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A MELHOR ESTORIA DE INCESTO E ORGIA 2

A melhor est�ria de incesto e orgia 2



...Chegando na rodovi�ria, pegamos o �nibus e em menos de 2 horas est�vamos na rodovi�ria da cidadezinha, que enfrentava um verdadeiro dil�vio, as ruas estavam alagadas e nossas roupas encharcadas. Sorte que n�o est�vamos vestindo as roupas pretas de enterro e corremos para mudar de roupa. Devido à pressa fomos direto para a igreja onde acontecia o vel�rio, encontramos meu pai e fomos pedir para o padre um lugar para mudarmos de roupa, ele nos mostrou o banheiro da sacristia. Entramos minha m�e, minha esposa e eu, juntos no banheiro que era min�sculo, ent�o eu tirei a camisa e as cal�as e minha mulher abaixou para tirar a saia com a bunda virada pra mim, sua calcinha fio dental estava uma loucura, minha m�e tirou o vestido florido e ficou totalmente nua na nossa frente, seus seios esfregavam nos seios da minha mulher. Os mamilos ficaram r�gidos, os pelos da buceta da minha m�e esfregava nas pernas da minha mulher. Minha mulher arrumava a calcinha e sua m�o encostava na buceta da minha m�e. Eu fiquei com o pau duro na hora, esticando a cueca e minha m�e notou e falou: “At� aqui?”. Minha esposa come�ou a rir e segurou meu pau embaixo da cueca e disse: “Seu tarado, ta de pau duro porque viu a buceta da sua m�e? E por falar nisso, que bucet�o a Sra t�m, sogrinha”. Minha mulher se vestiu e saiu e eu fiquei com minha m�e ainda no banheiro, ent�o ela fala que vai sem calcinha mesmo, colocou apenas o vestido preto, e ela se vira, coloca uma m�o no vaso sanit�rio abre a bunda com a outra e pede para eu dar um beijinho em seu cuzinho, que fa�o com todo prazer.

Chegando no sal�o da igreja onde acontecia a missa de vel�rio o clima n�o era dos piores, meu av� j� estava doente h� anos e todos esperavam que o sofrimento dele terminasse. Deixe-me agora explicar a fam�lia do meu pai: Meu av� era fazendeiro e deixa a fazenda para minha av� que possui 2 filhas al�m do meu pai: tia Melissa que morava na fazenda com a filhinha adolescente e o marido tio Cirilo, e tia Ana que mora no Guaruj� e possui uma filha que est� noiva, Sara. Minha mulher, minha m�e e eu sentamos nos �ltimos bancos, pois a igreja estava cheia. Algum tempo se passa e minha m�e diz que precisa fazer algo e me chama para ajuda-la. N�o sei o que era, mas quando entramos na sala que � reservada para ascender velas dentro da igreja, ela levanta o vestido e pede para lamber seu cu. Eu me ajoelho atr�s dela e fico ali enfiando a l�ngua em seu cuzinho dentro de uma igreja no vel�rio do meu av�. Era inacredit�vel tamanha blasf�mia. Ent�o me levanto tiro meu pau para fora e enfio no seu cuzinho. O calor das velas era forte, mas nada me fazia parar. Eu olhava para as estatuas dos santos e parecia que estavam me vigiando. S�o Bento, S�o Benedito, Santa Catarina e Nossa Senhora, a m�e de Jesus, todos olhavam a cena. O pior seria se algu�m nos visse, pois toda a cidade nos conhece. N�o notei que atr�s de mim havia uma porta e de repente sai uma freira que nos pega no flagra e n�o acredita no que v� e diz: “Isso � imposs�vel, voc� � m�e dele”. A situa��o me fez experimentar um prazer inigual�vel, a freira n�o tirava seus lindos olhos verdes do meu p�nis penetrando no cu da minha m�e. E minha m�e s� dizia: “N�o diga nada irm�...hmm...fique a�...hmm...eu explico”. Eu olhava para aquela freira que tinha seus 30 e poucos anos e um belo rosto com l�bios grossos, depois olhava para aquela bundona da minha m�e com uma marca min�scula de fio-dental e acabei gozando, tirei meu p�nis mole da minha m�e e a freira continuava a olhar para ele. A minha m�e ajeitou o vestido chegou perto da freira e disse: “Isso � s� carne, o corpo nada �. N�o existe mal em atos sexuais onde existe o amor”. Pegou a m�o da freira e a fez segurar meu p�nis, eu senti que ela apertava levemente e ro�ava os dedos, e mina m�e disse: “A Sra n�o sabe o prazer que isso fornece, a Sra resiste, eu n�o”. E voltamos para nossos lugares na missa.

Ap�s o enterro, a noite fomos dormir no quarto de hospedes: meu pai, minha m�e, minha mulher e eu. Ent�o como o colch�o era macio, e meu pai tem problemas nas costas ele preferiu dormir no ch�o com minha m�e e eu e minha mulher ocupamos a cama de casal. Minha m�e deitou-se no ch�o, bem ao meu lado. Quando as luzes foram apagadas, n�o se via nada. Ent�o minha mulher entrou em baixo do cobertor, tirou meu pinto pra fora e come�ou a chupa-lo. Aproveitei e deslizei minha m�o pelo corpo da minha m�e que estava no ch�o, at� achar a bunda e levantei sua camisola. Ela estava sem calcinha, meti minha m�o em baixo do coberto e fiz minha mulher chupar meu dedo m�dio como chupava meu pau para ele ficar bem molhado, devolvi o meu pau para ela continuar a chupar e com o dedo molhado com a saliva da minha mulher, enfiei no cuzinho da minha m�e que deu uma gemidinha na hora. Meu pai achou que ela estava a fim de transar e a fez chupar o seu pau, achando que todos estavam dormindo, na verdade n�o deu pra ver nada, mas a minha m�e ficou de quatro para chupa-lo, empinando a bunda na minha dire��o, o que me deu maior liberdade para enterrar o dedo. Naquela situa��o eu gozei na boca da minha mulher que nada desconfiava e meu pai gozou na boca da minha m�e. Mas eu queria meter na minha m�e, ent�o esperei avan�ar as horas at� come�ar a ouvir os roncos, virei para o lado, na dire��o da minha m�e, tirei meu pau para fora do cobertor e busquei a m�o da minha m�e para que ela soubesse o que eu estava fazendo, ela no escuro j� sacou e sentou-se e come�ou a me chupar no escuro. Eu ent�o n�o aguentei e desci da cama ela virou de bru�os com a bunda pra cima e enfiei na sua buceta ali no quarto onde dormia minha mulher e meu pai bem ao lado. De repente come�amos a ouvir barulhos na cozinha, era tia Melissa, irm� do meu pai ou a minha prima que havia acordado. Ascenderam as luzes da cozinha e ela passava pela fresta da porta iluminando a bunda da minha m�e, ela parecia maior ainda, aumentei a velocidade diante daquele monumento. Ela iniciou um movimento circular com abunda. Como se estivesse dan�ando. Meu cora��o estava a mil, e gozei dentro da sua bucetona. Depois, voltei pra cama e dormimos.

Quando amanheceu, eu me levantei por ultimo, todos estavam tomando caf� e eu fui tomar um banho. O banheiro, como � normal em casas antigas do interior, era afastado da casa. Quando l� cheguei, ouvi o chuveiro. Ent�o dei a volta e subi em um caixote para espiar na janela, era minha tia Melissa, uma das irm�s do meu pai, e minha prima tomando banho juntas. Minha prima era uma ninfetinha, com uma bucetinha virgem e minha tia era uma cavala gostosona com peitos enormes naturais que devido ao tamanho eram ca�dos, por�m n�o deixavam de ser gostosos. Minha prima esfregava o sab�o na m�e, minha tia virou-se de costas e minha prima esfregou o sab�o em sua bunda, a espuma descia pelas coxas grossas lentamente. As vezes, a bunda balan�ava e abria com os movimentos das m�os da minha prima e dava para ver o cu. Seus pelos da buceta eram enormes, como atrizes de filmes dos anos 70, e pendiam para baixo deixando pingar gotas de �gua. Minha tia virou-se novamente e minha prima come�ou a esfregar os seios da m�e, e disse: “Ser� que meus peitos v�o ficar igual ao de oc�, m�e?” Ela respondeu: “Oc� tem que ter pac�n�a, filhinha, agora mama um p�co na mam�e”. E minha prima come�ou a chupa-la. Eu n�o me segurei e bati uma punheta. Acabei soltando um gemido e elas me viram. E minha tia gritou com raiva: “O que oc� pensa que ta fazeno?” Eu respondi: “Batendo uma punheta pra Sra.” Ela riu e falou pra eu entrar. Minha prima continuava com cara de assustada e minha tia sorrindo me mandou tirar a roupa e entrar no chuveiro. Ela come�ou a esfregar sab�o nas minhas costas e minha prima olhava assustada para o meu pinto. Minha tia segurou meu pinto com a m�o cheia de sab�o e falou pra filha: “Isso � punheta, filha” e iniciou o movimento. Eu coloquei minhas m�os nos pequenos seios da minha prima. Minha tia ajoelhou na minha frente e disse que iria ensinar a fazer chupeta e come�ou. Minha prima continuava em p� com seus seios em minhas m�os. Ent�o me tia a chamou e apontou a cabe�a do meu pinto para ela. Ela, um pouco assustada ainda, colocou lentamente na boca como se experimentasse o gosto. E chupou como se mamasse. E minha tia disse: “N�o � assim, oc� tem que esfrega-lo na lingua e no c�u da boca. Enfia at� a garganta, mais n�o vomita.” Ela obedeceu. A minha tia falou: “Goza pra ela v�”e come�ou a bater punheta. Eu gozei e minha prima levou um susto e come�ou a rir. Minha tia segurou minha porra com as palmas das m�os e mandou a filha cheirar, depois punhetou de novo e mandou a filha coloca-lo na boca e ver o gosto. Minha prima afastou com cara de nojo e disse: “� salgado. Eca”...As duas sa�ram e eu continuei o banho, depois voltei para casa.

A tarde, antes de voltarmos para S�o Paulo eu queria andar a cavalo e fomos, minha m�e, minha esposa e eu. Minha m�e pegou um cavalo e como minha esposa n�o sabia cavalgar sentou na minha frente na cela com seu vestidinho curto. Fomos para o meio do cafezal, em um determinado momento minha esposa levantou o vestido para me mostrar que estava sem calcinha. Minha m�e ia a alguns metros a frente. Tirei meu pau por uma perna do short que vestia e enfiei no seu cuzinho. A cada movimento do cavalo meu pau entrava mais. A posi��o era muito inc�moda mas o tes�o era maior. Minha m�e parava e conversava com a gente e nem notava o que acontecia e disse: “Vamos at� o rio. Chegando l�, saltou logo do cavalo e disse que iria nadar. Eu e minha mulher tomamos cuidado para nos recompor e descemos do cavalo. Minha m�e olhou em volta para ver se n�o tinha ningu�m e tirou o vestido, estava totalmente nua. Minha mulher falou que iria fazer o mesmo. E minha m�e falou: “Voc� estava sem calcinha, que safadinha e esfregando no pau do meu filho”. Eu tamb�m tirei a roupa e resolvi ficar nu. Mergulhamos no rio. Eu comecei a brincar de peg�-las e joga-las para cima e aproveitava para atolar a m�o na bunda delas. Minha m�e, ent�o, sai do rio vai at� a cela do cavalo e tira uma maquina fotogr�fica e pede para eu tirar fotos dela alegando que iria fazer uma surpresa pro meu pai no aniversario. Ela faz v�rias poses: fica de quatro, segura na arvore, fingi que sobe no cavalo, deita-se para bronzear, cheira o caf� e meu pau vai ficando cada vez maior. Minha esposa ent�o vem e fala: “Voc� � tarado mesmo, est� de pau duro pra sua m�e.” Minha m�e ent�o a chama para posar com ela e a sequ�ncia de poses reinicia: fazem pose de quatro juntas, uma p�e a m�o na bunda da outra, uma segura os seios da outra, de repente as poses v�o ficando mais ousadas, minha m�e fingi que lambe os seios da nora, minha esposa encosta o rosto nas n�degas da sogra sorrindo para a c�mera, uma abre a bunda da outra para mostrar os cuzinhos, minha m�e chega perto da buceta raspadinha da minha esposa e p�e a l�ngua pra fora. Depois minha m�e me quer participando das fotos, alias s� o meu pinto, as duas encostam o rosto no meu pau e olham para cima sorrindo, minha m�e pede para minha mulher colocar o pinto na boca enquanto minha m�e coloca a l�ngua pra fora, minha esposa abre a bunda da minha m�e enquanto, a minha m�e segura meu pinto em dire��o ao seu cuzinho, minha esposa p�e meu saco na boca enquanto minha m�e o segura em dire��o a sua boca aberta, ent�o minha m�e engole o meu pau e minha esposa fica olhando, depois inicia uma chupeta. Minha mulher n�o entende nada, fica olhando para minha cara e para minha m�e. Ent�o minha m�e a coloca de quatro e enfia meu pau no seu cuzinho, eu come�o a meter, e minha m�e vai por baixo dela e lambe seu clit�ris. Minha esposa fala “Lambe sogrinha...isso...assim...mais...mais...” Eu fico olhando aquela bunda firme e aberta da minha esposa tentando ver a l�ngua da minha m�e embaixo, mas n�o consigo. At� que ela levanta e fala para minha m�e: “Agora a Sra vai ser fudida pelo seu filho.” E me deita em cima da minha m�e, pega meu pau e penetra-o enquanto senta com a buceta na cara dela para ser lambida. De frente pra mim, ela segura nos calcanhares da minha m�e e os levanta. A bucetona abre mais, aproxima seu rosto de mim e me d� um beijo de l�ngua enquanto geme. Depois, segura meu pinto novamente e puxa mais as pernas da minha m�e para o cuzinho da sogra levantar e abrir ent�o diz: “Mete no cuzinho da sua m�e, querido” Eu a obede�o e fico chupando seus seios siliconados enquanto ela continua sentada na boca da minha m�e. Que geme e treme sem parar. Vendo a l�ngua da minha m�e entrando e saindo da buceta da minha mulher e meu pinto naquele cuz�o. Eu gozo como nunca tinha gozado antes, um jato voou e as duas se apressaram para chupar meu pau, as l�nguas se cruzavam e eu gozava mais ainda. � tarde voltamos para a S�o Paulo.

Chegando em S�o Paulo fomos todos para a casa dos meus pais, l� minha m�e nota que minha av� havia esquecido algumas roupas e me pede para leva-las a casa dela. Ela morava com minha tia (Sonia) e meu primo. Ao chegar na casa da minha av� que era enorme com uma piscina. Vejo minha tia deitada em uma toalha no ch�o com um fio dental bem atolado na bunda. Seu corpo brilhava ao sol, cheguei perto e avisei o que havia ocorrido e sentei-me em uma das cadeiras e fiquei admirando aquela bunda bronzeada. Ela me pede para buscar um suco na geladeira. Eu vou e encontro meu primo estudando na mesa para o vestibular que iria prestar. Pego um copo de suco com canudinho e volto para a piscina, j� sem camisa e de bermuda. Sento no ch�o ao lado da minha tia e ela me pede para passar um pouco de bronzeador nas suas costas. Eu coloco um pouco nas m�os e come�o a esfregar em suas costas, ela desfaz o n� do biqu�ni para n�o deixar marca e para me provocar. Des�o a m�o para a bunda e dou uma apertada, ela levanta a cabe�a um pouco para ver se meu primo n�o est� olhando e pede para fazer o que eu quisesse. Eu enfio o dedo lubrificado com o bronzeador dentro do seu cuzinho, ela volta a deitar a cabe�a e fecha os olhos, ent�o tiro e enfio na sua buceta, ela come�a a balan�ar a bunda para um lado e para o outro. Sento mais perto da sua cabe�a e tiro meu pau para fora, ela come�a a lambe-lo ainda deitada com os olhos fechados. De vez em quando ela dava uma chupada no canudinho do suco. Vamos para a �gua e come�amos a brincar de jogar �gua e empurrar at� que eu afasto seu fio dental e enfio meu pau na buceta dela. O meu primo aparece, senta-se na cadeira e fala que cansou de estudar. N�o percebe que meu pau estava dentro da sua m�e. Pois somente nossas cabe�as apareciam por sobre a �gua. Ele olha pra baixo e v� o biqu�ni jogado no ch�o e pergunta: “M�e, a Sra est� sem biqu�ni?” “Estou, vou tirar esta marca de sol que eles deixam” e mostra os seios para o filho. Ele nunca tinha visto os seios da sua m�e e seu pau fica duro na hora. Ela o chama para a �gua e reiniciamos a brincadeiras. Ela come�a a dar pequenas encostadas acidentais com a bunda no pau do filho e ele come�a a gostar. At� que eu tiro a bermuda e fico pelado e rodo ela sobre a cabe�a e a jogo longe: “Vamos nadar pelados.” Meu primo faz o mesmo e minha tia nos abra�a e fala: “Seus safadinhos”. Meu primo diz: “Tira o biqu�ni, m�e” e ela fala que n�o, ela apenas fica olhando para nossos pintos. Depois de algum tempo o sol some e o tempo come�a a mudar, ent�o entramos e vamos tomar banho. Vamos os tr�s para o chuveiro, mas minha tia continua de fio dental. Eu pego o sab�o e come�o a me ensaboar e minha tia vem esfregar as minhas costas, depois eu me viro e ela esfrega meu pau. Meu primo fica louco de ci�me e se aproxima com o pau duro e tia Sonia o empurra e fala para ele ter respeito pela pr�pria m�e. Ele sai do banheiro batendo a porta de raiva. Eu pergunto a ela o que foi e ela explica que vai deixa-lo louco de tes�o. Depois de sairmos do banho, minha tia coloca um short jeans bem atolado na bunda e um top branco e me chama pra dan�ar, vamos para a sala e minha tia liga o radio. Ela coloca em um funk carioca e fica rebolando e esfregando a bunda em mim. O short nada escondia, quando ela abaixava ou empinava a bunda dava pra ver a buceta. Meu primo queria me matar e vai para a cozinha. Me despe�o da minha tia com um beijinho e volto para casa. Agora vou contar o que aconteceu segundo minha tia me contou.

Minha tia pergunta se meu primo que algo para comer. Ele ainda com raiva diz que est� sem fome. Ela ent�o vai limpar o ch�o do banheiro molhado e fica de quatro, esfregando um pano para secar o ch�o, seus pelos da buceta saem pelos lados do short e seu filho n�o tira o olho, ent�o ela fingindo que era sem querer, liga o chuveiro que molha o top e mostra os mamilos do seus seios. Ela olha para o pinto do seu filho que estava for�ando a bermuda querendo escapar. Ent�o levanta-se e vai para o quarto, olhando pela fresta da porta ela v� o filho batendo uma punheta. Minha av� chega em casa e ela vai mudar a roupa.

Quando eu chego em casa, minha esposa j� esta jantando e diz que minha irm� havia ligado e que estava vindo para c� por que brigou com o marido e n�o tinha lugar na casa da minha m�e. Uma hora havia se passado quando ela toca a campainha com seu filho de 5 meses. Ela estava linda como sempre, como eu havia dito ela parece a minha m�e mais nova. Estava com uma cal�a branca bem justa, sua calcinha marcava a bunda e seus seios ainda com leite estavam enormes, ela aproveitava para usar decotes generosos e suculentos. Ela beijou minha esposa no rosto e me deu um selinho como sempre faz�amos. Depois de muito conversarmos, fui dormir e ela e minha esposa continuaram no quarto de h�spedes.

Na casa da minha tia...para dormir ela coloca um babydoll sem calcinha, que naturalmente dava para ver a buceta. E vai ao quarto do filho dar boa noite. Ao entrar no quarto encontra seu filho se mastubando embaixo da coberta. Ela pergunta o que ele faz e ele diz que n�o � nada. Ela levanta o cobertor e v� o pau de seu filho duro apontando para o teto. Ela diz que vai dar beijinho de boa noite e beija a cabe�a do pau do meu primo e sai do quarto deixando o moleque louco de tes�o.

Na minha casa...Era de madrugada, quando acordo e noto que minha mulher n�o estava ao meu lado, ouvi risadas no quarto dos h�spedes e sabia que ela continuava a conversar com minha irm�. Vou cham�-la e ao chegar a porta ou�o o conte�do da conversa, minha irm� dizia que n�o transava com seu marido h� 19 meses, ou seja, a ultima vez foi quando ficou gr�vida. E minha esposa ria, pois dizia que comigo era de meia em meia hora. A minha irm� ent�o abriu as pernas e falou que achava que tinha voltado a ficar virgem, a minha esposa chegou perto e enfiou o dedo na buceta da cunhada e disse: “N�o, n�o. Virgem voc� n�o voltou a ser.” Era minha chance, entrei no quarto e falei: “Que risada toda � essa?” Minha irm� tentou tirar o dedo da minha mulher e fechar a perna, mas n�o conseguiu a tempo. “A sua irm� acha que voltou a ser virgem” disse a minha esposa. Eu cheguei perto, tirei o meu pinto j� duro e falei: “Ser�? Vamos examinar”. Minha esposa ent�o o tomou nas m�os e come�ou a chupa-lo, minha irm� ficou olhando com cara de assustada e minha esposa disse: “� muito bom, acho que voc� esqueceu o gosto. Experimente” A minha irm� disse que n�o queria. Ent�o eu tirei seus enormes seios para fora da camisola e esfreguei o meu pinto. E come�ou a sair leite do seu peito, minha mulher caiu de boca e come�ou a mamar e disse pra mim: “Que del�cia.” Eu me aproximei e chupei um peito enquanto minha mulher sugava o outro. Fui esfregando meu pau na buceta da minha irm�, at� que ela passou a m�o nos meus cabelos ent�o enfiei. Ela come�ou a rebolar e segurou a minha bunda para que enfiasse mais forte. Minha esposa tirou a boca do peito da minha irm� e apertou, o leite voou pela cama. Ent�o as duas se beijaram e minha irm� colocou a m�o na buceta da minha esposa e enfiou o dedo. Tirei o meu pau, as duas encaixaram um 69. Minha mulher embaixo e minha irm� em cima, minha mulher chupava a buceta e enfiava a l�ngua no cuzinho da minha irm� que estava com a cara no meio das pernas da cunhada. Me ajoelhei e esfreguei meu pinto na entrada do cuzinho fechado da minha irm�, comecei a enfiar a cabe�a mas era muito apertado, meu pau dobrava. Depois de algum tempo de paci�ncia e insist�ncia, meu pau foi penetrando devagarzinho at� as bolas. Minha esposa chupava a buceta da minha irm� e o meu saco. Meus movimentos eram lentos para n�o machuca-la. Ela dizia: “Vem irm�ozinho...enfia no meu cuzinho..vem...” Quando iria gozar as duas sentaram na cama, minha mulher abriu a boca para beber a minha porra ent�o minha irm� se aproximou apertando o peito e voou um jato de leite para a boca aberta da minha mulher. Minha irm� veio beija-la e as duas acabaram caindo da cama e come�aram a rir abra�adas.



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