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COMO COMECEI A MAMAR A MAM�E

Ol� a todos, meu nome � Gustavo, e hoje tenho 19 anos, venho aqui relatar uma hist�ria que aconteceu e continua a acontecer comigo tem algum tempo. N�o sou muito alto, tenho apenas 1,82m, com um corpo regular, nem malhado, e nem fora de forma, n�o costumo me cuidar, como todo Paulista, vivo correndo a todos instantes. A hist�ria que eu vou contar foi para mim, uma inicia��o, um sentimento reprimido depois de anos segurados, que finalmente veio sair, e se transformar em uma linda hist�ria.

Desde pequeno vivia em minha casa, apenas eu e minha m�e, costum�vamos a ter certa intimidade um com o outro, mas nada de anormal, por morarmos sozinhos, sempre fic�vamos praticamente semi nus em dias de calor, e como um bom filho, nas noites de frio, ia at� a cama dela para a aquec�-la, nunca levamos isso para o mau caminho, at� eu chegar naquela idade crucial, para ser mais exato, 19 anos. Comecei a reparar que lindas curvas mam�e escondia debaixo de seus robes, debaixo de suas roupas, e isso foi come�ando a me deixar doente, precisava ficar o tempo todo perto dela, e me sentia inquieto, sentia que havia algo de errado, mas algo que era muito bom de sentir, com o tempo fui descobrindo, que era normal, sentir tes�o pela pr�pria m�e, afinal, tinha mais contato com ela, do que com qualquer outra garota do mundo, n�o costumava me misturar muito na escola. Esse sonho aos poucos foi-se apagando... At� que em uma noite, quando eu j� estava com meus 19 anos, senti essa paix�o nascer novamente, sabia que mam�e se sentia sozinha, n�o a tinha visto com nenhum homem desde que meu pai se foi, embora sempre desconfiasse de suas sa�das de fim de semana, nunca imaginei que minha m�e poderia sentir alguma esp�cie de tes�o por qualquer coisa.

Nesta noite estava frio, e resolvi que faria como antigamente, iria ao quarto de minha m�e, para aquec�-la e abra��-la da forma em que eu mais gostava, sentindo a sua linda bundinha empinadinha contra o meu pau at� eu pegar no sono, quando fui me aproximando da porta comecei a ouvir alguns sons, sons que at� naquele momento n�o tinha ouvido, pelo menos, n�o da minha m�e... Sim, eram gemidos, aproximei-me mais um pouco, e pude perceber que estava se masturbando, completamente pelada em cima da cama, com seu corpo suando, tremendo, de uma forma que eu nunca pude imaginar como era perfeita, como era gostosa, naquele instante, fiquei doido, e pensei que n�o havia nada a perder, o m�ximo que podia acontecer era ela ficar com vergonha e me colocar de castigo, ent�o, parei em frente à porta e fiquei assistindo, ela com seus olhos fechados, se apreciando, se aproveitando como a mulher mais bela do mundo, podia ver os fios de cabelo preto grudando em seu corpo, de suor, de tes�o. N�o demorou muito para o meu cacete estar latejando dentro de minha cal�a, foi ai que tentei algo, um pouco mais ousado, desci levemente a cal�a do meu pijama e comecei a bater uma bela de uma homenagem a minha mam�e com ela na minha frente, sem medo, sem vergonha alguma, apenas com puro tes�o. Ap�s alguns segundos, ela percebeu que n�o estava mais sozinha em seu quarto, me olhou com os olhos arregalados, e eu no mesmo instante, fechei os meus, deixando-os entre abertos para que ela pensasse que fechei de puro tes�o e n�o havia percebido que ela estava a me observar... E para a minha surpresa, ao inv�s de faz�-la parar, dei mais for�as para ela continuar... Sentou-se levemente na cama, de frente para mim, e delicadamente pegou em minhas bolas, arrepiei na hora, sentindo suas m�os quentes, e meladas a me tocar, foi um momento �nico, abri os olhos imediatamente, e com aquele sorriso lindo e safado, ela me olhou, sem dizer uma palavra, passou a pontinha de sua l�ngua em toda a base do meu cacete, at� a cabe�inha, aonde come�ou a dar leves chupadinhas, aquilo come�ou a me deixar doido, estava pirando, ou minha m�e realmente estava com a boca no meu cacete? Ap�s um leve per�odo de tempo dela chupando apenas a cabecinha, ela come�ou a se soltar, e deixar com que o meu mastro escorregasse levemente pelos seus l�bios, deixando-o molhadinho, fazia leves movimentos de vai e vem com uma das m�os, em uma punheta perfeita, e com a boca ajudando, fechei os olhos novamente, dessa vez, quase que explodindo de tanto tes�o, sorri com cara de safado, liberando leves gemidos, que com o tempo foram se transformando em urros de tes�o, minhas m�os acariciavam seus cabelos compridos, puxavam-lhe a raiz bem levemente o que a fazia ir cada vez com mais vontade, aumentando o ritmo, chupando como uma verdadeira deusa... N�o aguentei muito tempo, e avisei que iria gozar, ela pediu para gozar na boquinha dela, pois queria sentir o gosto, do leitinho do pr�prio filho, e como que eu poderia negar um pedido desses? Alguns segundos depois senti aquela sensa��o me preencher, o calor tomar conta do meu corpo inteiro, e soltei alguns jatos de porra, dentro da boquinha da minha mam�e, que bebeu todinho, como se estivesse faminta... Logo depois a olhei, e vi que sua fome apenas tinha come�ado, estava tremendo, estava completamente dominada pelo prazer... E ent�o me fez um pedido que mais pareceu uma ordem “Fiz a minha parte, agora fa�a a sua...” Deitando em sua cama, com as pernas abertas, pude entender muito bem a sua mensagem, soltando imediatamente um sorriso de canto de boca, fui me ajeitando em sua cama, ficando apenas com a metade do corpo deitada na cama, aproximei rapidamente meus l�bios de sua bucetinha, e pude perceber que estava completamente encharcada, aquele cheiro estava me deixando doido, passei a l�ngua em cada um dos l�bios de sua bucetinha, s� para sentir o gosto, e provocar um pouquinho, at� que com uma das m�os, ela apertou minha cabe�a contra aquele monumento maravilhoso, deslizado minha l�ngua para dentro, pude sentir o gosto perfeito que aquela gruta tinha, come�ando levemente a dedilhar os meus dedos na altura do clit�ris, para abrir a cavidade, levemente dando suaves petelecos com a l�ngua em seu clit�ris, estava inchado, perfeito, fiquei l� brincando por alguns segundos, at� que o tes�o come�ou a falar mais alto, mam�e come�ou a gemer em um ritmo que estava deixando minha cabe�a viajar, lambia toda a extens�o de sua bucetinha, dando leves chupadinhas no seu clit�ris, brincando suavemente com os dentes sem for�a para n�o machucar, continuando a brincar com a l�ngua envolta do clit�ris, sentindo que seu orgasmo estava chegando, apertei fortemente suas coxas, e seu corpo tremeu, soltando um pouco mais daquele melsinho, perfeito que eu adorei experimentar, fiquei mais um pouquinho ali, limpando todinho, deixando o mais sequinho poss�vel, claro que me aproveitando para dar mais algumas chupadinhas, enquanto mam�e respirava ofegante, completamente entregue na cama, sorrindo suavemente... Sorri levemente, me deitando ao lado dela, e a abracei, e para minha surpresa, mam�e me deu mais uma ordem “se quiser dormir ao meu lado, vai ter que ser meu despertador... Vou adorar acordar com voc� comendo seu caf� da manh�”, e levemente colocou minha m�o sobre a buceta dela, indicando aonde seria meu caf� da manha, nessa noite dormimos abra�ados, como costum�vamos dormir antigamente. E esse foi apenas o come�o de v�rias noites, e v�rias manh�s muito apetitosas em minha casa.



Se gostaram do meu conto, sintam-se livre para me mandar e-mail, que mandarei a continua��o da minha vida [email protected]

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