Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

A SURPRESA (CONTINUA�AO)

A SURPRESA (CONTINUA�AO)



Depois do acontecido naquele �nibus (A surpresa), resolvi ver mais de perto o que tinha significado aquele tes�o todo que senti e como sou bastante t�mido, resolvi procurar algu�m experiente por interm�dio de an�ncios na net. Dessa forma, n�o teria que encarar ningu�m logo de inicio e nem sentiria tanta vergonha.

Comecei a minha procura e depois de responder v�rios an�ncios recebendo algumas respostas boas e outras nem tanto (com palavras e termos bem chulos), acabei por escolher uma pessoa j� bastante experiente em que a curti��o dele era iniciar homens nessa pratica e que era muito paciente.

Trocamos v�rios e-mails e acabamos por marcar um encontro para nos conhecermos em um barzinho a meia luz que se situava na zona sul de S. Paulo (onde moro). Dia e hora marcados, chegamos praticamente juntos e nos certificamos de quem �ramos pelo telefone celular. Nos cumprimentamos, pedimos uma cervejinha para descontrair e come�amos a conversar sobre a situa��o. Falei a ele novamente sobre a minha timidez e como eu estava sem jeito de estar ali. Tranquilizou-me dizendo que j� tinha bastante experi�ncia e que aquela sensa��o ia passar depressa, elogiou a minha apar�ncia e agradeci.

Sua apar�ncia mesmo n�o sendo bonito, era agrad�vel ao olhar tanto quanto sua conversa aos ouvidos. Falamos sobre amenidades, entramos no campo familiar e depois no pessoal, onde certamente, o sexo foi a meta principal. Disse a ele de minhas expectativas, contei o acontecimento do �nibus e ele disse ter ficado com tes�o com a narra��o e se eu n�o queria ir de uma vez naquele dia mesmo, resolver a minha fantasia. Pegou-me de surpresa com aquele convite pois aquele encontro seria apenas para nos conhecermos e se desse tudo certo, marcar�amos para um outro dia. Refleti um pouco e acabei por concordar. Perguntou-me se eu tinha algum lugar reservado e com a minha negativa, acertamos de irmos para um hotel que havia l� por perto de onde est�vamos. Rapidamente pagamos a conta e fomos embora.

Ao chegarmos no hotel, j� mostrou a sua grande experi�ncia e reparando que eu estava bastante encabulado com a situa��o, tratou de acertar as coisas com o recepcionista e pegando a chave, foi andando na minha frente e procurando o apartamento ate que l� chegando, abriu a porta me oferecendo para entrar primeiro.

Eu, claro, continuava sem saber como agir. Com muita calma ele tirou o telefone do gancho, pediu duas cervejas e me questionou se queria algo mais o que neguei quase sussurrando. Disse-me que eu me ajeitasse e me limitei a sentar na beirada da cama. Chegou perto de mim, pediu que eu levantasse e que me virasse de costas para ele. Obedeci. Ele encostou-se em mim, pegou em minha cintura bem de leve e me encoxou, atitude que me deu um frio muito grande na barriga. Senti o seu pau endurecendo e ele me apertando de encontro ao seu corpo. Perguntou o que eu estava sentindo e falei do frio na barriga e tamb�m que a sensa��o estava bastante gostosa, visto que me lembrava do acontecido no �nibus, imediatamente ele retrucou que era por isso mesmo que ele estava agindo daquela forma, para que eu rememorasse a situa��o que me levou a estar l� naquele momento. Quando o seu pau j� estava bem duro (o que n�o demorou nada), afastou-se um pouquinho e perguntou baixinho em meu ouvido se eu n�o queria pegar. Sem mudar de posi��o, coloquei minha m�o para tr�s alcan�ando o seu membro j� bastante duro e passei a alis�-lo por cima da roupa. Minhas pernas estavam moles e eu bem envergonhado. Ainda naquela posi��o, come�ou a passar as m�os pelas laterais das minhas coxas e tamb�m pela minha bunda e tudo isso em silencio de parte a parte. Ap�s alguns minutos nessa brincadeira, afastou-se, foi para o outro lado da cama e tirou a roupa ficando apenas de cueca e mostrando o volume de seu membro ainda bastante duro, perguntou-me se eu n�o queria fazer o mesmo.

Pronto! (pensei comigo mesmo) chegou à hora mais aguardada e t�o igualmente temida dos meus �ltimos anos. Ele se aproxima de mim com calma, j� experiente ao contr�rio de mim. Chega bem perto ainda de cueca como eu tamb�m e encosta o seu volume em meu ombro e esfregando de leve de um lado para o outro, da in�cio a um ballet quente e molhado. Suas m�os escorregam por minhas costas e apertaram minha bunda

com for�a, arrancando um gemido de prazer. Estava envergonhado, me limitava a ficar quieto. Ele n�o estava nada envergonhado enquanto se esfregava em mim e sussurrando disse-me que relaxasse. Come�ou a chupar meus peitos, fazia movimentos com a l�ngua, escorregava com ela em torno do meu mamilo, seguindo por leves mordiscadas e com mais uma chupada vigorosa no mamilo, parou, me pedindo que ficasse de joelho. Obedeci prontamente, ainda me sentindo envergonhado com a situa��o.Chupa bem gostoso disse ele. Podia ver novamente e bem de perto o volume estampado em sua cueca, abaixei-a e me deparei perante do seu pau vigoroso pulsando na minha frente. Abri a boca devagar, tremendo um pouquinho por causa do nervosismo, encostei meus l�bios na cabe�a do seu pau. Comecei a chupar s� a cabe�a latejante, e depois passei a lamber tudo de cima a baixo enquanto ele me segurava suavemente pela nuca obrigando minha boca a continuar fazendo o que estava. Bem vagarosamente, iniciou um movimento de vai e vem. Naquele momento ele estava fodendo a minha boca e falava baixinho e ofegante: Chupa... chupa.... segurava o seu pau com uma das m�os e ao mesmo tempo em que chupava, batia uma punheta pra ele e nesse momento anunciou que iria gozar. Pedi que n�o o fizesse em minha boca e me atendendo, no ultimo momento pulou fora jogando longe v�rios jatos de porra. Quando acabou por sair tudo aquilo, limpou-se com a toalha e foi para o banho, perguntado se eu n�o queria acompanh�-lo. Com a minha negativa (queria ficar um pouco sozinho para me refazer da vergonha que eu senti o tempo todo), ele se dirigiu ao banheiro. Quando retornou, seu pau estava meia-bomba e dirigindo-se a mim, pediu que eu tirasse a cueca. Obedecendo, tirei-a rapidamente e fiquei nu a sua frente. Reparou e comentou que o meu pau tamb�m estava meia-bomba, alias, em nenhum momento fiquei com o meu pau duro. Acho que foi a press�o que a situa��o exerceu em minha timidez. Perguntou-me se eu havia gostado e envergonhado respondi que contaria pra ele depois. Riu e vindo em minha dire��o, pedindo que eu deitasse de bru�os e suavemente come�ou a passar a m�o em minha bundinha e depois de um tempinho, trocou a m�o pelos dedos e ao inv�s de na bunda, dirigiu-se ao meu rego e bem de leve ao mesmo tempo em que passava a l�ngua por toda a extens�o da bunda. Era realmente uma sensa��o completamente estranha e agrad�vel. Com muita calma, tirou o dedo do meu rego e o substituiu pela sua l�ngua. Com as duas m�os, afastou cada lado e enfiou a l�ngua mais profundamente. Foi a primeira vez que senti algo entrando em meu cu e o danadinho piscava bastante. Estava achando aquilo realmente muito bom. Eu estava entregue ao prazer! Contando com toda a experi�ncia que tinha, percebeu isso e pediu-me para ficar de quatro e dizendo que agora iria me penetrar com o seu pau, passou gel no meu cu, enfiando um dedo e depois dois, colocou camisinha, passando mais um pouco de gel tamb�m nele, me segurando pelas n�degas,ficou brincando de colocar um m�nimo da ponta e tirar. Senti um tes�o muito grande com ele fazendo isso. Debru�ou sobre mim e pr�ximo ao meu ouvido, sussurrou que iria me possuir. Mais um gelo na barriga que senti e minhas pernas amoleceram. Percebi a cabe�a do pau dele encostando novamente em meu cuzinho e bem devagar for�ando um pouco mais que estava fazendo antes. For�ava e tirava. For�ava um pouco mais e tirava, comecei a sentir uma dor que aumentava a medida que seu pau penetrava um pouco mais. Com muita paci�ncia, percebendo os meus reclamos pelos sons que eu emitia ele parava um pouquinho e deixava que eu me acostumasse com o volume que estava me invadindo. Percebi que ainda tinha muito que entrar e achei que n�o seria daquela vez ainda que eu seria fodido no rabo completamente . Mais uma vez percebeu minha relut�ncia e porque n�o dizer; medo e pediu que eu aguentasse firme enquanto enterrava mais ainda seu pau no meu cuzinho. Criei coragem, prendi a respira��o e continuei permitindo aquela invas�o. Uns quinze minutos se passaram e senti que as bolas do saco dele encostaram-se a meu esf�ncter, denotando que tinha entrado o pau inteiro. Tirou as m�os de minhas n�degas e abra�ou-me pelas coxas encostando seu abd�men ao meu corpo e falando com um tom de voz normal que meu cabacinho estava feito. Pediu que eu mexesse o corpo lateralmente e devagar o que fiz sentindo todo o volume dentro de mim. Aos poucos, aproveitando-se de meus movimentos iniciou a tirar um pouquinho e voltar a me preencher e percebendo que eu n�o reclamava mais de dor, passou a me foder com vigor tirando quase tudo e enfiando novamente. Sentia suas bolas me tocando e assim percebia que estava sendo totalmente fodido. Depois de uns minutos nessa a��o, comecei a sentir dor e n�o perdi tempo em avis�-lo disso. Respondeu-me que j� estava a fim de gozar fazia tempo e que n�o tinha feito isso porque queria que eu aproveitasse bem aquele momento. Dizendo isso, perguntou-me se eu aguentaria esperar ate que ele gozasse e com a minha afirmativa, come�ou a bombar mais rapidamente dizendo que ia gozar dentro de minha bundinha gostosa e apertando a lateral de minhas n�degas, levando a minha bunda bem pra perto do corpo dele causando a sensa��o de que estava sendo totalmente fodido, me perguntava alto se eu estava gostando e quase gritando avisou que estava gozando. Senti o calor da porra dele derramando na camisinha e depois for�ar o meu corpo para que eu deitasse completamente na cama e ele sobre mim largando todo o seu peso. N�o largava da minha cintura e n�o deixava o pau dele sair do meu rabo. Passou alguns minutos quase sem se mexer, s� respirando forte e depois desse tempo, tirou o pau da minha bundinha bem devagar (n�o nego que fiquei aliviado) e virou para o lado. Percebendo que o meu pau continuava meia bomba, pegou nele e bateu uma punheta pra mim ate que eu gozasse tamb�m.

Perguntou-me se eu queria falar alguma coisa e em resposta agradeci a paci�ncia que ele teve e de estar com algu�m t�o compreensivo que soube usar de toda a experi�ncia que tem a ponto de proporcionar prazer praticamente sem dor na primeira vez de algu�m.

Cada um tomou seu banho e fomos embora sem marcar nada para o futuro.



[email protected]

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



me humilharam comendo minha namorada conto  crossdresser.tanguinhas.de.lycra.no.sitio.da.titia.contos  contos eróticos mostrei o pau pra minha mãe  aposta nua praia contos  Cont erot irmanzinnha  ver conto veridico minha baba abusado por minha baba  enfiando banana no cu  contos comendo mae e filha  /conto_22166_cunhada-boa-mas-nao-e-minha-.html  contos dei pro mulequinho de rua  Cacetudos batendo punheta no alimentos  contos tentei dar mas a buceta nao aguentou  enrabei a professora conto  Conto incestó padrnho e afilhada  contoseroticosbrincadeiras  esposa e meu pai conto  porno doido mulher durmindo com abumdas pra fora  minha tia perguntou se eu tava de pau duro - contos eroticos  Conto de puta esporrada por muitos machos no bar  conto homem dando o cu p   Contos eroticos papai mamae e as gemeas  se aproveitou de mim para me comer conto  a minha mulher engole me o pau  Conto erotico com a vizinha evangelica  Historias eroticas Swing  contos heroticos fernanda paes  Contos eroticos meu meio irmao nos come eu e minha mae  conto gay cinema pornô Recife  contos eroticos podolatria com a minha mae  contos de cú de madrinha  xvidio mocinha  contos mamei na rola do meu primo  Meu filho me comeu de chantagio conto  www.contoseroticos eu e a minha vovócom.br/conto_4323_tudo-em-casa-real-mae-e-filho.html  Contos eroticos tetas roxas  Contos vi minha filinha chupando  conto incesto cunhada  distraida no trem conto erotico  foto pirozao  fudi uma medica casada relatos  contos eróticos o gringo roludo  /conto_7625_tirei-o-cabaco-da-prima-dentro-da-cana.html  conto erotico japonesinha  conto erotico peguei um filhote de cachorro e ele me fudeu  Contos eroticos novinha com oito anos via sua mae fundendo bebada com estranhos em casa  www.contoseroticos .com.br confossoes  vidios porno meu amigo bi enfiou no cu do meu marido  contos eroticos dominou toda a minha familia  conto negao gozou na minha boca  contos eróticos minha filha bebeu meu leite  na praia com a mae do amigo contos  MEU ENTEADO ME FEZ CHORAR NA ROLA DELE CONTO  contos eroticos minha prima punheteira  contos eroticos de vendedoras  contos de cú por medo  contos eroticos gay meu pai e meu avô  contos e Relatos reais de nora transando com sogro em Brasília  sequestrada e gravida de 3 negoes contos eroticos  porno club conto eroticos de meninos gays  contos de cú  contos espiando sogra de madrugada  "lésbica desvirginando outra mulher relatos eroticos"  contos eroticos gay meu vizinho de dezenove anos me comeu quando eu tinha dez anos  depiladora safada  Contos eróticos pircing   conto curto de travesti com hermafrodite  /conto_1875_dois-garotos--uma-transa-perfeita.html  contos de cú de irmà da igreja  dei para o pai bebado contos eroticos  novinha fodida por maduro contos  esposas traindo dando o cu,contos de 1988  conto erotico com cunhada gordinha lesbica  cunhada pediu pra ver meu pinto contos  noite maravilhosa com a cunhada casada contos  iniciação contos eroticos  contos descobri esposa  escravo conta como leva sua dona ao gozo com a língua na buceta  contos eroticos currada carona  crossdresser.lingeries.camisolas.sogro.sitio.contos  mulher grudada com cachorro  gozei nas calcinhas da minha mae contos  Leite com sorvete contos eroticos  contos.veridicos erabando uma,.pretinha  Conto erotico taradinhas  Todos dias pego carona e chupou a rola do primo do meu marido  casa do conto erotico velhas  contos eroticos vestido colado  conto erotico pedi um desconto para o gerente e ele me encoxou  contos eroticos teens e os porteiros  Conto erotico incesto neto gai e avó pau grande  conto erotico hotel com meu padrastinho  dominacao gay conto erotico  contos arrombei o cu dela no pique esconde