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COMISSARIA PERVERSA 1

Eu tinha acabado de chegar de mais uma viagem no aeroporto de congonhas, e estaria por dois dias de folga sem viagem alguma, e ainda com minha roupa de comiss�ria aproveitei para dar um pulo no parque do Ibirapuera para almo�ar por ali em um dos quiosques. Deixei minha coisa no carro mas tive que ir vestida com o uniforme, e apesar do calor l� estava eu de vestido justo, meia cal�a e salto alto, e claro cabelo preso e muita maquiagem, pro meu azar o dia estava bem quente, mas seria uma parada breve. Cheguei lentamente at� o quiosque porque o salto me impedia de andar mais depressa, mas assim que cheguei pedi um suco e uma saladinha de almo�o, logo que comecei a comer tive uma grata surpresa e apareceu ali fazendo Cooper um colega de uma amiga aminha que j� havia conversado comigo algumas vezes por MSN, e nossas conversas muitas vezes enveredava para assuntos picantes. Ele muito bonito, alto, bra�os fortes, loiro e pelo que vi pela internet dotado de um belo instrumento, daqueles grandes e grossos. Ele me avistou veio at� mim e se sentou e disse “se a gente tivesse marcado n�o daria t�o certo”. Ele me acompanhou at� o fim do almo�o, e logo sai e fui caminhando at� meu carro com sua companhia. No meio do caminho pedi pra parar um pouco porque meus p�s estavam doloridos, ele sorriu e falou “vamos at� ali na grama que fa�o uma massagem neles”, eu adorei a ideia e fomos. Caminhamos e quando eu ia sentar ele dizia “vamos mais pra l�, mais longe das pessoas”. Chegamos at� uma arvore e sentamos ali, eu de frente pra ele, estiquei minha perna e ele tirou meu sapato, depois o outro e come�ou a massagem. Perguntei pra ele porque t�nhamos caminhado pra t�o longe, ai ele falou “acho que lembra de nossos papos no MSN, tenho tes�o por p�s e provavelmente algo aqui vai endurecer”. Eu sorri, e n�o disse nada, apenas ta bom.

De tempos em tempos eu deixava meu p� escorregar e raspava o calcanhar no meio de suas pernas e ele dizia “M� n�o me provoca”, eu sorri, e coloquei um dos meus p�s na lateral de seu short e fiquei mexendo os dedos ali, olhei pra ele e falei “afasta o short, eu quero te sentir”, ele olhou pros lado, disfar�ou e levantou e da� senti algo bem grosso entre meus dedos, fiquei mexendo e percebi que ele parou a massagem e perguntei porque e ele respondeu “assim voc� me faz gozar”, eu falei “duvido”, ele ent�o respondeu “se eu gozar em 2 minutos so de sentir seu p� o que voc� me d�?”, respondi, “te dou uma sess�o er�tica de tortura e mais tudo o que voc� implorar, TUDO”. Ele se animou, e falou “pode cronometrar e capricha”. Com um p� fiquei ali por dentro mexendo toda descoordenada e com o outro, por fora do shorts fiquei apertando com os dedinhos do p� a cabe�a de seu caralho, eu falei “quero muito perder esta aposta e judiar de voc�, ent�o goza pra mim”. Ele fechou os olhos e se deliciava, ai avisou que ia gozar e eu disse “quero ver a porra quente saindo de voc�”, ele perguntou como e eu disse “Poe ele pra fora pelo lado do short”, ele ajeitou, o pau dele era imenso, sorte que est�vamos longe das pessoas porque qualquer um veria um pau grande daquele, ele tirou ai continuei do mesmo jeito, um p� mexendo de cima pra baixo e o outro mexendo o dedos na cabe�a, olhei no cronometro faltavam 20 segundos e quando fui avisar senti seu pau mexer e logo vi toda a porra quente saindo, que tes�o ver aquilo, ele soltou diversos jatos, um atr�s do outro, pegou no meu p�, na grama, na perna, na sua barriga. Recolhi minhas pernas e coloquei os sapatos, passei o dedo na sua barriga e peguei um pouco de seu semem e levei ate minha boca “hum adorei seu gosto suado”, ele ficou louco e falou “sim, mas voc� perdeu e ter� que pagara aposta”, eu sorri e disse, “claro, te espero na minha casa as 20 horas para o inicio da tortura.

Fui para casa, fiz tudo o que tinha para fazer, la pelas 18hs tomei um banho bem gostoso, coloquei meu roup�o e preparei um leve jantar. Ao fim fui at� meu quarto para escolher a roupa que usaria. Salto acr�lico como sempre pois amam eles nos meus p�s, calcinha fio dentar com um cora��ozinho de brilhantes tr�s, um corpete, e amarrei meus cabelos com um rabo de cavalo alto. Peguei meus dois abajures com lapada vermelha e acendi, liguei minha TV e coloquei um DVD pornogr�fico, e do outro lado da cama abri meu laptop passando diversas fotos masoquistas em slide, algumas claro comigo. Esqueci de dizer, como sempre caprichei na depila��o deixando sem pelo nenhum no corpo, e as unhas vermelhas, claro.

Logo o interfone tocou e mandei ele subir, mal ele tocou a campainha e eu abri, ele me olhou de cima a abaixo e disso “uau”, eu agachei, abri seu z�per e puxei seu pau mole pra fora e comecei a chupar ali mesmo com a porta aberta, ele se assustou “voc� ta louca a porta ta aberta”, eu ignorei e chupei mais forte e senti aquele monstro endurecer, quando ficou duro eu levantei e mandei ele se sentar para jantar. Preparei um prato de macarronada, mas s� havia um prato e talher para ele, ele me perguntou se eu ia comer e respondi “senta l� e coma tudo sen�o n�o ganha a sobremesa”. Ele sentou e come�ou a comer, eu me enfiei de baixo da mesa e de novo puxei seu pau pra fora e comecei a chupar de novo, ele parou de comer e foi querer me olhar ma dei uma bronca “coma tudo sen�o n�o tem mais nada e nem sobremesa”, ele obedeceu e ficou ali comendo, enquanto eu chupava seu mastro, ainda pela metade porque a cal�a n�o permitia. Ele comeu r�pido louco pra dar continuidade e avisei, “agora deite na mesa que vou te dar a sobremesa, e guarde esse pau”. Ele deitou, e da� eu subi tamb�m, coloquei um p� de cada lado de sua cabe�a, tirei minha calcinha, e peguei um pote de musse, lambusei em um dedo e passei na minha bucetinha lisinha, logo em seguida sentei na boca dele mandando ele comer. Fiz isso mais tr�s vezes, da� na quarta lambuzei atr�s, meu cuzinho tamb�m completamente depilado, e sentei na sua boca e falei “esfrega sua l�ngua no meu cuzinho, vai meu guri”. Levantei, vesti minha calcinha e desci da mesa. Mandei ele sentar porque eu iria lavar a lou�a, ele obedeceu e sentou enquanto lavei seu copo e prato, quando voltei pra sala ele perguntou onde era o banheiro, indiquei pra ele e fui atr�s, “quero ver seu pau mijar”, ele foi, o pau ainda um pouco duro n�o conseguia mirar direito, mas no fim conseguiu, assim que ele acabou pedi licen�a, sentei no vaso e disse “limpe esse pau mijado na minha boca”. Abocanhei seu pau, que logo endureceu, e parei, hora de ir pro quarto.

Quando ele entrou levou um susto com a apar�ncia do lugar, eu apenas disse, “deita na cama”, ele deitou, sentei sobre ele e comecei a beijar, bem gostoso, enquanto isso fui vendando seus olhos, depois algemei uma bra�o na cabeceira da cama, depois o outro, depois amarrei com um len�ol cada uma de suas perna no p� da cama. Voltei a beija-lo e tirei sua venda. Sentei no v�o de suas pernas abertas, eu estava sentada de pernas cruzadas, da� estiquei meus dois p�s colocando um de cada lado do seu pau, puxando a pele ate embaixo, deixando bem duro, e quando ele ficou como uma pedra puxei mais ainda com os p�s a pele, e comecei a me curvar, chupando a cabe�a de seu pau sem por a m�os, usando apenas os p�s, os 8 anos que pratico yoga e pole dance me ajudaram muito nisso, rs. Com muito treino respirat�rio e muito alongamento pude enfiar seu pau inteiro na boca, at� meu l�bios tocarem o dedos dos meus p�s que estavam cravados na base do penis, e com a cabe�a do pau tocando em minha garganta comecei a girar a l�ngua, em movimentos lentos, enquanto eu mantinha uma respira��o mais lenta. Eu sabia que ele n�o aguentaria e encheu minha garganta de semem quente, e mantendo a calma do yoga engoli cada gota, para n�o deixa seu pau amolecer usei uma t�cnica de “doin” apertando em lugares que mantem o fluxo continuo no pau, mantendo ele duro, ele esta louco e dizia “meu deus como voc� consegue fazer isso, gozei e to com o pau duro e mais tes�o ainda”.

Da� ent�o tirei a boca, tirei meu p�s e fiquei de p� na frente dele, tirei meu corpete, tirei minha calcinha, voltei a colocar o sapato, e falei “quero voc� bem duro dentro de mim”, aproveitei que o pau estava bem melado, agachei sobre ele e fiquei encaixando levemente, minha bucetinha e meu cuzinho e perguntei “qual voc� quer ?, a bucetinha” ai sentei com ela at� o fundo, “ou meu cuzinho” e sentei com ele no meu cuzinho at� metade com dificuldade. Ele pediu o cu, obvio, da� sentei, agachando pouco a pouco, seu pau parecia que ia rasgar meu buraquinho, mas consegui dar conta, quando entrou tudo sentei at� as bolas, e da� coloquei meus p�s com salto alto na cara dele e falei chupa eles. Ele chupava feito um louco, da� ainda com o pau cravado no meu rabinho peguei o pote de musse, tirei meus sapatos, e comecei a servir com meus p�s o musse na boca dele, ele dizia “e muito tes�o Cella preciso gozar de novo”, eu disse “bah guri pois ent�o goze dentro de mim”, senti ele se contorcendo dentro de mim, e mantive meus p�s na sua boca, meu cuzinho enfiando e com uma das m�os fui ao mesmo ponto de massagem para manter o pau bem duro, uma delicia sentir tanto gozo e ainda sentir ele bem duro.

Finalmente acabou o pote de musse, eu levantei, fez um estrondo da separa��o daquele imenso pau com meu cu, fui at� minha gaveta e peguei 3 vibradores, voltei a sentar no seu pau, e da� perguntei, “qual dos 3 devo enfiar ai na frente?”, ele pediu o maior, sorri, e falei “ent�o esse ser� seu servi�o”, soltei as duas algemas, e fiquei ali, sentada e ele come�ou a enfiar o vibrador na frente. O vibrador era t�o grande quanto o seu pau e isso estava uma delicia. Ele primeiro ficou brincando s� com a cabecinha do vibrado, e enquanto isso soltei suas pernas, da� olhei pra ele e ordenei “bah guri enfia tudo”, ele foi enfiando e a sensa��o era a melhor poss�vel, um pau imenso atr�s e outro na frente, n�o aguentei e comecei a gozar ali, eu gemia muito alto, com muito tes�o, uma gozada longa, e nem bem acabei e falei “me pega de quatro que quero gozar mais”, levantei do seu pau, ajoelhei na lateral da cama, sentei com minha bucetinha no vibrador ligado no Maximo, me abaixei por completa empinando o cuzinho, e logo senti ele metendo, eu falei “sem d�, com for�a, me fa�a gozar”, o guri obedeceu, eu comecei a gozar e n�o parar, era o tes�o do vibrador e do pau grosso dele juntos, ele tamb�m come�ou a gozar e metia forte, da� foi perdendo as for�as e eu tamb�m, o vibrador ainda na velocidade m�xima, mas o pau dele entrando e saindo devagar, eu mandei “n�o para que assim da pra gozar uma ultima vez”, enfiando e tirando, lentamente, eu me concentrei e comecei a gozar de novo, meu corpo tombou pro lado, mas o vibrador continuava dentro e ele continuava bombando, o pau j� estava amolecendo mas ele continuou e deu um gemido alto, terminou de gozar e foi se ajoelhando ali no p� da cama,caiu exausto, ficou ali no ch�o, fui at� ele, dei um beijo e depois fui limpar o pau com a boca, ele avisou “nossa to acabado, preciso mijar”, eu sabia que era pouco que ele faria porque essa sensa��o � decorrente da t�cnica que usei, e falei “pode mijar assim mesmo, mija na minha cara na minha boca”, ele respondeu “ a n�o tenho coragem” eu falei “confia, pode relaxar, � s� um pouco” e da� foi,um, dois, tr�s jatos quente no meu rosto, e sai ele apagou.

Fui pro banho, comi alguma coisa, coloquei uma roupa qualquer e um salto bem alto, por que uso salto at� pra dormir, e fui ate ele. Acordei ele, ele foi pro banho e depois saiu, mandei ele embora e fui dormir, iria arrumar a bagun�a so no dia seguinte. Dormi de salto alto e nua.

Esse � meu primeiro relato, ap�s muito tempo tomei coragem e escrevi, se quiserem se comunicar comigo basta me adicionar no msn ou enviar email: [email protected]

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