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EU, MINHA ESPOSA E O M�DICO

Convidei minha esposa para jantar no motel e perguntei se poder�amos levar algu�m. Ela ficou horrorizada e logo negou. Insisti muito e falei que estava querendo realizar nossas fantasias com outro macho dentro dela. Ela argumentou que a imagina��o era muito diferente da realidade, quando tras�vamos imaginando outro macho a comendo sempre foi excitante mas que n�o tinha coragem de tornar real essa fantasia. Falei que poder�amos tentar e que, na hora h, ela poderia desistir e ainda falei que j� tinha escolhido o cara. Ela me chamou de tarado e perguntou se realmente deixaria algu�m enfiar o pau naquela bucetinha que s� havia levado apenas meu pau. Eu lhe respondi que essa era a minha tara, queria muito realizar essa suruba. Depois de muito argumentar, ela resolveu ir, mas disse logo que n�o prometia nada. Ela foi tomar banho para sairmos e, enquanto isso, liguei para o m�dico da minha esposa que h� tempo est� querendo com�-la. J� sa�mos v�rias vezes para jantar e ele sempre com esperan�a de comer minha mulher na sobremesa. Liguei para o cara e o convidei para jantar e fui logo dizendo que o que ele estava querendo h� muito tempo ele iria ganhar nessa noite, ele ficou muito curioso mas n�o adiantei nada. Nisso, minha esposa saiu do banho e quando chegou ao quarto me viu de pau duro e fui logo dizendo que havia convidado o seu m�dico para a suruba e ele tinha aceitado. Ela falou que estava escutando e que tinha ficado bastante excitada e j� estava gostando da ideia. Eu n�o estava mais aguentando o tes�o e comecei a passar o pau na bunda da minha esposa, mas ela disse que n�o, pois estava se preparando para trepar com outro macho e que eu s� iria olhar e ainda disse: “n�o era isso que voc� estava querendo”. Fiquei mais excitado quando ela falou isso. Ent�o ela continuou a falar: Vai, escolhe minha roupa que eu quero ficar igualzinho a uma puta, vou trepar muito”. Escolhi uma calcinha fio dental min�scula que nem ao menos escondia suas tatuagens, uma saia tamb�m mito pequena e uma blusa transparente que eu gostava que ela usasse sem nada por baixo (dava para ver o contorno de seus lindos seios). Enquanto ela se vestia, eu tentava passar a m�o nela mas ela n�o deixava e dizia que s� depois que ela desse muito para outro macho e que eu s� iria comer quando ela estivesse toda melada com porra do outro. Fomos para nosso carro, eu atr�s dela s� admirando aquele corpo sensual. Dirigimos por uns vinte minutos at� chegar no local marcado, ela passou a m�o na buceta v�rias vezes e realmente percebi que ela estava com vontade de trepar. Quando chegamos, fomos ao encontro do nosso amigo que n�o tirou os olhos da minha esposa, pois ele ainda n�o a tinha visto vestida daquela forma. Fui logo dizendo que n�o iriamos jantar naquele local, pedi para ele nos seguir que eu o levaria ao nosso endere�o escolhido. Seguimos por uns trinta minutos e ent�o parei em frente a um motel, pedi uma su�te de luxo com duas vagas na garagem. Entramos e estacionamos. Minha esposa desceu do carro e veio ao meu encontro, ent�o ela disse no meu ouvido: “Fique me esperando a�, vou dar muito, vou deixar a porta aberta para voc� ouvir os gemidos, fique olhando sua esposa levar pica”. Fiquei olhando ela entrar com nosso amigo, ele olhou para mim e eu o cumprimentei e o mandei seguir. Eles entraram e deixaram a porta aberta, sai do carro e fui bem devagar olhar o que acontecia, estava muito excitado, cheguei bem pr�ximo da porta e pude v�-los atrav�s do espelho. Eles estavam de joelho sobre a cama, ela ainda estava vestida mas ele n�o. Ela estava fazendo uma punhetinha nele enquanto ele passava a m�o na sua bucetinha por baixo da saia. De repente ela come�ou um boquete, nessa hora n�o aguentei e tirei minha roupa e comecei a me masturbar, estava bom demais. Aos poucos ele foi tirando sua blusa, deixando seus peitinhos à mostra, o novo macho da minha esposa come�ou a acariciar seus seios, principalmente os mamilos enquanto minha putinha fazia um boquete de profissional. Ele levantou sua saia e deixou sua linda bundinha apontando para cima e com um fio dental enfiado, baixou sua calcinha e finalmente acariciou aquela buceta depilada, quando passou os dedos no clit�ris da safada ela parou o boquete e ficou pronta para ser penetrada de quatro, eu j� estava quase gozando quando minha putinha me chamou, entrei no quarto com o pau duro e ainda me masturbando. O nosso amigo estava posicionado atr�s da minha esposa, com o pau duro, pronto para penetr�-la, coloquei meu pau na boca da minha putinha e falei para o cara enfiar a pica na bucetinha da minha esposa porque n�s n�o est�vamos mais aguentando. Ele foi colocando o pau lentamente naquela bucetinha melada, minha esposinha concentrou-se para sentir todos os cent�metros daquele pau. Logo ele come�ou a movimentar-se num vai e vem at� gozar e encher a buceta da minha esposa. Depois da gozada, o coitado cansou e tirou o pau da minha putinha, eu estava quase realizado, s� estava faltando a gozada e tinha que ser naquela buceta cheia de porra de outro macho. Tirei o pau da boca da safada e fui ocupar a posi��o que nosso amigo tinha deixado, atr�s da puta. Coloquei o pau, que entrou f�cil, senti a umidade na bucetinha da minha putinha e gozei muito. Depois disso descansamos e marcamos outro encontro que contarei da pr�xima vez.

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