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NILSON, MEU PROFESSOR DE NATA��O

Meu nome � Rodrigo, tenho 25 anos, 1,88m, 80kg. Sou branco, tenho cabelo castanho e me considero um cara bonito. Desde crian�a fa�o nata��o e por isso desenvolvi bem meu t�rax. T�pico corpo de quem pratica o esporte. Namoro uma garota j� faz dois anos, mas tenho tes�o por homem. De vez em quando rola umas escapadinhas...nada que seja s�rio.

M�s passado, por causa do meu trabalho precisei mudar de academia. Escolhi uma perto da minha empresa. Como meu expediente vai at� as 21h eu seria o �nico a usar a piscina.

No primeiro dia, cheguei no vesti�rio e, como eu esperava, estava vazio por causa do hor�rio. Comecei a tirar a roupa e vesti minha sunga. Nisso vejo um homem, da minha altura e um pouco mais forte, entrar no vesti�rio. Devia ter uns 34 anos. O cara era um deus grego. Olhos verdes, cabelo preto, bem curtinho. Se apresentou e disse que seria meu professor de nata��o: “Boa noite, meu nome � Nilson...voc� come�a hoje, n�? Faz tempo que voc� nada?”

Batemos um papo e ele disse que j� tava na hora de ir pra piscina. O Nilson tirou a camiseta, o shorts e vi que tava com uma cueca branca, essas bem justas. Dava pra ver todo o volume do cara. Fiquei de pau duro na hora. Pra n�o dar na cara, fui na frente e mergulhei na piscina. Ele veio depois vestindo uma sunga vermelha. Me instruiu sobre como seria meu treino e comecei a nadar.

Durante aquela hora, percebia que ele me acompanhava com o olhar. “O cara ta s� analisando meu estilo de nadar”, pensei. Ao final da aula, sa� da �gua cansado. Ele tinha me passado um treino bem puxado. “Rodrigo, vamos dar uma alongada agora?” Nisso ele veio e se posicionou atr�s de mim. Segurou meus bra�os e os levou para tr�s. O cara ia fazer o alongamento comigo! Sentei no ch�o pra alongar as pernas. Ele colocou a m�o na minha coxa e come�ou a massagear. Me deitou de costas e estendeu a massagem para os ombros e pesco�o. Meu pau j� tava pulsando dentro da sunga.

Fomos os dois pro vesti�rio. Ele se trocou e disse que precisava ir embora e que me esperava pra aula seguinte. Assim que ele saiu, tirei minha sunga, entrei no chuveiro e bati uma punheta deliciosa, pensando no Nilson. Gozei pra caralho.

Na minha segunda aula, cheguei no vesti�rio e vi que o Nilson j� tava l�. S� com o shorts do uniforme, sem a camiseta. A gente se cumprimentou e ele come�ou a tirar o resto da roupa pra por a sunga. Quando ele ficou totalmente pelado ele disse: “Olha s� o que esqueceram aqui no banco...” Era uma revista gay, dois homens na capa. Eu nem reparei que aquilo tava l�. “Cara, nunca nem abri uma revista dessa...” E o Nilson come�ou a folhear a revista. Continuei a me trocar. Quando eu fiquei s� de cueca e falou: “Caralho, Rodrigo, vem dar uma olhada nessa foto!” Eram dois caras fazendo sexo anal.

O Nilson come�ou a ficar de pau duro. A rola do cara devia ter uns 19 cm. Cabe�ona vermelha. Ele notou que eu tava de olho. A� a pau dele ficou duro de vez. Cheio de veias, apontando pra cima. “Ainda bem que a gente ta sozinho aqui!” E ele come�ou a tocar uma punheta. Eu, de cueca, n�o conseguia mais disfar�ar o tes�o. Ele pegou no meu pau e falou bem pertinho do meu ouvido: “Voc� podia ter me convidado pra tomar banho na aula passada. Voc� batendo uma punhetinha � uma del�cia...” Ent�o o cara tinha me assistido o tempo todo! Aproveitei que ele tava com a boca bem perto da minha e tasquei um beijo de l�ngua. Ele me puxou pra perto e come�ou a esfregar o pau dele no meu. Se abaixou, tirou minha cueca e caiu de boca na minha rola. Come�ou chupando a cabe�a e desceu pras bolas. Puta que pariu, que tes�o! Meu pau babava e ele lambia tudo. Deitamos no banco do vesti�rio e come�amos um 69. Que pau delicioso daquele macho. Ele enfiou o dedo no meu cu e come�ou a brincar. Levantou, me deu um beijo de l�ngua. “Cara, que tes�o, n�o aguento mais!” Ele ficou de p� no bancou e esporrou na minha cara. Gozei em seguida, com aquela porra quente escorrendo pro meu peito.

A gente se limpou, botamos a sunga e fomos pra piscina. No final da aula, quando eu tava entrando no chuveiro, ele me abra�ou por tr�s e disse. “Vamos tomar esse banho l� em casa?” � claro que eu fui.

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