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KARLA MINHA ESCRAVA - CRIS QUERO VOCE

Sou empres�rio, como disse antes. Tenho um tes�o especial: dominar, submeter, usar e humilhar mulheres casadas, noivas, ou comprometidas.
Confesso que quando comecei procurei por submissas nestas condi��es, achei que seria uma aqui outra l� bem longue.
O caso que vou relatar � sobre uma dessas escravas PATRICIA me enviou um e-mail dizendo que tinha 40 anos e que era casada h� 23 anos, ela dizia que sentia grande vontade viver uma rela��o SADO, que desde adolescente sempre fantasiou ser dominada, que sentia-se submissa, como casou-se muito nova, acabou reprimindo-se, pelo receio de estragar seu casamento, e dizia que durante todos estes anos viveu insatisfeita sexualmente, o marido nunca proporcionou o que ela realmente desejava, al�m de que sua fantasia a submiss�o guardada.
Come�amos a trocar e-mails n�o sou muito de conversa porque alem do trabalho n�o permitir o meu tempo � curt�ssimo MANDO E ACABOU – mas com ela deixei ela me contar as fantasias dela, sobre os limites e desejos.
Comecei a control�-la dist�ncia, com pequenas tarefas e atribui��es; percebi que ela estava gostando cada vez mais e o dom�nio foi aumentando, passei ent�o a controlar suas roupas, seu visual, maquiagem, corte de cabelo etc.
Quando percebi que ela realmente estava pronta para se entregar a mim, marcamos um encontro, nos encontramos no meu escrit�rio e logo de cara percebi que ela estava com um tes�o imenso, chegava a tremer de ansiedade por ser usada. Expliquei a ela que a partir daquele momento, se ela quisesse seguir em frente, passaria a ser minha puta, minha cadela, e que eu passaria a usar seu corpo como eu bem quisesse, para minha total satisfa��o; expliquei ainda que ela n�o teria nenhum tipo de problemas no seu casamento, mas eu controlaria sua vida e ela teria que se adaptar a isso, ela concordou. Imediatamente mandei entrar no banheiro e tirar sua calcinha e suti� e trazer sua pe�as �ntimas na m�o. Passados alguns minutos retornou meio sem gra�a, com a calcinha e o suti� entre seus punhos cerrados; mandei ela entregar na minha m�o...peguei as pe�as sem qualquer preocupa��o em escond�-las, chamando a aten��o da minha secretaria que ainda estava no escrit�rio, deixando-a muito envergonhada. Joquei a pe�a na gaveta e sa�mos do escrit�rio para dar uma volta na Paulista fomos para o estacionamento...ao chegar no carro ordenei que ela se sentasse no banco do motorista, antes de se sentar fiz ela levantar a saia, a fim de ficar sentada com a bunda diretamente no banco. Ela levantou a saia e ficou com a buceta totalmente a mostra. Fiz ela dirigir a Paulista inteira daquele jeito, ela perguntou se n�o pod�amos ir a um motel ou flat, eu disse a ela que como puta ela seria comida onde eu quisesse; quando chegamos na Vila Mariana em um Motel na Sena Madureira ela quis arrumar a saia para o atendente n�o perceber, mas n�o deixei, disse para calar a boca e deixar o cara ver como ela era vadia. J� no local, tirei ela do carro, mandei ela tirar toda a roupa, ajoelhar no ch�o e chupar minha rola, ela come�ou a chupar de forma meio violenta, desesperada, afoita, o que lhe valeu alguns tapas no rosto, que s� pararam quando passei a aprovar a chupeta. Meti o cacete com vontade na boca da minha putinha, fazendo ela engasgar v�rias vezes e babar muito; ela disse que nunca tinha chupado daquele jeito, que perdia o f�lego, e eu disse que a partir de agora ela seria adestrada para me agradar e que apanharia at� fazer direito. Mandei a cadela levantar, se apoiar no cap� do carro e empinar o rabo oferecendo a buceta pra mim, neste momento peguei meu cinto e dei uma surra bem gostosa naquela bunda, fazendo ela contar e agradecer por cada cintada; foram apenas 8 cintada ela come�ou a chorar baixinho, me deixando com mais tes�o ainda, na bunda da minha puta, que ficou bem vermelhinha. J� com o cacete explodindo de t�o duro, meti com for�a na sua buceta, arrancando um grito dela, que foi seguido por intensos gemidos. Ap�s estocar bastante na buceta, perguntei a ela se seu marido costumava foder sua bunda, e ela respondeu que s� em “ocasi�es especiais”. ABRIR SEU RABO DEI CUMA CUSPARADA e mandei ela mesma lubrificar o cu para mim... enquanto isso eu fazia perguntas sobre o seu marido, deixando-a mais constrangida. Fiz ela gritar que o marido era um corno e ela agora tinha um macho de verdade....dei tapas no rosto dela at� ela gritar em alto e bom som, para todo mundo que estava no motel escutasse. Mandei ela se posicionar novamente no cap� do caro, abrir o cuzinho e implorar para tomar no cu. Quase gozei quando ela disse: “quero tomar no cu”, novamente mandei ela dizer em voz alta e ela gritou: “Fode o cu da sua puta, por favor me DOMADOR”; neste momento enfiei meu pau na bunda dela, coloquei devagar para poder sentir as preguinhas se abrindo para mim, comi o cu dela com estocadas constantes, chamando-a de puta, vagabunda e dizendo que a partir daquele dia o marido dela teria somente as sobras, que ela daria para o marido somente quando eu autorizasse e que o rabo seria s� meu; ela dizia somente sim senhor e gemia baixinho rebolando a bunda no meu cacete duro. Tirei o pau, mandei ela ajoelhar novamente e soltei toda minha porra no rosto da minha putinha. Ainda com o rosto cheio de porra, fiz ela pegar o celular e ligar para o corninho...ela a princ�pio n�o queria, mas acabou fazendo; mandei ligar para ele e dizer que estava ligando s� para dizer que o amava muito. Foi muito BOM ver aquela mulher casada, que at� aquele dia tinha sido totalmente fiel e tinha se dedicado exclusivamente a seu marido e filhos (ela tem 2), com a cara cheia de porra falando que amava o marido. Mandei ir ao banheiro para limpar apenas o excesso de porra do rosto antes de deixar ela ir embora, dei instru��es de que deveria lavar o rosto somente quando chegasse em sua casa, me ligue para dizer que chegou bem...PODE me escrever, QUERO comprometidas (especialmente CASADAS) – [email protected]

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