Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

NUNCA PENSEI QUE IA TRAIR - 4

Bom continuando do conto 3 quando sair ao apartamento do seu Carlos e seu Jo�o e sair.

E ainda nas escadas parecia ter passado todo relaxamento e satisfa��o alcan�ados e o espa�o era todo tomado por uma enorme vergonha que se transformava num convulsivo e inesgot�vel choro que tive que parar um tempo nos degraus para me conter temendo que algu�m me visse daquele jeito. Parei e respirei fundo nervosa de vergonha e arrependimento, ao mesmo tempo em que me perguntava sem parar “O que foi que eu fiz? O que � que estou deixando que me aconte�a? � isso mesmo que eu quero da minha vida?”. N�o. N�o era. N�o podia ser. E ali mesmo eu tomei a deses�o de que aquilo acabaria. Meu Deus! Aquele homem do bar! Como pude deixar que aquilo tivesse acontecido?! N�o aconteceria mais! E recomposta, entrei em casa. Lembro que a sorte, de certa forma, sempre me ajudava e quando entrei em casa o Paulo ainda nem sonhava em chegar e pude me recompor completamente (dormindo umj pauco), decidia a acabar de vez com aquela coisa enfim. E assim prossegui por v�rios dias. Achando inclusive muito bom o fato de que parecia que o Senhor Carlos tamb�m n�o estava se importando e tamb�m n�o me procurava mais. Quando me ligou antes eu ignorei chegando a bater mesmo o telefone na cara dele. Lembro inclusive que teve uma vez que ele falou com o pr�prio Paulo que queria me perguntar uma coisa no telefone. Eu disse que n�o podia atender e que perguntasse a ele Paulo. Ele deu a desculpa ao Paulo de que tinham deixado um documento l� e sen�o seria meu das vezes que fomos jogar l� e eu tivesse perdido de alguma maneira. N�o, Paulo, n�o perdi nada. A minha vida ent�o ia retomando o comando de sempre. Parecia que eu sentia que as pessoas voltavam a me respeitar. Parecia que eu me sentia como quem estava se dando ao respeito novamente e j� encarava o Paulo como encarava antes. Melhor assim! Paulo foi de novo jogar Baralho l� no apartamento do Sr Carlos e eu ficava em casa. Eu me lembro que eu ficava apreensiva com medo que o Senhor Carlos deixasse escapar alguma coisa, sei l�, com raiva que eu n�o o procurava mais e n�o o atendia mais. Mas eu ficava em casa, inventando coisas pra fazer at� que recome�aram as lembran�as... J� se havia passado uns quinze dias quando o meu corpo recome�ou a falar por mim... Era a chamada falta de alguma coisa... Mas n�o! Aquilo de novo nunca. Passar no play e arriscar a ser vista por aquele homem nunca! Mas lembrar do seu Carlos e suas m�os, seu membro, seus tapas, sua voz, suas fotos, enquanto me masturbava? Ah! Isso podia e uma estranha saudade foi se apoderando de mim. Uma saudade que me pegava na pele curada de seus tapas. N�o me envergonho de confessar. Saudade de seu cacete enorme invadindo impiedoso o meu c� ainda virgem. Coisas que eu jamais havia experimentado na vida. Que me desculpe o meu querido Paulo, mas quando eu pedi que ele me comesse por ali n�o foi um ter�o da mesma coisa e a lembran�a do Senhor Carlos veio muito mais forte quando eu e o Paulo fizemos sexo anal por causa disso, coisa pela qual eu j� ficava viciada. E as lembran�as me assaltavam cada vez mais fortes. Mas procur�-lo? Jamais! Argumentos como, bom, nada havia acontecido, ningu�m descobriu mesmo, ele era mesmo sigiloso, ele falou que o homem era de confian�a, etc. surgia sem parar e a id�ia de bater l� no apartamento dele sob algum pretexto j� come�ava a me fazer tremer levemente... At� que j� come�ava a tentar for�ar um encontro fortuito com ele. Vestia-me cada vez mais indecentemente novamente na esperan�a de que me visse e certamente n�o resistisse. E eu comecei a sonhar com ele sem parar. Virava mesmo uma neurose. Acordava no meio da noite sobressaltada e completamente molhada. Eram v�rios sonhos. Sonhava, por exemplo, que batiam na porta do meu apartamento e ao atender, l� estava o seu Carlos completamente nu dizendo, Demorou a atender puta! E me batia na cara por isso. Juro que j� n�o aguentava mais mesmo, que estava mesmo me desesperando prestes a ir l� ao apartamento dele e pronto, dane-se. Eu diria, desculpe meu senhor, castigue a desobedi�ncia da sua escrava e esses pensamentos acabavam em masturba��es e gozos imaginando os v�rios castigos que ele me daria. Juro que eu acabaria mesmo indo l� uma hora qualquer caso n�o tivesse acontecido o que aconteceu. O que aconteceu? Aconteceu foi que num belo domingo de manh�, uma indisposi��o do Paulo me fez ir à rua comprar p�o. E devido às masturba��es e at� mesmo sexo com o Paulo na noite anterior, eu n�o me lembrava mesmo do Senhor Carlos naquele momento e vesti uma roupa mesmo simplisinha, sem insinua��es. Mas quando voltava com a sacola que al�m do p�o continha queijo, presunto e outros apetrechos que n�o me lembro bem agora vi que o elevador se fechava e corri para alcan��-lo. E adivinha quem estava l� dentro? Justamente. O senhor Carlos. A tremedeira, aquela minha rea��o toda, foi inevit�vel e surpeendeu at� mesmo a mim. Ele percebeu. Sorriu um tempo enquanto o elevador se fechava. Eu, tremendo, n�o apertei andar nenhum, n�o sabia o que fazer. Abaixei a cabe�a envergonhada. Enquanto ele apertava o andar dele e falava - Tem c�mera aqui dentro. Se contenha...Puta! Quando ele falou Puta depois de um longa pausa num tom mais forte, eu abracei a sacola do p�o e estranhamente sem me entender, sem entender nada, comecei a chorar escondendo o rosto atr�s da sacola enquanto minhas pernas bambas tremiam cada vez mais e um liquido desceu quente da minha vagina. Eram rea��es surpreendentes e completamente novas pra mim mesma, coisas que realmente de mim eu desconhecia. A porta do elevador se abriu. Anda puta. Pode sair, chegamos. Eu consegui me mover e sair ainda chorando. A porta do elevador se fechou, ele tomou a sacola do p�o das minhas m�os e se dirigiu à sua porta abrindo-a logo em seguida. Entra piranha! Entra! Sabe que estou muito insatisfeito contigo n�o �? O tom de sua voz ia ficando mais forte e mais alto. Sabe, porra?! Eu fiz que sim com a cabe�a chorosa e senti o liquido quente me escorrer mais forte da boceta em chamas me inundando a calcinha como nunca. Constatei que eu n�o estava somente excitada, estranhamente, eu tremia, sem nem saber mesmo porque, eu tremia tamb�m de medo. Ent�o tira essa porra dessa cal�a e camiseta horr�veis e fica s� de calcinha na frente do seu dono, anda minha puta casada! Eu fiquei ansiosamente aflita. Minhas m�os tremiam sem parar enquanto tirava a camiseta pela cabe�a e descia aflita a cal�a jeans querendo ser o m�ximo de obediente poss�vel. Eu acho que ao mesmo tempo em que eu temia, eu queria tamb�m aquela raiva dele. Nossa senhora Roberta! Voc� � mesmo uma del�cia. Ouvi-o exclamar notando a calcinha rosa que eu usava j� completamente molhada e mudando bruscamente de tom logo em seguida, voltando ao tom anterior. Ent�o vem aqui deita de bru�os no meu colo pra ser devidamente castigada, anda cachorra! Ele falou isso enquanto tirou completamente a roupa e sentou-se no sof�. Eu pude ver entontecida o seu enorme pau j� completamente duro apontando pra cima enquanto ele sentava e batia no pr�prio colo indicando onde eu deveria deitar de bru�os. Enquanto eu andava pelo espa�o que me separava dele naquele momento, pra chegar at� ele, um prazer descomunal me envolvia toda, minhas pernas estavam realmente bambas. Era um prazer mesclado com medo, era algo de que eu via que j� n�o suportaria mais viver sem. Isso minha putinha casada, isso deita assim mesmo. Ta tremendo? E um violento e forte tapa foi desferido na minha bunda s� de calcinha repentinamente me surpreendendo de certa forma. Voc� n�o tremia assim minha putinha. Esse foi pra te lembrar que voc� j� n�o mais se pertence, pertence a mim e n�o sabe mais viver sem isso. Um novo e forte tapa me fez gritar espontaneamente e aumentar o choro. N�o grita assim putinha. O que os vizinhos v�o pensar que eu fa�o aqui dentro? Falou isso alisando com delicadeza o lugar onde batera at� que puxou de vez toda minha calcinha pra baixo das minhas pernas e come�ou a introduzi levemente ora um e dois dedos na minha boceta encharcada como uma crian�a que brincasse com um brinquedo qualquer. Der repente, um novo e forte tapa me fez gritar novamente. Esse � pra te lembrar que quando eu quiser que voc� d� pra algu�m eu sei o que estou fazendo e voc� n�o tem que questionar nada, s� obedecer, minha puta. Uma s�rie de outros tapas me fez chorar mais e aumentar a gritaria at� que ele bruscamente parou. Pronto! Acho que j� deve ter aprendido a li��o. E agora, o que a putinha quer que seu dono fa�a? Eu consegui virar o pesco�o e olhar pra ele. A pergunta me pareceu sincera, n�o era deboche e eu, mais do que de pressa, levantei e do lado dele no sof� me ajoelhei me apoiando no sof� e virando o mais que poss�vel minha bunda empinada pra tr�s e passei minha pr�pria m�o direita sobre ela olhando insinuantemente pra ele pra ele. Ele riu entendendo de imediato e veio se ajoelhando por tr�s de mim. Eu me arrega�ava o m�ximo poss�vel enquanto sentia-o cuspindo e encostando a cabe�a da coisa enorme. Nossa! Eu enlouqueci! Quando ele entrou e enfiou o dedo em minha boca eu chupei transtornada, desvairada. At� que tirou esse dedo da minha boca e conseguiu com ele tocar com for�a meu clit�ris e seu p�nis a essa altura j� estava todo mexendo dentro de mim e o gozo veio inevit�vel explodindo como fogos de artif�cio. E logo em seguida come�ou ele tamb�m a gozar enchendo meu cuzinho com sua porra me enlouquecendo mais ainda. Ele gozava e dizia coisas entre os dentes Minha puta casada, safada... At� que pareceu desfalecer sobre meu corpo como jamais tinha ficado antes. Ficou assim sobre mim um cinco a dez minutos mais ou menos eu ali sob ele extasiada mesmo que meio sufocada no sof�. At� que ele foi se recompondo, se ajeitando, se levantando. E ainda fiquei ali um tempo deitada daquele jeito sobre o sof� aliviada o peso dele. Com o rosto deitado com o lado direito no sof� consegui olha-lo e v�-lo olhando pra mim. At� que falou Vamos Roberta, quer ira no banheiro, vai l�, o Paulo deve estar esperando o p�o. Meu Deus! Eu havia esquecido completamente de tudo. Esquecido da vida! Imediatamente fui me lavar enquanto pensava no que diria pro Paulo. Quando sa� n�o resisti, ele estava em p� no meio da sala, eu fui at� ele e dei um gostoso beijo na sua boca como que agradecesse a ele pelo prazer proporcionado e sa� correndo e batendo a porta de vagar... (continua)

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



Contos eroticos de podolatria com fotos desejando chupar os pes de primas dormindomamando em cada teta contos sfoticosContos eroticos com o rodo do banheiroporno filadaputa faz devagar o teu pau é muito grande comendo minha irmã enquanto a minha mãe olha o BingoComi no bar contos erotico brasilcontos eroticos de Maezinha bobinha do amigis transando com jovezinhocontos eróticos Estupro da mamãe 2contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaviadinho tapas esposa dedos no cu conto marido consolopau do velho negro que rasgou meu cu/conto_14526_mulher-do-sargento.htmlconto erotico construcao estupradacontos eroticos de incesto filho comeu a mae e a irma oa mesmo tempo (relatos)xx cont erot cnn o velhoContos eroticos real dei pro pai da minha meia irmacontos.de mulheres.casadas.e fogosacontos eróticos sadomasoquismo exttemofotos de esposa de corno pegando no mastro grandea mãe e sua filha adotiva eu tirei as virgindades das bucetas delas conto eróticotransei com minha sobrinhaassaltada e fodida conyos eroticosmeu amigo negao forçou e fudeu minha loira contosmeu cao meu machocontos porno travestis estupros sadomazoquismocontos erotico7 de interracialcontos eroticos ingenua Sou casada mas bebi porro de outra cara contosSou gay e tranzei com um travest contos eroticocontos enfermeira casada e safadaFoderam gente contos tennsMeu patrao coroa ele me fudeu na sua lancha conto eroticoimcestosconto erotico negao coroa da fazenda brinca de gozar sem penetrar com rapazinhoenganei a menina contos eroticoscontos eroticos cumendo o cuzao cabeludo da minha maeconto erotico gay rola grossa caminhoneiro peludo fudendo buceta na estrada conto eroticoconto erotico gay bebe do papaicontos eróticos depilando a mãeConto gay chantageado colegascoto ertico tia e prima arrobei c dlacontos eroticos fiz megane com meu maridodei a b***** para o meu genrocontos eriticos pique esconde sofaconto erótico minha mãe é usadaSou casada e bem putaviadinho bundudotirei a saia da minhan e fudi com ela no banheiro pornodoidocontos eróticos abusada peli médico dupla penetraçãocheirei a calcinha fedorenta contos eroticosmamae.lingeries.ferias.sitio.contosconto erotico fraldario do mercadoContos sequestrando o novinhoComtos paguei boquet para nao ser presachupando buceta com gosto como se beijase uma bocaminha mulher enrabada na boatemiha noiva xxx.conto erotico virei puta e meu marido cornoconto tirei do cu e comi a bucetaConto erotico gay homem goza usando.vibradorcontos eroticos em putinha desde pequenaGato lambeu buceta contos eroticos zoofiliacontos eroticos chantageando a menina arrogantedetalhes como fui estupradorodolfo era meu vizinho me chamo ana contos erótico /conto_12847_so-minha-mulher-deu-a-buceta-e-fiquei-na-mao.htmlContos eroticos marido deixa esposa fuder com mecanicocontos casada crente chantageada por amigo do filhocontos massagem colegacontos eroticos esposa mini saia e bota cano longoRelatos de casada bunduda dando para os amigos do corno bebadoFalei pro meu amigo enrrabar minha esposa enquanto ela dormiaamanda casamos grande cabeçudo contosmandei minha namorafa chega gosada contos eroticosconto erotico meu tio me vendeu na empresaConto de sexo por acaso com gorda conto coroa casada da a bunda todo dia na ryainspetora viu meu pau contosevangelicas traindo cornos com negros roludos contoscontos eroticos meu filho bebado pau durodei pra um estranho num baile e meu marido viu conto eroticoSou a boqueteirá da pica do vizinho contoseroticos