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SOBRINHA DO CORA��O 2

Oi, meu nome � Jorge, como contei no conto anterior eu estava em casa com minha sobrinha Vanessa e seu irm�o. Ele tava dormindo no quarto enquanto eu e Vanessa est�vamos na sala assistindo tv e conhecendo um ao outro melhor...

Como eu disse, eu tava chupando aquela bucetinha ainda sem pelinhos quando notei que ela deu um gemido e quase perdeu os sentidos, apesar da pouca idade acho que ela teve seu primeiro orgasmo.

Ai eu fui subindo, beijando o corpo dela at� chegar nos peitinhos, que mais pareciam pequenos lim�es, uma del�cia. Comecei a bej�-los e mordisc�-los, ela s� gemia o tempo todo. Fui subindo mais e ameacei dar uma bicota nos l�bios dela, uma del�cia, dei um beijo bem suave nela, fiquei s� apreciando aqueles l�bios de menininha, uma del�cia.

A� olhei bem para ela e perguntei se ela queria fazer como as mo�as nas revistas e ela disse que tava com medo que podia doer, a� eu acalmei ela com outro beijo doce e disse que eu ia ter muito cuidado e ia fazer com muito carinho. A essas alturas j� nem me preocupava mais com o irm�ozinho dela dormindo no quarto.

Ela estava ainda sentada no sofa, meio que deitada na beirada. Eu com o pau j� duro feito rocha, doido pra desfrutar daquela bucetinha virginhazinha. Como n�o tenho um cacete muito grande, uns 19 cm talvez, n�o fiquei muito preocupado em machuc�-la, fui ent�o me levantando um pouco e cheguei com o pau na rachinha dela e comecei a pincelar com carinho. Ela tava bem molhadinha, depois de uma bela chupada n�o foi dif�cil come�ar a penetrar aquela grutinha maravilhosa, fui for�ando bem devagar, notei a carinha de dor que ela fazia e parei um pouco. Ela me olhou com carinha de choro e safada e perguntou porque eu parei, a� fui for�ando um pouquinho mais at� que a cabecinha entrou.

Ela tava com os olhinhos fechados e mordiscando os l�bios quando me envolveu com suas perninhas e come�ou a me puxar contra ela. Acho que era instinto feminino, sei l�, ela deu um pux�o com as perninhas e o cacete entrou quase tudo. Ela deu um gritinho de dor, amea�ou come�ar a chorar, corria l�grimas do rostinho dela, nesse momento perceb� que o cabacinho dela j� era, a� eu comecei um movimento de vai-e-vem bem devagar pra ela acostumar com o cacete dentro dela enquanto beijava as l�grimas que corriam dos olhinhos dela. Depois de alguns minutos ela j� estava gemendo denovo, a bucetinha j� tinha dilatado e se acostumado com meu cacete. Eu segurei ela bem firme nos bra�os, levantei e deitei de costas no sof�, fazendo com que ela ficasse em cima de mim cavalgando.

Ela notou a posi��o e come�ou a se movimentar em cima de mim bem devagar, pois ainda devia estar sentindo um pouco de dor, mas assim ela � quem comandava a penetra��o de acordo com o que ela aguentava. Ela passou a movimentar mais e mais r�pido, com minha ajuda pois eu a segurava pela cintura enquanto meus dedos passavam nos peitinhos dela, ajudando a amenizar qualquer dor que ela estivesse sentindo.

Ela n�o deixava o cacete entrar todo, pois a bucetinha dela era muito pequena ainda, mas j� ia boa parte, ela se apoiou no meu peito com as m�os e ficou mexendo at� que eu percebi que ia gozar. A princ�pio pensei em n�o gozar dentro dela, mas como ela ainda n�o menstruava n�o me preocupei tanto e jorrei feito doido dentro daquela bucetinha maravilhosa.

Ela fez uma carinha de dor e eu tirei as m�os dela do meu peito e a fiz deitar sobre mim, pois eu � que estava exausto naquele momento. Ficamos assim alguns minutos a� eu a abracei novamente, segurando-a firme contra meu corpo, me levantei e virei ao contr�rio, colocando-a deitada no sofa e eu por cima dela, ainda com o cacete dentro dela. A� fui tirando o cacete devagar e ela fazendo carinha de dor. Fui tirando e percebendo o sangue que corria junto com minha porra da bucetinha dela. N�o deixei ela notar, peguei um papel toalha que tava na mesinha de centro e limpei a bucetinha dela com cuidado, enquanto ela ficava ali deitada, quase adormecida de t�o cansada.

A� eu vesti meu cal��o e a peguei em meus bra�os e a levei para o banheiro. Liguei i chuveiro e dei um banho gostoso nela, ensaboando todo o corpinho dela, demorando mais em sua bucetinha que devia estar toda assada. Depois a enxuguei e levei para o quarto, coloquei-a na cama com carinho, coloquei uma calcinha nela e uma camiseta. Ela estava quase adormecendo quando ela me abra�ou gostoso, me olhou nos olhos e disse: - Foi muito gostoso tio.

Ela adormeceu, eu s� olhei para o irm�osinho dela que dormia na cama ao lado e ele tava num sono profundo.

Dei um beijo na boquinha dela e fui pra sala descan�ar daquela trepada maravilhosa. Tive outras oportunidades de transar com ela, inclusive com outra sobrinha minha tamb�m da mesma idade, mas isso conto em outra oportunidade.

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