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| O CLUBE DOS MENINOS - PARTE 3 |

CLUBE DOS MENINOS – PARTE 3





Continuando a hist�ria que iniciei nos dois contos anteriores. Apenas para relembrar, tudo aconteceu quando eu F�bio (Fabinho) tinha 19 anos e morava no interior.



Como eu disse no final do conto anterior, as "chupetas" r�pidas tinham sido a solu��o que o Tio Gilson tinha encontrado para satisfazer os desejos dele. Qualquer brecha, qualquer sa�da r�pida da minha tia seja para o mercado, para a casa da vizinha, etc, ele aproveitava, me levava na maioria das vezes para a garagem e l� eu tomava a "mamadeira". Foram muitas as gozadas que levei na boca em duas semanas. Era muito dif�cil ficarmos sozinhos em casa tempo suficiente para ele fazer o que mais queria: me comer.



At� que a oportunidade que ele tanto esperava, chegou. Era uma ter�a-feira fria e chuvosa e naquele dia a tia Silvana teria que levar a m�e dela para fazer exames uma cidade vizinha que ficava a 200km de onde mor�vamos, ou seja, provavelmente ela ficaria o dia todo fora. Ela saiu bem cedo, sem hora pra voltar.

Naquele dia, como estava chovendo, ele foi me buscar de carro na escola. Entrei no carro, ele foi logo perguntando como tinha sido o dia e talz. Apesar de achar que aquilo tudo que faz�amos era errado, eu j� tinha criado um v�nculo de cumplicidade com ele.

No carro, j� indo pra casa, ele disse:

- Hoje estamos sozinhos, a tia viajou... Vamos fazer um monte de coisa gostosa. Voc� topa?

- Topo. - Respondi.

Apesar da curiosidade em saber quais coisas gostosas eram aquelas, n�o perguntei nada. Meu cora��o batia acelerado, pois eu j� imaginava que seria algo relacionado a sexo.

Chegamos em casa e ainda dentro do carro ele me deu o maior amasso. Me abra�ou, alisou minhas pernas e beijou meu pesco�o. Ele provavelmente j� sentia que eu tinha confian�a nele a ponto de deixar ele fazer o que quisesse. Subimos a escada e ele me encoxando por tr�s, passando a m�o na minha bunda, enfim, ele j� estava tomado pelo tes�o. Entramos em casa e ele me mandou ir tomar banho enquanto ele esquentava o almo�o. Tomei banho, desci e almo�amos. Ainda na mesa, ele pediu que eu sentasse no colo dele. Sentei e j� dava pra sentir o pau dele duro feito pedra. Ele come�ou a me alisar e sussurrar carinhosamente no meu ouvido:

- Hoje voc� vai ser do tio, s� do tio. Tem muito tempo que o tio t� esperando por isso sabia?! Voc� quer ser s� meu?

- Quero tio. - respondi enquanto ele alisava meu pinto duro por cima da cal�a.

- Vamos subir?

- Vamos...

Ent�o, ele me pegou no colo, me levou para o quarto e me deitou na cama de casal. Fechou a porta e as janelas. A� ele perguntou se eu tinha meias limpas l�. Eu disse que deveria ter sim, mas n�o saberia onde tava. Ele ent�o pediu pra eu esperar e foi at� a lavanderia para ver se achava. N�o entendi nada, mas fiquei esperando. Passou um tempinho e ele voltou com um par de meias limpas e com o par de meias que eu tinha usado e estava dentro do meu t�nis. Ele colocou o par de meias limpo em cima do criado-mudo e colocou o par de meias usado no meu p�.

- Pra que vestir a meia tio?

- Pra ficar mais legal. Eu gosto de ver meninos de meia... S� isso. - respondeu ele com um sorriso e com uma piscada de olho.

Depois de vestir a meia em mim, ele subiu na cama, se ajoelhou colocando um joelho de cada lado do meu corpo e come�ou a me alisar dos p�s a cabe�a. Ent�o, ele tirou minha cal�a devagar, me deixando apenas de cueca azul marinho, camiseta e meia. Alisava minhas coxas e ia brincando por cima da cueca com o meu pintinho duro. Foi subindo a m�o e tirou minha camiseta. Ficou alisando meu peito um pouco e tirou a camiseta dele tamb�m. Ent�o ele se abaixou sobre mim e come�ou a me beijar no pesco�o e morder de leve a minha orelha, al�m de falar um monte de coisa no meu ouvido. O calor do peito dele encostado no meu me dava uma sensa��o t�o boa que acabei abra�ando ele e fui alisando as costas enquanto ele continuava beijando meu pesco�o.

- Isso, assim que o tio gosta. Quem t� na chuva � pra se molhar mesmo.

Eu estava t�o excitado quanto ele. Ele foi descendo me beijando, lambeu minhas coxas loucamente e come�ou a abocanhar meu pinto por cima da cueca. Devagar, ele afastou o el�stico e come�ou a dar beijinhos na minha virilha at� que ele abocanhou meu pinto de uma vez. Chupava deliciosamente e eu me retorcia de tanto tes�o. Segurei a cabe�a dele e ele foi chupando, chupando. Tava bom demais, n�o queria que aquilo terminasse nunca. Ent�o ele parou, "guardou" meu pinto dentro da minha cueca e disse que depois a gente continuava a brincar com ele.

Ele se levantou, apoiou minha cabe�a num travesseiro e se ajoelhou na altura do meu ombro de modo que minha cabe�a ficou entre suas pernas. Ele ent�o come�ou a colocar as bolas na minha boca. N�o tinha muito pelo pq acho que ele tinha cortado justamente esperando que chegasse esse dia. As bolas dele quase n�o cabiam na minha boca. Pedia pra eu lamber e eu s� obedecendo. Enquanto eu lambia, ele ia batendo de leve com o pau no meu rosto. A� ele come�ou a esfregar a cabe�a do pau nos meus l�bios. Ia enfiando e tirando s� a cabe�a na minha boca.

- Voc� gosta n�?!? Aposto como voc� nunca chupou um pirulito gostoso como esse.

Como eu n�o podia falar nada, s� olhava fixamente nos olhos dele. Num movimento r�pido, ele foi enfiando o pau todo na minha boca. Cheguei at� a engasgar algumas vezes, mas era muito bom ter a sensa��o de ele estar em cima de mim fudendo minha boca com vontade.

Depois de fuder minha boca por um tempo, ele tirou o pau da minha boca e tirou minha cueca, me deixando apenas de meia. Ele olhou pra mim e exclamou:

- Que coisa mais linda!

Ent�o ele deitou na cama e disse que ir�amos fazer um 69. Eu n�o tinha a menor id�ia do que era isso e ele foi me explicando a posi��o. J� posicionado, segurei o pau dele com uma das m�os e comecei a chupar enquanto ele lambia minhas bolas. Abocanhou meu pinto e ficamos um chupando outro enquanto ele come�ava a brincar com o dedo na minha bunda. Enfiou um, depois dois, at� que caiu de boca na minha bunda e foi chupando loucamente. Ele apertava minha bunda com vontade. A sensa��o era t�o boa que fiquei paralisado com o pau dele na boca. Quase n�o sabia o que fazer. A essa altura, tudo que eu queria era sentir o pau dele quente na minha bundinha.

E ficamos nesse 69 um bom tempo. At� que ele me tirou de cima dele e mandou que eu deitasse de bru�os. Deitei e ele colocou um travesseiro sob minha barriga para que minha bunda ficasse bem empinada. Ele se posicionou atr�s de mim, segurou minha bunda com as duas m�os e foi apertando, at� cair de boca de novo. Ele chupava feito um louco, de vez em quando dava umas mordidas e tal.

- T� gostoso assim, t�?

- T�. - eu respondia quase gemendo.

Depois de chupar por um bom tempo tamb�m, ele se levantou foi at� a gaveta e pegou um vidro de KY. Eu ainda naquela posi��o, ele se posicionou atr�s de mim de novo e enquanto abria o vidro , ele disse:

- Chegou a hora de voc� virar homem. Quero ver se voc� � forte mesmo.

Nisso, senti o gel gelado na minha bunda e os dedos dele deslizando suavemente. Ele enfiou um, depois dois, depois tr�s. Eu sentia um pouco de dor, mas tava curtindo. Ent�o olhei pra tr�s e puder ver ele lambuzando bastante o pau com o KY. Ent�o, ele come�ou a esfregar o pau no meu rego pra cima e pra baixo.

- Vai doer s� um pouquinho a hora que entrar, mas depois passa, t� bom?!

- Vai doer muito tio?

- N�o, s� um pouquinho, depois vai ficar bem gostoso. Confia em mim?

- Confio.

Ele pegou o par de meia limpo que estava em cima do criado-mudo e mandou eu morder.

Ent�o ele come�ou a for�ar e a cabe�a entrou. Meu gemido foi abafado pela meia que eu estava mordendo. Senti uma dor forte e ele praticamente me imobilizou com as pernas e segurou forte na minha cintura.

- Fica quietinho agora. � pra voc� acostumar.

Eu estava quase chorando. Mas fiquei quieto como ele pediu. Aos poucos ele foi empurrando o pau, ainda sentia dor, mas bem menos que no come�o. Ele ent�o come�ou um vai e vem gostoso. Tirou e colocou o pau umas tr�s vezes. Enquanto ele me fodia meu pinto ro�ava no travesseiro e aquilo me dava mais tes�o. E assim ele foi fodendo devagar, segurando minha cintura com as duas m�os. Ent�o ele me pegou pela cintura e me p�s de quatro. Bateu com o pau na minha bunda algumas vezes e ficava tirando e colocando. At� que segurou firme e foi colocando o pau. O que ele queria era simples: enfiar aqueles 19 cm de pau todo na minha bunda. E conseguiu. A cada estocada dele, eu gemia mordendo a meia e sentia as bolas dele batendo nas minhas. Ainda do�a um pouco, mas j� n�o estava mais me importando com a dor.

- Isso, vai, geme seu safado. Voc� t� gostando n�, eu sei que t�.

Eu n�o falava nada, s� gemia enquanto ele fodia e ia aumentando o ritmo e ficando cada vez mais ofegante. Ent�o ele me deitou de bru�o de novo. Enfiou o pau e deitou em cima de mim. Era maravilhosa a sensa��o de sentir o corpo quente dele em cima do meu e o pau dele enfiado na minha bunda.



Com o rosto sobre o meu ele come�ou a me foder com vontade. A cada estocada dele, eu ouvia o barulho do corpo dele batendo no meu. Ainda com a meia na boca, eu gemia a cada estocada.

- Toma. Toma. T� gostoso, eu sei que t�.

Ele ia falando e aumentando o ritmo.

- Geme seu safado geme!! Todo muleke gostosinho igual voc� merece levar pica na bunda.

Eu ia gemendo e ele cada vez mais enlouquecido com a situa��o:

- Ahhhh, Ahhhh. Eu sempre quis comer essa bundinha. Agora eu vou encher ela de leitinho. Ahhhh, ahhh... - dizia ele numa mistura de sussurro e gemido.

Com os movimentos, meu pinto esfregava no travesseiro e senti uma sensa��o gostosa.

Eu ainda n�o sabia, mas tinha gozado pela primeira vez, obviamente sem porra. Mas isso ele s� me explicaria depois.

Ele continou fudendo e aumentando o ritmo, falava um monte de safadeza no meu ouvido. At� que senti o pau dele ficar mais pulsante.

- Se prepara que � agora. Vou encher tua bunda de leite. Geme viadinho, vai, geme gostoso. Toma, toma! Ahhhhhhhhhhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhhhh.

Ent�o pude sentir ele gozando. Cada jato era um urro de prazer que ele dava.

Depois de gozar, ele relaxou o corpo em cima de mim, e sem tirar o pau da minha bunda, ficamos cerca de 19 minutos num sil�ncio total.

Passados os 19 minutos, ele perguntou, bem baixinho:

- E a�, gostou?

- Gostei. - respondi envergonhado.

- Que bom. E isso � s� o come�o. Sempre que voc� quiser, podemos fazer essa brincadeira.

Ent�o ele saiu de cima de mim e deitou ao lado. E eu me levantei, e com a porra escorrendo pelas pernas fui at� o banheiro me limpar. Quando voltei pro quarto, ele me mandou pegar uma coberta no arm�rio.

Antes, por garantia, ele ligou pra minha tia com o pretexto de saber como estavam os exames. Mas na verdade ele queria calcular a que horas ela iria chegar.

- Sua tia ainda vai demorar.

Vesti a cueca e ele mandou eu apagar a luz. Ele se cobriu, entrei debaixo das cobertas, ele me encoxou por tr�s e dormimos de conchinha a tarde inteira. Eu j� tinha um sentimento fraterno por ele e sentir ele me abra�ando era como se ele estivesse me protegendo.

Quando foi 17:00hrs, despertamos e n�o demorou para que eu sentisse o pau dele duro de novo. Ele encostou na minha bunda, mas sem enfiar.

- � hora do caf� da tarde... Quer tomar leitinho na mamadeira?? – ele perguntou.

Sem dizer nada, j� fui pra debaixo da coberta e comecei a chupar o pau dele que j� tava duro igual pedra. Fiquei chupando um bom tempo. J� estava quase cansando quando ele mandou eu parar e sentar na beirada da cama. Ent�o ele ficou de p� na minha frente e come�ou a se punhetar e mandou que eu ficasse com a boca aberta. Com a m�o esquerda ele me segurava no queixo e com a m�o direita ele punhetava.

- Isso, deixa a boquinha assim, bem aberta. O leitinho t� chegando.

Eu j� tinha me acostumado a levar gozada na boca e nem sentia mais nojo. S� esperei, at� que ele deu um gemido mais alto:

- Agora, toma, toma.

E apontando o pau para dentro da minha boca, ele gozou de novo fazendo minha boca transbordar e escorrer porra pelo canto. Dois jatos me acertaram a bocheca.

- Engole tudo!!! - ordenou ele.

Engoli a porra que estava na boca e ele deu outra ordem:

- Deixa ele limpinho. N�o desperdi�a nenhuma gota.

E j� foi enfiando o pau na minha boca para que eu pudesse lamber a porra que restou na cabe�a do pau.

Feito isso, ele me deu um beijo na testa e fomos tomar banho juntos. Ele me ensaboou todo e lavou minha bunda carinhosamente. Quando come�amos o banho, eu ainda estava um pouco envergonhado, mas ele foi me deixando a vontade e o banho acabou ficando divertido.

Terminado o banho, ele fomos trocar de roupa ele, pegando na minha bunda, disse:

- A partir de hoje ela � minha hein. N�o esquece. – e riu.

- Pode deixar tio, eu sei.



Fomos para a sala ver TV esperando minha m�e chegar pra me buscar. Fui embora e naquele dia a noite quase n�o consegui dormir. S� conseguia lembrar da “brincadeira” t�o gostosa que t�nhamos feito.



E aqui termina mais um cap�tulo dessa hist�ria. No pr�ximo conto, voc� leitor que vem acompanhando essa hist�ria, finalmente descobrir� porque essa hist�ria se chama “Clube dos Meninos”.



Continue acompanhando.

At� a pr�xima!!!!

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