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A SEGUNDA VEZ COM A BONECA THAIS

Depois de ter sa�do pela primeira vez com a Thais, me certifiquei de que teria que mudar meus h�bitos sexuais e colocar de vez em quando no meu calend�rio uma sa�da com uma boneca.

O programa que havia feito com aquela boneca no drive-in, n�o me saia da cabe�a e a vontade de rev�-la era cada vez maior.

S� que desta vez eu queria alguma coisa mais confort�vel, uma cama espa�osa e n�o o desconforto do banco do meu carro.

A oportunidade surgiu no meio da semana, minha namorada precisou viajar a servi�o na quarta feira à tarde e s� voltaria na sexta.

Eu tinha a quarta à noite e a quinta para reencontrar minha boneca.

N�o consegui esperar at� na quinta feira. Naquele mesmo dia perto das 20:00 peguei meu carro e fui procur�-la no mesmo lugar na Avenida Industrial em Santo Andr�.

J� eram quase 21 horas e nada de ver a Thais. Vi varias outras bonecas, lindas, mas meu desejo era de reencontr�-la.

Estava quase decidindo ir embora e adiar para o dia seguinte aquele desejo de sentir aquele cacete lindo nas minhas m�os e na minha boca, quando vejo aquela moreninha linda desta vez com uma micro saia e um top branco e com uma bota tamb�m branca at� o joelho, descer de um t�xi na mesma esquina em que a encontrei da outra vez.

Dei a volta no quarteir�o rapidamente e parei o carro ao seu lado, abaixei o vidro e ela ao me ver falou.

Oi gato, que saudades de voc�. Esqueceu de mim? E sorriu.

Eu n�o resisti àquele sorriso e disse.

Entra logo no meu carro que eu n�o vejo a hora de te beijar.

Ela entrou no carro, me deu um beijo na boca e perguntou. O que � que n�s vamos fazer? E sorriu.

Eu disse que queria ir com ela para um motel, e que n�o queria ficar com ela com hora marcada para ir embora.

Ent�o ela respondeu. Meu amor, voc� foi um dos clientes mais gostosos que eu tive e hoje quem quer ficar com voc� bastante tempo sou eu, porque al�m de te comer eu quero tamb�m dar para voc�. Aquele dia voc� nem me comeu. E sorriu.

Ela falou para eu pagar o mesmo que da outra vez e que eu seria o �nico cliente dela naquela noite.

Ela mesma indicou para qual motel dever�amos ir.

Mal sa�mos da esquina e ela come�ou a alisar meu pau, e eu comecei a passar as m�os naquelas pernas e coxas lindas.

O motel n�o era muito longe, e logo chegamos.

Coloquei o carro na garagem, abri a porta e ela logo entrando ligou o v�deo em um canal de sacanagem e me disse:

Tire a roupa e me espere sentado na cama que eu vou me trocar no banheiro.

Eu tirei minha roupa e fiquei sentado na beirada da cama de frente para a porta do banheiro esperando aquela coisa linda aparecer e enquanto isso assistia a um filme de sacanagem onde uma boneca comia um garot�o sarado.

Em poucos minutos ela abre a porta do banheiro, envolta em uma toalha branca, para bem na minha frente e solta a toalha no ch�o, deixando bem na altura da minha boca aquele pau grande, lindo, moreno rosado, ainda meio mole cheio de veias e com um cheiro de sexo maravilhoso.

Ent�o ela fala:

O gato n�o estava com saudades dele n�o? N�o quer dar um beijinho nele?

Eu n�o aguentei e levei uma das m�os àqueles seios lindos enquanto a outra m�o levou aquele pinto para a boca e passei a chupar aquele nervo delicioso.

Logo em seguida ela me faz parar, me deu um beijo na boca e disse no meu ouvido que estava morrendo de saudades de mim e que desde aquele dia do drive-in ficava imaginando em me comer de novo e em dar para mim.

Fez com que eu me deitasse de costas na cama ficou em cima de mim com a cabe�a voltada para o meu pau e deixando o seu pinto de novo bem em frente à minha boca.

Ficamos quase uns dez minutos fazendo um delicioso 69, ela sempre lambendo meu cuzinho e me levando às alturas. Ela sempre parava quando percebia que eu estava quase perto de gozar e dizia: N�o goza agora n�o! Que voc� ainda vai ter que ficar muito tempo comigo antes de gozar e sorria.

Depois de toda essa chupa��o e de muitos beijos nos peitos, pesco�o, na orelha e na boca, ela levantou pegou duas camisinhas e o pote de gel e disse.

Hoje o meu gato vai me comer primeiro.

Colocou uma camisinha e passou o gel no meu pau e fez com que eu me sentasse com as costas apoiada na cabeceira da cama.

Em seguida se ajoelhou no meio das minhas pernas e sentou em cima do meu cacete e com as m�os foi dirigindo meu pau dentro do seu buraquinho.

Ela ficou rebolando e se mexendo e for�ando at� que eu senti que enterrou tudo. O meu saco batia na bunda dela.

A� ela come�ou a me beijar, a se movimentar num vai e vem delicioso, a rebolar em cima da minha pica e a dizer frases soltas e desconexas no meio de seus gemidos.

Eu disse que n�o estava aguentando mais a tanto tes�o e que ia gozar.

Ela ent�o me beijou mais ainda e aumentou o ritmo dos movimentos, dizendo no meu ouvido:

Goza dentro da sua boneca, goza, goza. Agora.

Eu explodi em um gozo delicioso com ela me apertando e me beijando cada vez mais.

Ficamos por um momento abra�ados quando ent�o ela falou.

Voc� acha que acabou? Agora � que vai come�ar.

Saiu de cima do meu pau, tirou a camisinha jogou no ch�o no lado da cama, deu uma chupadinha nele como se estivesse limpando ele todo e ficou em p� na minha frente colocando todo o tamanho da sua pica que parecia estar maior bem em frente a minha boca.

Eu comecei a chupar aquele cacete e ela parecia alucinada num movimento de vai e vem fudendo a minha boca quase enfiando aquele cacete no fundo da minha garganta.

A� ela saiu da cama e pediu para que eu ficasse em p� com as m�os na parede, e que abrisse bem as minhas pernas empinando minha bunda para ela.

Colocou uma camisinha no pinto dela, deixou o pote de gel do seu lado no ch�o, se ajoelhou e come�ou a chupar meu cu de uma forma que parecia me fuder com a l�ngua.

Eu n�o aguentei de tes�o e meu pau come�ou a ficar duro de novo.

Ela passou gel no meu cu e no pinto dela e come�ou a for�ar seu pau no meu cu.

Eu sentia os bicos durinhos dos seios dela tocando nas minhas costas e ela me dava pequenas mordidas na minha nuca e no meu ouvido.

Falava bem baixinho no meu ouvido que queria me comer, gozar no meu cu e me dar um prazer muito maior do que o da outra vez.

Foi for�ando aquele pau enorme no meu cu at� eu sentir suas bolas batendo na minha bunda e a partir da� come�ou um movimento de vai e vem que me deixava louco de tanto prazer.

Ao mesmo tempo em que me comia, me beijava o pesco�o, minhas orelhas minha nuca e virava o meu rosto para me beijar minha boca me deixando louco de tes�o.

Depois de um tempo ela pediu para que eu me deitasse de novo na cama, com a barriga para cima, me colocou na posi��o de frango assado com as pernas acima do seu ombro e voltou a me comer aumentando cada vez os movimentos de vai e vem, desta vez sem parar, dando gemidos de tes�o e dizendo que ia gozar me deixando com mais tes�o ainda.

Eu olhava e via o tes�o no brilho dos olhos daquela morena linda em cima de mim e custava acreditar que aquilo realmente fosse verdade.

Ela voltou a apertar meu pau que a esta altura j� estava estourando de prazer novamente, e aumentou o ritmo para terminar num grito de gozo junto comigo.

Deitou-se em cima de mim me dando um beijo longo na minha boca e dizendo que eu era muito gostoso.

Ficamos deitados nos beijando e conversando e quando percebemos j� est�vamos juntos h� mais de tr�s horas.

Tomamos um banho, nos vestimos e ela pediu para que eu a levasse para sua casa, pois depois daquele programa n�o queria sair com mais ningu�m.

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