Este � o �ltimo conto da s�rie. � importante ler os dois primeiros para entender.rnConforme falei no conto anterior no in�cio da noite todos os convidados do churrasco foram embora. Minha esposa conseguiu falar rapidamente comigo e disse que me amava muito mas estava adorando a situa��o. Falou para eu n�o me preocupar pois aquilo era apenas uma fantasia. De certa forma aquelas palavras me tranquilizaram e o meu ci�me diminuiu um pouco.rnNesse instante Rodrigo chega perto de n�s e j� d� um beijo demorado em minha esposa. Acho que ele estava um pouco alto de cerveja, pois j� me tratava sem cerim�nia alguma. Ele se dirigiu a mim agradecendo pela esposa deliciosa e me chamando de corninho, disse que hoje a noite ele iria me mostrar como um macho de verdade deve tratar uma mulher t�o gostosa como a minha.rnN�o sei o que estava acontecendo comigo, pois aquelas palavras despertaram meu pau novamente. Minha esposa concordava com tudo e ficava alisando o pau de Rodrigo enquanto ele falava. Ela dizia para mim: olha amor, o pau do Rodrigo � muito maior que o seu! Ele sabe me comer de verdade. Hoje a noite minha bundinha pertence a ele.rnRodrigo mandou minha esposa subir e colocar as roupinhas que ele havia comprado no shopping. Falou comigo que se eu quisesse poderia ir l� e limpar a putinha para a noite. Abaixei a cabe�a e foi atr�s de minha esposa que estava linda com aquele bikini atolado em sua bunda.rnChegando no quarto me abaixei e comecei a lamber sua buceta e seu rabo todo sujo com o l�quido dos machos da tarde. Ela gemia e falava: lambe meu corninho a porra de um macho de verdade. Hoje vc s� vai servir para limpar minha buceta para o meu garanh�o. Aquilo me deixava louco e gozei rapidamente batendo uma punheta. Juliana foi tomar banho e eu fiquei na cama assustado com o rumo que minha fantasia havia tomado.rnMinha esposa saiu do banho com a buceta toda depilada. Perguntei a raz�o e ela disse que tinha sido ordem do Rodrigo. Ela foi em dire��o a algumas sacolas e come�ou a vestir uma roupa que achei inacredit�vel. Era um vestidinho branco colado no corpo dela t�o curto que ela parecia uma puta. Qualquer movimento mais brusco aparecia o in�cio da bundinha dela. A calcinha tamb�m branca era do tipo fio dental. Para completar ela ainda usava um colar no pesco�o que mais parecia uma coleira. Para minha surpresa ela j� havia trazido uma roupa normal do hotel para eu vestir.rnNesse momento Rodrigo entra no quarto s� de cueca e elogia muito minha esposa. Ele se vira para mim e diz: Olha Roberto, hoje vc vai aprender a tratar uma gostosa como sua esposa. Nesse momento ele vira para Juliana e manda ela ficar de quatro na cama com a boca de frente para o pau dele. Ele abaixa a cueca e uma vara descomunal d� um salto no rosto de Juliana. Ela n�o perde tempo e come�a a bater um boquete para Rodrigo. Eu n�o conseguia tirar os olhos da cena. Aquele vestido curto de minha esposa expondo sua bunda naquela posi��o e chupando outro macho com vontade. Pela primeira vez eu via a cena de t�o perto e todo o meu ci�me foi substitu�do pelo tes�o.rnRodrigo percebeu minha situa��o e falava com Juliana. Olha minha vadia, o corninho t� de pau duro vendo vc me chupar. Ela s� gemia e chupava ainda com mais vontade. Depois de um tempo Rodrigo gozou no rosto de minha esposa. Ele mandou ela deixar o pau dele limpinho para que n�s pud�ssemos sair. Quando ela terminou de lamber o pau dele estava brilhando e ele mandou eu limpar minha esposa. rnEu resisti um pouco disse que n�o gostava daquilo, mas ele foi firme e falou pra mim: olha corninho se vc quiser continuar vendo eu meter na sua esposa quero ela limpa, eu n�o gosto de mulher lambuzada de porra. Eu n�o entendia o que estava acontecendo mais comecei a beijar Juliana toda suja de outro macho. Ela beijava muito e parecia estar com muito tes�o. Rodrigo deixou o quarto e disse para n�s nos apressarmos para n�o chegar tarde na boate. Fui para o banheiro e bati mais uma com aquela situa��o.rnNo carro Rodrigo mandou eu dirigir e foi orientando sobre o local em que ir�amos parar. Enquanto isso percebia minha esposa e ele dando uns amassos no bando de tr�s. Chegando na boite v�rios amigos de Rodrigo j� estavam em uma mesa. Novamente fui apresentado como amigo de Juliana que chegou abra�ada com o novo ?namorado?. rnA mesa era formada na maioria por homens e todos parabenizaram Rodrigo pela nova namorada. Nenhum deles disfar�ava o olhar para as pernas de minha esposa que estava com um vestido muito curto. Eu sentei perto deles e ficava ouvindo os elogios e o espanto da turma dizendo que Rodrigo era sortudo demais por pegar uma mulher t�o gostosa. Outros falavam que ela tinha cara de vadia e que devia fuder muito gostoso.rnEnquanto isso Rodrigo beijava muito minha esposa e enfiava a m�o no meio das pernas dela. Ela j� estava adorando a situa��o e chegava a sentar no colo dele quando se levantava para ir ao banheiro. Eles dan�avam de uma forma quase escandalosa. Os homens da mesa ficavam olhando e dizendo pra mim: Rapaz, essa gostosa parece uma vadia. Ela deve dar muito em sua cidade. Eu fingia um sorriso e concordava. A noite seguiu dessa forma mas quando n�o era nem t�o tarde Rodrigo piscou para os amigos e disse que j� ia embora. Os homens insistiram para eu ficar, mas disse que precisava ir para o hotel pois iria viajar no dia seguinte.rnNo caminho para o hotel Rodrigo assumiu o volante do carro e logo quando fechou a porta j� libertou sua pica que estava dura como pedra. Minha esposa n�o esperou nada e j� caiu de boca naquela vara enquanto Rodrigo dizia para mim que nunca tinha visto uma mulher gostar tanto de mamar. Acho que o pau dele j� estava dormente de tanto meter pois ele n�o gozou durante o trajeto. rnChegando ao hotel subimos n�s tr�s e quando fechei a porta do quarto Rodrigo j� estava pelado. Ele falou para Juliana n�o tirar a roupa que ele queria ver um strip tease bem gostoso. Ele se virou para mim e mandou eu buscar uma cerveja para ele. Quando voltei com a cerveja minha esposa rebolava muito perto de Rodrigo que estava no sof�. Ela subia o vestido e deixava sua bundinha toda exposta com aquele fio dental. Rodrigo alisava o pau devagar e ficava mandando ela rebolar e encostar no pau dele.rnQuando cheguei com a cerveja ele me deu uma ordem para tirar toda a roupa da putinha, pois ele estava com vontade de meter mais. Eu j� tinha perdido qualquer receio e j� obedecia aquele homem como se fosse um empregado dele. Quando terminei de tirar toda a roupa de Juliana ele mandou ela chupar mais e falou para eu lamber bem o cuzinho dela pois ele ia arrombar a bundinha de minha esposa. Novamente obedeci e ficava de pau duro s� de lamber minha esposa.rnAinda sentado no sof� Rodrigo manda Juliana sentar em seu pau bem devagar. Ela tentava enfiar logo e ele a segurava. Quando o pau de Rodrigo entrou todo na buceta de minha esposa ela deu um grito de prazer e come�ou a rebolar. Eu j� ia me levantando quando Rodrigo perguntou quem tinha mandado eu parar de lamber o cu de minha esposa. Novamente me ajoelhei e continuei a lamber, por�m agora sentia as bolas de Rodrigo perto de meu rosto. De vez enquanto o pau dele saia da buceta e batia em meu rosto. Desconfiei que Rodrigo fazia aquilo de prop�sito.rnEle brincava com minha esposa dizendo que o corninho tava enconstando no pau dele. Eu n�o ligava para mais nada e continuava a chupar o rabinho dela. Em certo momento ele mandou eu parar e colocou Juliana de quatro no sof�. Ela pedia para levar vara no cu quase chorando e Rodrigo brincava dizendo que o cu n�o estava bem lubrificado. Nesse momento ele d� uma ordem que me assustou. Ele disse: corninho vc n�o lambeu esse cu direito como eu te mandei. Agora quero que vc lubrifique minha vara, pois a vadia de sua esposa t� querendo levar no cu.rnEu j� ia me levantando pois nunca tinha tido contato com outro homem. Por�m minha esposa gritou comigo de forma surpreendente: chupa logo seu corninho viado pois meu cu t� desesperado para levar essa vara. Quem mandou vc me oferecer para outros machos, agora aguenta as consequ�ncias.rnEu sentei no sof� e Rodrigo aproximou o seu pau de meu rosto. N�o sabia como fazer mas ele segurou minha nuca e mandou eu abrir a boca. Assim que o seu pau entrou em minha boca o meu pau que estava meia bomba endureceu rapidamente. Rodrigo ria e comentava com minha esposa que agora tinha duas putinhas para cuidar. Eu engasgava no in�cio mas aquela sensa��o de uma rola na boca anestesiou minhas rea��es. Eu ficava com medo dele gozar em minha boca, mas ele segurava firma na minha nuca e n�o me deixava soltar. Depois de bombar por alguns minutos ele apontou a vara para o cu de minha esposa e meteu sem d�. Ela gemia muito e dizia que tava doendo. Ele n�o aliviava e gritava com ela para rebolar no pau dele. De vez enquanto ele tirava tudo e mandava ela abrir a bunda com as m�os. Ela obedecia todas as ordens dele. Aquele joguinho durou muito tempo e quando ele anunciou que iria gozar mandou eu e ela ficarmos de joelhos. Fechei os olhos e senti um jato quente em meu rosto. Minha mulher me beijava e espalhava ainda mais porra em minha boca. Rodrigo ainda enfiava o pau no meio de nossos beijos e eu e minha esposa divid�amos aquele pau.rnDeitamos os tr�s no sof� por alguns instantes e eu fiquei assustado com o que tinha acontecido. Minha esposa estava abra�ada com Rodrigo alisando o pau dele. Ele alisava a bunda de minha esposa e enfiava dois dedos no cuzinho dela. Me levantei e fui tomar um banho em sil�ncio. Quando voltei Rodrigo j� tinha ido embora. Minha esposa me agradeceu com um beijo e disse que eu era o melhor marido do mundo. Afirmou que tinha adorado a semana e que n�o vai a hora de repetir a dose.rnRetornamos para nossa cidade e seguimos com a vida normal. Mas toda vez que surge uma viagem todas as cenas que se passaram voltam para minha cabe�a e o tes�o � muito grande. Juliana hoje est� bem mais ativa na cama e sempre pede para eu colocar um plug em sua bunda durante nossas transas. N�o falamos muito sobre a �ltima noite, mas acho que ela gostou do que aconteceu. Valeu a todos. Assim que acontecer outra vez, volto aqui e conto.rnrn