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UMA SEREIA FORA DO MAR...

Meu nome � Christine, tenho 22 anos e era casada a tr�s com um belo homem de 55 anos, �ramos felizes juntos, mas ele n�o me satisfazia sexualmente. Costumamos sempre, com a vinda do ver�o, acampar em praias de nudismo... Ai come�a meu conto...

Era final de novembro, meu marido ainda estava trabalhando, fomos acampar mesmo assim, ele me deixava na praia durante o dia e voltava à noite, para dormir no acampamento nudista. Numa bela manh� ensolarada, ele disse: - que pena n�o poder curtir com voc� este dia maravilhoso, espero que se divirta. Deu-me um beijo e se foi. Eu como de costume, completamente nua, com meus atributos, um corpo perfeito, fui dar minha caminhada matinal, corpo plenamente bronzeado, cabelos loiros longos... Ouvia muitos elogios: “o que a sereia esta fazendo fora do mar...” eu nem ligava, mas isso me deixava mais poderosa...

Caminhei uns dois km, at� o final da praia onde havia muitas pedras, e geralmente onde ficam as pessoas solteiras... Deitei-me sobre uma bela pedra, e fiquei curtindo aquele sol, quando de repente sinto a presen�a de uma pessoa sentada do meu lado... Fiquei sem jeito de olhar, e um pouco envergonhada, por estar ali, completamente exposta, com minha bucetinha quase toda depitadinha. At� que uma voz masculina disse: - Voc�, sozinha aqui, n�o tem medo? Hesitei por um instante para responder: - Medo? Eu? Do que? Ai abri os olhos e vi, um homem de aproximadamente 30 anos, com o corpo muito bem definido, negro, 1,80 de altura e uns 100kg... Ele prosseguiu, poderia ter medo de mim... Fitei seus olhos, e disse: - e o que voc� faria comigo para que eu precisasse ter medo de voc�. Ele respondeu: - Voc� nem imagina, gata, tudo o que j� passou na minha cabe�a desde que voc� deitou aqui.

Fiquei curiosa, aquele jeito malicioso de falar. Um desejo incontrol�vel come�ou a tomar conta de mim, e disse: - me conta ent�o, que sabe me agrada. Ele prontamente respondeu: - Me deixe ir fazendo, ai quando voc� mandar eu paro. Olhei desconfiada, e sem hesitar disse sim. Ele se levantou, de olhou de cima a baixo, foi à oportunidade que tive de olhar seu corpo. Gente, que homem dando sopa por ai. Quando mirei meu cacete, ainda n�o estava duro, mas j� se podia ter uma id�ia da felicidade que seria ter tudo aquilo dentro de mim. Ele agachou perto dos meus p�s e come�ou mexer neles, levou-o at� sua boca para beij�-lo, mas sua inten��o j� era outra, pegou o outro p� e ergueu tamb�m, imagino a vis�o que ele tinha, mas ele somente soltou um suspiro longo, e disse: - Gata, me deixa amar voc�, quero muito sugar esta sua linda bucetinha at� secar todo seu mel. Enquanto falava, deslizava suas m�os pelas minhas pernas, me fazendo ficar muito tes�o. Ele disse: - feche seus olhos, e s� abra quando eu mandar. Obedeci, estava muito curiosa, ent�o ele me pegou em seus bra�os e come�ou a caminhar, podia perceber que est�vamos andando por uma trilha, pois às vezes galhos batiam em minha cabe�a. Andamos uns 5 minutos, dentre a mata, quando ele me soltou sobre algo macio, e ordenou que continuasse com olhos cerrados. Eu estava muito curiosa, mas me contive.

Senti-me sozinha por alguns instantes, ouvi uma porta abrindo e ele falando: - Trouxe nosso almo�o. Entrei em p�nico, mas antes que pudesse fazer alguma coisa ele sussurrou em meu ouvido:- Fique calma gatinha, n�o vai doer nada, s� queremos que voc� se divirta. Senti cala frio, mas ele logo vendou meus olhos e ordenou que n�o gritasse, caso contrario teria que fazer algo que eu n�o ia gostar. Mil id�ias passaram na minha cabe�a, que garota ing�nua, pensar em tirar o atrasado e cair numa cilada destas. Ele come�ou a passar a m�o pelo meu corpo, nos seios, apertava e dizia:- que sonho de gata. Vem T�lio, vem me ajudar a tra�ar esta gata. Vamos judiar um pouquinho dela, quero a ver gozar, gozar, gozar e implorar por mais cacete. Um frio percorria meu corpo, at� ele colocar a cabe�a no meio das minhas pernas e come�ar a me chupar com tanto desejo, meu corpo j� n�o me obedecia mais, estava se rendendo aquele homem, aquele desconhecido... Logo senti outras m�os sobre meu corpo, m�os enormes, que me apertavam com desejo, beijou minha boca, um forte beijo com cheiro de homem...

Eu tentava me controlar, mas meu corpo explodiu num orgasmo que nunca antes tinha sentido, ent�o ele tirou a cabe�a do meio das minhas pernas e disse: - que gostosa, quer T�lio? Chupa ela tamb�m, a faz gozar novamente, para ela sair daqui apaixonada por n�s...

Ent�o entrou aquele tal de T�lio entre minhas pernas, e come�ou tamb�m a me sugar, e nem estava recuperada ainda, minhas pernas tremiam do orgasmo anterior, ent�o ele desceu e disse: - Vou abrir este buraquinho aqui, para deixar ela bem relaxada. E come�ou a enfiar a l�ngua no cuzinho, me deixando nas nuvens, colocava e tirava, num vai e vem incr�vel, estava tentando me segurar para n�o gozar, mas n�o aguentei... Gozei tanto, que sentia correndo nas minhas pernas... Ent�o ele perguntou:- Minha gata ta pronta para receber cacete? N�o tinha nem for�as para responder, apenas fiz que sim com a cabe�a. Senti algo ro�ando na minha cara, era o cacete dele, agora duro, tentou colocar na minha boca, mas mesmo eu abrindo tudo o que era poss�vel n�o conseguia abocanh�-lo, ent�o eu somente lambia. O T�lio disse ent�o: - entendeu agora gatinha! Por que abri seu buraquinho, meu cacete � grande, e vai entrar naquele buraquinho gostoso. Voc� tamb�m vai me fazer gozar, vai rebolar muito com este cacete todo atoladinho.

Enquanto isso, o meu homem, que nem o nome sabia colocou minhas pernas sobre seus ombros e come�ou a passar seu cacete na entrada da minha bucetinha, que nunca tinha sentido um neg�o entrando nela. Ele passava, s� passava, j� estava quase implorando para que ele enfiasse de uma vez, ai ele abaixou e deu mais umas lambidas, me deixando louca. Um deles me pegou colo, e senti que me colocou sobre uma mesa, estava alta do ch�o, podia sentir. Ent�o ouvi T�lio dizer: - Fode ela, deixe ela bem larga, para meu cacete entrar, n�o quero machucar ela. No mesmo instante ele come�ou a me penetrar vagarosamente, come�ou a fazer movimentos, que n�o entendia, at� ele falar que eu era apertadinha, eu precisava acostumar com o tamanho, foi mexendo, e enfiando. De repente estocou tudo, senti uma dor tremenda, ai ele falou, toma cacete gata, e metia com for�a, dizendo que se ele n�o for�asse agora ia doer muito mais com o T�lio, que o cacete dele era bem maior que o dele. N�o posso dizer que n�o estava curtindo, mas que aventura. Enquanto ele me metia com tudo senti o outro cara, passando o cacete na minha cara, pedi para que tirassem a minha venda, que eu me comportaria bem, mas eles responderam que assim era mais emocionante. Logo o T�lio anunciou: - n�o aguentou mais, deixa eu foder ela um pouquinho. Ele saiu de dentro de mim, e logo enfiou a cacete na minha boca, disse que era para eu n�o gritar. O que eu podia fazer, relaxei o m�ximo, e deixei acontecer, a cabe�a daquele cacete era enorme, minha buceta tinha muita dificuldade, mas devagarinho foi dando espa�o para aquele monstro, que invadia meu corpo. Ele urava de prazer e disse relaxa gata, relaxa que agora vou meter no teu cu, quero gozar nele, quero muito. Tirou seu pau e come�ou a me lamber denovo, enfiava a l�ngua, me deixava louca, ent�o come�ou a colocar os dedos, come�ou com um, depois dois, depois tr�s, e falou tenho que enfiar minha m�o inteira para que meu cacete n�o te exploda. Ent�o me pediu para tomar uma bebida, que queimou minha garganta, mas que depois de alguns goles me deixou completamente relaxa, ent�o derramou na minha buceta, ardeu muito, mas ele bebeu tudo e logo senti algo muito gelado no meu cu, ele falou n�o se assuste, � s� para auxiliar na entrada o meu cacete. Em poucos instantes n�o sentia mais meu corpo, senti ele for�ando a entrada do meu c�, n�o do�a, eu n�o sentia mais nada, s� via vultos, e ele berrava, este cu � meu falei que conseguia. Eu sentia minhas costas, naquelas tabuas da mesa, me machucando num vai e vem, minha cabe�a rodeava e os dois, via um indo outro vindo at� que ele gozou, logo em seguida o outro gozou sobre meu rosto. E ali adormeci...

Horas mais tarde acordei, ainda ventada. Tirei a venda, e quando vi meu corpo entrei em desespero, muito sangue, muito sangue e porra por todo meu corpo. Respirei fundo e tentei levantar, n�o sentia minha pernas, logo cai novamente no ch�o, tentei gritar, mas ningu�m parecia me ouvir, at� sair do mato um homem branco, estatura mediana, que quando me viu correu em minha dire��o assustado. Pedindo o que houve, logo tirou de mochila um estojo de primeiros socorros, come�ou a me limpar, e pediu se eu gostaria de ligar para algu�m... Liguei para meu marido... Contei a todos que fui estuprada, mas em momento algum mencionei minha vontade de estar ali... Olha, nunca gozei tanto em minha vida, mas depois disso fiquei pelo menos um m�s sem sexo, para me recuperar... Tive at� que fazer pontos no meu anus, ele me arrombou completamente...

Experi�ncia vivida em novembro de 2009 em Santa Catarina, na Praia do Pinho. A quem ler, cuidado se estiver por estas bandas... Agora estou morando no Rio, e me separei, por que depois desta hist�ria minha vida nunca mais foi a mesma!!!





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