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FUDI MINHA EMPREGADINHA RELIGIOSA

A Empregadinha Religiosa, Virou Minha Putinha.



Meu nome � Maur�cio e o que vou relatar pode at� parecer fantasia mais � a pura verdade.



Sou casado com uma mulher linda que se chama Simone. Somos casados j� por 19 anos e nossa vida sexual n�o tem sido t�o ativa ultimamente.



N�s trabalhamos muito, eu Gerente de num escrit�rio de contabilidade e Simone Supervisora de uma loja de roupas.



A um ano, nossa antiga empregada, uma senhora de uns cinquenta anos que saiu e nos indicou uma sobrinha que segundo ela, era muito religiosa.



Minha esposa gostou da mo�a, pois usava cabelos preso e uns vestidos horr�veis, ia sempre a Igreja e tinha um namorado de meia idade. Ela j� havia sido casada antes mas se separou.



Mas algo aconteceu que me deixou maluco por esta empregada religiosa. Certo dia esqueci um relat�rio em casa e voltei por volta das dez horas da manh� para busc�-lo. Deixei o carro estacionado na rua para n�o ter que entrar e sair da garagem. Quando entrei em casa, n�o vi a mo�a. Achei que ela estivesse fazendo alguma coisa na cozinha. Fui at� a cozinha para anunciar a minha presensa para n�o assust�-la. Para minha surpresa, ao passar pelo quarto dela, percebi alguns gemidos vindo de l�. A porta do quarto dela estava entreaberta e me aproximei com cuidado para ver. A danadinha estava assistindo um filme porn� e se masturbando ao mesmo tempo. Fiquei louco de tez�o com aquela cena. Afinal ela era sempre bem comportada, agora estava se contorcendo na cama, com o vestido todo levantado e percebi um barulhinho de um vibrador. Ela estava com um vibrador dentro da buceta tirando e enfiando, tirando e enfiando e gemendo muito. Nem preciso falar que aquela cena mexeu comigo, fiquei com vontade de entrar e dar a ela uma pica de verdade. Mas ao mesmo tempo n�o tinha coragem. Sandra a empregada estava parecendo uma putinha se contorcendo de tez�o com aquele vibrador enterrado na bucetinha dela. Sem fazer nenhum barulho, coloquei o pau pra fora e comecei a bater uma punheta ali mesmo olhando aquela cena alucinante. Quanto mais ela gemia, mais meu tez�o aumentava. Foi ai que ela come�ou a se contorcer toda na cama e intensificar as metidas do vibrador, percebi que ela iria gozar ali na minha frente. Enquanto e ela gemia gozava, eu punhetava pensando naquela xoxota deliciosa e gozei na minha m�o que ficou cheia de porra.



Sai de fininho antes que ela percebesse, apanhei meu relat�rio e fui trabalhar. No dia seguinte, no s�bado, eu e minha esposa acordamos cedo, tomamos caf� e saimos para caminhar. Quando voltamos, por volta das 19 da manh�, Carla, nossa empregada estava trancada novamente no quarto. Minha esposa dizia que admirava a f� dela pois sempre se trancava para rezar. Eu bem sabia como ela rezava. Pois bem j� que ela tinha este costume de se trancar no quarto por volta das 10:00 da manh�, decidi na segunda feira voltar para casa neste hor�rio. Entrei com o carro na garagem e fiz quest�o de fazer barulho para que ela me ouvisse chegando. Quando entrei, ela estava limpando a sala e eu disse que n�o ia atrapalhar pois s� ia apanhar um documento e terminar um relat�rio. Sentei na poltrona enquanto Carla passava pano nos m�veis. Ela estava visivelmente nervosa pois nunca antes havia ficado sozinha comigo em casa. Enquanto ela se abaixava para limpar eu n�o tirava os olhos daquela bundinha linda. Notei que ela estava sem soutien pois dava para ver os peitinhos dela balan�ando com os biquinhos durinhos. Ela meio sem geito perguntou se eu queria comer alguma coisa. Eu pensei em responder: Quero comer sua bucetinha e seu cuzinho e chupar seus peitinhos. Mas me limitei a dizer que um suco cairia bem. Enquanto ela preparava o suco, percebi que ela passou a m�o nos seios e mexeu embaixo do vestido. Percebi que ela estava com tez�o assim como eu. De vez enquando eu olhava em dire��o da cozinha e via que ela estava me olhando, ela abaixava a cabe�a e fingia olhar para outro lugar. Levantei e fui at� a cozinha com a desculpa de ajud�-la a fazer o suco. Passei por de tr�s dela e sem querem querendo rocei na bundinha dela. Pedi desculpas e ela disse que n�o havia problemas. Passei por tr�s dela mais uma vez e demorei um pouco mais dessa vez. Ela correspondeu dando uma reboladinha bem discreta. Parei naquela posi��o atr�s dela e perguntei se poderia ficar assim, Carla deu um suspiro e disse que sim pois estava gostando. Segureia pela cintura e comecei a ro�ar mais forte. Ela j� estava entregue as minhas car�cias. Passei as m�os nos peitinhos dela, alisei a barriguinha e cesci na xoxotinha. Carla suspirava. Derrepente ela disse: Ai patr�o, sempre quis que me pegasse assim! Eu fiquei louco de tez�o ao ouvir aquilo. Vireia para mim e comecei a beij�-la no pesco�o, na boca e nos peitinhos. Coloqueia de quatro e percebi que ela estava sem calsinha. Ao ver aqule rabinho lindo, comecei a passar a lingua no cuzinho dela que gemia de tez�o, lambia o c� e a xotinha ao mesmo tempo. Chupei a empregadinha por uns dez minutos e ela gemendo cada vez mais alto. Derrepente ela e me pediu para mamar meu pau. Sem demora abaixei a calsa e deixei ela fazer o resto. Carla tirou minha cueca, segurou meu membro e come�ou a fazer uma chupetinha para puta nenhuma por defeito. Ela punhetava e chupava ao mesmo tempo. Ela chupou t�o gostoso que quase gozei na boca dela. Pedi para que ela paresse pois queria fuder aquela bucetinha no quarto dela. Ela me pegou pela m�o e me conduziu ao seu humilde quarto. Ao entrar, deitou-se na cama e disse: Vem patr�o me fode gostoso, vai me fode gostoso. Ver aquela mo�a falando como uma putinha me encheu de mais tez�o. Ela abriu as pernas e se masturbava querendo minha boca. Cai de lingua naquela bucetinha enxarcada de tez�o. Enquanto eu chupava ela se contorcia e gemia. Eu sussurrei bem baixinho: Hum, voc� est� gemendo igual daquela vez que te vi se masturbando vendo filme porn�! Quando ela ouviu isso, gemeu mais ainda e come�ou a gozar e gritar: Safado estava me vigiando, chupa,chupa, ai vou gozar, vou gozar hum, hum...... que dee l�ii cia!!!!! A safadinha gozou na minha boca. Depois de gozar gostoso, ela ficou de quatro e chupou meu pau com tanta vontade quase gozei. Carla deitou com as pernas abertas e disse: Agora mete este pau na minha bucetinha, mete. Aquele convite me deixou louco para fuder sua xoxotinha. Meu pau estava at� latejando de tez�o. Enfiei todinho naquela buceta gostosa. Carla gemia e rebolava tanto que parecia uma cadelinha no cio. Derrepente ela me deitou na cama e disse que queria sentar no meu pau. Em cima de mim ela ageitou meu pau com carinho e sentou gosotoso. Senti meu pau entrando naquela grutinha molhadinha e Carla mexia e gemia, mexia e gemia. Mais uma vez ela come�ou a gemaer mais alto e dizer que ia gozar. N�o aguentei e gozei muito junto com ela enxarcando aquela buceta de porra. Ficamos deitados bem abra�adinhos por uns minutos e ela me fez um pedido aos meus ouvidos: Patr�ozinho, agora quero que meta no meu cuzinho. S� de ouvir aquele pedido, meu pau j� come�ou a latejar de novo. Carla come�ou a lamber meu pau de cima a baixo, chupou minha vara com tanto gosto que ele endureceu tanto que parecia um mastro de p�. Ela desceu da cama e ficou de quatro abrindo o rabinho deixando o buraquinho bem a mostra. Mais que depressa levantei com pau duro e passei a cabecinha no buraquinho dela. Ela dava umas reboladinhas e dizia, mete, mete gostoso esse pauz�o no meu rabo. Sem pensar duas vezes enterrei tudo naquele cuzinho. Carla gemia e continuava rebolando. Fiquei bombando no rabinho dela por um bom tempo at� que n�o aguentei mais mais e gozei no cuzinho dela. Carla voltou a deitar na cama e disse: Meu sonho foi realizado. Voc� patr�ozinho � mais gostoso do que eu imaginava. Sempre me masturbava pensando no senhor.



Eu contei para Carla do dia em que a vi se masturbando e que bati uma punheta enquanto a olhava. Ela me disse que fui muito bobo pois ela estava justamente pensando em mim. Trocamos mais alguns beijos e me vesti pois tinha que voltar para o escrit�rio antes que dessem por minha falta. A noite, eu ainda estava com tez�o s� de pensar na transa com a empregadinha. Simone, minha esposa saiu do banho e me viu deitado na cama, eu estava com o pau t�o duro que ela chegou a dizer: Bem que isso!! Que tez�o � esse? Falei que estava pensando nela enquanto se banhava, mas estava mesmo pensando no corpinha da Carla. Minha esposa chegou na cama e disse: Ent�o deixa eu te ajudar a satisfazer este tez�o. Simone come�ou a chupar meu pau deliciosamente. Peguei minha esposa de geito, abri as pernas dela e chupei com vontade aquela buceta ainda pensando na bucetinha da empregada. Simone gemia e dia: Que del�cia, voc� nunca me chupou t�o gostoso, chupa mais... Simone se p�s de quatro e pediu para que eu enfiasse na buceta dela. Meti com vontade e Simone dizia: Hum meu bem que del�cia. Mete mais, estou gostando, mete. Para minha surpresa, Simone come�ou a gozar loucamente com a minha vara enterrada na xoxotinha dela. Lembrei do cuzinho da empregada e pedi a Simone para abrir a bundinha. Minha esposa ficou surpresa e disse: Quer fuder meu cuzinho amor? Mete ent�o, mas bem devagar. Meti no cuzinho da minha esposa e s� pensava no cuzinho da Carla. Eu metia e tirava com tanta for�a que minha esposa gemia e pedia: Ai vai mais devagar, voc� est� me rasgando toda. Depois de tanto meter e tirar acabei gozando deliciosamente no cuzinho da Simone. Ela se deitou sobre mim e disse: Maur�cio, voc� n�o me fode assim a muito tempo. Quero ser sua toda noite assim.



No dia seguinte, voltei para casa novamente por volta das 10:00 da manh� e Carla estava j� deitada prontinha para mim. Minhas transas com Carla s� me deixavam mais excitados para fuder minha querida esposinha todas as noites. Minha esposa estava t�o satisfeita com nossas transas que um dia decido lhe contar o porqu� de eu estar com tanto tez�o. Mas se voc�s quiserem saber como ela reagiu a esta verdade, leiam o meu pr�ximo conto



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