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MULHER OBJETO, PEDA�O DE CARNE (2)

Continua��o de “Mulher objeto, peda�o de carne…”



Haviam se pasado um pouco mais de 5 meses que havia transado com Ricardo e nunca mais o viÂ… sua carta dizendo que iria me comer qualquer dia parecia ser uma brincadeira, pois nunca mais voltou.

O meu maior medo e excita��o havia acontecido: estava gr�vida de um homem desconhecido.

Sempre que lembrava Ricardo gozando dentro de mim ficava cheia de tes�o. Para mim n�o havia nada mais er�tico que imaginar seus espermatozoides procurando meu �vulo para fecundarlo… o s�men de Ricardo era f�rtil, muito f�rtil e ficava imaginando como seria o sabor.

Era noite de domingo e estava terminando de ler uma revista sentada na sala. Eram aproximadamente 19 horas da noite e estava prestes a ir para a cama.

De repente senti um barullo na porta. Antes de me levantar vi a imagem de Ricardo entrando com sua camisa aberta, mostrando os cabelos no peito e uma cal�a jeans suja. Seu olhar furioso me fez lembrar aquela tarde de maio de 2003.

-O que voc� quer? - perguntei asustada.

Ricardo n�o respondeu e foi se aproximando sem tirar seus olhos de mim.

-Estou gr�vida!

Ricardo novamente n�o disse nada, s� tirou as cal�as ficando de cueca na sala. Podia per�eber seu p�nis duro dentro daquela cueca azul. Aquela imagen provocou um frio na minha barriga.

-Meu ovos est�o cheios de porra de novo! E n�o vou sair daqui assim! – disse ele se aproximando lentamente.

Fiquei com medo devido ao meu estado. Tentei fugir mas Ricardo me agarrou fortemente e quase cai no ch�o da sala, ficando ajoelhada frente a ele. Ricardo n�o perdeu um segundo e tirou o p�nis pelo lado da cueca, deixando-o a cent�metros do meu rosto.

Aquele cheiro de p�nis, sua cabe�a vermelha, aquelas veias, seus test�culos peludos… n�o resisti e levei tudo à boca.

-Eu sabia que voc� gostava, sua vagabunda! – disse ele.

Eu chupava seu pau como nunca. O gosto salgado do mel que sa�a daquela cabe�a era maravilhoso. Deslizei minha lingua at� o saco, chupando primeiro um test�culo, depois o outro. Logo, muito faminta, enfiei os dos test�culos na minha boca, provocando um grande gemido em Ricardo.

De repente ele puxou meus cabelos com for�a e disse:

-Voc� n�o sabe como chupar um pau sua cadela, vou te mostrar!

Ricardo empurrou minha cabe�a at� o fundo sem piedade, fazendo entrar aquele pau enorme na minha boca de uma vez. Pude sentir a glande na minha garganta. Meu ar foi acabando aos poucos… tinha o saco dele no meu queixo e os seus pelos p�bicos no meu nariz. S� podia escutar ele falando: “Engole meu pau, porra! Engole ele todo!”

N�o podia respirar, Tentei dizer que estava sufocada e Ricardo ainda empurrando minha cabe�a disse: “Problema seu vadia! Voc� � s� um peda�o de carne!” e logo empurrou ainda mais minha cabe�a.

Senti que ia desmaiar. A saliva sa�a da minha boca, escorria pelo saco de Ricardo e pingava no tapete da sala. Come�ei a bater nas pernas dele pedindo piedade e finalmente Ricardo me soltou.

Ainda me recuperando, ele me agarrou ainda no ch�o e me botou de quarto. S� pude sentir suas m�os abaixando minha cal�a de moleton e minha cal�inha. Logo veio a dor da pentra��o, Ricardo estava comendo minha buceta novamente. Gritei de dor, mas aquela cena – eu gr�vida sendo comida por aquele homem cheio de desejo – me foi deixando louca.

-Toma vadia! Toma! – gritava Ricardo.

A cada penetra��o sentia muito prazer, muita dor e tamb�m muito medo pois imaginava que aquele p�nis enorme poderia machucar o beb�. Entre uma socada e outra pude implorar:

-Desse jeito voc� vai machucar o beb�!

-N�o me interessa vagabunda! Voc� � minha agora!

S� podia gritar, nada mais. Ent�o olhei entre minhas pernas e vi o saco de Ricardo batendo na minha bunda fortemente e logo percebi que estava sangrando.

-Estou sangrando! Voc� vai matar o beb�! – gritei assustada.

-Se eu matar a gente faz outro! – respondeu.

Aquele jeito cafajeste de Ricardo me deixava louca. A pesar da dor, continuei recebendo cada socada daquele pau dentro de mim com muito prazer. Ele estava certo, eu era um objeto, um pedazo de carne, s� servia para lhe dar prazer, nada mais.

De repente, Ricardo come�ou a me penetrar ainda mais r�pido, segurando minha cintura com for�a.

-Vou gozar, caralho! Vou gozar!!!

E assim foi. Ricardo me encheu novamente de porra. Porra quente, espessa. Pude sentir perfectamente uns 7 jatos dentro de mim.

Ricardo secou o suor do rosto e do pesco�o, guardou o p�nis, vestiu a cal�a e novamente e foi embora sem me dar satisfa��es… me deixando de 4 na sala, novamente adolorida, gr�vida, suada, cheia de s�men e sangrando.

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