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O TRISTE DESTINO DE J�SSICA CAPITULO 01



Oi meu nome � J�ssica sou filha �nica , tenho 19 anos... e agora vou contar para voc�s como todo esse pesadelo come�ou... bem , de repente eu precisava conseguir um trabalho... a minha situa��o era dif�cil , sou uma mo�a vinda de fam�lia pobre , por isso s� pude estudar na escola p�blica , mas , tudo para n�s , era muito dif�cil mesmo... a nossa situa��o financeira era p�ssima , eu queria estudar para conseguir um bom emprego e ent�o poder ajudar o meu papai , que j� estava come�ando a ficar com a sa�de debilitada , por causa da idade e tamb�m por causa de trabalhar demais... bem , tudo na vida sempre foi muito dif�cil pra gente , mas ficou ainda pior depois que os problemas de sa�de do meu papai se agravaram... ele n�o tinha mais condi��es de fazer nenhum servi�o pesado , por isso o patr�o dele , levou em considera��o que ele precisava trabalhar , pois tinha uma filha para sustentar , que no caso era eu , ent�o o patr�o do meu papai , que tinha fama de ser um homem malvado, e as vezes at� cruel com os seus empregados , dessa vez , quando o meu papai j� esperava , e tinha a quase certeza , de que seria mandado embora... o senhor Mills que era o seu patr�o teve uma atitude de rara bondade e compaix�o... arrumou para ele , o servi�o de supervisor de entregas... ele , a partir de agora , iria apenas fiscalizar as entregas e dar o visto nas mercadoria que entravam e saiam da empresa.... era um servi�o bem leve , mas tinha um problema... como esse novo trabalho n�o exigiria muito dele , ent�o o senhor Mills tamb�m diminuiu o sal�rio dele quase pela metade... por isso o sal�rio dele passou a n�o ser mais , o suficiente para n�s dois... ele sempre cuidou de mim desde que a mam�e faleceu , quando eu ainda era uma nen�m... e agora eu tamb�m precisava , desesperadamente , conseguir um emprego para ajudar nas despesas... era a minha vez de ser grata a ele por tudo que j� tinha feito por mim... foi ent�o que eu abandonei o col�gio , faltava apenas o ultimo ano , para concluir o curso b�sico , mas ajudar o meu papai era mais importante do que tudo para mim... eu estava decidida , abandonei a escola e decidi que no dia seguinte , eu sairia pela cidade , a procura de emprego... poderia ser qualquer coisa , faxineira , bab� , dom�stica... qualquer coisa... mas para minha surpresa , meu papai me disse que n�o precisava procurar por emprego nenhum , porque o senhor Mills j� tinha arrumado uma vaga de secret�ria , para mim... eu fiquei surpresa , agora eu tamb�m seria uma empregada do senhor Mills. O senhor Mills j� tinha nos visitado algumas vezes , mas foi s� a alguns dias atr�s que ele ficou sabendo que meu papai tinha uma filha , e eu j� estava come�ando a ficar intrigada , porque para um homem com a fama de malvado , que ele tinha... , ele estava sendo muito bonzinho com a gente. Eu j� estava come�ando a ficar desconfiada de que ele estava ficando interessado em mim... foi ent�o que eu comecei a sorrir de mim mesma por causa do tamanho da bobagem que eu estava pensando.... o senhor Mills era um velho e deveria ter mais de 40 anos , e eu com 19 anos , tinha idade para ser filha dele... e alem disso ele era casado , tinha filhos... n�o , era imposs�vel , essa minha id�ia era imposs�vel... e apesar de ele ser muito rico , eu jamais aceitaria uma coisa dessas... ent�o decidi que n�o iria mais pensar nessas bobagens que com certeza , s� existiam na minha cabe�a. Naquele dia eu fui dormir mais sedo , para estar bem disposta , para enfrentar o dia seguinte... que seria o meu primeiro dia como secret�ria do senhor Mills...



No dia seguinte eu fui para o trabalho , e fui entrevistada pelo pr�prio senhor Mills , que me fez um monte de perguntas estanhas , entre elas ele queria saber at� si eu dormia nua... eu fiquei envergonhada com as perguntas que eram muito intimas... mas ele dizia que era um procedimento padr�o... mas tudo bem , passado o constrangimento dos primeiro dias , por estar sendo assediada todos os dias pelo senhor Mills , pouco a pouco eu ia ficando acostumada com o trabalho e tamb�m com os ass�dios. Eu era assediada todos os dias mas nunca contava nada para o meu papai , nunca contava nada para ninguem... o senhor Mills sempre me dizia que a �nica exig�ncia que ele tinha em rela��o a mim , era sobre as minhas roupas.. ele queria que eu sempre fosse para o trabalho usando mini-saias bem curtas e tops que destacassem mais os meus seios , que j� eram bem chamativos... ele dizia que era pelos clientes mas eu sabia que era porque ele gostava de ver e as vezes , quando ningu�m estava olhando , ele dava algumas apalpadas... e colocava o dedo na minha boca cochichando bem baixinho , para que eu ficasse quietinha e n�o contasse para ningu�m que estava sendo molestada... no come�o eu achava aquela situa��o , um pouco , constrangedora , mas depois aos poucos , confesso que estava come�ando a gostar de ser sempre elogiada , assediada ... mas algumas vezes ele passava dos limites , querendo colocar a m�o nas minhas partes intimas... mas eu fazia sinais dizendo que n�o... e ele respeitava esses limites , que eu mesma impunha para ele... e ent�o ele si limitava a apenas a apalpar os meu seios por cima da minha roupa... e dizendo que queria que eu fosse sua amante secreta e que eu seria financeiramente recompensada , caso aceitasse essa sua proposta.... as vezes nem eu mesma acreditava no quanto ele era safado... como podia uma coisa daquelas? Ele era um senhor de idade um pouco elevada , ele tinha bem mais de 40 anos .... mas ao mesmo tempo , era t�o tarado... essa era uma coisa que eu n�o esperava de um homem da idade dele. Mas os dias foram passando , e eu fui me acostumando a ser assediada... e come�ava a gostar de ter um velho tarado babando por mim... eu achava gra�a ... e ele sempre insistia na mesma est�ria ... queria que eu fosse sua amante secreta em troca de dinheiro... e ele insistia tanto que um dia eu fiquei curiosa e perguntei para ele , com uma voz sussurrada , de quanto seria o dinheiro que ele me pagaria para ser sua amante... e fiquei surpreendida quando ele disse que seria de 100 mil reais por semana depositados direto na minha conta do banco... e que ningu�m nunca ficaria sabendo disso , que seria um segredo s� nosso.... eu fiquei assustada , 100 mil reais por semana... era uma quantia absurda em dinheiro , ent�o comecei a pensar comigo mesma , que eu seria uma tonta si n�o aceitasse. Mas ent�o eu pensava e come�ava a ficar preocupada ... mas e si ele n�o pagasse... eu n�o podia me arriscar a fazer uma coisa dessas e depois ser enganada , levando um calote de 100 mil reais ... ent�o eu disse para ele que aceitava ser a sua amante secreta , mas tamb�m disse que queria o dinheiro adiantado... ele deu um sorriso , de satisfa��o... e disse que era claro que sim , e que eu poderia ficar tranquila quanto a isso , porque nem estava passando pela cabe�a dele , a possibilidade de n�o me pagar a quantia combinada... mas que eu mesma deveria pegar o dinheiro no cofre da empresa e depois deposita-lo na minha conta... porque ele n�o queria levantar suspeitas , para que a mulher dele n�o desconfiasse de nada... ent�o foi assim que eu fiz... eu fui at� a sala do cofre na hora do almo�o , sozinha , com a minha bolsa , e com a senha do cofre , que me foi passada pelo senhor Mills , eu abri o cofre , peguei o dinheiro e coloquei na minha bolsa... e depois sa� escondida para que ningu�m me visse... segundo o senhor Mills , era assim que deveria ser todos os meus pagamento... eu me sentia estranha , fazendo aquilo ... parecia que eu era uma ladra...

Depois disso , aproveitei o resto do hor�rio do meu almo�o para ir ao banco para depositar o dinheiro na minha conta pessoal... eu morria de medo , de andar pela rua , com 100 mil reais dentro da minha bolsa , mas correu tudo bem no caminho at� o banco e consegui depositar todo o dinheiro na minha conta sem nenhum problema , mas mesmo assim , eu continuava nervosa , porque o senhor Mills disse que hoje mesmo , depois do trabalho , seria o nosso primeiro encontro amoroso... eu estava um pouco nervosa , porque n�o sabia o que aconteceria de agora em diante...

Ent�o depois do almo�o , voltei para a minha escrivaninha e comecei a trabalhar como si nada estivesse acontecendo , mas de repente o telefone toca e eu atendo e era a voz do senhor Mills solicitando a minha presen�a na sala dele... fico arrepiada com o tom de voz que ele usava no telefone... sinto um arrepio passar por todo o meu corpo... fico um pouco nervosa , n�o sabia porque , mas eu sentia no meu cora��o que alguma coisa ruim iria acontecer comigo a partir de agora... eu fiquei preocupada , n�o era para ele me chamar nesse momento , fiquei aflita... o nosso encontro amoroso era para ser s� depois do trabalho... agora a empresa estava cheia de gente... eu pensava mil coisas , ser� que algu�m descobriu o nosso plano antes mesmo do nosso primeiro encontro? Ou ser� que ele iria fazer mais alguma exig�ncia de mim por causa do alto pre�o que ele estava me parando para ser sua amante secreta?... mas ent�o balancei a minha cabe�a e decidi parar de pensar bobagens , eu falava para mim mesma: *n�o , n�o tem como algu�m ter descoberto o nosso plano , eu n�o fui vista por ningu�m enquanto pegava o dinheiro e ia para o banco...* mas ent�o o que era? O que seria? Porque ele me chamou justo agora? Ainda faltava muito para o fim do dia... enquanto eu pensava mil coisas horr�veis e fazia cara de choro , toda nervosa e ansiosa , eu ia caminhando lentamente na dire��o da sala do senhor Mills... chegando , l� , eu bati na porta e ele mandou que eu entrasse e fechasse a porta com chave porque ele dizia que queria ter uma conversa muito s�ria comigo , sobre algumas mudan�as no nosso acordo... mudan�as que favoreceriam somente a ele e me deixariam totalmente , com as m�os atadas... totalmente indefesa e a merc� das vontades dele... eu ainda n�o sabia , mas tinha caido em uma armadilha criada pelo senhor Mills... uma armadilha perfeita da qual jamais poderia escapar...

Eu olhava para ele , ele sorria de forma estranha... um sorriso confiante e maldoso... ele sorria como algu�m que j� estivesse com um jogo ganho... ele sorria como algu�m que j� estivesse com tudo sob controle... e aquilo me deixava assustada e com um pouco de medo... o que ser� que ele queria falar comigo sobre o nosso plano? J� estava tudo combinado... eu seria a sua amante secreta , e em troca ele me pagaria uma quantia de 100mil reais por semana... mas si j� estava tudo combinado , o que ele queria acrescentar a mais... ser� que ele queria impor mais algumas condi��es?... enquanto eu pensava , ele , de repente , come�a a falar... “muito bem , senhorita... solicitei a sua presen�a aqui s� para ti dar uma �tima noticia sobre o nosso acordo , que na verdade n�o existe mais...” ele sorria sarcasticamente e continuou... “uma �tima noticia somente para mim , � claro...” ele dava mais um sorriso de satisfa��o... “a novidade � que voc� n�o vai mais ser minha amante... essa nunca foi a minha verdadeira inten��o... na verdade eu tenho outros planos para voc� , minha cadela...” eu ficava assustada e me afastava um pouco dele que enquanto falava se aproximava lentamente de mim.... eu estava usando a roupa que sempre era exigida por ele.... um top , que destacava os meus seios e uma mini-saia bem curtinha que quase dava para si ver a poupa do meu bumbum.... enquanto ele continuava falando...

“a partir de agora voc� ser� minha escrava , e voc� ser� obrigada a aceitar todas as minhas condi��es e eu vou ti explicar porque....” eu me afastava e ficava encostada na porta , que estava trancada , enquanto ele si aproximava... e sussurrava... “como voc� pode ver , com exce��o desta sala todo o resto da f�brica est� cheia de c�meras de seguran�a por toda a parte... e voc� foi filmada o tempo todo , enquanto roubava o dinheiro do cofre da empresa e colocava na sua bolsa.... e eu j� tenho nas minhas m�os , o estrato de dep�sito desse dinheiro todo na sua conta pessoal... dep�sito feito por voc� mesma... , mas n�o si preocupe com o dinheiro , porque voc� n�o poder� retirar nenhum centavo , porque por um acaso o dono do banco � meu amigo e eu j� mandei ele trancar a sua conta para impedir voc� de fazer qualquer saque... , com isso o �nico dinheiro ao qual voc� ter� acesso ser� somente o seu salariozinho de secretaria e mais nada... ” ele continuava sorrindo e coloca uma das m�os na porta e ficava bem pr�ximo de mim e cochichava no meu ouvido... “resumindo , ou voc� obedece a todas as minhas ordens daqui para frente , ficando quietinha e sendo uma boa escrava... ou eu ligo para a pol�cia e voc� ser� presa por roubo...” ele sorria , sabendo que eu n�o tinha escolha a n�o ser obedece-lo... enquanto eu fazia cara de choro e fazia que sim com a minha cabe�a concordando com todas as condi��es impostas por ele continuava falando... “muito bem , boa cadela.... agora .... tire a sua calcinha....” eu arregalava os meu olhos , assustada e amedrontada... n�o esperava por aquela primeira ordem dele... e ele continuou... “o que foi cadela , voc� est� surda?.... , daqui a pouco , voc� vai voltar para a sua sala e terminar o seu dia de trabalho antes da nossa primeira sess�o , mas antes quero que voc� tire a sua calcinha e fique debru�ada na minha mesa... e empine bem o seu bumbum... quero fazer algumas coisinhas antes... para que voc� , n�o si esque�a de que dever� vir deretamente para a minha sala , depois que o seu expediente terminar...” ele me puxava pelos cabelos e me empurrava na dire��o da mesa... “vamos , agora fa�a o que eu mandei... sua cadela... eu n�o tenho o dia todo...” eu chorava e come�ava a retirar a minha calcinha , deixando-a cair no ch�o.... em seguida eu me debru�ava sobre a mesa e empinava bem o meu bumbum , enquando mordia os meus pr�prios l�bios , com medo daquele homem que agora mandava e desmandava em mim... eu estava totalmente indefesa e a merc� das vontades daquele homem cruel e pervertido... eu temia pelo meu futuro... eu estava perdida... eu n�o era virgem , mas tambem , nunca tinha sido estuprada antes na minha vida , ...uma coisa que agora , estava prestes a acontecer... ele si aproxima de mim por tr�s e come�ava a passar a m�o no meu bumbum , colocando a ponta do seu dedo m�dio na entrada do meu anus , e fazia movimentos circulares... “� isso a� , cadela... voc� vai voltar ao seu trabalho daqui a pouco , mas vai ter que usar uns acess�rios que eu comprei para voc� em uma loja de sexy shopp... assim voc� j� vai entrando no clima da nossa primeira sess�o tortura de hoje , que ser� depois do seu expediente...” ele sorria enquanto eu fazia cara de choro... , ent�o ele pegou uma seringa bem grande que estava dentro de uma gaveta e foi com ela at� um pequeno toalete particular , que tinha naquele escrit�rio , e come�ou a enche-la com �gua do lavat�rio... de l� ele me via debru�ada sobre a mesa e falava... “fica quietinha a� na mesa , sua cadela.... sin�o eu vou amarrar voc� todinha para que fique quieta...” eu continuava parada naquela posi��o , olhando para ele e fazendo cara de choro... enquanto ele voltava com aquela enorme seringa , cheia de �gua... “muito bem cadela , vamos come�ar a sua prepara��o...” e falando isso ele colocou o bico da seringa na entrada do meu anus e empurrou-a para dentro... eu sentia o bico da seringa entrando no meu pobre e indefeso anus e come�ando a esguichar �gua para dentro de dele... ele apertava lentamente a seringa e aquela �gua fria ia lentamente invadindo e preenchendo os meus intestinos.... pouco a pouco eu ia me sentindo cada vez mais cheia.... eu fazia cara de choro e de dor... era muita �gua que estava sendo introduzida dentro de mim... meus intestinos j� estavam bem cheios ... ent�o ele parou de esguichar �gua... eu fiquei aliviada por um segundo , mas quando olhei para tr�s fique assustada quando vi que a seringa ainda estava apenas pela metade , e ent�o ele voltou a apertar novamente a seringa e a esguichar o resto da �gua da seringa dentro do meu anus... eu sentia muitas dores , eu olhava para ele com cara de choro e implorava para que ele parasse... “por favor , senhor , eu imploro... n�o coloque o resto n�o , por favor... tenha piedade de mim meu senhor... eu imploro...” mas ele nem me ouviu ... esguichou o resto da �gua dentro do meu anus de uma s� vez... e antes de retirar o bico da seringa do meu anus , me advertiu com uma voz brava e autorit�ria... “escuta bem , sua cadela , agora eu quero que voc� mantenha toda essa �gua dentro de voc� at� o fim do expediente... e nada de ir ao banheiro , ouviu? Sin�o depois vou tortura-la com agulhas...”e retirou o bico da seringa... e eu fiquei desesperada , e falava quase chorando com uma voz tremula ... “mas senhor , eu j� estou muito cheia e estou sentindo muitas dores... e estou sentindo que n�o vou aguentar segurar por muito tempo...” ele sorriu ... “mas foi por isso que eu comprei mais um amiguinho para voc� , minha cadela” ele abriu a gaveta e pegou um plug anal , tamanho m�dio... e enfiou no meu anus sem piedade , tapando-o... “a� , com esse plug anal , agora o seu cuzinho t� bem tapado , n�o vai soltar nem uma gotinha de �gua at� que eu d� permi��o para que voc� o retire....” eu sentia muitas dores .... e tentava me levantar da mesa... mas fui impedida pelo senhor Mills... “ei , quietinha a� , sua cadela.... t� pensando que acabou... ainda tenho mais um acess�rio que quero que voc� use ... at� agora nos cuidamos somente do seu cuzinho , ...agora chegou a hora da sua bucetinha... ou voc� est� pensando que eu me esqueci dela?” ent�o ele retirou da mesma gaveta , um p�nis vibrador e o colocou na minha boca... “vamos comece a chupar , sua cadela , deixe ele bem molhadinho com a sua saliva pro seu pr�prio bem ou vou enfia-lo seco mesmo , na sua buceta...” eu cuspia e o lubrificava com a minha saliva e espalhava com a l�ngua... ent�o o senhor Mills me chingou.... “n�o � s� para cuspir nele , sua cadela , � para chupar tamb�m , como si ele fosse de verdade... � bom que voce j� v� praticando desde j� , porque mais tarde voc� vai chupar � o meu...” ent�o eu comecei a chupa-lo com for�a como si estivesse querendo faze-lo gozar... “isso , boa cadela , � isso mesmo... ... agora vamos colocar na sua bucetinha...” eu fiquei desesperada , fazia cara de choro , aquele penis-vibrador era enorme , e ele ia enfia-lo na minha vagina... “ai , n�o , por favor ... n�o....” ele coloca a cabe�a do penis-vibrador na entradada da minha vagina e come�ou a empurra-lo para dentro... com um sorriso pervertido no rosto e falando para mim... enquanto eu chorava de dor... “n�o? , n�o o que? , n�o o que ... minha cadela de rua... ser� que voc� ainda n�o entendeu?... que voc� � minha cadela agora , minha escrava , minha propriedade particular... e eu posso fazer com voc� , o que eu quiser e do jeito que eu quiser... e a �nica coisa que voc� poder� falar daqui para frente � *sim senhor*... e mais nada... entendeu minha cadela?” e falando isso ele come�a a enfiar aquele enorme p�nis vibrador na minha vagina....



CONTINUA.....

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