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A FILHA DO CHEFE - PARTE 3

Caio encostado na parede fitava sempre de relance sua garota, enquanto tentava se manter atento as conversar do seu grupo de colegas de trabalho para n�o demonstrar o seu real interesse naquela festa, com certeza n�o era pela confraterniza��o que ele estava l�.



L�via, j� estava na quinta dose de Wisky e tentava criar coragem para voltar a olhar Caio, pois sempre que tentava sentia seu rosto enrubescer e queimar, pela vergonha de ter dentro algo colocado por ele naquelas condi��es.



Uma submissa, era isso que o olhar dele a fazia lembrar, e apesar de envergonhada ela esfor�ava-se para tentar voltar a encar�-lo.



Ela queria poder voltar a olh�-lo como antes, imperativa, tentava manter o controle da situa��o e queria mostrar para Caio, que tudo aquilo tinha apenas acontecido porque ela assim o quis, mas no fundo ela sabia que ele a controlava e por mais vergonha que isso pudesse lhe trazer, no fundo ela gostava de sentir aquele sabor de controle que ele tinha sobra ela.



Misturada com filhos de funcion�rios de idade pr�xima a sua, L�via j� se distraia ao papo e at� conseguia esquecer que dentro dela havia algo, esse esquecimento, causado pela mistura de conversa e da bebida, fazia seu cuzinho relaxar, e com isso o bullet saia um pouco dilatando a entradinha, ela imediatamente se recompunha fazendo ele entrar novamente, e percebeu o prazer que sentia nesse movimento.



Voltava a relaxar e se contrair a medida que os biquinhos dos seus seios come�aram a denunciar o prazer a que ela estava sendo submetida, os dois rapazes pr�ximos a ela come�aram a notar que L�via n�o estava normal e conversa rapidamente recebeu uma guinada provocada por ambos que em instantes j� falavam sobre namoros e assuntos mais quentes, fazendo sorrisos percorrem o canto do sal�o aonde eles estavam e chegar at� Caio que j� os observava com aten��o.



L�via a essa altura j� dominava as contra��es em seu cuzinho e fazia com que o bullet entrasse e sa�sse com maestria, seus olhos brilhavam e volta e meia ela mordia os l�bios, sorrio descaradamente quando um dos rapazes fez men��o a sexo anal durante a confidencia de uma noite com sua ex-namorada, excitada com o papo L�via iniciou um vai e vem continuo, e j� procurava Caio com os olhos de forma discreta no sal�o, enquanto um dos rapazes a enchia de perguntas sobre suas prefer�ncias, alisando discretamente o seu pau j� duro em fun��o do teor do assunto.



Ela n�o tinha interesse em nenhum dos rapazes, apesar do papo e o bullet estar lhe deixando louca. Pediu licen�a e com a desculpa de que iria at� o banheiro, mudou de caminho e seguiu at� a sacada, precisava tomar um ar, estava sem f�lego, com as duas m�os na balaustrada, inclinou a cabe�a pra frente e sentiu o vento aliviar-lhe o calor e as gotas de suor que surgiam em sua testa.



O frescor era revigorante, e em segundo ela se via relaxada o suficiente para fazer o bullet entrar e sair cada vez mais r�pido de seu cuzinho, alargando e voltando, cada vez mais r�pido seguindo suas pr�prias contra��es, sozinha naquela sacada sentia que gozaria rapidamente, e ela sentia uma necessidade urgente de sentir prazer.



Assustada prendeu sua contra��o por um instante fazendo com que ele entrasse por completo. Uma m�o em sua cintura, e ao virar-se, ela se depara com Caio a olhando e sorrindo de forma cafajeste.



Ele sabia o que ela estava querendo e ent�o n�o permite que ela se vire, encaixa-se por detr�s e colando seu rosto no dela, pertinho do seu ouvido, faz L�via delirar ao dizer...



- Veio aqui pra gozar? Longe de mim e dos outros na festa? Est� com vergonha de gozar em publico? Vou te dar motivos pra n�o ter vergonha... Na verdade sua vergonha em se revelar uma putinha acaba hoje...



Caio enfia a m�o por baixo do vestido de L�via, e afastando a sua calcinha, aperta a deliciosa a sua bunda, mordendo sua orelha, e a ordenando que force e retire de si o bullet.



Ela geme e sofre, apertando os olhos, franzindo a testa e mordendo os l�bios, sentia seu cuzinho um pouco dolorido com a sa�da do objeto, e Caio insistia em dizer que n�o a queria gozando, n�o agora. Coloca ent�o o objeto de volta no bolso, e L�via sem for�as, observa as pr�ximas instru��es de Caio.



Caio aponta para o sedan prata estacionado metros abaixo de onde eles estavam, e ordena que ela des�a imediatamente e o espere l�, ele fica na sacada e aguarda que ela se aproxime do carro correto, sinaliza e desce em seguida. Come�aria ali a experi�ncia mais louca j� vivida por L�via com um homem.

. . .



Caio guiava o carro lentamente pelas ruas desertas do centro, e a cada sem�foro suas m�os percorriam as coxas de L�via, que a cada toque se contraia, porem logo voltava ao estado natural de nervosismo, devido a todo mist�rio envolvendo o destino daquele passeio, pois lhe passavam mil coisas pela cabe�a



“Aonde esse louco est� me levando?”” ... “O que eu estou fazendo aqui, tenho que ir embora”...



Mesmo querendo fugir a curiosidade e excita��o eram maiores, e mesmo que sua raz�o a enviasse para longe dele, ela se sentia parte demais daquilo tudo para sair assim, sentia-se desafiada, e queria ir at� o fim, queria mostrar para ele que suportaria tudo, apesar de estar nitidamente preocupada.



Caio para em um dos sinais e ordena que L�via v� para parte de tr�s do carro e retire toda a roupa e que fique apenas de calcinha. Ela o olha com espanto mais obedece, estava protegida pelos vidros escurecidos pela pel�cula filme.



Passa as pernas pelo cambio e sentada no banco de tr�s retira o vestido e as sand�lias ficando apenas de calcinha como Caio havia ordenado. Deposita o vestido no banco da frente junto com as sand�lias enquanto esfrega os bra�os para se proteger do frio do ar-condicionado do carro.



- Desligue o ar, estou com frio...



Caio nem sequer responde, olha pelo retrovisor por longos segundos encarando-a, em seguida aumenta o som e continua a guiar o carro desprezando o pedido de L�via, Caio avan�a em dire��o a orla pr�xima ao bairro mais nobre da cidade, segue em dire��o a um ponto conhecido por ser reduto de prostitutas e vendedores de drogas, um lugar perigoso demais para parar o carro, haviam varias batidas policiais a todo momento, e isso come�ou a preocupar L�via, nua no banco de tras daquele carro.



Caio estaciona metros antes de um grupo de seis prostitutas e pega as coisas de L�via com uma m�o, e antes que ela pudesse dizer algo bate a porta do carro levando a chave com ele.



De dentro do carro L�via observa um tipo de negocia��o, poucos segundos se passaram, e ele olhando uma a uma, enfim seleciona uma das garotas, pedindo pra conversar em separado.



Um tipo mignon porem com seios fartos e cabelos castanhos ondulados, vestindo uma saia dourada, curta o suficiente para parecer com um cinto um pouco mais largo, t�o curta que deixava as polpas se sua bunda a mostra, bunda essa que Caio fez quest�o de apertar, fazendo com que L�via tivesse uma crise de ci�mes dentro carro, chutando o banco e serrando os dentes de raiva.



A garota vestia na parte de cima apenas um top preto bem pequeno e nada mais, nos p�s botas da mesma cor do top, que denunciavam claramente ao que a garota estava disposta...



Ap�s alguns minutos de conversa a garota se afasta e some das vistas de L�via, que nesse momento especulava as inten��es de Caio, que passou a sorrir para as outras garotas e conversava como se fosse um cafet�o, L�via estava possessa de raiva, nunca tinha sentido tanto ci�me de algu�m.



“Depois de tudo esse sacana prefere elas a mim” – Repetia a indignada L�via.



A primeira garota volta... E para surpresa de L�via... Usando o vestido e as sand�lias dela... Ela n�o podia acreditar, como aquele insolente tinha chegado a esse ponto? Como ela poderia ter permitido isso?



Ah! Se estivesse vestida teria sa�do naquele momento do carro, estava irada, completamente cega de �dio, com tanta raiva que nem percebe a aproxima��o de Caio do carro, jogando as pe�as de roupa da prostituta pela janela do carro...



- Tome, vista isso...



- Eu n�o vou vestir, roupas de uma vagabunda!



Caio abriu a porta do banco traseiro imediatamente do carro e com voz imperativa disse apenas uma vez...



- DES�A! – Ap�s uma breve pausa completa – Se veio aqui para n�o ir at� o fim des�a do meu carro agora!



Era chantagem, a chantagem mais baixa e sacana a que L�via tinha se submetido at� ent�o, estava nua e n�o poderia descer assim... Olhou pelo vidro da frente o grupo de garotas comentando e olhando para o carro, algumas riam, e outras apontavam. Ela estava com raiva e vergonha e assim catou rapidamente as roupas min�sculas pelo ch�o do carro e come�ou a vestir contrariada.



Caio entrou no carro e imediatamente se virou pegando L�via pelo queixo e agora brando e sereno falava em voz baixa.



- Calma meu amor... Apenas vista, tenho certeza de que voc� vai gostar...



“Como ele podia ser t�o sacana e t�o amoroso ao mesmo tempo..." – Pensava L�via, enquanto olhava atentamente Caio.



Pronto... Isso bastava para desarmar L�via, estava ela de novo sob o controle dele, na cabe�a dela, a voz dele chamando ela de "meu amor", com aquele tom gostoso, a fez vibrar... Ela obedeceria, faria tudo que ele pedisse, agora vestida como uma puta do jeito que ele queria...



Caio arranca o carro, e L�via j� olha para as garotas na rua de forma diferente, a cada uma que passa observa os movimentos, a forma como se expressam, a maneira de andar...



Ela precisava ver atentamente para fazer igual para o homem dela, se ele queria v�-la como puta, ent�o ela mostraria a ele do que ela seria capaz...



Mais alguns quil�metros e novamente L�via � surpreendida, ela sempre era surpreendida por ele, nunca sabia o pr�ximo passo daquele louco mand�o, quando j� se preparava para encarnar uma puta em algum motel barato, Caio abre a porta do carro e a manda descer... Em plena orla...



- O que? Aqui?



- Sim, pode descer, eu vou estar um pouco mais a frente, vou te esperar, apenas caminhe pela orla, fale com as garotas, sei que saber� como agir, continue andando, uma hora voc� me encontrar�, agora des�a e aproveite o passeio.



Caio sorri, dessa vez diabolicamente, ela morde os l�bios de medo e tes�o antes de encarar o desafio... P�em os p�s fora do carro e treme... Sobe o passeio e seu cora��o dispara, respira fundo quando Caio se afasta com o carro e observa-o sumir de sua vista entre outros carros e ent�o come�a a andar...



Logo na primeira esquina avista um grupo de garotas, ela ajusta a pose em cima do sua bota preta com salto e caminha graciosamente sem se importar com a saia sacana que lhe deixava a bundinha um pouco a mostra com o movimento dos seus quadris.



Um carro para e a chama, ela sente medo...



E se fosse algum conhecido? E se fosse algum amigo de faculdade?



Ela entra em um r�pido desespero, e ao olhar para o carro v� um desconhecido, ele fala algo e ela continua andando, homens na cal�ada apertam sua bunda quando ela passa por eles, um chega a agarr�-la.



Um rapaz alto e forte ela tenta n�o demonstrar resist�ncia para que ele n�o a lhe agrida, com perfume forte e roupa t�o vulgar quando a dela, L�via permite que aquele homem a aperte contra o corpo dele, passando a m�o pela sua bunda e seios.



Ele morde de leve seu pesco�o enquanto L�via sorri para os dois amigos dele, j� completamente a vontade ela brinca e pergunta se o programa ser� com os tr�s, mas na cabe�a apenas imagina que Caio estaria lhe observando, estava excitada e estava finalmente na pele de uma puta de verdade...



Os garotos estavam a fim de divers�o, mas estava na cara que queriam apenas um sarro, L�via passa ent�o na m�o dos tr�s, entre apertos e amassos, sente-se ro�ada pelo pau de cada um deles, e sorrindo se desvencilha do terceiro ao som de palavras como, vagabunda e putinha gostosa...



Um deles come�a a falar sacanagens a medida que ela se afasta, e de costas e caminhando, escuta as risadas dos tr�s celebrando... Ela estava sendo usada e estava gostando, se divertia como puta e estava muito excitada...



Agora j� rebolava e andava como tal, e ent�o seus olhos brilharam ao avistar o carro de Caio, sem perder o estilo vagabunda que tinha acabado de conquistar, deu seus �ltimos passos na dire��o do sedan, completamente �mida ela observava Caio de cima a baixo, e sorria, olhava a cal�a dele e imaginava seu pau em sua boca, hoje ela daria tudo para aquele homem.



Hoje ela seria uma puta na cama como nunca tinha sido com homem nenhum...



Fim da terceira parte



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