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O ADEMIR TIROU A MINHA VIRGINDADE

O ADEMIR TIRANDO A MINHA VIRGINDADE







Sempre tive o maior prazer e tes�o para transar com garotos: poder chupar um pau gostoso e depois virar de quatro para dar e levar as gozadas suculentas dentro do c�.

Aos 19 anos – meu nome � Carlos, conheci o Ademir - um lindo garoto de 19 anos, moreno, fala mansa e olhar penetrante. �ramos office-boy em Curitiba.

Conversa vai-e-vem, comecei a ficar gamado no Ademir. Sempre est�vamos juntos, almo��vamos e o meu amor por ele sempre aumentando. Era com ele que eu queria perder a virgindade, fazer a minha primeira chupeta e depois virar de quatro para saborear a minha primeira enrabada. Eu tinha certeza que ele n�o recusaria em transar comigo, caso eu lhe oferecesse o meu c� virgem. Afinal, n�s �ramos virgens e desej�vamos muito poder fazer a primeira transa.

Quando sa�mos do servi�o e est�vamos indo para a escola, resolvi que era o momento de agir: primeiro passei a m�o na bundinha do Ademir e logo ele passou a sua m�o na minha bunda; - Que prazer!! Em seguida coloquei a minha m�o no pinto dele: estava duro e dava para sentir todo o tamanho. Ele perguntou se eu gostava e respondi que sim. Perguntei se ele comia e respondeu que sim. Perguntou se eu estava a fim de provar toda a sua salsicha. Afirmei que eu queria provar a sua pica e ainda fazer uma chupeta: ele foi a loucura e disse que eu era bem guloso. Pronto: estava tudo acertado para a nossa primeira transa e a minha virgindade estava com os minutos contados.

Acertamos para o outro dia: ele chamaria eu na sala e ir�amos para o banheiro transar: eu tinha que chupar toda sua pica e depois virar de quatro para dar o c�, deixando ele gozar as duas vezes inteiramente dentro de mim.

No dia o meu futuro macho Ademir, acabou indo diretamente para o banheiro, n�o passando na sala para me chamar. Fiquei decepcionado mas, com mais certeza que n�o passaria assim. Na sa�da do servi�o sentamos juntos no mesmo banco do �nibus. Ele me perguntou porque eu n�o fui no banheiro. Respondi que ele ficou de passar na sala e irmos juntos ao banheiro. Logo me disse: - Amanh� de manh� eu vou comer o teu c� e voc� vai chupar bem gostoso pro teu macho. Pegou na minha m�o e colocou sobre o seu pinto, que estava duro bem no ponto que todo viado gosta.

De manh�, eu telefonei para ele, mas ainda n�o tinha chegado. Deixei um recado. Minutos depois me ligou e eu falei para ele: - N�o vai esquecer o que combinamos. Ele respondeu: - Voc� vai adorar a minha pica. J� vou passar na sala.

Logo o Ademir passou na sala. Fomos para o banheiro: entramos, fechamos a porta e comecei a alisar o seu pau. Estava no jeito que eu queria: grande, grosso e duro. Desabotoei e abaixei um pouco a sua cal�a. Sentei e comecei a chupar: - Que del�cia! Era o que desejav�mos. Foram alguns minutos de chupeta. Eu chupava com muita vontade, lambendo a cabecinha, sentindo todo seu calor de macho. Era ele sendo o meu garoto macho e eu me transformando em seu garoto viado, pronto para perder a virgindade para aquele garoto que come�ava a aprender a ser macho.

Ap�s a primeira chupeta, me levantei e perguntei: - Gostou dessa chupeta, meu macho? Ele respondeu: - Adorei. Agora vire de quatro. Virei de costa para ele. Come�amos a pelados. Olhei para tr�s e vi o garoto totalmente pelado e com o pau duro, pronto para me enrabar. Eu estava pelado de costa para ele, com a minha bunda j� pedido para ser tra�ada. Fiquei de quatro, abri um pouco as pernas e esperei por ele. Ele se ajoelhou atr�s de mim, me segurou pela cintura, abrindo a minha bunda e come�ando a passar o seu delicioso cacete no meu cuzinho. Come�ou a meter, devagarinho, entrando tudo dentro. Comecei a gemer de prazer e a minha virgindade come�ou a ir pro pau gostoso do meu macho. Eu comecei a ser viado e o Ademir come�ou a aprender a ser macho. Algumas estocadas dele, comecei a rebolar, levando ele a loucura. Ap�s alguns minutos, ele me soltou e se levantou. Olhei para ele e ele me falou: - Levante, seu viado. Fiquei de p� e ele sentou, abrindo suas pernas me falou: - Senta aqui no colo do teu macho. N�o precisou falar duas vezes. Sentei no colo, abrindo a minha bunda e sentindo novamente todo o seu cacete entrando dentro do meu c�, subindo e descendo, subindo e descendo. Ap�s alguns minutos mandou eu se levantar. Fiquei de p� e ele atr�s de mim, abriu a minha bunda e novamente colocou todo o seu cacete, metendo super gostoso at� dar a primeira gozada dentro do meu c�. Encheu o meu c� de gozo, quentinho, tirado na hora de uma pica novinha e virgem. Minha virgindade foi pro pau e ganhou um banho quente de porra. Esperou alguns minutos e me soltou.

Viramos de frente pelados, dei um beijinho nele e perguntei: - Gostou? Ele deu um sorrissinho e respondeu: - Adorei. Teu c� � gostoso. Ele me perguntou quantas vezes eu j� tinha dado. Respondi: - � minha primeira vez. Perguntei para ele: - Quantos viados voc� j� comeu? Ele respondeu: - Voc� � o primeiro e quero comer mais vezes. Respondi: - Dou o c� todos os dias para voc�, se voc� quiser. Ele respondeu: - Eu quero. Sou o teu macho e voc� ser� a minha f�mea. Falei para ele: - N�o conte nada pra ningu�m e eu darei o meu c� pra voc� quantas vezes voc� quiser. Se vestimos e sa�mos do banheiro: primeiro ele e depois eu.

Trabalhamos normalmente mas, fiquei pensando exclusivamente na nossa primeira transa.

No outro dia, perto das 19 horas, ele passou na minha sala e me chamou. Sa�mos no corredor e ele perguntou: - Quero dar uma metida na tua bunda? Dei uma risadinha e respondi: - J� vou, meu macho. Fomos ao banheiro, entramos, virei de costa para ele, abaixando a cal�a. Olhei para tr�s, ele j� estava com o cacete para fora e duro – do jeito que eu gosto. Ele abriu a minha bunda e mandou a vara. Dei uma gemida de prazer e ele me disse: - Voc� � o meu viado. Eu disse para ele: - Voc� � o meu macho. Pouco tempo depois ele gozou dentro do meu c�. Se arrumamos e perguntei pra ele: - Voc� n�o contou pra ningu�m? Ele respondeu: - N�o falei pra ningu�m que voc� � viado e ofereceu o teu c� pra mim comer. Dei-lhe um beijo e sa�mos do banheiro.

Assim, eu perdi a virgindade e comecei a ser viado. Transamos por dezenove vezes seguidas, aonde ficamos pelados juntos: eu chupando a pica gostosa dele, depois virando de quatro para levar as suas boas enrabadas e gozadas dentro do meu c�.

Ainda tive o prazer de dar o c� para o Denilson, o Nelsinho, o Ivanir e o Cristiano: todos meus amigos e que j� estavam acostumados a comer o c� de viados iguais a eu. Mas, isso eu contarei em outros contos.

Que del�cia come�ar a ser viado com uma transa super gostosa com um garoto que eu sempre gostei.

Se voc� mora na regi�o de Curitiba, tem 20 anos e gosta de transar, entre em contato comigo para nos conhecermos.





CARLOS MAGNO

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