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PERDENDO A VIRGINDADE COM O PROFESSOR

Sou Bruna, tenho 20 anos e essa hist�ria aconteceu quando eu tinha 19 anos, e ainda era virgem. Sou morena, 1,70m, brasileira (n�o tanto peito, mas um bumbum delicioso e coxas fartas). Estava no �ltimo ano do ensino m�dio e um professor novo come�ou a dar aula na minha sala. Loiro, alto, bra�os definidos, cheiroso, um charme inigual�vel. No come�o ele n�o passava de meu professor, mas mesmo assim eu meio que gaguejava quando falava com ele. Depois de um tempo meus colegas come�aram a falar que ele dava mais aten��o para mim, me olhava diferente. A princ�pio n�o me interessei por isso, mas com o tempo comecei a achar a ideia interessante. Meus sonhos er�ticos eram sempre com ele, todas as vezes que me masturbava chamava seu nome nos meus del�rios. Agora queria que ele me olhasse diferente, queria a aten��o dele. Ent�o consegui que ele me adicionasse no Messenger, deixando quase expl�citas minhas inten��es. Muitas foram as conversas, ele tinha namorada, brigava muito com ela, mas era um cara certinho, n�o queria tra�-la. Fui contornando isso, ele j� dizia o quanto gostava de mim, que gostaria de passar um tempo comigo quando terminou o namoro. Um tempo at� sairmos pra jantar. No come�o n�o quis atingir sua timidez de frente, foram somente beijos e m�os inquietas...



Logo ele me chamou pra uma pequena viagem. Ele era Dj nas horas vagas e ia tocar em uma festa numa cidade vizinha. A minha mente j� estava a mil, imaginando o aquele homem t�mido faria comigo, j� que os mais quietos s�o os mais quentes. Infelizmente neste dia, ele que sabia que eu era virgem, fez tudo menos meter como eu queria. A agarra��o foi muito forte, eu estava muito a fim de dar, ele me despiu e veio pra cima, mas no fim s� enfiou a pontinha (n�o t�o pequena assim), aquilo s� serviu para me deixar com mais vontade, uma pica de 20 cm deixa qualquer virgem com vontade de fuder. A festa foi boa, mas a minha decep��o era evidente. Durante aquela semana na sala de aula eu demonstrava isso.



No fim de semana seguinte sa�mos novamente, e quando voltamos pro hotel a� sim aconteceu a festa. Novamente nossas m�os trocaram agarros, ele me pegava forte, o clima entre n�s era muito quente desde o come�o, o jeito que ele tinha era inimagin�vel pra quem conhecia apenas seu lado professor. Ele me deixou com muito tes�o, outros caras j� tinha me tocado, mas eu nunca tinha ficado t�o molhadinha. Ent�o comecei, abocanhei aquele pau enorme com muita vontade, ele n�o aguentou, me puxou pra cima dele e eu delirei, quase n�o conseguia chupar direito aquele pau enorme e pulsando na minha boca, a l�ngua dele maravilhosa, deslizava na minha bucetinha ainda virgem e toda molhada, logo meu grelinho inchou de tanto prazer, de tanto ele usar a l�ngua lambuzada com meu melzinho nele… N�o aguentamos muito nisso, apesar de estar uma del�cia o tes�o era muito mais forte, a vontade de n�s dois era realmente fuder gostoso, eu n�o via a hora de sentir aquele pau me preenchendo, arrega�ando minha xaninha e tirando meu cabacinho, ele n�o via a hora de meter naquela buceta lambuzada. Quando eu senti pela primeira vez um pau inteiro na minha buceta meu corpo todo estremeceu, estava gozando, t�o lubrificada que n�o senti dor. Ent�o ele me chamou de puta, aluninha safada, tarada, isso s� aumentava meu tes�o. De frente um pro outro, metendo r�pido, forte e gostoso, est�vamos t�o em �xtase que gozamos juntos, eu pela segunda vez. Eu tinha perdido minha virgindade com meu professor. A noite ainda foi longa ele tinha tanto pique, e uma pica que hmmm, foram muitas vezes sempre com um prazer que parecia n�o ter fim. Aprendi muito com meu professor mas n�o tanto em sala de aula, j� que era na cama, no carro, no ch�o, no sof�, que pass�vamos mais tempo, sempre transando, sempre metendo, e sempre querendo mais.



Desde a primeira vez nossa rela��o na sala ficou muito excitante. Olhares. Eu desejava que ele me tocasse em sala. Mas a timidez dele era incr�vel, j� na cama sem pudor nenhum. Experimentamos muitas coisas, fantasias, fetiches... Muitas outras hist�rias, mas pra outra vez.

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