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ESPOSA FIEL, M�E DEDICADA...

O dia come�ou normalmente, com a rotina que aquela mulher de 52 anos vinha a manter nos �ltimos anos.



Depois de uma sess�o de gin�sio logo pela manh�, a chegada ao escrit�rio por volta das 19 horas era precedida de outro ritual, ler e responder aos v�rios emails recebidos.



Assim era a vida da Lu�sa, esposa fiel, m�e dedicada e empres�ria de sucesso.



Mas este n�o ia ser um dia normal.



No meio dos muitos emails recebidos, estava um email cujo t�tulo era bastante apelativo: "A surpresa da cota Lu�sa".



Curiosa, abriu aquele email que nos pr�ximos tempos lhe ia mudar a rotina.



O texto dizia: "N�o te conhecia assim t�o puta. Foi uma agrad�vel surpresa. Quando te quiseres sentir assim outra vez... Beijos M."



Ainda perplexa com o texto, a curiosa Lu�sa decidiu clicar no link anexo.



O link levou-a a uma p�gina com um pequeno v�deo cujo t�tulo "Cota num bar chupa angolano" a deixou enojada.



Naquele instante de d�vida entre ver ou fechar o v�deo, um telefonema da sua secret�ria fez com que instintivamente fechasse o link.



O resto do dia passou de forma atarefada como de costume, sempre a 200 à hora, sem tempo para pensar no email que tinha recebido.



Depois de mais uma noite em que n�o conseguia dormir com ins�nias, Lu�sa resolveu levantar-se e investigar aquele email.



Saindo da cama sem que o seu marido desse conta, Lu�sa foi at� à sua sala, tirou da mala o port�til, acomodou-se no sof� e come�ou a ver aquilo que anteriormente n�o tinha tido coragem.



O t�tulo sugestivo do v�deo, n�o lhe fazia qualquer tipo de rela��o, contudo ao ver as imagens, foi com choque que verificou que se estava a ver a si pr�pria cerca de 19 anos antes, numa festa s� para mulheres organizada por uma colega de profiss�o que queria comemorar o seu noivado!



Desligando de imediato o computador, Lu�sa tremia de medo e de ansiedade!



Como era poss�vel terem filmado aquela situa��o?



Quem tinha sido o respons�vel?



Quem � que lhe enviou o email?



Habituada a lidar com situa��es stressantes, Lu�sa foi-se deitar, pois o dia seguinte iria ser diferente!



Quebrando a rotina, Lu�sa foi a primeira a chegar ao escrit�rio.



Fechando-se no seu gabinete come�ou por abrir novamente o email, clicou no link e reviu o v�deo.



No v�deo aparece uma mulher morena de costas para a c�mara a fazer um broche a um sujeito de ra�a negra, com aspecto de culturista, cujo p�nis seria bastante maior que os 8 cm do seu marido.



A n�o ser uma pequena tatuagem no seu pesco�o, algo que fez nos seus tempos de juventude, nada a identificava na imagem, mas para os seus familiares seria f�cil reconhecer aquela tatuagem de golfinho...



No email o interveniente despedia-se com "...Beijos, M.".



Quem seria M? Seria o marido, seria a filha, seria algum familiar ou amigo int�mo?



Sem saber o que fazer, Lu�sa come�ou a relembrar aquele momento de fraqueza na qual deixou para tr�s a imagem de esposa fiel, m�e dedicada e empres�ria de sucesso e teve uma experi�ncia �nica da qual retirou o m�ximo prazer.



Lu�sa lembra-se bem daquela festa, que a obrigou a sair do Porto, sua terra natal, na qual fez 300 kms para ir festejar o noivado de uma das suas grandes amigas.



Naquela noite a festa s� para mulheres era algo que aquela mulher casada n�o estava habituada.



Havia stripers masculinos por toda a parte e muitas mulheres, j� com a sua dose de bebida a tentar despi-los ainda mais!



Para Lu�sa a �nica solu��o era estar quietinha, numa das pontas do balc�o, cabe�a para baixo e tentar passar despercebida.



Acontece que o barman, um rapaz angolano, ao ver aquela mulher ali t�o à parte do que se estava a passar, tentou meter conversa para ver se a animava.



Lu�sa habituada a trabalhar num sector predominantemente de homens reagiu expont�neamente e foi muito mal educada com o simpatico barman!



Ap�s mais de uma hora a beber, os remorsos pela sua anterior atitude come�aram a tomar conta dos seus pensamentos.



Decidida a remediar as coisas, Lu�sa olhou para o balc�o mas o barman j� n�o era o mesmo.



Levantou-se e foi at� à sua colega perguntar pelo simp�tico rapaz que a tinha tentado animar.



M�nica estava naquele momento entretida a dan�ar no meio de dois rapazes com muita pouca roupa, pelo que n�o foi grande ajuda.



Sentindo-se um pouco zonza pela bebida, pelo ambiente e pela m�sica alta, Lu�sa dirigiu-se para a casa de banho para poder acalmar.



Ao chegar à casa de banho, a porta estava fechada e um papel escrito à m�o dizia "Camarim"!



Mas Lu�sa, empres�ria de sucesso, era tamb�m uma mulher fria e determinada, pelo que com um encontr�o forte abriu a porta.



Nesse momento Vasco, o simp�tico barman, estava a equipar-se para a sua actua��o de stripe tease.



Lu�sa ficou im�vel a olhar para aquele corpo bem delineado, quando de repente Vasco diz.-lhe: "Vai entrar ou sair, � que est� um pouco frio!"



"Pe�o desculpa j� estou de sa�da" diz Lu�sa.



"N�o desculpo" responde-lhe Vasco.



"Como?", disse Lu�sa, "Ouviu bem, n�o lhe desculpo. Anteriormente foi antip�tica para mim, e agora que vou fazer o meu show faz-me passar frio e encolher o p�nis! S� lhe desculpo se ao fim da noite guardar uma dan�a para mim!".



Lu�sa sem saber como reagir, fez o seu sorriso meio inocente meio maroto e acedeu ao seu pedido, mas antes de sair voltou a olhar para o membro do Vasco e com uma sa�da ir�nica atira "Se o frio lhe fez ficar com esse tamanho tenho medo de o ver no tamanho normal!".



Ainda meia tonta, sem perceber o que a tinha feito dizer tais coisas, Lu�sa fez quest�o de estar na primeira fila, com a desculpa de estar junto da sua amiga M�nica, a assistir ao show de strip de Vasco.



O show foi curto mas bom, a sua amiga M�nica teve direito a sentir aquele corpo fant�stico de Vasco, algo que deixou Lu�sa terrivelmente invejosa ao mesmo tempo que tentava comportar-se como a esposa fiel, m�e dedicada e empres�ria de sucesso que se orgulhava de ser.



Quando o show acabou, Lu�sa tentou refugiar-se ao fundo do balc�o, mas no fundo o que ela queria era sentir que Vasco a procurava.



Naquele momento uma mulher de quase 40 anos que se orgulhava de ser uma esposa fiel, m�e dedicada e empres�ria de sucesso, queria ser possu�da por um jovem de 20 anos, cujo corpo a deixava extasiada mas ao mesmo tempo assustada pelo tamanho do seu p�nis.



Vasco por seu lado, estava habituado a estas situa��es, e como um verdadeiro ca�ador sabia o que tinha a fazer.



Ap�s procurar por ela na pista de dan�a, dirigiu-se ao balc�o, olhou para Lu�sa e estendeu-lhe a m�o.



Lu�sa reagindo sem pensar deixou-se levar at� à pista de dan�a onde os sons convidavam a uma dan�a com cariz muito er�tico.



Dan�ando com os corpos quase unidos, Lu�sa sentia aquele membro enorme de cada vez que ro�ava o seu corpo contra o de Vasco.



Vasco pelo seu lado estava louco de tes�o para levar aquela p�dica mulher para um sitio onde pudesse abusar à vontade daquele corpo que h� muito n�o era desejado.



N�o ter�o dan�ado mais que 19 minutos, quando Vasco aproveitando o estado de excita��o daquela mulher casada, a levou para a casa de banho.



A� com aquela m�sica abafada ainda a ecoar nos ouvidos de Lu�sa, Vasco n�o perdeu tempo. Num s� golpe colocou Lu�sa de joelhos a olhar para o seu membro hirto.



Agora de perto e sem as correntes de ar, aquele membro teria certamente mais de 20 cms.



Sem tempo para pensar, Vasco agarrou-a pelo cabelo e fez com que metade daquele membro desaparecesse na boca daquela cota que louca de tes�o n�o reflectiu sobre o que estava a fazer.



Lu�sa, que pela primeira vez na vida teve um verdadeiro p�nis nas m�os, fez o melhor poss�vel para que Vasco se viesse.



O tamanho dificultava e entre engasgadelas, foi conseguindo que o jovem angolano gemesse de prazer, ao mesmo tempo que as m�os grandes de Vasco que anteriormente a obrigavam a abocanhar o membro estavam agora a apalpar os seios.



De repente Vasco geme mais alto e Lu�sa sente um jorro enorme na sua boca. Ainda fora do seu estado normal, engoliu tudo algo que nunca tinha feito ao seu marido.



No fim j� perto de recuperar a compostura de esposa fiel, m�e dedicada e empres�ria de sucesso, teve vontade e trincou aquele caralho, como afectivamente apelidou o membro que tanto prazer lhe deu mamar.



E isto leva-nos de volta ao primeiro dia fora da rotina de Lu�sa.



Quem teria filmado? Quem � que lhe enviou o email?



Continua



Fim parte 1

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