AMIGO

Bem vou me identificar como Kenishi por causa do amigo e da mulher dele em questao! Eu sou moreno, nao sou feio de todo, trato muito bem do meu corpo e bom, esta situa�ao passou se a dois fins de semana passados,em que eu fui passar o sabado a casa de um casal amigo, o Joao e a Joana (nomes ficticios), para ve los , pois a muito que nao os via, o Joao � um tipico portugues, moreno, baixa estatura, a Joana, ja por � um mulher�o, linda, morena, curvada, uma delicia de mulher, que eu sempre olhei e me babei, mas que nunca o disse por respeito,mas que desejava te la!



Eu, la cheguei a casa, e fui cumprimentando os dois, e iniciou se uma bela tarde de conversa, so que no meio da conversa o Joao recebe uma chamada do trabalho a dizer que ele tinha de la passar pois algo se passava, e eu disse lhe: - bom entao sendo assim eu vou andando e depois falamos. Ele respondeu que n�o, que nao se iria demorar e que me deixa se estar a vontade, fazia companhia a Joana e que ele chegava num instante. Bom eu claro deixei me ficar, a olhar para a Joana, de vestido bem cintado, com aquele corpo maravilhoso, sentada no sofa, de perna cruzada, a olhar para mim e a sorrir.



O Joao tinha acabado de sair quando a Joana me diz: - queres beber qualquer coisa? eu respondi que se ela tivesse vinho verde fresquinho , que seria bem vindo, entao ela levanta se e passa na minha frente, e eu mais uma vez a observa la, sensual, bonita, atraente, sexy, e sem dar por isso, com uma erec�ao enorme, com o meu pau quase a saltar das cal�as de desejo de comer aquela mulher. Sentado na sala a pensar que aquela era a mulher do meu amigo e que estava errado, mas nao havia maneira de baixar o volume que estava nas minhas cal�as, ao pensar na Joana com aquele vestido.



Ou�o a chamar da cozinha para vir ajuda la a abrir a garrafa que ela nao era capaz, e la me levantei e quando entro na cozinha, vejo a um pouco debru�ada sobre a bancada a preparar um pestico de costas para mim com a luz da janela a bater lhe no vestido e reparo que ela traz um fio dental reduzido e nas formas perfeitas de cada uma das nadegas, ficando ainda mais excitado, ela olha para mim e diz: -vais ficar ai parado a olhar? Eu muito atrapalhado rapidamente me dirijo a garrafa em cima da mesa e abro a, na esperan�a que ela nao tivesse reparado na minha excita�ao. Para meu azar ela diz: - Ja agora para onde estavas a olhar? Eu sem cor no rosto disse: - bem desculpa mas era para ti, o Joao que me desculpa mas �s de facto uma mulher linda e ele tem muita sorte! - e esse volume todo nas tuas cal�as deve se a mim?- diz me ela com um sorriso muito atrevido. mais uma vez sem saber o que fazer ou dizer, fico calado na esperan�a que o assunto morra por ali. mas ela nao deixa e continua - sabes sempre te achei muito atraente e vejo que eu tambem nao te fico indiferente, e acho que nao vou esperar mais para fazer aquilo que ja quero fazer ha muito tempo!! e sem demoras, beija me, ao que a afasto na supresa, e depois a puxo para mim, beijando a novamente, sentindo a lingua dela enrolar se com a minha, e as minhas maos rapidamente agarrando aquelas nadegas desejadas, puxando as para mim, apertando e ela a beijar me, a dar pequenos gemidos, e nao aguentando, pego a no colo, e sento a em cima da bancada, colocando me no meio das pernas dela, beijando o pesco�o, e com as maos ja colocadas nos seios perfeitos, empinados, nao muito grandes e nao muito pequenos, e vou beijando cada vez mais para baixo, enquanto a toco, e ela ro�ando se no meu pau cada vez mais pulsante a querer sair desesperadamente das cal�as, entao abro lhe o vestido e lambo lhe aqueles mamilos rosadinhos, erectos, perfeitos, ela geme e agarra me a cabe�a, aperta me contra o peito dela, querendo mais e mais chupadelas e lambidelas, apertadelas, entao desaperto o cinto, abro as minhas cal�as e puxo as para baixo, expondo todo o meu pau, ao que ela ve e comenta: -que delicia isso tudo para mim, ai que o Joao nao tem isso tudo! e salta da bancada, poe se de joelhos e com a ponta da lingua, come�a a brincar com a cabe�a do meu penis, vermelho , molhado de excita�ao, e dando pequenos beijos vai me deixando louco, eu agarro lhe a cabe�a e empurro com for�a, ao que ela o tenta por todo na boca, engasgando se de vez enquanto, e eu digo,lhe: isso chupa, anda chupa que tu gostas, anda, chupa tudo bem chupadinho.



Ela vai chupando, e tira o fora, para lamber ate aos colhoes, fazendo questao de passar bem a lingua neles e dando lhe pequenas chupadelas e depois volta a coloca lo na boca, chupando com prazer, sempre num ritmo desenfreado, e eu preste a vir me aperto a contra mim e ela sentindo que estava prestes a ir me, acelera as chupadelas enquanto me vai batendo uma punheta, e venho bem dentro da boca dela e ela sempre sem parar, quando termino, ela levanta se e beija se ja sem anda na boca e diz que nunca tinha feito isto com o Joao, entao eu ponho a novamente na bancada e abro lhe as pernas e come�o a passar a lingua nas coxas, sem passar naquela coninha que pa pisca de desejo de ser lambida e comida, e vou aproximando a lingua e ela geme e contorce se. com dois dedos abro lhe os labios daquela coninha rapadinha, e come�o num festival de labidelas e chupadelas,deixando a ainda mais acessa, e ao mesmo tempo pono lhe dois dedinho cona acima, e com alguma supresa dela, coloco tambem o dedo mendinho no cuzinho que aparentava ser virgem, ela inicialmente esbo�ou um grito de supresa e depois gemidos de prazer, numa cadencia louca, a vou chupando e fodendo com os dedos ate ela se vir uma, duas , tres vezes, e ai nao vou de modas levanto me e de uma estocada, ponho todo o meu caralho dentro daquela coninha toda molhada ao que ela inspira e da um grito de prazer, e come�o num vai e vem louco, num ritmo de duas feras selvagens a luta, completamente sincronizados, fodemos , com todoas as for�as que temos, eu bombando sem parar, ela a morder me o ombro e a agarrar me as costas ao ponto de me arranhar, e eu sempre a bombar forte e a dizer lhe: - gostas nao gostas, que te foda forte e feio, admite, diz , diz que queres que te foda todinha a bruta, diz! - isso fode me , fode me bem, nao pares, isso , esta tao bom, fode me, isso isso isso isso isso, ai tao bom , mas tao bom! diz ela anunciando mais um orgasmo, entao quando ela atinge mais um orgasmo, tiro a da bancada e ponho a de costas para mim e come�o a lamber lhe o olhinho daquele cuzinho virgem, e elacom receio diz : nao o fa�as que eu nunca o fiz!



Eu sem parar lambo e penetro a com a minha lingua, rego adentro ao que ela come�a a gemer, e quando a sinto lubrificada, levanto me e ponho a cabe�a bem vermelha na ponta daquele cuzinho e come�o a for�ar a entrada apertadinha, ao que ela diz que doi , mas eu nao paro e vou entrando e entrando, centimetro a centimetro, enquanto uma mao lhe esfrega aquela coninha deliciosa, e quando ela da conta ja os meus colhoes lhe batem nas nadegas e assim fico parado um pouco para ela se habituar, e ela diz : -esta a arder,mas esta a saber bem! e entao come�a se a mexer devagar, habituando ao facto de ter um caralho bem enterradinho no cu, e come�a a aumentar a cadencia cada vez mais depressa, ao que come�a mesmo mt bem a cavalgar , gemendo dizendo para nao parar, para eu o meter bem dentro, bem forte, e eu vou dando investidas bem fortes, e claro ja nao aguentando mais, venho me bem dentro daquele cuzinho acabadinho de desflorar, e quando saiu, vem uma mistura de esperma e sangue e ela volta se para mim e beija me!! Recompomo nos e ela diz que quer voltar a repetir a dose!

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