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F�RIAS NA JAMAICA - 1O. DIA

Eu e minha esposa resolvemos ter umas f�rias um pouco “diferentes” e depois de MUITA conversa, resolvemos que nosso destino seria um resort all-inclusive na Jamaica, o Hedonism III. O pre�o � um pouco alto, mas com tudo inclu�do (refei��es, bebidas, passeios, jogos, mergulho, festas, etc.) achamos que valeria a pena, mas na realidade tudo foi muito melhor do que n�s dois esper�vamos.

Sa�mos de Vit�ria-ES no s�bado no in�cio da tarde com destino a S�o Paulo de l� ir�amos pegar um outro v�o para Caracas na Venezuela e depois um outro v�o para Montego Bay, cidade pr�xima ao resort, j� na Jamaica. Durante o v�o at� Caracas nos pergunt�vamos se haveriam outros casais brasileiros no mesmo v�o, ou se �ramos os �nicos “loucos” a passar uma semana em um resort exclusivo para casais.

O embarque e o v�o transcorreram sem maiores problemas. Apesar de um pouco cansados, est�vamos animad�ssimos quando desembarcamos em Montego Bay as 08:20 da manh� de domingo.

Por volta das 10:30 chegamos ao para�so, digo ao hotel, tudo muito lindo !!!! As quadras de t�nis e o sagu�o. O Hotel tem o formato de um U gigante com a abertura do U voltado para uma praia privativa e no meio do hotel ficam as piscinas. Pegamos o quarto mais barato, no terceiro piso (segundo andar) voltado para a piscina. Os mais caros s�o os do primeiro piso (t�rreo) voltados para o mar.



PRIMEIRO DIA



Mesmo cansados, resolvemos iniciar um passeio pelo hotel para esperar o hor�rio do almo�o e fazer um “reconhecimento da �rea”. Botei uma bermuda, camiseta e sand�lias, minha esposa um vestidinho de praia e sand�lias. Tenho 38 anos, sou branco, cabelos pretos (ficando brancos), 1,89m e 92 kg, sou um homem grande, mas n�o sou gordo. Ela tem 32 anos, branca, cabelos castanhos claros longos e ondulados 1,70 m e 61 kg. Uma mulher magra, alta e bem feita de corpo com seios de m�dios para grandes e um bumbum muito bem feito e arrebitado. UMA DEL�CIA de mulher. Ao passearmos pelo hotel, notamos logo uma coisa interessante, algumas �reas tinham uma proibi��o muito s�ria, o simples porte de qualquer coisa que registrasse imagens (celular, filmadoras, c�meras, etc) era rigorosamente proibido e nessas �reas as pessoas ficavam mais a vontade e com menos roupa. Mesmo nos lugares onde as m�quinas eram permitidas o pessoal estava bem a vontade. Havia um grupo de seis pessoas dois homens e quatro mulheres jogando v�lei na piscina e duas delas estavam de top less, isso na �rea onde as m�quinas fotogr�ficas eram permitidas. Onde havia proibi��o r�gida, as pessoas ficavam totalmente nuas mesmo.

Por volta do meio dia, almo�amos e voltamos pro quarto para dar uma dormidinha b�sica e recuperar as energias. Por volta das quatro da tarde fomos para a praia, uma del�cia de mar �guas calmas, mornas e uma infra estrutura de cadeiras, espregui�adeiras, gar�ons e bar super organizados. Ficamos deitados na �rea onde as m�quinas eram permitidas, eu de sunga e minha esposa com um biqu�ni preto com a parte de baixo em formato de V, quase deixando aparecer o pouco de pelinhos que ela deixa na bucetinha, pois o resto todo � bem depiladinho. Tinha gente de todas as idades e de todos os jeitos, casais mais velhos, bonitos e feios e mais jovens bonitos e feios. N�o havia uma uniformidade, era gente para todos os gostos, gordinhas, magrinhas, altinhas, mulheres com peitos enormes e lindos, e mulheres n�o t�o bonitas assim. Essa diversidade nos deixou mais a vontade e em menos de 19 minutos eu j� estava com o pau duro de tanta mulher gostosa de top less e fio dental. Os biquinis eram tamanho SM (Super Micro) os maiores mostravam quase tudo e eu que ao sair do quarto achei que minha lindinha estava sexy demais, depois de 19 minutos j� achava seu biquini meio sem gra�a de t�o grande, e olha que ela n�o tem coragem de ir com ele nas praias de Vit�ria.

Um pouco depois um casal de Iowa (americanos) um pouco mais velhos do que n�s, sentou-se ao nosso lado e come�amos a conversar quando o mesmo gar�om nos atendeu. Ele estava s� de bermuda e ela estava com um micro vestido de rendinhas de mangas compridas e somente com a parte de baixo do biqu�ni, os bicos dos peitos passavam pelos buraquinhos do vestido, seus nomes eram Georges e Marcy. Eles j� passaram l� uma semana dois anos atr�s e iriam embora na ter�a feira. Nos deram toques muito bons, principalmente sobre a proibi��o de m�quinas nas �reas demarcadas e sobre as festas que aconteciam todas as noites e que cada noite era um tema diferente e que o hotel emprestava roupas adequadas caso n�o as tiv�ssemos. A Marcy era uma mulher linda, com 39 anos e muito bem feita de corpo com os seios grandes e r�gidos. Era bem branquinha com os olhos azuis e cabelos claros, quase brancos, o Georges era muito parecido com ela mas n�o tinha cabelo quase nenhum e o pouco que tinha ele raspava. Conversamos bastante elogiando a beleza das nossas esposas mutuamente e as duas conversavam sobre os programas que o hotel oferecia. Terminamos nos despedindo e combinamos de jantar juntos e em seguida ir para a festa do dia ... Discoteca dos anos 70.

As 21:00 fomos para o restaurante, eu de cal�a comprida, sapatos sociais e uma camisa emprestada do hotel para entrar no clima da festa, minha esposa estava com uma cal�a leg, um tomara que caia e sand�lias de salto alto. O Georges usava uma camisa parecida com a minha, tamb�m emprestada, e a mulher dele um vestidinho dourado de alcinhas e sand�lias de salto bem alto. Os seios dela eram t�o grandes e duros que o vestido n�o tocava o corpo em nenhum outro lugar a n�o ser naqueles bicos durinhos. Todas as mulheres estavam com roupas com algum toque sexy, eram ou decotados demais ou curtos demais ou justos demais ou transparentes demais. Eu e minha esposa percebemos isso e ela ent�o foi ao banheiro e quando voltou percebi logo que o tomara que caia dela iria cair a qualquer momento, pois ela o havia puxado para baixo at� quase aparecer as aur�olas dos peitinhos. Quando sentou da mesa o Georges soltou um UAUH e a Marcye disse SO SEXY !!!.

Terminamos de jantar e fomos andar pela �rea da piscina antes da festa. As luzes por baixo da �gua e o c�u sem lua mas bastante estrelado foram o estopim da noite.... Come�amos a beijar cada um a sua pr�pria esposa foi quando o Georges apertou o bumbum da Marcy e levantou o seu vestido, ela estava com uma calcinha preta fio dental na frente e atr�s, deixando a bucetinha dela toda de fora, abaixei a blusa da minha esposa fazendo pular um peito delicioso e continuei a beij�-la e a apertar seu peito. Ficamos assim por algum tempo at� que o som da m�sica come�ou e fomos os quatro pro sal�o de festas.

A decora��o estava linda! Tudo ambientado como na �poca da discoteca da d�cada de 70, as m�sicas s� Donna Summer, Village People, etc... os homens estavam mais comportados, mas as mulheres simplesmente enlouquecidas. Fomos ent�o dan�ar o 4 juntos e logo chegaram mais dois casais amigos do Georges e da Marcye, que eles haviam conhecido no resort. As 3 mulheres come�aram a dan�ar mais juntas e come�aram a se tocar e a beijarem-se. Minha esposa que n�o � bi-sexual afastou-se um pouco e ficou mais pr�xima de mim, j� para evitar alguma aproxima��o. O Georges ent�o nos apresentou rapidamente e quando falou que �ramos do Brasil houve uma mudan�a de express�o no rosto dos homens para um misto de “OBA !!!! � HOJE !!!!” o primeiro, de nome Robert, me cumprimentou com aperto de m�o e foi cumprimentar minha esposa, o cumprimento deu-se com um abra�o bem sexy no ritmo da m�sica e um selinho, o segundo que n�o sei o nome at� hoje, fez o mesmo, mas demorou-se um pouco mais no beijo e em seguida a beijou no rosto, e no pesco�o e ficou abra�ado com ela. Enquanto isso as outra 3 mulheres j� estavam em uma agarra��o total beijos e m�os levantando as saias umas das outras, uma se esfregando na outra, enfim uma sacanagem de fazer gosto. Minha esposa ent�o virou-se para mim, me abra�ou e foi logo abra�ada por tr�s por seu novo amigo, na sequ�ncia o Georges a abra�ou tamb�m e ficamos assim os 3 passando a m�o nela. Foi quando ela come�ou a rebolar e esfregar a bundinha gostosa no pau do cara que a estava encoxando e a m�o do Georges j� estava em seu peito esquerdo. Rapidamente a blusa dela foi abaixada e ela a levantou fazendo um sinal de n�o, os dois ent�o se contiveram um pouco, o suficiente para darmos uma escapadinha e ficarmos fora da pista de dan�a olhando o pessoal.

A sacanagem estava rolando solta, mas n�o vimos ningu�m transando de fato. Havia masturba��o de todo jeito, homens e mulheres e mulheres com mulheres, n�o vimos homem com homem, a n�o ser em brincadeiras quando tocou YMCA, mas fora isso n�o vimos mais nada. As mulheres sim, estavam em um estado de excita��o fora do normal. Mostravam os seios recebiam chupadas, dedadas na buceta e no cuzinho, faziam trenzinho uma chupando a buceta da outra alguns homens eram chupados por uma, duas ou tr�s ao mesmo tempo enquanto elas se beijavam, enfim, uma sacanagem s�. Fora da pista de dan�a havia poucos casais e muitos homens, pois praticamente todas as mulheres estavam na putaria mesmo.

Depois de uma boa dose de vodca, resolvemos voltar para a pista de dan�a e para perto dos casais que conhec�amos. As mulheres pegaram na m�o da minha esposa e a puxaram para a sacanagem, mas ela fez que n�o com a cabe�a e a deixaram de lado. Os tr�s homens ent�o se aproximaram novamente e ficamos dan�ando os 5 juntos. N�o demorou muito e a agarra��o na minha esposa come�ou novamente. Ela no meio sendo tocada, abra�ada e beijada no rosto e nos ombros, ent�o o Robert a abra�ou pela frente, segurou firme sua bunda com uma m�o em cada lado, deu uma colada nela e come�aram a se beijar. O Georges deu uma encoxada por tr�s, abaixou de vez a sua blusa e come�ou a apertar os peitos dela e outro cara chegou e enfiou a m�o por dentro da cal�a leg dela e come�ou a massagear a buceta da minha esposa. Vi que n�o tinha espa�o pra mim e fui pro meio da mulherada, apertei a bunda da Marcye e ela empinou o bumbum pra mim, levantei a saia dela e fiquei passando a m�o a mulher do Robert, a outra veio e come�ou a passar a m�o no meu pau, puxou minha camisa pra cima e ficou chupando meus peitos, a outra ent�o tirou meu pau pra fora e come�ou uma punheta gostosa que logo se transformou em chupada, nisso eu j� estava enfiando o dedo na buceta da Marcye. Quando olhei pro lado procurando minha esposa, ela estava com a blusa na cintura, punhetando o outro cara que n�o sei o nome enquanto o Georges e o Robert estavam chupando os peitos dela e com as m�os por dentro da cal�a, deviam estar com os dedos enfiados na buceta dela ou at� mesmo no cuzinho. Ela rebolava e jogava a cabe�a pra tr�s, ent�o a Marcye levantou o vestido e mandou que eu chupasse aqueles peit�es quando comecei a chupar as outras duas se abaixaram e come�aram a chupar meu pau, gozei na boca das duas, enquanto elas disputavam para ver quem conseguia chupar mais da minha porra. Minha esposa continuava na putaria, sendo chupada nos peitos e dedada de todo jeito, a� o dj come�ou a anunciar uma das brincadeiras da noite o Wet Kiss (beijo molhado), traduzindo literalmente. Foi quando nos separamos dos nossos “amigos” e voltamos a ficar juntos novamente.

- que loucura !!!!! – Ela Falou.

Eu perguntei

- voc� gostou ?

Ela respondeu

- fiquei meio encabulada, mas a� vi voc�, me soltei e adorei, mas ainda estou um pouco travadinha, acho que vou morrer se ficar assim por uma semana

- eu tamb�m – respondi.



A brincadeira do beijo molhado come�ou. Eram duas rodas, uma dentro somente de mulheres e uma fora somente de homens todos de m�os dadas e n�o podiam soltar. As mulheres giravam em um sentido e os homens em outro. Quando a m�sica parava come�ava a tocar uma buzina e as pessoas da roda de dentro tinham de beijar as da roda de fora, mas sem soltar as m�os, quem soltasse a m�o ou n�o beijasse saia da brincadeira e os que se beijavam, tinham de ficar beijando enquanto a buzina estivesse tocando, ent�o rolava a m�sica novamente, e todos come�am a girar, at� que ficaram poucas pessoas e cada uma ganhou um chaveirinho do hotel.

Enquanto rolava a brincadeira do beijo, eu e minha esposa ficamos sozinhos, fomos mais para o cantinho e a pega��o rolou solta. Ela estava ensopada e dava pra ver por fora da cal�a a manchinha mais escura da lubrifica��o da buceta. Ela disse que queria transar naquela hora, deixamos a festa, voltamos pro quarto e transamos muito gostoso. Como eu j� tinha gozado demorei um pouco mais, ela ficou me cavalgando, gozou e pediu pra parar. Fomos dormir e s� acordamos as 11:00 da manh� de segunda feira.

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