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MEDO DE ESTAR GR�VIDA DO PAI.

Depois de duas noites de pura emo��o que tive com a minha guria, minha filha veio ao meu quarto e deitou na minha cama s� de shortinho e blusinha. O nosso relacionamento n�o mudou. Ela ainda mant�m o respeito por mim mesmo depois de eu ter comido o cuzinho dela.

Noite passada – domingo à noite – est�vamos na sala. Eu estava no notebook vendo algumas coisas pendentes enquanto a Larissa ficava me rondando para falar comigo. Eu notei que ela queria falar algo e ent�o eu perguntei se estava tudo bem e ela, meio sem jeito, respondeu que sim, mas que estava preocupada, pois a sua menstrua��o estava atrasada e como eu tinha gozado dentro dela da �ltima vez, ela ficou preocupada de estar gr�vida. Eu parei e disse para ela n�o esquentar, pois estava tudo bem. Passaram-se cinco dias e ent�o a menstrua��o de Larissa veio, para o al�vio dela e meu tamb�m, � claro. Depois de algumas semanas, Larissa veio ao meu quarto e perguntou se sair�amos naquela noite e eu disse que n�o tinha nada em mente, mas que poder�amos ver. Ent�o ela pega o telefone e ligou para o meu amigo de farra, mas ele deu delta por estar trabalhando à noite na empresa. Larissa fica chateada e sugere sairmos para tomar vinho. Eu ri e disse:

- Se � para sairmos para tomar vinho, tomamos aqui mesmo em casa. Assistimos ao um bom filme ou ouvimos m�sica e pronto.

Ela concordou e foi para a sala ligar o som. Ficamos à noite toda bebendo vinho e conversando. Nessa noite ela estava querendo putaria. Depois de ter ligado o som veio em minha dire��o no sof� e deitou a cabe�a dela no meu colo e eu comecei a fazer carinho nos seus cabelos. Larissa esticou o bra�o direito e come�ou a fazer car�cias na minha costa. Logo fiquei de pau duro, pois quando eu bebo, fico excitado com facilidade. N�o demorou muito e eu j� estava fazendo car�cias no seio da minha filha que estava com o mamilo eri�ado. Ficamos nessa cerim�nia por um bom tempo. N�o era preciso dizer um para o outro o que quer�amos. Eu puxei Larissa para cima e fiquei abra�ando por tr�s, fazendo carinho nela e beijando o seu pesco�o. Nesse momento �ramos verdadeiros amantes. N�o havia nada de peso na consci�ncia. Eu fazia massagens nos seios durinhos dela e ela se entregava jogando a sua cabe�a para tr�s querendo me beijar. Ficamos nisso por um bom tempo at� eu tirar a sua blusinha e ela ficar s� de shortinho. O meu pau j� n�o aguentava de t�o duro que estava. Dava para notar o volume na minha bermuda que j� estava melada do lubrificante que saia do meu membro. Aquele corpinho branco e cheiroso estava coladinho junto ao meu. Minha pequena me beijava com muita vontade e dizia que nunca havia sentido aquilo por homem algum. Ent�o eu dava o m�ximo poss�vel para agrad�-la. Naquele momento eu n�o queria mais ningu�m, somente ela. Fui descendo a m�o at� a sua cintura e fui tirando o shortinho dela. A cena de ver o short saindo, enrolando com a fina calcinha que ela usava e deixando a mostra os pelinhos da sua xaninha me deixavam cada vez mais louco. Ent�o eu desci beijando as partes do corpo dela, come�ando pelo pesco�o indo em dire��o aos seios, barriguinha e dando um belo beijo na buceta dela que j� estava aberta querendo sexo. Fiquei fazendo um oral nela por um bom tempo at� ela gozar. Aproveitei o m�ximo poss�vel quando estava chupando a sua xana que exalava um cheiro delicioso de buceta nova. Ela se entregou de corpo e alma para mim. Nesse momento eu me senti mais homem do que j� sou. Depois disso, eu a preparei (...) peguei pela cintura e a puxei erguendo at� 35ª graus. Aparentemente n�o era uma posi��o muito agrad�vel para ela, mas ao sentir o meu pau ro�ando na entrada da sua buceta, tocando-lhe os l�bios, ela ficou ofegante e “chorosa” de manha pedindo para eu colocar na sua bucetinha:

- Huuummm... paaai..... coloca! Vaaaai!!! .... Coloca paaai!!!!!

Eu, sabendo que era isso que ela queria, deixei na vontade e brinquei mais um pouco. A guria n�o aguentou e soltou um jato de mijo, reinando comigo, dizendo que era para eu colocar logo. Prontamente, eu a deixei acalmar e fui enfiando lentamente. Os dois come�aram a relaxar e a coisa foi fluindo muito bem. Fizemos sexo a noite toda, bem dizer. Ela adora dar o cuzinho dela. Foi uma maravilha v�-la toda arrebitada pedindo para eu meter. Ela disse que desde a primeira vez que transamos, isso n�o saia da cabe�a dela: transar comigo.

Car�ssimos leitores, eu e minha guria amanhecemos agarradinhos como verdadeiros amantes no in�cio de namoro. Para mim est� sendo uma �tima experi�ncia esse relacionamento. Espero que voc�s tenham gostado. E do jeito que as coisas est�o indo, brevemente haver� mais para contar para voc�s. At� a pr�xima!

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