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HIST�RIAS SECRETAS 8

HIST�RIAS SECRETAS (8) – CONSUMA��O





Ol� pessoal, antes de tudo, o velho aviso de sempre leia os anteriores, pois fica melhor para entender a hist�ria.

Ficamos at� a quinta-feira nos acabando em punhetas e chupadas. Na sexta-feira, decidi ir a uma farm�cia em outro bairro, comprar gel e camisinha. Afinal j� tava na hora de completar o nosso relacionamento. Quando cheguei soube que o Luciano havia ligado, seria outro problema que teria que resolver. Ainda bem que a Hilda e a Valqu�ria haviam entendido (inventei uma doen�a) e nos deixaram em paz.

Est�vamos em completa lua-de-mel, ou melhor, quase completa, pois o principal ainda n�o havia ocorrido. Depois do almo�o ficamos namorando no tapete da sala e como bateu um sono, o chamei para o quarto, continuamos o namoro. E foi esquentando, chupei os peitos dele, desci para a barriga e comecei a puxar o cal��o, que ele usava, com a boca. O pau dele j� estava duro e o meu tamb�m claro. Fiquei nu, peguei o gel na gaveta ao lado da cama, que j� estava sem o lacre passei na minha m�o e comecei a me alargar enquanto o chupava, coloquei um, depois dois e em seguida tr�s dedos. Depois de um tempo e de estar bem acostumado subi e comecei lamber e mordiscar a regi�o entre o umbigo e o p�nis, n�o sei por que, mas isso o deixava louco. Percebi que o pau dele tava quase mijando lubrificante. Tava na hora. Comecei a lamber o pau dele e desci para as bolas. Ele gemeu. Peguei o gel que tava do lado e passei em toda a extens�o daquela pica, sendo que a cabe�a bastaria o lubrificante dele, pois era tanto e sempre saindo mais que s� ele bastaria, mesmo assim passei gel l�. Peguei mais um pouco de gel, passei nos dedos e introduzi os tr�s no meu cu fazendo for�a para abri-los, pois precisava n�o sentir nenhuma dor sob pena de parar tudo. Levantei de uma vez da posi��o que estava e sentei em cima dele, ele me olhou assustado.

- Calma, dessa vez vai dar certo – falei procurando faz�-lo relaxar, e ele me retribui com um sorriso.

Comecei a introduzir a cabe�a, meu cu absorveu rapidinho. Ele fechou os olhos e mordeu os l�bios, tava sentindo prazer e isso me deixou louco, comecei a colocar o resto at� conseguir tudo. Ent�o anunciei:

- Voc� est� todo dentro de mim.

- Ai amor! Que del�cia. N�o t� doendo n�o n�?

- Mesmo que tivesse agora � tarde – respondi mordendo os l�bios e comecei a cavalg�-lo. Ele segurou minha cintura e come�amos um frenesi louco de urros e gemidos, era muito tes�o h� muito contido. Parei, o beijei e disse:

- Vamos mais pro lado da cama – ele obedeceu.

- Agora vem c�. Se levanta enquanto eu me deito. - E assim fizemos, ficamos na posi��o de frango assado.

- Ai amor que del�cia! – disse ele quase gemendo.

- Vai melhorar. Vai pra fora da cama e fica em p�. Sem tirar. – Assim ele fez. Olhou-me, se inclinou sobre mim e me beijou apaixonadamente.

– Mano voc� vai me matar de tanto prazer. – disse ele me olhando nos olhos.

- Vai GUTO. D� o teu melhor, me penetra MEU GOSTOSO.

Ele come�ou a bombar durante um bom tempo, depois tirava quase tudo e deixava s� a cabecinha, metendo e tirando bem devagar.

- Amor. T� aprendendo r�pido heim! Mas, para ou eu vou gozar. T� bom demais, porra. - ent�o puxei ele que penetrou de uma vez. Beijamos-nos durante um bom tempo.

- Amor agora vamos fazer o inverso, vem pra cama de novo. – Falei no ouvido dele – mas n�o tira.

Fizemos o caminho inverso, ele voltou pra cima da cama, e foi se deitando enquanto eu vinha pra uma nova cavalgada.

- Vamos pro meio da cama. � melhor. – E fomos, comecei a cavalgada e parei, tava ficando seco. Comecei a tirar.

- Que houve? – Perguntou ele intrigado.

- Calma. Vou s� lubrificar mais. Peguei o gel, passei e voltei a enfiar. Enquanto eu o cavalgava, pegava em seus peitinhos e ele nos meus. �s vezes eu rebolava um pouco o me segurava em cima e pedia pra ele meter em uma dessas vi a cara de gozo dele, baixei de uma vez e o puxei para junto de mim, come�amos a nos beijar. Ele sentado e eu escanchando em seu quadril n�o demorou muito...

- Ai Caio! Vou gozar hummm!

O agarrei e voltamos a nos beijar de novo enquanto gem�amos feito loucos. Nessa posi��o gozamos juntos (gozei sem me masturbar nem nada). Ele dentro de mim e entre n�s dois, era tanta porra, que chegamos a melar nossos queixos. Ele caiu pra tr�s e eu por cima dele. Ficamos nessa posi��o at� o pau dele amolecer e sair de mim naturalmente. Est�vamos mortos, mas muito felizes, nos levantamos e fomos pro banho. Ent�o, um banhou o outro, ele me banhou primeiro e depois eu fiz o mesmo com ele. Por�m, quando eu o banhava, me veio à lembran�a daquele beb� lindo que eu ajudava minha M�E a banhar, comecei a chorar, ele me olhou com carinho e me abra�ou.

- Que houve? Algum problema? – Perguntou ele preocupado.

- N�o. Foi s� uma lembran�a. – E contei pra ele do que se tratava.

- Ah Caio! N�o se preocupa n�o. Agora voc� pode me banhar todo dia. – Ca�mos no riso e terminamos de tomar banho.

Voltamos a nos deitar.

- Amor. Por que dessa vez n�o doeu? Voc� j� fez isso com algu�m antes?

- GUTO. Voc� foi o primeiro e ser� o �nico, pois pretendo ficar contigo pra sempre.

- Eu tamb�m.

Nos olhamos e nos agarramos em um beijo de arrancar a l�ngua.

- Eu me folguei um pouco enquanto te chupava – E expliquei o que tinha feito antes dele me penetrar. – Mas tem uma coisa que t� come�ando a me preocupar.

- O que �? – Me perguntou enrugando a testa.

- Como vamos administrar essa situa��o. J� decidi que vou terminar com a Valqu�ria. A partir de agora quero sair � com voc�, passear com voc�. Ir ao cinema, viver ao teu lado. E sei que isso vai levantar suspeitas, mas n�o consigo ver de outra forma, e mesmo assim j� decidi. Vou fazer de tudo pra ficar do teu lado, pois j� n�o consigo imaginar a vida sem voc�.

- Nem eu. Mas seja qual for tua decis�o estarei contigo sempre.

� isso a�. Come�a uma nova fase. Aceita��es, surpresas. Revela��es e muito amor. Mais uma vez aguardo seus votos e pra quem quiser escrever �: [email protected]� pr�xima.

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