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EU, MEU MARIDO E MEU C�O- PARTE 2

� noite, n�o tive coragem de fuder com o meu macho, a culpa me atormentava me sentia suja e tinha a certeza que ele perceberia que tinha sido tra�do.

No dia seguinte, ao fazer minha esteira matinal, observei Zeus me olhando e percebi que ele estava em d�vida se entrava ou n�o na casa. O safado havia gostado e minha buceta logo come�ou a inchar, molhando mais uma vez. Eu desejava aquele c�o, mas por outro lado sabia que n�o devia. Parei e fechei a porta da sala deixando Zeus do lado de fora. E assim os dias se passaram, eu cada dia mais desejosa daquele cacete.

No domingo, est�vamos no jardim à beira da pequena piscina que temos bebendo algumas cervejas, enquanto os c�es brincavam soltos. Logo percebi que Zeus estava tentando comer a Lua e depois de algumas mordidas ele se posicionou por tr�s da cadela e acabou enfiando seu cacete na buceta dela. Aquilo me deixou super excitada, e muito mais fiquei quando eles ficaram presos e ficaram de costas um para o outro. Olhei para o meu marido e percebi o volume no seu cal��o de banho, o sacana tamb�m ficara excitado. Ent�o eu tirei o meu biqu�ni, me posicionei de quatro e falei: - Vem, seu safado, come a tua cadelinha tamb�m.

Meu macho liberou aquele cacet�o gostoso, afastou minhas pernas e enfiou na minha buceta com toda a for�a. Come�ou a bombear enquanto eu batia uma siririca, observando a cena dos c�es atados. Meu marido enfiava com rudeza seu cacete, machucando meu �tero, enquanto olh�vamos os c�es impass�veis ligados por aquela bola do Zeus. Eu comecei a gemer enquanto ele me chamava de cachorra. E descontrolada comecei a dizer tamb�m: - Mete meu cachorrinho, faz esta tua cachorra gozar, me morde, me arranha. Meu macho socavao cacete ao mesmo tempo que bolinava meus seios. Acabamos gozando juntos em um urro de prazer, e arriamos no ch�o do jardim, eu estava dolorida mais feliz. Enquanto est�vamos deitados, Zeus de soltou, seus cacete pingando esperma e veio em nossa dire��o e para minha surpresa tentou lamber minha buceta e o esperma que escorria pela minha perna. Eu levantei apressada enquanto Lu�s ria e dizia: - Deixa Maria, talvez ele tenha vontade de te comer.

Olhei para o meu macho e percebi que ele estava novamente de cacete duro. Mas eu disfarcei e entrei na casa para me limpar.

Nessa noite fomos dormir cedo, mas n�o me saia da cabe�a a foda que deramos ao ar livre e da proposta que o meu macho me fizera. Ficamos quietos deitados at� que eu tomei coragem e falei: - Voc� gostou de ver nossos c�es fudendo n�o � seu safado?

No escuro Luis se voltou e montou sobre as minhas costas. Percebi que o cacete dele come�ava a inchar.

-Me deu um tes�o doido, me deu vontade de te ver fudendo com aquele cachorro.

Era tudo que eu esperava ouvir, disfar�ando a minha felicidade comentei:

- Tu terias coragem de deixar ele me fuder?

-Eu acho, Luis falou, eu fiquei de pau duro quando ele tentou te lamber e quando eu penso na possibilidade eu fico excitado.

Senti que ele estava de pau duro. Ent�o ele levantou meu vestido, cuspiu na cabe�a do cacete e foi for�ando a entrada na minha buceta. Eu comecei a gemer, e rebolar com as pernas para cima, pois sabia que ele gostava, logo Luis come�ou a resfolegar e gozou soltando um gemido.

Ficamos parados algum tempo depois eu levantei e fui me limpar. Voltei para a cama e lambi todo o esperma que ficara no cacete do Luis e depois voltamos a ficar quietos. Meu cora��o batia apressado, eu tinha conduzido aquele dia do jeito que eu queria, chegara à hora da pergunta que definiria o meu futuro. Como quem n�o quer nada, disfar�ando eu disse: - Meu amor, se voc� quiser e me prometer que n�o conta para ningu�m e n�o insistir se eu n�o gostar, eu dou a minha buceta para o Zeus para voc� ver.

Esperei quase sem respira��o a resposta do meu macho. Ele parecia n�o acreditar no que ouvira, senti sua respira��o afogueada.

-Eu prometo que se voc� n�o gostar eu nunca mais pe�o para voc� fuder com ele, Luis conseguiu balbuciar, seu suor exalando tes�o por todos os lados.

Ent�o ele carinhosamente me beijou, e ficou passando a m�o na minha bunda.

-Quando pode ser para eu me preparar? Lu�s perguntou

-Na quarta à noite, eu pe�o para Alice dar o banho dele na parte da tarde, falei

E assim permanecemos aquela noite quietos muito tempo acordados, antecipando aquele dia que eu sabia que para mim seria maravilhoso.



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