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AMANDINHA, DOCE EMPREGADA!

Essa hist�ria se passou quando à cerca de dois anos. Na �poca minha havia contratado uma empregada para cuidar dos servi�os da casa, e como acontece de costume me indicaram uma menina que tinha por volta dos seus 19 anos, loirinha, cabelos lisos, seis firmes de tamanho m�dio, uma bundinha deliciosa, super empinadinha e bem firminha, ou seja uma deusa de ninfeta. No dia que ela apareceu para acertar os detalhes agi de forma estritamente profissional, entrevistei a mesma, perguntando inclusive se tinha namorado, pois n�o queria a circula��o de pessoas estranhas em minha resid�ncia. Minha surpresa quando Amanda disse nunca ter dito um namorado s�rio, naquele momento tentei me controlar para n�o pular em cima dela. O tempo foi passando e quando estava de folga em casa sempre ficava a assistir filmes, e Amanda sempre circulando pela casa fazendo seu servi�o, sendo que certa vez eu estava bem distra�do e achando que ela j� tinha ido embora coloquei um filminho de sacanagem. Quando dei por mim reparei que ela estava por perto e o pior a mesma estava disfar�ando perto da sala de olho no filme. Neste instante eu a chamei, tendo ela vindo toda com vergonha e cheia de receio achando que eu daria o maior esporro nela. Quando ent�o pedi que ela se sentasse no sof� e na lata perguntei se ela j� havia assistido um filme daqueles, ela disse que n�o, perguntei ent�o se gostaria de ver, ela receosa n�o respondeu, quando ent�o falei que n�o teria problema. Coloquei o filme para rodar e pude perceber o quanto ela ficou interessada no filme, assistindo a tudo estasiada. Ent�o perguntei se ela j� havia transado alguma vez, e ela respondeu meio assustada que nunca tinha feito nada daquilo, fui acalmando ela, deixando-a bem a vontade, quando ent�o disse se ela n�o queria brincar de apreender, ela ficou completa sem palavras, mas fui explicando que ensinaria as coisas pra ela sem sequer tirarmos nossas roupas, ela ent�o perguntou como e eu disse que ensinaria algumas posi��es a ela, mas s� ficar�amos nos tocando. Para meu espanto ela concordou. Ela usava um shortinho jeans o qual daria algum trabalho para mim (�bvio), ent�o dei a id�ia para que fic�ssemos somente de roupas intimas, que seria melhor para nossa aulinha, ela ficou meia receosa mas n�o dei tempo pra ela pensar muito e fiquei somente de cuecas, j� com meu pau em riste, quando olhei para ela j� tirava aquele shortinho, ficando apenas com uma calcinha de algod�o daquelas bem de menininha inocente, para minha surpresa ela disse que estava sem suti�o, mas que iria tirar o top pois ficaria melhor, meu Deus, quando vi aqueles peitinhos me segurei para n�o voar em cima dela e n�o acabar com a oportunidade antes mesmo de come�ar, ent�o pedi para que ela ficasse de quatro no tapete, a mesma ficou, momento em que pedi para que ela empinasse um pouquinho mais a bundinha, nossa aquilo era a vis�o do para�so, do jeito que ela arrebitou, a calcinha foi entrando naquele rabinho. Encostei por tr�s dela e comecei a ro�ar aquela bundinha, momento em que ela come�ou a se contorcer toda e sua respira��o j� mudou de ritmo, disse a ela que seguraria em seus seios, que era a maneira mais comum das pessoas fazerem, ela n�o mostrou resist�ncia e fui segurando aqueles dois mel�ezinhos durinhos, deliciosos, falei para ela que iria tirar meu pau pra fora para ela sentir melhor como era, ela disse com uma voz dengosinha que n�o teria problema, tirei minha cueca e quando levei meu pau na entradinha daquela xaninha, por cima da calcinha j� senti que ela estava toda molhadinha, a� pedi pra ela apoiar os cotovelos no tapete que ficaria com a bundinha numa posi��o melhor, quando ela vez isso comecei a beijar aquela bunda maravilhosa, Amamnda se retorcia toda ent�o n�o aguentando mais puxei a calcinha para o lado e soquei minha l�ngua naquela xaninha quase sem pelinhos, Amanda gozou naquele mesmo instante, senti seu liquido todinho na minha boca, j� passando minha l�ngua pelo seu cuzinho, dando estocadinhas, deixando ela mais louca do que estava, pedi para ela se virar que iria ensinar ela tocar num pau, ela se virou com o rostinho todo vermelho, quente, e quase desfalecida, pois havia tido dois orgasmos quase que na mesma hora, ent�o ela segurou meu pau e disse pra ela come�ar a movimentar num vai e vem bem compassado, aquilo eu j� estava com as bolas doendo de tanto tes�o, falei para ela dar uns beijinhos nele, ela n�o esperou eu insistir, mas em vez de um beijinho a danadadinha abocanhou meu pau engolindo tudo de uma s� vez, e mais, passando parte da l�ngua nas minhas bolas, meu deus o que era aquilo, aquela safada de inocente n�o tinha era nada, era uma baita de uma puta de primeira, eu nunca tinha recebido uma chupada daquelas, ela tirava meu pau da boca todo melado e metia todinho de volta e vinha chupando com tanta maestria que dava pra sentir minhas veias dentro da sua boca. Ela ent�o tirou meu pau da boca e falou pra mim: vem patr�ozinho, arromba sua empregadinha safada!!! Coloquei ela de quatro no sof�, com a bunda bem empinada e soquei naquela xaninha, e a cada estoca ela gemia feito uma cadela no cio, eu dava tapas naquela bundinha e ela rebolava feito louca, quando ent�o me disse que queria rebolar daquele jeito mas com meu pau socado no seu cuzinho rosado, naq uela hora quase gozei! Arranquei o pau de uma vez apoiei um dos pe´s no sof� pincelei minha pica na sua xana e soquei naquele rabo apertado sem d�, quase arranquei o couro do meu pau, e a safadinha rebolava como uma dan�arina �rabe com meu pau socado no seu cuzinho. N�o aguentando mais disse que iria encher seu cu de porra quente, ela ent�o amea�ou tirar o pau e trouxe a bunda de encontro a minha virilha, fazendo com que eu enchesse aquele cuzinho de porra! Ela ent�o se sentou no sof� e come�ou a mamar meu cacete de novo, dizendo que queria que eu gozasse na sua boca, n�o demorou muito com aquela t�cnica dela e enchia sua boquinha, fazendo ela beber todinha minha porra. E foi assim que passei quase dois anos com uma empregadinha perfeita que at� hoje presta servicinhos l� em casa......

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