Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

LEO - O ACAMPAMENTO

A minha m�e queria que eu convivesse com pessoas da minha idade.

Numa sexta-feira, ap�s as aulas, levou-me para um acampamento de fim-de-semana. Deixou-me ficar num s�tio onde s� se avistavam �rvores e montes muito altos, junto a um regato, com um grupo enorme de rapazes e raparigas e foi-se embora.

Dividiram-nos em grupos de tr�s. Eu, como n�o conhecia ningu�m, deixei-me ficar no meu canto. S� sobrou outro rapaz. Entregaram-nos uma tenda para os dois. Ele era lindo, eu j� o tinha visto v�rias vezes no autocarro. At� j� tinha batido algumas punhetas a imaginar que o agarrava por tr�s e enfiava o meu pau naquele cu maravilhoso. Era alto, de cabelo comprido castanho e olhos verdes, mas muito t�mido. Como eu tamb�m sou muito t�mido, dificilmente chegar�amos à fala um com o outro.

Escolhemos um lugar abrigado entre as rochas, um bocado afastado dos outros, e l� montamos a nossa tenda. O Leo (Leandro era o nome dele) desenrascava-se bem, apesar de dizer que era a primeira vez parecia que a vida dele era montar tendas. Era um mi�do espectacular, parecia saber tudo, fazer tudo…

Ele era um solit�rio como eu, filho �nico tamb�m, empurrado para o acampamento pela m�e, para o obrigar a conviver.

� noite fizeram uma enorme fogueira à luz do luar, alguns tocavam viol�o, cantavam, contavam-se anedotas, mas arrefeceu muito e eu s� tinha uma camisola. Fui para a tenda, pois tinha frio. Despi os cal��es e a camisola e enfiei-me dentro do saco cama que, felizmente, a minha m�e me obrigara a trazer, apesar de ser Ver�o. Passado algum tempo chegou o Leo. Deixou as sapatilhas do lado de fora, correu o fecho da porta e deitou-se no ch�o da tenda, todo encolhido, a tremer de frio. Disse-lhe que eu estava bem quente, se ele quisesse eu n�o me importava que fic�ssemos os dois dentro do saco, que era grande e dava bem para ambos. Ele hesitou mas o frio e a escurid�o acabaram por vencer a timidez. Disse-lhe para tirar a roupa sen�o ir�amos transpirar. Despiu a camisola e os cal��es, e eu a suspirar - oxal� que dispa as cuecas -, mas, no escuro, com a fraca luz do luar, reparei que ficou de boxers, tal como eu.

Entrou no saco a tremer, abri os bra�os para o acolher – � para cabermos melhor, disse eu – e ele ficou muito esticado, de frente para mim. Abracei-o, apertei-o bem contra o meu corpo. Todo ele tremia. Afaguei-lhe as costas, pus a minha coxa em cima das pernas geladas. Senti-o a relaxar, a parar de tremer, o corpo a ficar mole, a aconchegar-se bem ao meu, a abra�ar-me tamb�m. Beijei de leve a sua face. Tinha uma pele macia, sem pelos, tanto na cara como nas costas e nas pernas. Tinha um h�lito agrad�vel e eu fiquei com um tes�o enorme. A princ�pio tentei n�o encostar muito junto ao p�nis, para ele n�o notar a minha erec��o, mas logo percebi que ele estava no mesmo estado por dentro dos seus boxers. Beijei-o outra vez na cara e ele retribuiu. Encostei os meus l�bios aos dele e esperei a sua reac��o. Afagou-me a nuca, abriu a boca e meteu a l�ngua dentro da minha. Beijamo-nos durante largos minutos, cada um com uma m�o na nuca do outro e a outra a apalpar os rabos, por cima dos boxers. Os peitos, as barrigas coladas, as pernas entrela�adas e as vergas a esfregarem-se uma na outra, com o tecido das cuecas a separ�-las. Nenhum ousou meter a m�o por dentro dos boxers, apenas nos beijamos na boca, apalpamos com for�a os rabos e ro�amos os p�nis com frenesim… at� que a respira��o do Leo acelerou, estava prestes a vir-se e eu, ao imaginar que via o leite a jorrar da sua verga, ejaculei dentro das cuecas. Tive um orgasmo sensacional, ao mesmo tempo que sentia que o Leo tamb�m estava a ter um orgasmo, a sua verga a latejar junto à minha.

Relaxamos os dois. Nenhum disse uma palavra. Apenas trocamos car�cias at� adormecer. A seguir s� me lembro de acordar com vozes l� fora, a claridade j� passava pelo pano da tenda e eu estava de costas, de barriga para o ar, o Leo de lado, a dormir com a cabe�a em cima do meu bra�o e uma m�o por dentro das minhas cuecas, a agarrar-me a pila e os tomates! – Mas porque � que eu n�o fiz o mesmo, em vez de dormir a noite toda! Provavelmente o Leo tinha-se divertido com a minha verga e eu nem dei por nada… E agora tinha que me levantar, pois tinha medo que algu�m espreitasse para dentro da tenda e nos visse dentro do mesmo saco. – Acorda Leo, temos que nos levantar.

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



contos eróticos minha calcinha rasgadaconto gay daniel e murilo me.comerambucetinha virgem bem pequenininho viscosase eu deixar no seu sobrinho como é lá dentro da piscina e gozar na sua caracontoseroticos conversando com.a esposa.dl.amigoconto erotico Tia chupa pau do sobrinho a forca na presenca do cornoporno agiota estouranda a buceta da mulher do devedoentão abri as pernas dela e peguei naqueles peitinhos pequenos e gostosoComi e gozei tudo naquela buceta limpa da minha irma casada eu tambem casadomeu genro me fez gosar contos conto erotico homem chupando bucetaabaxar video porno negro jamaicanocontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaconto eróticos irma cu dinheiroContos de incestó meu marido deu leitinho pra minha filhaEstuprado na frente do filho conto eroticorelato erotifo meu filho gosa muto nas minhas calcinhascontos eróticos dando por ex namorado contos erótico menininha na trilha murhler.abusada.estrupradocontos eróticos infânciac.erotico lua de melsendo encoxado mototaxi gayContos eroticos de podolatria com fotos chupando pes de primas timidasconto erotico esposa bloco carnavalfilha bucetudacontos eróticos incesto o homem da minha vidacondos erodigoscomida pelo sobrinho contos eroticos abri uma cratera no cu da filha da minha primamulher casada e evangelica dando o cu,contos sexprima rechonchuda contos fotoconto ele ficou sabendo do tamanho da bucetaComo me tornei a cadela do meu padrato contos eróticocontos eroticos incesto meu primeiro orgasmo pai e filhinhafilha de salto alto conto eróticocontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaMulher quadril fino buçeta arreganhada xvideo quero que engula essa anaconda sua piranhaWww.contos eroticos de mulheres no quartel.comTestemunha de jeovar conto gaycontos meu cunhado é corninhoconto erótico "totalmente peladinha" ruaFiz marido macho virar cornocontos erotico, quatro travesti me estruparamdei minha bucetinha pro meu cachorrocontos.eroticos.de muleres bem.velhas.transando.cm legumesminha entiada me pega batedo uma punhetaconto branquinha casada trae com negoescontos xxx o marido da minha amiga me comeuConto erotico comida por dois pirocudopornô doido irmão f****** irmã fortemente com pau bem grandãoConto erotico irmazinha rabudasexo pprimeira dp contohomens apanhados a pila na maonovinha dopadaPorno contos incesto aprendendo tudo com papai e mamae,desde cedo,carinhososcontos eroticos sou uma coroa vagabunda levei o muleke na minha casa e fiz ele comer meu cu e minha bucetacontos eroticos incesto gay novinho tv a cabocontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa/conto_27619_fui-enrabado-por-dois.htmlcunhada na cadeia contosconto erotico comvidando visinha pra fuderconto erótico vesti cinta liga pro meu filhoconto erotico mihna noiteme comeram contos teeninquilino viu as minhas calcinhas contos eroticolevei minha esposa e a sobrinha na praia de nudismocontos eroticos gay meu tio de dezenove anos me enrabou dormindo quando eu tinha dez anoscontos eroticos mexicanoNeguin do pau grande comendo gay conto eroticocontoseroticos foi fuder no mato e foi comida por malandrosminha irma me deu sua buceta sm camisinha desabafoconfia minha madrasta no pornô chorando gostosacontos eróticos papai me comeu no meio do matoContos eroticos Meu maridinho vestindo langerricontos eroticos gay ardente paixao pelo dr luizvídeo de sexo de duas mulher gulosa beijo gosmentocontos eróticos de Zoófila - empregada foi amarrada e castigada