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MINHAS PARCEIRAS E EU

















Fui criada num bairro de classe m�dia alta no Rio de Janeiro; meu pai era alto executivo de uma banco norte americano; assim a minha inf�ncia e pr� adolec�ncia foram marcadas por conforto, boas companhias, boas escolas.

Quando eu tinha de 19 para 19 anos j� estava estabelecido que no ano seguinte iria para uma escola particular muito bem conceituada no Botafogo; tinha uma prima que j� frequentava aquela escola e sempre me dizia que era o m�ximo, os meninos uns gatinhos; a escola tamb�m era famosa pois nos intervalos entre as aulas seus corredores viravam locais de encontros para os jovens casais; beijos, abra�os e amassos eram a t�nica do lugar.

Um dia a minha prima perguntou-me se eu j� sabia beijar, pois seria muita requisitada; ofereceu-se para me ensinar em sua casa; combinamos numa tarde em que a sua m�e havia sa�do; fomos ao seu quarto e as aulas come�aram com a parte te�rica, e que rapidamente mudaram para a parte pr�tica. A minha prima ensinou-me como ro�ar os l�bios, beijos de l�ngua, com saliva e sem saliva; à medida que as aulas prosseguiam eu sentia um calor subir pelas minhas coxas, pelo v�o das pernas, estomago, seios; sentia a minha face rubra; sentia a minha xoxotinha muita molhada, um liquido quente escorrendo pelas coxas, pela bunda e n�o sabia bem o que era isso; mas era muito bom. A minha prima deliciava-se com os meus l�bios, as orelhas, o pesco�o a nuca; os pequenos seios; com 19 anos a minha prima j� era uma profissional; estava me deixando absolutamente louca como nunca havia imaginado na minha vida. Suavemente ela levou-me para a sua cama, deitou-se ao meu lado e enquanto continuava a me beijar uma das suas m�os subiu pelas minhas coxas, por sob a minha min�scula calcinha e passou a dedilhar o que vim a saber posteriormente que era o clit�ris; pura loucura; a xoxotinha mais e mais expelia aquele liquido quente que ela aproveitava para lubrificar os seus dedos, dedilhar mais e mais o clit�ris; e lev�-lo à sua boca; o sabor daquele liquido era maravilhoso; a minha l�ngua avidamente o recebia da boca da minha prima; de repente senti um violento calor, a xoxotinha contraiu-se e perdi o f�lego; ela parou os seus movimentos e murmurou:

- Parab�ns, voc� teve o seu primeiro orgasmo.

Eu mal consegui responder:

- � muito bom; quero mais.

E assim foi; despiu-me totalmente; introduziu a sua l�ngua na xoxotinha, inaugurou o meu cuzinho, e me deu mais um orgasmo; nos seios e axilas outro orgasmo; ao final da tarde eu j� estava quase desmaiando, sem f�lego, pernas abertas e minha prima me alisando, saboreando, mordiscando; eu tive naquela tarde o conhecimento do que era uma verdadeira foda sem pressa, com muito carinho, tes�o, dedica��o à parceira. Paramos a aula, tomamos um banho e deixamos combinado uma nova aula em algum dia, que eu esperava que n�o demorasse.















Mas esse dia demorou muito a chegar; o seu pai acabou sendo transferido para o exterior no seu emprego e n�o tive a segunda aula que tanto queria.

No ano seguinte aproveitei os ensinamentos dela; abra�ava, beijava, aprendi a chupar os paus dos meninos, senti o sabor do esperma na boca, a sua quentura nas coxas, na bunda,

mas nada que se igualasse aos carinhos da minha prima; os meninos gozavam muito r�pido, apenas se interessavam neles e n�o no meu desejo; com 19 anos eu j� estava frustrada com os homens.

Com 19 anos fui apresentada a filho de um executivo de uma empresa principal cliente do banco do meu pai; com algumas insist�ncia e press�o das fam�lias acabei me casando com ele; rapaz bonito, belo pau, carinhoso, mas tamb�m com ejacula��o precoce; praticamente nos primeiros anos de casamento eu n�o tinha gozado ainda.

O tempo foi passando, o meu marido assumiu um alto cargo na empresa e passava dias fora de casa em viagens a servi�o que se transformaram as vezes em semanas e meses; com 23 anos eu n�o conseguia dormir de tanta tes�o, tanta falta de homem, de l�ngua, de dedos na minha xoxotinha; eu era uma f�mea abandonada, descuidada. Passava o tempo visitando lojas, cinemas, academias de gin�stica; mas a noite, na solid�o da minha cama, sentia um vulc�o no meios das minhas coxas,. E n�o havia nada que apagasse; nessas ocasi�es lembrava da minha prima, sentia uma saudade imensa e somente meus dedos e o meu consolo de silicone me aliviavam.

Numa tarde fui a uma loja num shopping de luxo ver uma cole��o nova de lingeries anunciada na televis�o; estava vestindo uma calcinha min�scula que estava me incomodando; fui à toilete e tirei-a; fui à loja despida. Logo que entrei fui recebida pela gerente da loja, uma morena escultural, 1,85 m de puro tes�o, l�bios carnudos e vermelhos, maquiagem linda, perfume embriagador, seios que pareciam querer saltar da sua decotada blusa; quase perdi o f�lego. Tive naquele instante a vis�o da minha prima falando comigo:

- Quer ver a nossa nova cole��o ?

Sem tirar meus olhos dos seus, mal consegui responder:

- Sim, sim.

Levou-me para perto do provador e deu-me algumas pe�as; entrei e quando mal havia tirado o vestido ela entrou e me surpreendeu sem calcinha; seus olhos me comeram, pararam no mont�culo escuro dos meus pelinhos, virou-me delicadamente admirou a minha bunda e disse bem carinhosamente:

- Linda, linda; que tes�o, que f�mea, que mulher.

Saiu do provador; fiquei frustrad�ssima; a minha xoxotinha j� estava molhada; de repente ela entra novamente me segura pelos ombros e me beija com muita tes�o; muita tara; a sua l�ngua introduziu-se na minha boca, sem d� nem piedade; perdi o f�lego; a sua coxa entrou no meio das minhas pernas for�ando a minha xoxotinha; as suas m�os buscavam os meus seios, que estavam com os mamilos rijos, a minha bunda depilada; seus dedos se introduziram na minha xoxota, lubrificou-os e colocou-os na sua boca; eu j� sabia que era muito saborosa; em minutos eu j� era completamente dela; afastou-se e disse:

- Te quero amanh� a tarde; te ligo a noitinha.















Saiu do provador e eu fique completamente dominada; a xoxota pegando fogo, escorrendo.

Escolhi um conjunto, vesti-me, passei por ela a caminho do caixa e disse:

- At� amanh�.

Passados dois anos Rosana continua sendo o meu macho; o meu homem que me come toda a semana, me satisfaz plenamente; que recebe o meu gozo, dispenso completamente qualquer outro homem; eu quero a Rosana, eu sou dela, a minha xoxota � dela, o meu cora��o tamb�m.

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