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O ENCONTRO COM A GALERA DO TIO CAMINHONEIRO PARTE1

Depois da fast suck ao volante do caminh�o, ainda no in�cio da viagem, dirigimos mais umas 2 horas e paramos um pouco antes de cruzarmos a divisa de SP com o PR. Era noite e resolvemos comer alguma coisa e aproveitar para tomar um banho. rnrnNo restaurante tio Miguel encontrou um amigo, caminhoneiro do sul, estava indo na mesma dire��o que a gente. Conversaram um pouco, riram, e eu pagando a conta. Quando voltei o cara, chamado Felipe, me cumprimentou todo mach�o, mas reparei que olhou de cima a baixo com uma carinha de "vou te pegar". rnrnSeguimos estrada. Chegamos em um posto de gasolina pr�ximo de Curitiba umas 3 horas depois. Est�vamos com um pouco cansados e resolvemos "dormir" um pouco. Miguel desceu do caminh�o e foi falar com o amigo Felipe, mas eu fiquei e fui para tr�s, ajeitar as coisas pra deitar. Mas � claro que queria foder com o titio antes de dormir, por isso tirei toda a roupa e fiquei deitado de bru�os, fingindo dormir. Quando dei por mim, realmente cochilei, acordei com um "titio" ro�ando seu pau na minha bunda e costas, enquanto beijava minha nuca. N�o resisti e me virei. Para minha surpresa n�o era Miguel, mas sim Felipe. Me assustei e perguntei o que ele queria e ele disse totalmente constrangido, nada rapaz, desculpa. Perguntei o que ele estava fazendo na cabine e ele respondeu que meu tio havia parado pra beber um pouco e jantar com outros amigos que eles encontraram na parada de caminh�es e pediu para que ele (Felipe) me chamasse para comer algo se eu quisesse ou, pelo menos, avisasse que iria demorar um pouco para voltar para o caminh�o. Mas ficou morrendo de tes�o ao me encontrar de bru�os e dormindo feito um anjo. Pediu desculpas e come�ou a colocar a bermuda, com o pau ainda duro.rnrnFelipe parecia ter uns 32 anos, era branco queimado de sol, olhos e cabelos castanhos bem curtos, devia ter uns 1.78 e 72kgs. Com uma alian�a dourada enorme na m�o esquerda, mas nem conversamos sobre isso. Levantei e segurei suas m�os, pedi para que ele ficasse e o beijei. Abaixei sua bermuda e pedi para que deitasse. Ele tremia, de al�vio acredito. Ficamos deitados nos beijando e tocando um ao outro. Logo desci beijando seu peito liso e forte. Seu abdome, rocei meu rosto em seus p�los pubianos fartos e abocanhei seu mastro, que a essas horas estava latejando de duro. Era um pau bonito, rosado, de uns 19 cm, grosso sem exageros, veias bem marcadas e cabe�a linda, daquelas rosinhas meio avermelhadas, bem desenhadas. E cheiroso. Enfim, um tes�o a parte. Mamei nessa pica gostoso, sugava suas bolas e subia lambendo seu caralho at� engolir aquela cabe�a gostosa e que deixava escorrer uma leve baba. Fiquei mando uns 19 min. rnrnFelipe pediu para que eu parasse. Logo me colocou deitado e retribuiu o carinho. Me chupou gostoso, com vontade, com a boca fervendo de quente. Mas logo ergueu minhas pernas e caiu de l�ngua no meu c�. Enquanto alisava seu caralho. Vi estrelas. Que del�cia, adoro um cunete. rnrnLogo depois perguntou se eu gostava de dar. Eu disse que sim, bem r�pido, afinal estava morrendo de tes�o e querendo senti-lo dentro de mim. Ele pegou a bermuda e colocou a m�o no bolso do lado, sua fisionomia mudou, estava com cara de preocupado. N�o estava encontrando a camisinha que sempre carrega. Me perguntou se eu n�o tinha uma. Disse que n�o, pois n�o tinha mesmo naquele momento. Disse ent�o que ter�amos que ficar apenas nas mamadas. Mas que adoraria me comer. rnFiquei sem gra�a e um pouco decepcionado. N�o consegui disfar�ar a rea��o. Ele me disse que s� transava com, pois respeitava sua esposa. Eu disse que entendia, mas que queria senti-lo dentro de mim. rnrnEle me perguntou para quantos caras eu tinha dado o c�. Respondi que apenas para o Miguel. E que t�nhamos nos protegido (isso foi uma mentirinha minha). Ele me olhou ent�o e sem pensar duas vezes caiu de boca no meu c�. Lambei gostoso. Foi como se tivesse escutado o que queria escutar. Gemi muito. Que del�cia. Logo fizemos um 69 r�pido. Eu o chupava enquanto ele me chupava e enfiava seu dedo na minha bunda, bem devagar.rnrnParamos e ele disse que estava louco, que meu c� era super apertado. Me ajeitou de bru�os e colocou a cabe�a do seu caralho melado na dire��o do meu c�. Logo deu alguns leves empurr�es, que fizeram com que a cabe�a entrasse. Gememos muito. Ele de prazer e eu com um pouco de dor, mas muito tes�o. Ficou assim uns 2 min. Deitou sobre as minhas costas e me disse, ao p� do ouvido, que eu era uma del�cia. Quase gozei naquela hora. rnrnDepois come�ou a fazer for�a e, devagar, colocou todo o seu membro dentro de mim, senti suas bolas tocarem as minhas n�degas, assim como seus p�los. Que del�cia. Ele disse que estava muito apertado e quente, que estava muito gostoso. Come�ou a beijar minhas costas e pesco�o enquanto iniciava um vai e vem gostoso. Aumentando a velocidade e for�a das estocadas cada vez mais. Seus gemidos cresciam naquela cabine, est�vamos pingando de suor, o prazer estava estourando o meu pau, o dele era praticamente pedra dentro de mim. rnrnFicamos assim uns 19 minutos. Logo ele come�ou a me foder muito forte e gemer ofegante. Me abra�ava e movimentava a cintura de forma incr�vel, sabia muito bem o que estava fazendo. Disse que irai gozar em breve e perguntou onde eu queria que ele derramasse seu leitinho. N�o pensei duas vezes e pedi que enchesse meu c� de porra. Bem gostoso. Ele ficou arrepiado com as minhas palavras e fez uma cara de "que del�cia". Logo me segurou forte pela cintura e aumentou as metidas, que faziam um barulho delicioso.rnFoi quando deu um gemido descontrolado, quando senti seu pau latejar e cuspir leite fervendo no fundo do meu rabo. N�o me controlei e tamb�m gozei. Mesmo sem estar me tocando. rnrnSenti seu caralho jorrando porra dentro de mim, enquanto meu pau jorrava porra no len�ol e partes da cabine. Depois da gozada ficamos parados, est�ticos, recuperando o f�lego por uns 19 minutos.rnEle tirou seu pau de dentro de mim e sorriu. Dizendo: somos loucos, mas que del�cia. Nunca gozei assim. Emendai: Nem eu. rnrnEle me beijou, deu uma �ltima sugava no meu pau, deixou-o limpinho, me agradeceu a foda e disse que precisava ir. Vestiu a bermuda, pegou a camisa e se foi.rnrnEu mais do que depressa limpei o len�ol e tentei achar onde os jatos da minha porra foram na cabine. Tive que lamber tudo para eliminar as provas da safadeza. rnrnQue del�cia. E tudo isso no 1ª dia da viagem. Depois conto as outras fodas dessa viagem pessoal.rnrnQuem quiser me escreva. Hoje tenho 21. Sou de Rio Claro, mas estou morando em Campinas-SP, estudando. Adoro caras maduros, que adorem chupar um belo caralho e levar vara na bunda. [email protected] (e-mail e msn)rnAbra��orn

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