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I.HIST�RIAS ER�TICAS - MINHA EMPREGADA SOL PART. 1

Ol�, prazer me chamo Bernardo Van Basten. Sou branco meus cabelos s�o castanhos claros, praticamente loiros, meus olhos azuis s�o pr�ximo a cor de uma piscina, tenho 1,75 sou magro e bem definido.



Moro em uma cidade do interior de S�o Paulo, sou de uma fam�lia de descend�ncia holandesa muito influente politicamente em uma esfera estadual e federal, para resumir, tenho uma boa condi��o financeira, moro em um duplex de um edif�cio com poucos apartamentos, tenho duas empregadas, na verdade uma governanta que tem como fun��o cuidar da nossa “educa��o” minha e da minha irm� mais velha e outra empregada para fins de higiene do lar, acontece que a cerca de 5 anos atr�s quando eu tinha 19 anos minha governanta Marisa enfrentava s�rios problemas familiares um pai com c�ncer e sua m�e estava com s�rios problemas renais, me lembro de Marisa na filmagem do meu nascimento, ou seja, ela era muito intima e apegada a minha fam�lia e n�s a ela, acontece ent�o que por considera��o Maria foi dispensada de seus servi�os e por minha sorte deixou sua sobrinha Sol, bela Sol, uma Deusa bronzeada com cara de safada e cerca de 1,72, com seis m�dios, redondos e durinhos, uma bela bunda bem encaixada em seu belo corpo viol�o, ela tinha olhos verdes escuros que n�o desgrudavam de mim e os p�s dela s�o inesquec�veis, ela foi apresentada dois dias antes de Marisa viajar para minas, no dia seguinte tive uma manh� fant�stica sendo acordado por essa deusa safada:



- Bernardo, acorda o caf� j� esta pronto.



- Bernardo? Para, me chama de B�.



- H� ta bom B�, acorda por favor ta? Olhei para ela j� levantando e pedi, por favor abre a janela mais deixa a cortina fechada, ela estava vestida com uma cal�a de moletom cinza que real�ava sua bunda deliciosa e uma regada que deixava claro a falta do suti�, sem querer n�o consegui disfar�ar meu intere por aqueles seios fartos, e naquele momento decidi tra��-la, ela me olhou meia constrangida e com um certo interesse e perguntou, mais alguma coisa? E eu h� claro, liga o chuveiro bem quente por favor.



- Enquanto ela foi ao banheiro da su�te eu tirei minha bermuda e minha regada e fiz quest�o de ficar s� de cueca vermelha, cheguei ao banheiro e me deparei com ela medindo a temperatura da �gua com as m�os, e falei, Acho que est� bom Sol, peguei na cintura dela por traz e falei, com o tempo voc� pega o jeito, ela se virou e ficamos muito pr�ximos, ela olho para mim e se assustou, que isso menino? E eu sem descolar os olhos dos dela falei, desculpa voc� n�o est� acostumada n� hahahah mais voc� ainda n�o viu nada, larguei a cintura dela e comecei a tirar a cueca enquanto ela se esquivava pela porta a fora, cheguei a mesa a postos e a minha Musa a postos, eu falei senta e toma caf� com migo, a Sol olhou para mim com uma cara de confusa e eu perguntei o que foi? Ah, � que minha tia falou que voc� � muito t�mido e pelo visto n�o �, e falou para mim nunca me sentar h� mesa com voc�s e agora voc� esta meio que me confundindo. Eu olhei para ela e insisti, Sua tia nunca me deixou tomar caf� sozinho, ent�o por favor, h� claro que fico t�mido perto dela, mais perto de uma mo�a linda como voc� eu deveria me sentir intimidado isso sim. Ela me olhou, e aparentemente decidiu entrar no jogo, falando, h� quem me dera intimidar algu�m como voc� e por favor n�o me confunda desse jeito, com migo voc� pode ser bem direto. Olhei para ela j� imaginando o melhor jeito de tra��-la. Levantei fui em dire��o dela e ela hesitou, dei um beijo no rosto dela e falei, estou indo pra escola, fica com Deus. Infelizmente a tia dela ainda n�o tinha viajado,a outra empregada, minha m�e e minha Irma ainda estavam em casa ent�o teria que esperar uma oportunidade melhor para chegar ao meu objetivo, voltei da escola e de praxe minha Irm� estava com o som no ultimo volume, fui ao quarto dela conversar e tal e logo fomos chamados para o almo�o, encontrei minha m�e na sala de estar conversei com ela e ignorei a sol, n�o sei o que ela pensou durante o dia ent�o deixa-la um pouco mais confusa ou coisa parecida n�ao iria me prejudicar em nada. Minha m�e e minha irm� resolveram ir ao shopping, e minha outra empregada foi encaminhada as compras j� que Marisa viajara de manh�. Fiquei sozinho com Sol, oportunidade perfeita quem sabe, ela estava na cozinha colocando os pratos na lavadeira e etc. eu cheguei por traz com as m�os em sua cintura com a esperan�a de assuta-la e quem sabe sentir aquele corpo delicioso. Ela riu e falou, oi B� te ouvi chegando, continuei atr�s dela me aproximando, e falei, que pena. A sol em um tom meio brava falava enquanto se virava em minha dire��o, voc� � muito estranho de manh� voc� � extremamente atencioso, no almo�o parece que nem me viu e agora com a casa vazia voc� vem todo manhoso, o que voc� quer? Agora com ela de frente para mim e com minhas m�os em sua cintura ficou f�cil de domina-la, olhei no fundo de seus olhos num breve momento de silencio, n�s est�vamos muito pr�ximos ela n�o hesitava de ficar naquela posi��o com migo ent�o decidi beija-la, aproximei-a sentindo seu corpo quente, j� no uniforme de dom�tica, Vestido preto pouco acima dos joelhos, e blusinha justa, ela ofegou e eu a beijei, beijava e seu beijo me enchia de tes�o, logo minha bermuda larga do col�gio mostrava meu tes�o a minha deusa Sol.



Ela sentia e mesmo assim continua a me beijar, eu a soltei, e falei eu seu ouvido, voc� � maravilhosa, ela falou, tem algo em voc� que n�o me descontrola, mais n�o posso, vamos parar, esse emprego nem � meu, e minha tia est� confiando em mim e ...



Espera, eu falei, n�o tem o que temer isso fica s� entre n�s dois, voltei a beijala e desta vez ela se afastou, B� for favor, voc� � novo eu j� tenho 21 anos, e isso n�o � certo, n�o � certo. Eui me soltei dela e falei, voc� que sabe Sol, voc� � maravilhosa mais n�o vou te for�ar a nada, me virei e sai da cozinha subindo as escadas sentido ao meu quarto j� sentia a sol vindo atr�s me chamando e eu fingindo que n�o escutava. Cheguei no meu quarto e sentei na cama de costas para a porta e ent�o ela entrou, B� para por favor, n�o � que eu n�o queira mais n�o posso fazer isso, quem sabe daqui uns dois anos, levantei meio agressivo e fui na dire��o dela, e falei, vamos fazer assim, vamos curtir essas horas e depois se voc� achar que n�o vale a pena, agente finge que isso nunca existiu? Ela hesitou e eu j� h� joguei na cama.



Beijava seu pesco�o e sua nuca, ela estava de costas para mim na cama e eu comecei a subir minhas m�os por suas coxas, ela falou, B� espera, eu a virei, e a beijei, ela j� apresentava menos for�a e quando entrou no clima senti sua boca angelical no meu pesco�o e descendo, eu comecei a abrir sua blusa e os seios mais lindos que eu j� havia visto saltaram apenas protegido por um suti� de renda brancos, puxei o suti� para baixo e comecei a mamar deliciosamente at� que houvimos barulhos de salto nas escadas. Ela desesperada me enpurrou e eu falei calma, vai pro clouset e se arruma, relaxa que ningu�m entra no meu quarto muito menos no closet.



Ela se arrumou e saiu correndo enquanto eu tentava agarrala e continuava a beija-la.



Minha m�e e minha irm� voltaram mais cedo do que eu esperava, e minha divers�o acabou mais cedo tamb�m, mais tudo bem pois o melhor ainda estava por vir.



~ Este � meu primeiro conto, e por ser ver�dico pode n�o parecer t�o excitante, mais para que estiver interessado em contos ver�dicos aguardem e entrem em contato. - [email protected]

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